quinta-feira, 31 de março de 2016

Bélgica: Jihad pela causa de Alá em Bruxelas



Dia 22 de março de 2016. Três jihadistas, duas explosões. Uma no aeroporto e outra na estação do Metrô de Maalbeek. Até o momento tem-se em 35 o total de mortos e mais de 300 feridos (CNN). Pela segunda vez, em menos de 6 meses, Bruxelas está em estado de sítio. Após os atentados em Paris, em novembro, Bruxelas ficou fechada por cinco dias porque os jihadistas de Paris se refugiaram no bairro de Molenbeek (Guardian).

Bruxelas é a capital da União Européia, com uma população muçulmana que beira os 50%, e atividade jihadista na cidade tem sido bastante intensa.

Agora, vão começar a falar que os muçulmanos são as maiores vítimas deste ataque, e fazer propaganda de como o islamismo é pacífico. Vão mostrar umas mulheres com o hijab sorrindo e citar passagens do Alcorão que foram revogadas pelos versos da jihad. Isso acontece toda a vez. Não é de admirar que os jihadistas desejem promover as carnificinas. Eles ganham duas vezes. Matam o káfir (infiél), e ganham propaganda gratuita da imprensa.

Nos dias que antecederam os atentados, a polícia de Bruxelas estava à caça de jihadistas, tendo matado um (NY Post) e prendidos outros, um deles era um participante do atentado em Paris, Salah Abdslam (Daily Mail). A população de Molenbeek estava acorbetando os jihadistas. Este bairro, é o centro da jihad em Bruxelas. E estima-se que 450 muçulmanos belgas tenham se juntado ao Estado Islâmico na sua jihad armada na Síria e Iraque (CNN).

Tropa de elite caçando jihadistas em Bruxelas: o povo belga a sente na pele o 
que significa experiência multicultural com uma cultura monocultural (islão)

No vídeo abaixo, Paul Joseph fala sobre os ataques em Bruxelas e o esforço de vários segmentos em tentar tapar o sol com a peneira, refletindo o problema para a além da sua causa: o islamismo.



Aeroporto de Bruxelas após as explosões

O Estado Islâmico assumiu a autoria dos atentados em Bruxelas e celebrou os "irmãos mortos em operações de martírio." O martírio islâmico é morrer matando, de preferência, inocentes (FoxNews).

Em sua mensagen, o Estado Islâmico mencionou a Sirat, a Biografia de Maomé, em relação a jihad em Bruxelas: "Viemos para você com a chacina." Isso vem da Sirat Rasul Allah, a Vida do Mensageiro de Alá, de ibn Ishaq 131: Maomé disse uma vez para os árabes pagãos de Meca: "Vocês vão ouvir-me, ó coraixitas? Por aquele que detém a minha vida em Suas mãos, eu trago-lhes a chacina." (Ibn Ishaq 131). (Jihadwatch)

Pelo menos 50 simpatizantes do ISIS ainda trabalham no aeroporto de Bruxelas, relata o jornal belga De Standaard. Os terroristas que atacaram no aeroporto de Zaventem no mês passado enviaram batedores à frente para testar a segurança. Mesmo entre os funcionários que trabalham no aeroporto, há simpatizantes do ISIS. (Speiza)

A polícia belga tem estado em atuação contínua, e vem prendendo várias pessoas, ligadas aos ataques em Paris e em Bruxelas (Irish Times, France24) .

O fato é que a Bélgica é o Marco Zero dos jihadistas europeus. E isto deve-se a uma série de fatores:

  • uma numerosa população muçulmana;
  • a criação de sociedades paralelas;
  • a influência do salafismo;
  • a ascenção de grupos salafistas, tais como o Sharia4Belgium;
  • a doutrinação a ponto de surgirem jihadistas belgas;
  • e uma política oficial incompetente e que se recusa em encarar a realidade dos fatos.

Eu termino este pequeno relato com um pouco de sarcasmo. "É claro que este ataque em Bruxelas, bem como os anteriores, não tem nada a ver com o Islã. O fato de que eles foram perpetrados por muçulmanos citando os ensinamentos do Alcorão e de Maomé como as fontes inspiradoras das suas ações é mera coincidência e não deve ser levado a sério." (Final do Sarcasmo)

O pior, é que tem gente que pensa deste jeito.

Aeroporto e o metrô



segunda-feira, 28 de março de 2016

Análise da Carta Aberta para o Califa do Estado Islâmico



Um número de "sábios do islão" assinaram uma carta aberta dirigida a Al-Baghdadi, o califa do Estado Islâmico. A carta se encontra neste link, e uma versão em portugês foi feita disponível aqui.

O teor da carta é típicamente islâmico. Ela se compõe de 24 afirmações soltas no ar. As frases são vazias, e foram escritas para dar a impressão de que Al-Baghdadi está fazendo algo errado. Acontece, que Al-Baghdadi está satisfazendo cada uma delas!

O que estes "sábios do islão" estão tentando fazer é inculir nos infiéis a idéia que Al-Baghdadi não está fazendo nada disso, com o intuito de iludir os infiéis. Isso é taqiyya, simples e pura.

Eu vou comentar cada um dos itens, oferencendo referências.
1- No Islã é proibido emitir fatwas sem todos os requisitos necessários de conhecimento. Mesmo assim as fatwas devem seguir a teoria legal islâmica como definida nos textos clássicos. Também é proibido citar uma porção de um versículo do Alcorão – ou parte de um versículo – para derivar uma regra sem observar tudo que o Alcorão e os hadiths ensinam sobre aquela questão. Em outras palavras, existem pré-requisitos subjetivos e objetivos para as fatwas e não se pode “escolher” versículos corânicos para argumentos legais sem considerar todo o Alcorão e os hadiths.
As regras a serem seguidas foram estabelecidas na lei islâmica Sharia. Fatwas não passam de éditos específicos que não podem contrariar a Sharia. De modo que a Sharia é a base de tudo. E, nós já sabemos o que ruim existe na Sharia com respeito às mulheres, homossexuais e não muçulmanos. O que existe de pior na Sharia está resumido aqui.
2- No Islã é proibido emitir normas legais sobre qualquer coisa sem ter domínio absoluto da língua árabe.
As Escolas de Jurisprudência Islâmica foram escritas em árabe, por árabes, baseadas no Alcorão, nos hadices e na Sirat em árabe.
3- No Islã é proibido simplificar excessivamente questões da Shariah e ignorar ciências islâmicas estabelecidas.
Exatamente. Basta consultar a Sharia.
4- É permissível no Islã [para os eruditos] diferir em qualquer questão, exceto aqueles fundamentos da religião que todos os muçulmanos devem saber.
Os fundamenttos que todos os muçulmanos devem saber estão na Sharia.
5- No Islã é proibido ignorar a realidade de tempos contemporâneos ao derivar regras legais.
Desde que não se contrarie a Sharia. A Sharia têm precedência sobre tudo.
6- No Islã é proibido matar o inocente.
Ou seja, é proibido matar outro muçulmano (veja explicação aqui). Os não muçulmanos não são inocentes pois eles rejeitaram Alá e o seu mensageiro (Maomé). Veja só como o próprio Maomé se refere aos não-muçulmanos: "O Profeta passou por mim em um lugar chamado Al-Abwa, ou Wad-dan, e lhe foi perguntado se era permitido atacar guerreiros infiéis Al-Mushrikun à noite, e com isso expor suas mulheres e crianças ao perigo”. O Profeta respondeu: "Eles (as mulheres e crianças) pertencem aos infiéis". (Hadice de Bukhari, Vol. 4, Livro 56, nº 3012).
7- No Islã é proibido matar emissários, embaixadores e diplomatas, portanto, é proibido matar jornalistas e trabalhadores humanitários.
Eu não sei de onde eles tiraram isso, contudo, "jornalistas e trabalhadores humanitários" não são "emissários, embaixadores e diplomatas"!
8- O jihad no Islã é uma guerra defensiva. Não é permissível sem a causa e o propósito certos e sem as normas certas de conduta.
Jihad significa "guerra para estabelecer a religião" (islão) e pode ser tanto defensiva como ofensiva. Na verdade, a maior das campanhas militares de Maomé foram ofensivas. E, após a sua morte, os seus companheiros saíram conquistando o mundo não foi por legítima defesa. Quer dizer que eles invadiram, por exemplo, a Espanha e a França por legítima defesa?

Jihad é algo consolidado na lei islâmica e na jurisprudência de tal modo que é uma obrigação do califa promover jihad sempre que ele possa!
9- No Islã é proibido declarar as pessoas como não muçulmanas, a menos que elas declarem a descrença abertamente.
É por isso que estes sábios não podem declarar Al-Baghdadi, e nem qualquer um dos jihadistas assassinos do Estado Islâmico, como 'não muçulmanos'!
10- No Islã é proibido prejudicar ou maltratar – de qualquer forma – os cristãos ou qualquer “Povo do Livro”.
Do ponto-de-vista islâmico isso é correto, já que o islão tem normas de como lidar com cristãos e judeus. Contudo, estas normas são desumanas e contrariam os Direitos Humanos! (Leia sobre as Condições de Umar e sobre a visão supermacista sobre o povo do livro e como um imã descreve como deveria ser a humilhante vida de um cristão sob a Sharia).
11- É obrigatório considerar os Yazidis como Povo do livro.
Existe base legal para esta afirmação. Contudo, veja acima como é a vida do "povo do livro".
12- É proibido no Islã a reintrodução da escravidão. Foi abolida por consenso universal.
Eu gostaria de saber onde esta abolição da escravatura sob o islão pode ser encontrada. Tal "abolição" exigiria que a Sharia fosse re-escrita! Onde está isso? Na carta, os "sábios do islão" mencionam os capítulos (suras) 58 e 90. A Sura 90 é de Meca, e a Sura 58 é Medina. A primeira (90) se refere a santidade da cidade de Meca, e a segunda se refere a "libertar um escravo para poder se divorciar (chamando a sua esposa de mãe)." Nenhuma trata de abolição da escravatura!

Os "sábios do islão" omitiram as Suras 4:24, 33:50 e 4:3, que estabeleceram a escravidão sexual (as mulheres que a mão direita possui), exatamente aquilo que o Estado Islâmico faz! Onde Alá aboliu isso? (leia mais aqui)
13- No Islã é proibido forçar as pessoas a se converterem.
Isso é algo que está correto se olharmos do ponto-de-vista islâmico: opções são oferecidas, e a escolha é do infiél. Os descrentes em geral tem duas opções: conversão ou morte. O "povo do livro" (cristãos e judeus) tem 3 opções: conversão, morte ou submissão à Sharia como cidadãos de terceira-classe (dhimmi). Veja bem como o islão é generoso e Alá misericordioso. Opções são feitas. O infiél será morto como consequencia da sua própria escolha.

O fato de que a "convivência pacífica" não ser uma opção não vem ao caso.
14- No Islã é proibido negar às mulheres os direitos delas.
A questão aí é que os direitos das mulheres sob o islão são contra os Direitos Humanos Universais. Veja quais são neste artigo.
15- No Islã é proibido negar às crianças os direitos delas.
Por exemplo, (a) o direito de seus pais as casarem ainda na tenra idade, ou (b) de as matar.

(a) m3.13 (1) O único guardião que pode impor a sua guarda a se casar é o pai de uma noiva virgem, ou pai do seu pai, impor significa a casá-la com um partido apropriado (def. m4) sem o seu consentimento.

(b) o1.2 Não existe retaliação para ... (4) um pai ou a mãe (ou seus pais ou mães) para matar sua descendência (filhos), ou os descendentes da sua descendência (netos);
16- No Islã é proibido promulgar punições legais (hudud) sem seguir os procedimentos corretos que asseguram justiça e misericórdia.
Vejamos um exemplo sobre os procedimentos legais, direto da lei islâmica:

O24.9 Se o testemunho está relacionado a fornicação [sexo ilícito] ou sodomia, então exige-se quatro testemunhas do sexo masculino (O: que testemunham, no caso de fornicação, que eles viram o infrator inserir a cabeça de seu pênis na vagina dela)

Fonte Manual de Lei Islâmica 'Umdat al-Salik wa-'uddat al nasik (The Reliance of the Traveller), Amana Publications, p. 638.
17- No Islã é proibido torturar pessoas.
Estes sábios deveria ter dito isso para Maomé. Talvez ele não tivesse torturado Kinana.
18- No Islã é proibido desfigurar os mortos.
Mas nada impede de se ter sexo com os mortos.
19- No Islã é proibido atribuir ações maléficas a Alá.
Sim, Alá faz isso por ele próprio.
20- No Islã é proibido destruir os túmulos e templos dos profetas e companheiros.
A rigor, no islamismo é proibido que se construam templos sobre túmulos de profetas e companheiros. Esta proibição é tão séria que ao final da sua vida Maomé disse: "Que recaia maldição sobre os judeus e os cristãos que tomaram os túmulos de seus apóstolos como locais de culto. Ele [Maomé], de fato, adverte (seus homens) contra o que eles (os judeus e os cristãos) fizeram" (Muslim, Livro 4, No. 1082). E, em outro hadice: "Se algum homem religioso morrer entre estas pessoas eles iriam construir um lugar de culto em seu túmulo e fazer essas pinturas nele. Eles vão ser a pior criatura aos olhos de Alá no Dia da Ressurreição" (Bukhari, Livro 1, Volume 8, Hadice 419). Como então é proibido destruir aquilo que é proibido construir?
21- No Islã é proibida a insurreição armada por qualquer razão além da descrença clara do governante e se ele impedir o povo de orar.
Ao longo da história islâmica, os muçulmanos, tenham sido os califas, emires, sultões, quem seja, quebraram esta proibição a todo o momento. A história islâmica é cheia de lutas internas e guerras civis.
22- No Islã é proibido declarar um califado sem consenso de todos os muçulmanos.
Nunca na história islâmica existiu um califado que tivesse o consenso de todos os muçulmanos. Sempre existia algum grupo que contestava o novo califa, tendo sido este o motivo, por exemplo, da cisão entre sunitas e xiítas. A transição política sempre se deu sob conflito, e muitas vezes com um banho de sangue.
23- No Islã é permitida a lealdade à uma nação.
Sim, lealdade a nação do islão, a umah.
24- Depois da morte do profeta, o Islã não requer que ninguém emigre para lugar nenhum.
O fato é que Alá premia quem se muda para outra localidade: "E quem emigra pela causa de Alá vai encontrar refúgio e abundância na terra. E quem abandonar seu lar, migrando pela causa de Alá e de Seu mensageiro, e for surpreendido pela morte, sua recompensa é uma incumbência de Alá. E Alá é Perdoador, Misericordiador" (Alcorão 4:100). Leia mais sobre o conceito islâmico de Hégira.


A propósito, o artigo Estado Islâmico é islâmico e representa o verdadeiro rosto do islão ajuda a entender bem o assunto. 

Este desenho mostra a semelhança entre o Estado Islâmico e o islamismo.
Esquerda: Estado Islâmico, culto da morte; Direita: Arábia Saudita, amiga e aliada


sexta-feira, 18 de março de 2016

Xeique al-Arifi e a presença do Wahabismo no Brasil


José Atento

A visita de um promotor do wahabismo ao Brasil, o xeique saudita al-Arifi, passou quase desapercebida aos olhos da população se não fosse uma reportagem da Revista Veja e outra do Domingo Espetacular. A reportagem da Revista Veja é exata no que ela retrata. O xeique al-Arifi é um promotor da virulenta ideologia wahabista e, como retratado por nós anteriormente, tornou-se famoso no mundo por "pérolas" tais como fatwa permitindo que jihadistas lutando na Síria e Iraque estuprem as mulheres sírias, uma outra permitindo o estupro e o "casamento temporário" para os jihadistas lutando na Síria, vídeos que o mostram advogando o assassinato de infiéis ou descrentes através do esmagamento dos seus crânios ou cortando os braços e as pernas, bem como o espancamento de mulheres, além de ter sido banido da Grã-Bretanha acusado de aliciar jovens para o jihadismo. Apesar disso tudo (ou devido a isso tudo) ele é apreciado dentro do mundo do wahabismo e tem milhões de seguidores pela Internet.  O xeique al-Arifi é importante e influente, e sua influência atinge o Brasil.  

Reportagem do Canal 4 britânico sobre o banimento do xeique al-Arifi

A influência do wahabismo no Brasil é procupante. O tratamento recebido pelo xeique al-Arifi, celebrado onde quer que ele tenha pisado, é uma indicação disso. Porém, talvez mais sério seja o fato de que muitos clérigos islâmicos brasileiros vem sendo educados na Arábia Saudita, sendo que outros clérigos extrangeiros têm vindo direto da fonte wahabista.

O restante deste artigo é um comentário sobre um vídeo do xeique Rodrigo Rodrigues, da Mesquita do Pari, em São Paulo no tocante a visita do xeique jihadista al-Arifi, e defesa das suas idéias. O xeique Rodrigo estudou o islamismo na Arábia Saudita e foi aluno do xeique al-Arifi. O artigo versa sobre idéias e não sobre pessoas. Não existe nada errado com conflito de idéias. Texto entre aspas representa o que vem direto do vídeo. Não foi feita transcrição do vídeo. O vídeo completo pode ser assistido na própria página do Facebook do xeique.

(PS. Se você for assistir o vídeo, por favor, não comente na página do xeique Rodrigo. Devemos respeitar as pessoas. O nosso conflito é de idéias)

Brasileiros vão para a Arábia Saudita se formar em wahabismo. Por que não estudar Direitos Humanos? Porque, no wahabismo, quem prega Direitos Humanos é preso, chicoteado, ou até mesmo, morto. Um exemplo disso é Raif Badawi


O xeique Rodrigo começa atacando a Revista Veja, dizendo que "ela tem um histórico com a verdade e com a inverdade." Ele diz que a revista "publicou algo que eu nem sei de onde eles tiraram as informações ou o que eles querem com isso." E depois narra contatos com dois jornalistas da Veja, no ano passado, sendo que "um deles pegou o meu telefone" e "depois que fiquei sabendo que eram da Veja," e que o interesse "era reportagem sobre os sírios, os refugiados sírios." Ele continua dizendo "essa pessoa, segunda-feira, mandou um[a mensagem pelo] WhatsApp para mim. Eu não sei como ele tem o meu telefone, né?" A mensagem é então mostrada parcialmente na tela, e o que se vê é um diálogo entre o repórter e o xeique, onde o repórter se refere especificamente ao xeique al-Arifi e pede uma entrevista. Não é possível dizer se todo o diálogo foi mostrado. Aparentmente, a entrevista não se concretizou, e segundo o xeique Rodrigo, então, de repente, "apareceu esta reportagem aí." Mais tarde, no minuto 12 do vídeo, ele se contradiz ao dizer não ter sido procurado pela Veja. O diáligo pelo WhatsApp, como mostrado no vídeo, é apresentado ao final deste artigo.

Ao atacar o mensageiro, e não a mensagem, o xeique Rodrigo comete uma falácia lógica (ad hominem). Ele ataca a Revista Veja dentro do ponto-de-vista que se foi publicado na Veja, não presta. Essa seria uma atitude típica de um ptista fanático sem cérebro. Porque quem tem cérebro (e um parêntese, muitos ptistas têm) pode não gostar de uma reportagem e justificar o seu ponto-de-vista, mas gostar de uma outra reportagem do mesmo veículo. Isso vale para qualquer veículo de comunicação, seja a Veja ou o Carta Capital.     

Ele repete os ataques contra a Veja e contra os repórteres ao longo do vídeo.

Outra coisa a ser dita é que o repórter pediu uma entrevista, enfatizando que o assunto era sério, e mencionando que o xeique al-Arifi havia sido "barrado" na Inglaterra e Suíça. Não é explicado o porquê desta entrevista não ter ocorrido.

O vídeo prossegue com o xeique Rodrigo acusando os repórteres, "Fernanda e Leonardo Coutinho", de terem cometido uma "desonestidade intelectual, agiram de má fé," dizendo não saber "se isso faz parte da política de vida deles ou se a Veja, esta instituição grande, exige dos seus funcionários faltarem com a verdade." Isso aí é ad hominem em esteróides.

No vídeo, o xeique Rodrigo cita o começo da reportagem dizendo "que o Ocidente luta na guerra que espalha [pausa] muçulmanos que vivem no Ocidente [pausa] lutam em guerra que espalha destruição e morte no Iraque [pausa] e na Síria." Ele leu o texto errado. O texto correto do começo da reportagem é: "O Estado Islâmico já atraiu mais de 30,000 jovens de 100 países para engrossar as fileiras de seu exército terrorista, desde 2014. O chamado para que muçulmanos que vivem no Ocidente lutem na guerra que espalha destruição e morte no Iraque e na Síria ou participem de atentados em seu próprio país geralmente começa com a pregação, pela internet ou em mesquitas, de líderes religiosos radicais, que apresentam a morte em nome da religião como algo altamente recomendável para quem quer provar o comprometimento com o Islã."

A partir da sua leitura errada do começo da reportagem, o xeique diz que a reportagem da Veja afirma que "o culpado pela destruição e morte no Iraque são os muçulmanos." Não, xeique Rodrigo, a Veja não diz isso. O xeique afirma que a violência que existe naquela região do mundo é consequência da invasão do Iraque em 2003. É claro que a derrubada do Sadam Hussein foi um erro. O Sadam, como nenhum outro, sabia que só se é possível tratar jihadistas com mão-de-ferro. Além do que, a queda de Sadam permitiu que os jihadistas, e não a coligação liderada pelos EUA, atacasse impiedosamente os cristãos iraquianos, membros do odiado "povo da cruz," levando-os a um extermínio quase inevitável. O xeique Rodrigo não diz que quem inventou a jihad islâmica foi Maomé, no século VII, muitos séculos antes de Sadam Hussein ou George Bush.

Ao agir deste modo, citando o texto erradamente para introduzir um assunto desconexo, o xeique Rodrigo cometeu mais uma falácia lógica, chamada de espantalho (strawman): "ao exagerar, adulterar, ou apenas fabricar completamente o argumento de alguém, é muito mais fácil apresentar a sua própria posição como sendo razoável, mas este tipo de desonestidade serve para minar debate racional honesto" (Gula, 2007).

O xeique continua, dizendo que a reportagem "depois diz que o xeique saudita Mohammad Arifi pregou para crianças e visitou muçulmanos em São Paulo, Paraná e Santa Catarina." O xeique Rodrigo afirma que o xeique al-Arifi não esteve no Paraná e em Santa Catarina. Dentro do contexto, isso é irrelevante. O mais importante são as afirmações de que o xeique Rodrigo estudou com o xeique al-Arifi e que ele foi o cicerone dele nesta sua viagem.

Na continuação do seu vídeo, o xeique Rodrigo menciona a reportagem, que, segundo ele, "também fala que o Dr. Mohammed Arifi visitou [pausa] prega luta na Síria contra o regime de Bashar Assad [pausa] peraí." Ele então diz que "é normal que o povo invadido luta contra o invasor" e diz ainda que "qualquer pessoa normal ela é contra o regime ditador de Bashar Assad." Ele então diz que "pode ter ditador em todo o mundo, mas se for contra os interesses norte-americanos e ingleses, daí é terrorismo." O que se conclui destas frases é que o xeique Rodrigo está alinhado aos Estados Unidos (país que critica) pois os EUA são contra Bashar Assad e o xeique Rodrigo, como "uma pessoa normal" também é contra o Bashar Assad. Além do mais, a invasão da Síria ocorreu com o intuito de derrubar Bashar Assad, e o povo que o apoia luta contra o invasor.

O xeique Rodrigo continua dizendo que segundo a reportagem "o xeique Dr. Mohammad Arifi diz que os xiítas são infiéis e devem ser mortos." Para defende-lo, o xeique Rodrigo lança mão de uma tática manjada: só tem autoridade quem sabe árabe. O xeique faz isso perguntando "onde os repórteres escutaram o Dr. Arifi falando em árabe isto?" O fato é que al-Arifi espuma ódio contra os xiítas (ver vídeo abaixo). E, sim, em 2012, no Egito, ele descreveu os xiítas como "descrentes que devem ser mortos."



Sermão do Xeique al-Arifi, no qual ele espuma o seu ódio contra os xiítas, 
bem como contra cristãos e judeus


Xeique al-Arifi promove matança de infiéis


Xeique al-Arifi: como bater na esposa

Continuando, o xeique Rodrigo põe em dúvida o fato do xeique al-Arifi ter sido banido da Inglaterra. O fato é que ele foi banido, não só da Inglaterra (na verdade, da Grã-Bretanha), mas ele também teve, problemas na Tunísia, Argélia, Marrocos, e na Suiça e nos países do Acordo de Schengen (ou seja, praticamente, na União Européia toda) . O interessante é que o xeique Rodrigo, em outra parte do vídeo, reage ao fato do al-Arifi ter sido proibido de visitar a Suiça, balançando os ombros e dizendo "tanto faz." Tanto faz ser banido da Suíça e da União Européia? Ele foi proibido porque?

Continuando, o xeique Rodrigo lê da reportagem "a sua retórica exaltava a nobreza dos muçulmanos que ofereciam a sua vida em combate para o islã." E ele pergunta, "o que tem de mal isso? O países não celebram seus heróis de guerra? Ou só os muçulmanos não podem celebrar os seus?"

Existe um problema muito grande aqui.

É verdade que heróis de guerra são celebrados por países, algo que serve como fator unificador da nação. Mas, não se celebram todos os soldados mortos, e, principalmente, nunca se celebra soldado que tenha cometido alguma atrocidade. O heroísmo é feito em prol do país e da sua população, e nunca com objetivos outros, como por exemplo, ganhar a posteridade ou visando obter gratificação sexual. Mas veja agora os heróis do islão. Eles são aqueles que matam pela causa de Alá (Alcorão 2:191) e morrem matando (Alcorão 9:111), geralmente matando pessoas inocentes, muito embora Maomé, e seu alter-ego Alá, terem definido que não muçulmanos não são inocentes por terem recusado Alá e o seu mensageiro Maomé (Alcorão 48:29; Muslim, Livro 1, Número 33). Os não muçulmanos são as criaturas mais repugnantes (Alcorão 98:6). A recompensa para os heróis muçulmanos, mais comumente conhecidos como jihadistas, é a posteridade e a gratificação sexual. O homem que morre em jihad vai direto para o paraíso islâmico, onde a recompensa é sexo por toda a eternidade. O paraíso islâmico é um bordel. 

Muçulmanos celebram assassinos. Isso mesmo. Uma pessoa que entra em um restaurante, ou em uma igreja, ou em uma mesquita diferente da sua, e se explode matando dezenas, visando garantir acesso ao paraíso islâmico (bordel) é, além de assassino, um doente mental. Assassinos também são os clérigos islâmicos (imãs e xeiques) que incultem esta idéia bárbara na cabeça do fiél muçulmano, levando-o a cometer o crime. E, ainda pior, são os familiares e amigos do criminoso que celebram a chacina e distribuem doces, porque, para eles, o fiél muçulmano assassino que matou os infiéis está no paraíso islâmico (bordel) usufruindo das virgens libidinosas de olhos como pérolas (Alcorão 78:33; 56:22). E, para ficar ainda mais repugnante, xeiques sauditas e governos islâmicos celebram o fiel muçulmano assassino e premiam sua família com dinheiro, até mesmo dando o nome do assassino a escolas e logradouros públicos.


O xeique Rodrigo diz que "eles pensam que as pessoas não lêm, não tem YouTube." Na verdade, xeique, nós lemos e temos acesso ao YouTube. Os muçulmanos também, e por isso desejam deixar esta canoa furada chamada islão, mesmo com o risco de serem punidos, até mesmo com a morte, por seus parentes e pelo próprio governo de países islâmicos. Nós sabemos muito bem qual é a punição que a lei islâmica, Sharia, prescreve para os apóstatas do islão: a morte

Apenas países islâmicos punem quem deixa uma religião, mas apenas quem deixa o islamismo.
Alguém que deixar outra religião e se tornar muçulmano aí não tem problema. Na verdade, a punição de apostasia fere o Artigo 18 da Declaração Universal dos Direitos Humanos

O xeique Rodrigo questiona a frase da reportagem que diz que dois jovens "que estavam na plateia de Al-Arifi, apareceram em um dos vídeos de propaganda do Estado Islâmico." Ele então questiona a relação causa (al-Arifi) e consequência (jihadistas). O xeique Rodrigo deve considerar que quem fez esta relação foi o governo da Grã-Bretanha, tendo sido este um dos motivos que acarretaram no seu banimento.

Aí, o xeique Rodrigo menciona o assassino norueguês Andres Breivik, a quem ele chama de "terrorista cristão," e tenta fazer uma equivalência moral entre a chacina que este psicopata cometeu com a psicopatia do jihadismo islâmico. Como se sabe, em 2011 Andres Breivik executou dois atos terroristas que culminaram com a morte de 77 pessoas, dentre elas 69 crianças em uma colônia de férias. Algo bárbaro e covarde. Em primeiro lugar, Breivik não é cristão. Ele se diz pertencer ao Odinismo. E acha até que Jesus é patético. Mas, mesmo que fosse, os seus atos demonstram que ele não é um seguidor de Jesus, que só pregou e fez o bem. Quanto a Maomé, em Meca ele ameaçou e amaldiçoou todos aqueles que o rejeitaram como profeta. Se mudando para Medina, ele começou a matar todos que o "magoaram" ao rejeitá-lo como profeta, incluindo 900 prisioneiros degolados em uma única noite aos gritos de "Allahu Akbar." Maomé assaltou caravanas e aldeias, foi um terrorista, foi um torturador, estuprou e incentivou seus seguidores a estuprarem mulheres não muçulmanas, sequestrou por resgate, e foi um escravocrata, inclusive sexualizando as escravas. A cada vez que Maomé dizia "Quem irá me livrar de ...?" um novo assassinato era perpetrado por seus companheiros, os salafis (precessores piedosos).


Maomé instigava os seus seguidores a matar qualquer um que o criticasse ou que ficasse no seu caminho. Devido a isso, até hoje, muçulmanos não toleram ou chegam a ficar violentos ao sinal da menor análise crítica a Maomé, mesmo correta (desenho do livro It’s All About Muhammad, A Biography of the World’s Most Notorious Prophet)


E, por favor, não venham com esta conversa que "Jesus é muçulmano." O Jesus muçulmano é muito diferente em carácter e atitudes do Jesus dos Evangelhos. O Jesus muçulmano é um mentiroso e um hipócrita, pois ele permitiu que uma outra pessoa morresse na cruz em seu lugar, com Alá enganando a todos. Alá é o Pai da Mentira (um dos nomes da Alá é "O Melhor dos Enganadores").

E para aqueles que acham que estes "atributos sagrados" de Maomé não são descritos nas escrituras islâmicas, Ali Sina, do site FaithFreedom.org, tem um desafio: ele oferece 50 mil dólares para quem provar que Maomé não foi um criminoso (além de uma pessoa com desvios sexuais sérios). O desafio permanece intacto desde 2001.

De modo que se Breivik se inspirou em alguém, é muito provável que ele tenha se inspirado em Maomé, já que as ações de Breivik são características de um psicopata.

Devemos lembrar que a única contribuição de Maomé para o mundo foi péssima: o emprego de guerra para espalhar uma religião, conceito esso conhecido como Jihad.

Continuando com o vídeo, o xeique Rodrigo reage a afirmação (correta) de que "o Wahabismo é a matriz ideológica de organizações terroristas como a Al Qaeda, o Boko Haram, da Nigéria, e o Estado Islâmico." A saída do xeique Rodrigo foi sair pela tangente, citando o filme Rambo 3, e insinuando que o jihadismo islâmico é uma invenção dos Estados Unidos.  É claro que a política externa dos EUA tem sido um fiasco, mas, novamente, a jihad islâmica foi inventada por Maomé no século VII e praticada desde então por muçulmanos na expansão e manutenção do califado. E quanto ao Wahabismo, ele surgiu no século XVIII por um clérigo louco, digo, um maometano fiel seguidor de Maomé, Abd al-Wahhab, que pregava o fundamentalismo islâmico nos moldes dos precessores piedosos, os salafis.

É fácil demonstrar que o Wahabismo saudita é a matriz ideológica do Estado Islâmico, pois eles fazem a mesma coisa. Isso foi é discutido no artigo O Estado Islâmico é islâmico e representa o verdadeiro rosto do islão. Resumidamente, a Arábia Saudita e o Estado Islâmico têm em comum: ambos seguem a Sharia, ambos aplicam punições severíssimas pelos "crimes" de apostasia, blasfêmia (contra o islão, Maomé ou a Sharia), homossexualismo, adultério, roubo, promovem a escravidão sexual e casamentos forçados, a imposição rigorosa da vestimenta islâmica para as mulheres, a proibição de música e expressões artísticas, e a opressão contra toda e qualquer manifestação religiosa que não seja a islâmica.

Nós não queremos o Wahabismo, nem o Salafismo, e nem "ismo" islâmico algum no Brasil! Conforme o xeique disse "o povo brasileiro não é trouxa."

O Wahabismo é intolerante e violento, e neste aspecto a Revista Veja está correta, e, baseado nas referências já mencionadas anteriormente, o xeique al-Arifi apenas prega o Wahabismo, como ele é.

O xeique questiona a frase "o interesse dele pelo Brasil não deve ser ignorado pelas autoridades" como se esta frase tivesse saído do nada. Pelo contrário, pelo que já expomos acima, as autoridades devem se preocupar sim, e muito, com a difusão do wahabismo no Brasil, com a sua intolerância e violência.

O xeique caçoa da preocupação de que brasileiros possam ser recrutados. O problema é real. Existem diversos brasileiros simpatizantes da jihad armada nas redes sociais. Não se caçoa de problema sério. A Revista Veja, ao levantar este problema, está mostrando maturidade. Olhar para o lado ou fingir que o problema não existe não o resolve, principalmente sabendo-se o que é o Wahabismo.

Ao final do vídeo, o xeique usa da palavra chave "islamofobia." Conforme já falamos várias vezes, islamofobia é uma palavra inventada pela Organização da Cooperação Islâmica (OIC) para calar as críticas ao islão. Mas isso não cola. Tudo é passível de crítica, principalmente ideologias (sim, o islão, ao se apresentar como um "modo de vida completo" é uma ideologia). A melhor descrição de islamofobia foi dada pelo escritor Christopher Hitchens:
"Islamofobia é uma palavra criada por facistas, usada por covardes, para intimidar tolos."
O xeique diz que "no Brasil vivemos longe dos conflitos" e que "a Revista Veja deseja trazer os conflitos para cá." Na verdade, o crescimento do islamismo é que está trazendo conflitos. Por exemplo, o anti-semitismo é correlacionado com o aumento do número de muçulmanos. E isso é visível pela quantidade crescente de grupos e associações, e reuniões e manifestações contra os judeus, camufladas como manifestações pró-Palestina. Eu prefiro as palavras conciliadores do Papa Francisco:
"Atacar os judeus é anti-semitismo, mas um ataque direto sobre o Estado de Israel também é anti-semitismo." Ele continuou: "Pode haver divergências políticas entre governos e sobre questões políticas, mas o Estado de Israel tem todo o direito de existir com segurança e prosperidade." 
Manifestação pró-Palestina em São Paulo (2002) descambando para 
ódio aos judeus. Algo cada vez mais comum no Brasil


A preocupação espelhada pela Revista Veja é real, e a reportagem está embasada em informações publicamente disponíveis. Quem associou o xeique al-Arifi a terrorismo foi ele mesmo ao longo dos anos, e as referências mostram isso. O Wahabismo no Brasil é mais uma coisa ruim para nos procuparmos, dentro de tantas outras. É uma pena que um líder islâmico importante como o xeique Rodrigo, não perceba isso.

Ao final, são apresentados snapshots relativos a processos contra a Veja e contra a (excelente) jornalista Joice Hasselmann (que não tem nada a ver com a reportagem). O fato é que ser processado é um fato da vida para os meios de comunição. E, quando isso acontece, significa que o meio de comunicação acertou em cheio.

E, para concluir este artigo, nada melhor do que resumir o que de pior existe na lei islâmica, Sharia (números em colchetes são referências encontradas no artigo)

  • Açoitamento, apedrejamento ou enforcamento das mulheres quando são estupradas e não têm quatro testemunhas para provar que ela foi estuprada (DNA do esperma ou qualquer outra prova não vale). [1]
  • Açoitamento, apedrejamento, ou execução de mulheres se elas cometem adultério – o homem recebe açoites. [1]
  • A remoção do clitóris é prescrita (circuncizão feminina), e geralmente feita quando a mulher é ainda uma criança. [1]
  • Mulheres não muçulmanas podem ser estupradas e escravizadas sexualmente. [2]
  • Amputação de pedaços dos dedos, dos dedos da mão, da mão toda; partes dos braços, pernas; crucificação; para certos crimes como roubo, ou a distribuição de livros não-islâmicos (por exemplo, bíblias) aos muçulmanos. [3]
  • É um crime expor os muçulmanos a qualquer outra religião. [4]
  • É crime capital dizer qualquer coisa que um muçulmano considere como sendo uma crítica ao islão, a Maomé, a Alá, e a Sharia (lei da blasfêmia). [5]
  • Se um muçulmano deixa o islão ele / ela deve ser morto (a apostasia é um crime). [6]
  • Punições que variam desde a arrancar a língua fora até a pena de morte para aqueles que ‘calúniam o islão’, caluniam Maomé’, ou caluniam a Sharia’ (caluniar, neste caso, significa expressar publicamente uma visão crítica, ou dizer algo que algum muçulmano não goste, ficando "ofendido"). [3], [5]
  • Proibição de bebida alcoólica. [7]
  • Dependendo do nível de fundamentalismo, música, arte, canto, são proibidos. [8]
  • As mulheres têm metade dos direitos do homem nos tribunais. [1]
  • Filhas tem (apenas) a metade dos direitos de herança que os filhos têm, enquanto as viúvas recebem apenas um oitavo da herança. [1]
  • As mulheres têm que se vestir com lenços ou coberturas completas – dependendo de quão fundamental forem o homem a quem elas pertencem (pai ou marido) ou o país onde elas moram. [1]
  • As esposas podem ser espancadas ("educadas").  [1]
  • As esposas podem ser estupradas.  [1]
  • Os homens podem divorciar-se da esposa, as mulheres não podem divorciar-se do marido. [1]
  • Os homens podem ter até quatro esposas, e ele pode divorciar-se delas como lhe convêm – então, se casar novamente para trazer o número total de mulheres até 4. Homens que viajam podem participar de "casamentos temporários". [1]
  • Não existe limite de idade para casamento, e casamentos infantis forçados são permitidos. As meninas são as maiores vítimas disto.  [1]
  • "Crimes de honra" sobre as mulheres que tenham "desonrado" a família. [9]
  • Uma mulher muçulmana só pode se casar com um muçulmano, ao passo que os homens muçulmanos podem se casar com mulher não-muçulmana. [1]
  • Se uma mulher não-muçulmana se casar com um muçulmano, seus filhos ou filhas devem ser criados como muçulmanos. [1]
  • As mulheres devem obter permissão dos maridos para as liberdades diárias; [1]
  • Não muçulmanos em geral tem duas opções quando confrontados com o islão: aceitarem se integrar ao grupo ("conversão")  ou serem mortos. Cristãos e judeus têm uma terceira opção: se tornarem um dhimmi.   [10] 
  • Os não muçulmanos que se tornarem em dhimmi devem respeitar a lei islâmica, mas eles têm menos direitos do que uma mulher muçulmana, e vivem, basicamente, dependentes das boas graças dos muçulmanos. [4]
  • O dhimmi deve pagar um imposto extra chamado de jizya (que significa em termos gerais ‘imposto de proteção’), que pode ser aplicado até mesmo após a sua morte. [4]
  • Os dhimmis não podem construir nem reparar seus locais de culto, e eles não podem tocar os sinos da igreja. Eles não podem mostrar bíblias ou torás, em público. Eles tem que se vestir diferente, de modo a se distinguirem como dhimmis. Eles irão executar as tarefas que os muçulmanos não desejam fazer. Os dhimmis não terão acesso à escada social. [4]
  • A homossexualidade é um crime cuja punição é a morte. [11]


NÃO QUEREMOS SHARIA NO BRASIL!


Mensagens do WhatsApp entre o xeique Rodrigo e o reporter da Veja
Clique na imagem para melhor visualização.










A reportagem do Domingo Espetacular

Referências

Rober J. Gula, Nonsense: A Handbook of Logical Fallacies, Axios Press, 2007. 
[1] Um jihadista no Brasil, Revista Veja, 26/2/2016.

[2] Segmento do programa Domingo Espetacular, da Rede Record.

[3] Clérigo saudita radical, banido na Grã-Bretanha, está no Brasil, 30/1/2016. 

[4] Fatwa permits rape of Syrian women, Newsmax, 17/3/2016.

[5] Islamic cleric decrees it OK for Syrian rebels to rape women, The Washington Times, 3/4/2013.

[6] Saudi Cleric Muhammad Al-Arifi, MEMRI TV, Al-Rahma TV (Egito), 19/7/2010.

[7] Saudi Cleric Muhammad Al-Arifi, MEMRI TV, LBC TV (Líbano), 9/9/2007.

[8] Isis: Meet the cleric 'encouraging British Muslims' to fight jihad, Channel 4 News, 26/6/2014.

[9]  Saudi Cleric Muhammad Al-Arifi Vilifies Shiites, Calling Iraqi Ayatollah Sistani "an Infidel",
MEMRI TV, Clip No. 2336, 11/12/2009.

[10] Egypt: Lynching of Shia Follows Months of Hate Speech, Human Rights Watch, 27/6/2013.

[11] The Arab World is at war with itself, Al Jazeera, 26/11/2015.

[12] Saudi Sheikh Muhammad al-Arifi performs preaching tour of Tunisia, Citizenside, 12/11/2012.

[13] Saudi preacher Mohamed Al-Arifi undesirable in Algeria, Ennahar Online, 7/3/2016.

[14] Moroccans reject fanatical Saudi Imam ‘Mohamed Al-Arifi’ due to his calls for jihad against the Shia Muslims & supporting ISIL, Islam Media Analysis, 22/10/2015

[15 Manama: Saudi religious scholar Mohammad Al Arifi has been banned from entering Switzerland and the Schengen area, Gulf News UK, 17/3/2016.

[16] Schengen Area Country List, Schengen Visa Info, acessado em 7/3/2016.

[17] Resultado da Jihad contra a Igreja de Nossa Senhora da Salvação, no Iraque, em 2012, 8/7/2013.

[18] The Qaradawi Fatwas, The Middle East Quaterly, Summer 2004, Vol. 11, No. 3.

[19] The Daily star: family of first Lebanese suicide bomber in Syria celebrates death, Live Leak, 5/8/2013.

[20] Families of 2 terrorists express joy and celebrate sons’ Martyrdom, PMW, 3/2/2016.

[21] PA and Hamas honor Sbarro suicide bomber who murdered 15, PMW Bulletin, 5/5/2014

[22] New Palestinian Government Holds Parade for Suicide Bomber Responsible for Massacring Americans, Breibart, 5/5/2014.

[23] Paycheck for Terrorism: $5,300 for Suicide Attack, The Daily Signal, 21/8/2014.

[24] Names of Schools in the PA, PMW, acessado em 12/3/2016.

[25] PA seeks to name West Bank street after terrorist who killed 2 Jews in Jerusalem, Jerusalem Post, 28/10/2015.

[26] Apostasia, 9/2/2013.

[27]  Breivik: Jeg er ikke kristen (Breivik: Eu não sou cristão). Vårt Land (em norueguês). 15 November 2015.

[28]  Breivik mener Jesus er "patetisk" (Breivik acha Jesus "patético"). Dagen (em norueguês). 19 November 2015.

[29]  Breivik sier han tror på Odin (Breivik diz que acredita em Odin). Tromso (em norueguês). 19 november 2015.

[30] Sina's Challenge, Faith Freedom (o desafio existe desde 2001)

[32]  O Estado Islâmico é islâmico e representa o verdadeiro rosto do islão, 15/6/2015

[33]  Organização da Cooperação Islâmica (OIC), Apostasia, Blasfêmia, e a Difamação do Islão, 21/3/2012.

[34]  Lei islâmica (Sharia): resumo do que não presta, 7/11/2015.


Referências adicionais sobre o Xeique al-Arifi e seu banimento da Grã-Bretanha

Banned preacher under scrutiny over links to young Cardiff men fighting with Isis in Iraq and Syria, ITV, 23 de junho de 2014.

Radical Saudi Preacher Mohammad al-Arefe Banned From The UK After 'Jihadi Recruitment' Claim, The Huffington Post UK, 27/6/2014.

Saudi Cleric: Islam Has No Minimum Age For Marriage, Johnathan Turley, 15/7/2011.

Saudi Imam Reportedly Issues Fatwa Allowing Jihadists To Rape Women In Syria, Johnathan Turley, 2/1/2013.

Controversial Saudi preacher needs psychiatric help, MBC statement suggests, Al Arabiya News, 25/12/2012.

Valentine’s Day is ‘immoral,’ says Saudi cleric, Al Arabiya News, 14/2/2014.

'Saudi clerics use social media to spread hate', Jerusalem Post, 5/10/2012.





sexta-feira, 11 de março de 2016

Pedofilia: não existe limite de idade para casamento no Islão



Poucas coisas são mais abundantemente atestadas na lei islâmica do que a permissibilidade do casamento infantil.

Não existe limite de idade para casamento sob o islão. O que para a maior parte do mundo é pedofilia, para a lei islâmica, e para os muçulmanos mais fervorosos, é algo permitido por Alá no Alcorão bem como algo praticado por Maomé e por seus companheiros.

Alcorão

O Alcorão 65:4 se refere a um período de espera após o casamento de 3 meses, período esse que inclui  "as esposas que ainda não tenham tido menstrução." Deste modo "Alá estabeleceu regras sobre o casamento, divórcio e o período de espera para as mulheres que ainda não tiveram a menstruação, ou seja, as meninas novas."

Child Marriage in Islam, Islamweb, Fatwa No. 88089, 24 de junho de 2004.

A Tradição de Maomé

A tradição islâmica registra que a esposa favorita de Maomé, Aisha, tinha seis anos quando Maomé se casou com ela, e nove anos quando ele consumou o casamento:
O Profeta escreveu o (contrato de casamento) com Aisha quando ela tinha seis anos e consumou seu casamento com ela enquanto ela tinha nove anos de idade e ela permaneceu com ele durante nove anos (ou seja, até a sua morte)" (Bukhari 7.62.88).
Em outra tradição, a própria Aisha narra a cena:
O Profeta ficou noivo de mim quando eu era uma menina de seis (anos). Fomos para Medina e ficamos na casa de Bani-al-Harith bin Khazraj. Então eu fiquei doente e meu cabelo caiu. Mais tarde, meu cabelo cresceu (de novo) e minha mãe, Um Ruman, veio a mim enquanto eu estava brincando de balanço com algumas das minhas amigas. Ela me chamou, e eu fui para ela, sem saber o que ela queria fazer comigo. Ela me pegou pela mão e me fez ficar na porta da casa. Eu estava sem fôlego, em seguida, e quando a minha respiração voltou ao normal, ela tomou um pouco de água e esfregou o meu rosto e a minha cabeça com ela. Então ela me levou para dentro da casa. Lá na casa eu vi algumas mulheres Ansari, que disseram: "melhores votos e bênção de Alá e uma boa sorte." Então ela me confiou a elas e elas me prepararam (para o casamento). Inesperadamente, o Apóstolo de Alá veio a mim na parte da manhã e minha mãe me entregou a ele, e naquela época eu era uma menina de nove anos de idade. (Bukhari 5.58.234).
Quando isso aconteceu, Maomé tinha cinquenta e quatro anos de idade.

Casar-se com as crianças não era tão incomum para a época, mas o problema é que no Islã Maomé é o exemplo supremo de conduta (cf. Alcorão 33:21), ele é considerado exemplar até os dias de hoje. E assim, em abril de 2011, o Mufti Fazlul Haque Amini, de Bangladesh, declarou que aqueles que estavam tentando passar uma lei que proíbe o casamento infantil naquele país estavam colocando Maomé em maus lençóis: "Proibir o casamento infantil causará um desafio ao casamento do santo profeta do Islã, [colocando] o caráter moral do profeta em controvérsia e desafio." Ele acrescentou uma ameaça: "o Islã permite o casamento de crianças e não será tolerado que qualquer governante sequer tente a tocar nesta questão sob o pretexto de dar mais direitos às mulheres. "O Mufti disse que 200.000 jihadistas estavam prontos para sacrificar suas vidas contra qualquer lei que restringisse o casamento infantil.

Da mesma forma o influente website Islamonline.com, em dezembro de 2010, justificou o casamento infantil, invocando não só o exemplo de Maomé, mas também o Alcorão (65:4):
O Nobre Alcorão também mencionou o período de espera [isto é, para uma mulher divorciada se casar novamente] para a esposa que ainda não menstruou, dizendo: "E aqueles que já não esperam a menstruação entre as vossas mulheres, se você duvida, então o seu período é de três meses, e [também para] as que não tenham menstruado"[Alcorão 65:4]. Uma vez que isto não é negado mais tarde, podemos concluir a partir deste verso que é permitido ter relações sexuais com uma menina pré-adolescente. O Alcorão não é como os livros de jurisprudência que mencionam quais são as implicações das coisas, mesmo se elas sejam proibidas. É verdade que o profeta entrou em um contrato de casamento com Aisha quando ela tinha seis anos de idade, no entanto ele não teve relações sexuais com ela até que ela tinha nove anos, de acordo com al-Bukhari.
Outros países fazem o exemplo de Maomé base em suas leis sobre a idade de casar legal para as meninas. Artigo 1041 do Código Civil da República Islâmica do Irã afirma que as meninas podem ficarem noivas antes da idade de nove anos, e se casoarem aos nove anos: "O casamento antes da puberdade (nove anos lunares completos para meninas) é proibido. Casamento contraído antes de atingir a puberdade com a permissão do guardião é válido enquanto que os interesses da tutela sejam devidamente observados."

De acordo com Amir Taheri em O Espírito de Alá: Khomeini e à Revolução Islâmica (pp. 90-91), o próprio aiatolá Khomeini se casou com uma menina de dez anos de idade, quando ele tinha vinte e oito anos. Khomeini chamou o casamento com uma menina pré-adolescente de "uma bênção divina", e aconselhou os fiéis a darem suas próprias filhas deste modo: "Faça o seu melhor para garantir que suas filhas não vejam o seu primeiro sangue em sua casa." Quando ele assumiu o poder no Irã, ele baixou a idade núbil de meninas para nove, de acordo com o exemplo de Maomé.

E ainda existe o próprio conselho de Maomé dado a um seguidor:
Narrado Jabir bin 'Abdullah: Quando me casei, o Apóstolo de Alá me disse"Que tipo de mulher você se casou?" Eu respondi: "Casei-me com uma matrona" Ele disse: "Por que, você não tem um gosto para as virgens e para acariciá-las?" Jabir também disse: o Apóstolo de Alá disse, "Por que você não se casou com uma menina de modo que você possa brincar com ela e ela com você? (Bukhari, 7.62.17)

Os companheiros de Maomé

A seguir estão algumas das ações dos Sahaba (companheiros):
1. Ali Ibn Abi Talib, que Alá esteja satisfeito com ele, casou asua filha, Um Kulthum com Omar Ibn Al-Khattab, que Alá esteja satisfeito com ele, e ela foi a mãe de uma criança antes da morte do Profeta (sallallahu saw). Omar se casou com ela enquanto ela era jovem antes de atingir a idade da puberdade. Isso é relatado por Ibn Saad em 'Al-Tabaqat'.
2. A partir Urwa Ibn Zubair: que Zubair, que Alá esteja satisfeito com ele, casou sua filha quando ela era muito jovem. Relatado por Saeed Ibn Mansour, na sua Sunnah, e Ibn Abi Shaybah, em Al-Musannaf, com uma corrente Shahih [autêntica] da narração.
Al-Shafie disse no livro de Al-Um: "Muitos companheiros do Profeta (sallallahu saw) casaram suas filhas enquanto estas ainda eram jovens."

Child Marriage in Islam, Islamweb, Fatwa No. 88089, 24 de junho de 2004.

Lei Islâmica

m3.13
(1) O único guardião que pode impor a sua guarda a se casar é o pai de uma noiva virgem, ou pai do seu pai, impor significa a casá-la com um partido apropriado (def. m4) sem o seu consentimento.
Sempre que a noiva for virgem, o pai, ou o pai do pai, pode casá-la com alguém sem sua permissão, embora seja recomendado pedir a permissão dela SE ela tiver atingido a puberdade. O silêncio de uma virgem é considerado como permissão. 
Quanto à não virgem de mente sã, ninguém pode casa-la com um outro depois que ela tenha atingido a puberdade sem a sua permissão expressa, não importa se o guardião for o pai, pai do pai, ou qualquer outro.
Umdat al-Salik (The Reliance of the Traveller: A Classic Manual of Islamic Sacred Law), Livro M Casamento.


Muçulmanos não precisam arranjar desculpas para aplacar crítica dos não muçulmanos

Ishaq Akintola, professor de Escatologia Islâmica e Diretor do Interesse Direitos Muçulmanos da Nigéria, disse que "o Islã não tem nenhuma barreira de idade no casamento, e muçulmanos não tem que pedir desculpas para aqueles que se recusam a aceitar isso" (The Punch). Ele explicou:
O islão é um modo de vida completo. Como uma religião, não-muçulmanos têm que aceitar muçulmanos como eles são, não como eles desejam que eles sejam. Nem muçulmanos nem sua religião devem ser julgados de acordo com outras normas. Nunca haverá qualquer entendimento inter-religioso enquanto os não-muçulmanos continuarem a medir os muçulmanos, e seu modo de vida, de um ponto-de-vista cristão, budista, hindú ou confucionista. A verdade é simples: o Islã não tem nenhuma barreira de idade no casamento e muçulmanos não têm que pedir desculpas para aqueles que se recusam a aceitar isso, principalmente porque que 99,99 por cento de tais casamentos são realizados entre os próprios muçulmanos. Se o homem é um muçulmano e a menina também é uma muçulmano e os pais da menina dão a sua aprovação, o que os não-muçulmanos tem a ver com isso? É pura interferência na vida dos muçulmanos e uma tentativa de exercer uma influência indevida sobre eles. Na maioria dos casos, aqueles que interferem desta maneira têm segundas intenções. Eles agem assim com o propósito de manchar a imagem do Islã ou para ganhar alguma uma vantagem comparativa e marcar um ponto religioso (para a sua própria fé é claro). 

23 de março de 2010: Mulheres protestam em frente ao Parlamento so Iêmen, em Sanaa, contra uma proposta de lei que proíbe casamentos com idade inferior a 17 anos. Elas seguram cópias do Alcorão  enquanto afirmando que a proposta de lei é anti-islâmica [IRIN]


segunda-feira, 7 de março de 2016

Governo alemão ensina "refugiados" a como "transar" com as alemãs



Tudo é possível dentro do mundo utópico do multiculturalismo cego, até mesmo jogar as mulheres nativas no lixo. O governo alemão criou um site, destinado aos imigrantes do "terceiro mundo que não são brancos", chamado de "Zanzu - Meu corpo em palavras e imagens" com ilustrações explícitas, dedicado a "educar" os imigrantes a como se aproximarem das alemãs. As imagens acabam promovendo o sexo interracial entre os refugiados (indicados pela pele mais escura) com os brancos europeus.

Mas, considerando que a maioria dos refugiados são homens, e que as mulheres refugiadas possuem um outro padrão de decência sexual, e não irão abraçar de uma hora para outra um padrão sexual europeu (visto por elas como promiscuidade),  é claro que apenas os refugiados homens é que estarão sendo incentivados a buscar o sexo fácil: basta seguir as normas do próprio governo alemão! Eles vão ver isso como mais uma evidência que as mulheres infiéis são mesmo animais a serem caçados.

Este novo site foi criado pelo Ministério da Saúde do Bundeszentrale für Gesundheitliche Aufklärung ("Centro Federal de Educação em Saúde," BZgA) em cooperação com Centro de Expertise para a Saúde Sexual (Sensoa), organização financiada pelo governo belga. O site é oferecido nos idiomas árabe, farsi, turco e em outros nove idiomas europeus.

O site diz ter como objetivo "dar conselhos sobre sexo e sexualidade para os imigrantes que não tenham vivido muito tempo na Alemanha."

Ele está dividido em seis temas: corpo, planejamento familiar e gravidez, infecções, sexualidade, relacionamento e legislação.

Não existe problema em se tratar destes temas. O problema é como tratá-los, notadamente tendo em vista o público alvo: muçulmanos que foram educados dentro um uma visão de mundo totalmente diferente, onde a sexualidade em geral é tratada como tabú, e onde os homens são ensinados que mulheres que não tenham um determinado tipo de comportamento são animais a serem caçados (algo que inclui todas as mulheres não muçulmanas).

Um dos problemas do multiculturalismo é de pensar que todas as culturas são iguais quando na verdade elas não são. É pensar que todos, no fundo, têm os mesmo valores, quando não têm. A mensagem que este site oferece não é boa!

Os seis temas do site Zanzu

O site diz que comportamentos que sociedades muçulmanas trazem consigo, tais como crimes de honra e mutilação da genitália feminina são crimes na Alemanha. Ele também trata de violência sexual, homossexualidade e igualdade de direitos entre homem e mulher.

O problema começa ao se tratar os tipos de sexo usando-se ilustrações. Para que ilustrações? Elas me fazem lembrar dos "Gibis Adultos" do Carlos Zéfiro (as famosas "revistinhas de sacanagem") do século passado. E tem ilustração de tudo. Sexo oral, sexo anal, masturbação masculina e feminina, as preliminares antes do sexo, onde beijar, onde chupar, e tudo isso envolvendo casais de homem-mulher, homem-homem e mulher-mulher. Sinceramente, depois de ver esta "revistinha de sacanagem" um refugiado do Oriente Médio ou do norte da África irá ficar "no ponto" para "sair à caça."

E como o site é dedicado aos imigrantes e refugiados, e as ilustrações apresentam sexo inter-racial, a mensagem clara que se passa é para os homens "não brancos" considerarem sexo com as alemãs brancas como a norma.





Os autores deste site deveriam ter explorado estes assuntos de uma maneira menos explícita, e que se encaixasse com o padrão cultural do seu público-alvo.

Do jeito que ele é apresentado, este site poderá incentivar o assédio sexual feminino ao invés de reprimi-lo.







domingo, 6 de março de 2016

Purdah, reclusão da mulher, mais uma "contribuição" do islão para o mundo


A segregação da mulher é algo que começou desde os primórdios do islão, sendo algo prescrito no próprio Alcorão. Esta prática chegou a influenciar outras culturas, como a cultura hindú, ganhando o nome de purdah. O fato é que enquanto que o mundo caminha para frente, o mundo islâmico insiste na segregação da mulher, e a purdah (seja em termos do niqab ou da burca, ou mesmo da segregação física) está a se espalhar pelo mundo com a imigração islâmica. O salafismo, incluindo o wahabismo saudita, se encarrega de financiar a propagação desta prática. A Arábia Saudita está a financiar a propagação daquilo de pior existe no mundo de hoje.   

A Purdah, também escrito Pardaa ou Hindi Parda ("tela", ou "véu"), é uma prática que foi inaugurada por muçulmanos e mais tarde adotada por vários hindus, especialmente na Índia, e que envolve a reclusão de mulheres da observação pública por meios que as escondam, seja pela burca ou pela utilização de estruturas altas de paredes, janelas, e cortinas de dentro da casa, que as segregem e escondam. O intuito é impedir que as mulheres sejam vistas por homens que não sejam seus parentes diretos.

A Enciclopédia Britânica menciona que a prática de purdah pode ter se originado na cultura persa e adquirida pelos muçulmanos durante a conquista árabe do que é hoje o Iraque, no século VII. Porém, isso não parece ser muito plausível pois o Alcorão 33:59 define uma vestimenta que deve cubrir todo o corpo da mulher, deixando visíveis apenas um ou dois olhos. E este comando corânico ocorreu antes da invasão islâmica da Pérsia.

De qualquer modo, a conquista e dominação muçulmana do norte da Índia, levou consigo a purdah, que sua vez, influenciou a prática do hinduísmo, a tal ponto da purdah se tornar um hábito entre as classes superiores hindus do norte da Índia. Enquanto que a prática da purdah foi rigorosamente respeitada, tendo se difundido entre a minoria muçulmana, a purdah praticamente desapareceu da prática hindu. O isolamento e velamento das mulheres ainda é praticado, em um grau maior ou menor, em muitos países islâmicos. A prática da purdah se espalha pelo mundo com o aumento da imigração islâmica e com o financiamento promovido pela Arábia Saudita, no tocante ao treinamento de clérigos e construção de mesquitas. Ao invés de melhorar, o mundo piora com isso.


Purdah através de "tendas individuais" - Paquistão (1948)

Aula de Zoologia na Universidade Muçulmana de Aligarh, no norte da Índia. 
A turma é dividida com as mulheres colocadas atrás da purdah (tela)

Purdah (tela) no Forte Amber, no Rajastão, Índia

Muçulmanas devotas em Londres: a segregação islâmica se espalhando pelo mundo

E depois dizem que os chineses é que são todos iguais ...


Purda, Islamic custom, Enciclopaedia Britannica, página visitada em 4 de março de 2016.


sábado, 5 de março de 2016

Atualizações em fevereiro de 2016

Veja o que entrou de novo no blog em fevereiro de 2016

Descrição gráfica do inferno: uma contribuição do islão para o mundo
A descrição gráfica do inferno é uma contribuição islâmica para o mundo.

Adunis Asbar, o maior poeta árabe, diz que islão não pode ser modernizado 
Ele disse sobre o Islã: “É um sistema totalitário. A religião dita tudo: como correr, como ir ao banheiro, quem se deve amar, etc...” Leia o artigo todo aqui.

Interessante, o próprio Alcorão infere que Jesus é Deus
O mais interessante é que o próprio Alcorão indica que Jesus é Deus ao definir sinônimos para Alá que Jesus havia usado para sí mesmo. Leia o artigo todo aqui.

O Tormento do Túmulo (al-barzakh)
O tormento do Túmulo é uma crença que leva os muçulmanos à loucura. Não existe certeza de salvação com Alá, exceto se o homem morrer durante uma jihad (matando os outros) ou se a mulher tiver feito o seu marido feliz (se submeter ao marido). Leia o artigo todo aqui.

A urina de Maomé e a urina de camelos são medicinais
Pois é. A urina de Maomé é medicinal. A urina de camelo é medicinal. Isso faz parte da Tradição de Maomé. A lógica é que se Maomé receitou beber urina, ele estava certo, e não tem discussão. E ... Maomé urinava agachado. Leia o artigo todo aqui.



Tratamento de ex-muçulmanos no "tolerante" Marrocos
O vídeo discute o emprego da palavra islamofobia, mas também discorre sobre como ex-muçulmanos são tratados no Marrocos, um país que muitos consideram como tolerante e moderado. E fala também sobre as restrições a cristãos e ateus. OK.


Sociedades islâmicas têm maior índice de estupros do mundo
Nem mesmo se vestindo em sacos as mulheres estão à salvo no mundo islâmico. Leia o artigo todo aqui.

O que é "Crime de Honra" e como ele difere de violência doméstica
"Crime de honra", ou "violência pela honra", é um termo que tem sido empregado cada vez mais, notadamento com a imigração muçulmana. Leia o artigo todo aqui

Direitos da Mulher sob a Sharia: algumas notícias sobre o assunto
1. Grã-Bretanha: Presidente da Mesquita de Birmingham, e prefeito eleito, culpa cristãos por abuso doméstico e nega que existe casamentos forçados de menininhas. (Breibart)
2. Grã-Bretanha: ministra da igualdade, Louise Casey, admite que funcionários públicos se procupam mais em parecerem politcamente corretos do que se posicionarem contra o casamento forçado de menininhas (Telegraph).
3. Síria: Zahra al-Azzo, menina de 16 anos, foi presa por ter sido estuprada. Ao sair, o seu irmão a matou, por ter perdido a virgindade fora do casamento. Seus pais aprovaram a sua morte (Frontpage).

Paquistão: "Meninas Cristãs Servem Apenas para Satisfazer os Desejos Sexuais dos Homens Muçulmanos"
"Cerca de 700 mulheres cristãs são sequestradas, violentadas e forçadas a se casarem a cada ano no Paquistão, ou seja, praticamente duas por dia e o mundo nada faz". — Wilson Chowdhry, ativista dos direitos humanos, citando a organização não-governamental muçulmana "Movimento de Solidariedade e Paz".
"Meninas cristãs são consideradas mercadorias que podem ser arruinadas ao bel prazer. Abusar delas é um direito. Isso de acordo com a mentalidade da comunidade não é sequer um crime. Os muçulmanos consideram-nas espólios de guerra". — Paquistão, residentes locais. (Gatestone Institute)

Paquistão: clérigos dizem que lei que protege as mulheres é anti-islâmica
A lei da “Proteção das mulheres contra a violência 2015” aprovada pela assembleia da cidade de Punjab, contradiz a lei sharia e os ensinamentos do Alcorão e da Suna. A lei torna crime a violência doméstica, tanto a violência física como a psicológica, e os crimes cibernéticos. Quem disse isso foi o Mufti Muhammad Naeeem, chefe do Jamia Binoria (instituto educacional islâmico). Ele chamou a decisão de “tragédia” e disse que os governantes são escravos do Ocidente, tendo esquecido os seus valores sociais. A violência contra a mulher foi criminalizada no Código Penal Paquistanês, uma lei federal (Geo TV)

Paquistão: Conselho da Ideologia Islâmica determina ser "anti-islâmico" uma mulher buscar o divórcio sem a permissão do marido
"Khula" é o direito da mulher em pedir o divórcio ... apenas se o homem concordar. Lembre-se deste fato da próxima vez que você ouvir um apologista islâmico dizer sobre como o Islã protege os direitos das mulheres (Tribune).

Irã: apresentadora de TV forçada a fugir do país para denunciar assédio sexual
Essa é mais uma notícia na série: A Falácia do "o véu islâmico protege a mulher." No Irã, as mulheres são acusadas de "comportamento ilícito" quando acusam homems de assédio ou estupro. (O Globo)

Síria: criança torturada, estuprada e desfigurada por sauditas
“Criança da Síria, torturada, violada, com o rosto desfigurado nas mãos de sauditas e de outros psicopatas e criminosos da revolução.” (fonte)

Suécia: somaliano estupra, mata, e continua estuprando
Em um crime que chocou em 2013, um somaliano "refugidado" atacou uma jovem sueca, arrastando-a e a estuprando até a morte. Mesmo morta, ele continuou estuprando o seu corpo morto, até ser pego em flagrante pela polícia. Em 2013, o número de estupros cresceu 16% em comparação com 2012, sendo 30% deles cometidos por menores de 15 anos (NRP). Muçulmanos aprendem que a mulher infiél é animal de caça, e muitos agem com se fossem predadores selvagens. Lembre-se, Maomé foi um estuprador.


Dinamarca: Imã pede ao governo que aceite casamentos de crianças entre os refugiados
O Imã Oussama El-Saadi, da mesquita Aarhus, na Dinamarca instou o governo dinamarquês a aceitar noivas-crianças como uma prática faz parte da cultura de muitos refugiados que chegam no país. Ele reclama do anúncio pela Dinamarca que esses casais serão separados pelo direito dinamarquês. O imã disse que as noivas criança devem ser olhadas de uma "perspectiva diferente." (RT)


Italiana, estuprada e morta, ao pegar carona para provar que maometanos são pacíficos
Em 2008, Giuseppina Pasqualino di Marineo, também conhecida como Pippa Baca, resolveu pegar carona, vestida de noiva, de Milão até Jerusalém para promover a paz no mundo. Ela foi morta em Gebze, Turquia: estuprada em grupo e depois morta (Corriere Della Sera). É verdade que uma mulher sozinha na estrada pode ser estuprada em qualquer lugar do mundo, mas o que ela fez foi suicídio.

Turquia: pai pode desejar filha, mas apenas depois dela ter 9 anos
A maior autoridade religiosa da Turquia, a Diyanet, emitiu um fatwa que causou polêmica. Ela estabelece que o pai pode desejar sexualmente a filha, mas apenas após ela completer 9 anos de idade (Speiza).

Vídeo evidencia o descontrole sexual trazido pelos "refugiados" para a Europa
À exemplo do taharrush, práticas sexuals nocivas, que incluem estupro de crianças, estão sendo trazidas pelos regufugiados.  copiado




Guiné: doutrinando crianças pobres para serem pedintes
A reportagem mostra vários jovens que vivem em escolas islâmicas e que, sob o pretexto de estarem a ter uma educação religiosa, são forçados a pedir esmolas nas ruas. O dinheiro vai depois para os seus guardiões religiosos, conhecidos como Marabout, que os mantêm presos (Sabado).

Ex-detento da prisão de Guantânamo se torna líder jihadista em vídeos
O Obama liberou os jijadistas. Este, em particular, Ibrahim al Qosi, prometeu que iria viver uma vida pacífica no Sudão. Há! Eis que ele retorna para a Al-Qaeda e para a Jihad, aparecendo em vídeos e indoutrinando os muçulmanos e os não muçulmanos de QI baixo (Fox News).

Grã-Bretanha: converter-se ao islão como dever de casa
Escola Les Beaucamp High School passou, como parte do dever de casa, que os alunos se revertam ao islamismo (Express).



Este vídeo é um trecho de um documentário sobre a escravidão praticada por muçulmanos, seguindo o exemplo de Maomé que era um escravocrata. Maomé foi um profeta branco com escravos negros. Os africanos negros precisam saber que eles vêm sendo escravizados em nome de Alá desde que o islão surgiu. Nunca existiu movimento abolicionaista no mundo islâmico, apenas a negação que a escravidão dos negros africanos tenha ocorrido. Esta negação permite que o comércio negreiro continue até os dias de hoje. Os negros ou se convertiam ou eram feitos escravos e eram levados sob grilhões para os mercados, enfrentando longas jornadas à pé, muitas vezes cruzando zonas desérticas. Os negros que resistiam (apenas um quinto daqueles que começavam a jornada) tinham como destino: mulheres eram escravas sexuais; os homens eram castrados. Isso explica a falta de negros no Oriente Médio: os negros não reproduziam.
done



Holanda: perseguição islâmica torna vida de refugiados gays em um inferno
No islamismo, homossexual bom é homossexual morto. Até mesmo na Europa (G1).

Berlim abre primeiro grande centro de refugiados gay da Alemanha
O abrigo tem espaço para mais de 120 pessoas, e foi feito para proteger requerentes de asilo homossexuais que vêm de países onde a sua orientação sexual "é considerada um crime." Mesmo na Alemanha ele tem sido vítimas de discriminação, com violência verbal e física. A associação de gays e lésbicas de Berlim e Brandenburg disse que recebeu 95 relatos de ataques contra imigrantes gays e lésbicas na capital e estado circundante de Brandeburgo entre agosto e dezembro de 2015 (The Local)

Halal - Boicote Halal 

Vídeo mostra sofrimento de ovelhas em abatedouro islâmico
Artigo do Olhar Animal.

Inglaterra: pizzaria agora só serve halal em área islamizada
Islamização representa a morte de todas as demais culturas, e apenas o que for de acordo com a lei islâmica é permitido (fonte).


Islamização do Brasil

BRF é condenada por terceirizar abate halal
Não sei ainda o que tirar desta informação, a não ser que a Brasil foods (BRF) está mesmo envolvida no abate halal. A BRF Foods terceirizou o abate halal (o que isso significa eu não sei) e foi multada por isso. BRF Foods foi formada pela união da Sadia e da Perdigão, e engloba a Sadia, Perdigão, Batavo, Elegê, Qualy, Claybon e Speedy Pollo. Abílio Diniz, (Chairman) e Claudio Galeazzi (CEO) (cntasul).

Primeiro empréstimo islâmico do Brasil irá engordar o gado
O Brasil Colônia ... portugueses ... ingleses ... americanos ... e agora os islâmicos ... mas estes últimos grupo não quer apenas dinheiro, quer a nossa submissão total à Sharia (Exame).

Representantes de países árabes visitam Sisfrom
Embaixadores de 17 países árabes e o ministro da Defesa, Aldo Rabelo, estiveram em Dourados, nesta sexta-feira (12), para visitarem o centro do Sistema de Monitoramento de Fronteira (Sisfron). O grupo foi conhecer a tecnologia e tentar acordos de cooperação (G1).

A ONU deseja mudanças no código penal brasileiro
Ela diz que ele "pune os imigrantes." Considerando que a ONU é hoje apenas um máscara da Organização da Cooperação Islâmica (OIC), torna-se claro a que tipo de imigrante ela se refere (Folha).

ONG britânica pressiona governo brasileiro para aceitar detentos de Guantanamo
Não queremos este lixo! (R7)
   

Alemanha: crise migratória, janeiro de 2016
Leia o resumo do que aconteceu no mês de janeiro neste artigo do Gatestone Institute.

Europol alerta: Estado Islâmico opera campos de treinamento dentro da Europa
(Sputinik) Imagine a situação:
1. Em torno de 75% dos refugiados muçulmanos são homens em idade militar (RefugeeWatch).
2. Estima-se que 600 mil refugiados muçulmanos desapareceram desde que eles entraram na Europa (Daily Mail).
3. Apenas 1 em cada 5 refugiados são sírios (Daily Mail).
4. Cristãos assírios refugiados reconhecem terroristas islâmicos vivendo em Frankfurt. Outros refugiados dizem que isso não é incomum (Sputnik).
E agora, Europa?

Alemanha: marroquinos se fazem passar por refugiados sírios 
A notícia diz que centenas deles fazem isso (fonte).

Alemanha: prefeito diz para meninas de 10 anos se cobrirem
Ao ser idagado pelo avô de uma menina de 10 anos que estava sendo assediada por "refugiados", o prefeito disse que as alunas tinham que aprender a se comportar.
done

Suécia: refugiados adultos se dizem serem adolescentes ou crianças
Na Europa, existe preferência para acolher refugiados que sejam menores de idade. Com isso, muitos adultos jogam fora os seus documentos e se dizem menores, mesmo com cara de adulto. A foto abaixo mostra um exemplo disso, Saad Alsaud, que diz ter 14 anos. Enquanto isso, a epidemia de estupros continua, sob a censura da imprensa. A que nível de insanidade a Europa chegou? (Examiner).

Saad Alsaud, que diz ter 14 anos, na Suécia
Suécia: "Imigrantes muçulmanos vão custar 14 vezes mais do que o orçamento de defesa do país"
A análise foi feita pela professora associado da Universidade de Estocolmo, professor Jan Tullberg (Breibart).

Noruega: "soldados de Alá" prometem vigiar ruas de Oslo, Drammen e Tønsberg
Muçulmanos, com a ajuda de mesquitas, estão formando grupos chamados de "Jundullaah", ou "soldados de Alá", para vigiar as ruas. Este grupo está sendo formado para combater um outro grupo chamado de "soldados de Odin", formado por noruegueses com o intuito de proteger as mulheres contra o assédio sexual e estupro por parte dos muçulmanos. Batalhas de rua à vista. A Noruega vai sentir os benefícios de ter uma população muçulmana crescente (Speiza). "Soldados de Odin Eskilstuna" juntaram-se aos "Soldados de Odin" na capital sueca Estocolmo para patrulhar a noite (Speiza).

Enquanto isso, os Soldados de Odin fazem a sua parte, protegendo as mulheres da Noruega (foto)


Grã-Bretanha: Lei islâmica governa prédio do governo 
Uma polêmica em Londres. Devido a uma obra no prédio do parlamento, os deputados britânicos iriam usar um salão no prédio do Ministério da Saúde para se reunirem. Mas lá, eles  não poderia beber pois, foi revelado, o prédio foi transferido para um investimento islâmico e a lei islâmica é aplicada nele. Ou seja, é proibido beber! (Daily Mail)

Grã-Bretanha: homem preso por postagem ofensiva aos refugiados
Imagina. Você mora em uma ilha com 6 mil habitantes. Naturalmente todos se conhecem. De repente, o seu governo decide que 7 mil famílias irão se mudar para lá, e que todos eles tem um padrão cultural, político, religioso, em resumo, tudo diferente! Agora, Cada família tem em média 4 pessoas, ou seja, são 7 mil vezes 4 ... 28 mil pessoas. Você, e todos os seus conhecidos, de uma hora para outra, se tornam minoria na sua própria terra. Isso é insanidade total! E você ainda é preso por reclamar disso! (Diário da Insurgência)

Brigitte Gabriel e o plano da Irmandade Muçulmana 
OK.

Canadá: refugiados sírios rejeitam casas
Famílias de refugiados estão recusando as casas que o governo canadense lhes oferece. Eles dizem que querem viver juntos e em torno de uma mesquita (CBC). Ou seja, eles querem criar "guetos islâmicos."

Canadá: refugiados oram "Destruam os inimigos do Islã, fortaleçam o mujahideen"
Na celebração do "Dia de Boas Vindas aos refugiados Sírios" (5 de fevereiro de 2016), a oração do Imã Shaban Sherif Mady, da Mesquita de Edmonton,  disse tudo. Leia o artigo e veja o vídeo.


Canadá: governo pune Sociedade Islâmica da América do Norte por ligações com o terrorismo internacional    
Em 2013, o governo canadense revogou o registro como"organização de caridade" da Sociedade Islâmica da América do Norte (ISNA) devido a sua ligação com a Jamaat e-Islami, um braço da Hizbul Mujahadeen, que luta pela substituição do governo da Índia por um governo que siga a Sharia. Com isso ela deixou de receber recursos oriundos da certificação Halal no Canadá. Agora, com o novo governo, sob a liderança do Primeiro Ministro Justin Trudeau, um islamista, espera-se que a ISNA retome a sua liberdade de operação. Na foto, mostra-se Justin Trudeau, então pré-candidato a líder do Partido Liberal, fazendo um discurso durante uma conferência da ISNA. (Toronto Sun)


Escócia: homem preso por reclamar da insanidade do governo
Uma ilha com 6 mil habitantes irá receber mil famílias. Considerando cada família tendo em média 4 pessoas, serão 28 mil "refugiados". Este homem, e todos os seus conhecidos, de uma hora para outra, se tornarão minoria na sua própria casa. Você não reclamaria disso? (fonte, fonte)

EUA: ex-detento de Guantanamo se torna líder jihadista após solto
Ser bomzinho com jihadistas achando que eles irão retibuir é a maior burrice da história. O Obama liberou os jijadistas da prisão de Guantanamo. Este, em particular, Ibrahim al Qosi, prometeu que iria viver uma vida pacífica no Sudão. Há! Eis que ele retorna para a Al-Qaeda e para a Jihad (Fox).

EUA: muçulmana diz "está claro que nós seremos a maioria"
Escolas em Nova Jérsei rejeitaram o pedido feito por muçulmanos para terem o dia do Eid al-Adha como feriado. O pedido foi rejeitado por não se ter tempo hábil para ser implantado (se aceito). Durante os debates uma muçulmana usou o microfone para dizer toda feliz "Alá seja louvado. Está claro esta noite que nós seremos a maioria muito em breve" ... como quem diz "aguarde, infiél, os seus dias estão contados." (fonte)

Portugal se diz disponível para receber mais 10 mil refugiados
A insanidade também se apoderou do governo português (Sapo).

Portugal: escritor diz que “O islão sente a nossa fraqueza”
O mundo islâmico adquiriu a consciência do declínio do Ocidente e está a tentar impor a sua lei, considerou o ensaísta Eduardo Lourenço num debate sobre o projeto europeu (Observador).

França: nova lei dificulta controle migratório
O parlamento francês aprovou uma lei que transforma o sistema de imigração francês. Ela pavimenta e facilita a entrada de imigrantes, e, sabe-se, a maioria deles deseja a implementação da Sharia na França (MídiaSemMáscara)

França deseja expulsar da UE países com liderança de Direita
O presidente Hollande quer que partidos com legitimidade deixem de existir só porque eles se opõem à sua politica anti-europeia e ainda sugere a expulsão de países da U.E. que são contra as suas politicas de abertura de fronteiras sem controle, e imigração muçulmana em massa sustentada por subsídios sociais. O que ele deseja tem um nome: autoritarismo (Sputnik).

Muçulmanos transformam as Nações Unidas em uma mesquita
Eles tentam transformar tudo em mesquita, tomando conta de tudo e não dando espaço algum para as outras religiões e para os ateus. A ONU é governada pela Organização da Cooperação Islâmica (OIC), um grupo de 57 países islâmicos que desejam a implementação da lei islâmica a nível mundial (Breibart).


Polônia: revista ilustra o estupro da Europa na sua capa
wSieci, uma revista da Polônia, mostra na capa o estupro da Europa Ocidental. Isso no mesmo dia em que foi desvendado um plano da Alemanha de receber mais 500 mil refugiados este ano, e forçar que eles sejam espalhados por toda a Europa.


Geert Wilders: "parar a migração islâmica imigração é uma questão de sobrevivência" 
"Em abril de 2015, o renomado centro de pesquisa e apartidário Pew Research Center publicou um relatório sobre o crescimento futuro das religiões do mundo. O conteúdo foi chocante. O relatório afirma que, se as tendências atuais continuarem, o Islã será quase igual ao Cristianismo em 2050. Enquanto a população mundial deverá aumentar em 35% até meados deste século, o Islã vai crescer com um escalonamento de 73%. O mundo vai se tornar um lugar mais perigoso. (Breibart)

Holanda: homem é preso por usar chapéu em forma de porco
A Holanda é um outro país "regressista" ... um homem foi preso por usar um chapéu com o formato de um porco durante uma manifestação pacífica em uma praça. Não havia nenhum muçulmano por perto. Mas a polícia prendeu o homem acusando-o de provocação (DI). Agora, imagina em breve as mulheres sendo presas por usarem uma cruz em um colar como bijuteria. A cruz é extremamente ofensiva aos muçulmanos.

Holanda: ouça a cultura promovida pelo centro cultural turco 
A cultura do centro cultural turco é a chamada à oração islâmica. Para os muçulmanos o islão é tudo, inclusive cultura! Este é o "enriquecimento cultural" que os políticos europeus estão empurrando goela abaixo do seu povo. Ouça neste vídeo no Live Leak.

França: padre que denunciou o islamismo foi preso pela polícia
Quem critica a barbárie do islamismo vai preso nos países islâmicos bem como na França (fonte).

Europa: serviços de segurança temem distúrbios (ou mesmo guerra civil)
Quem está dizendo isso:
  • Chefe do Serviço de Segurança da polícia da Noruega, Benedicte Bjørnland (Speisa)
  • Chefe das forças armadas da Noruega, Odin Johannessen (Speisa)
  • chefe das forças armadas da Suíça, Tenente General André Blattmann (Speisa)


EUA: assassinatos jihad na Carolina do Sul e no Michigan
Duas açõs quase simultâneas de jihadistas individuais. Em Coumbiana, Carolina do Sul, dois jihadistas mataram um policial antes de serem mortos em um Shopping Center (fonte). Em Kalamazoo, Michigan, um jihadista conseguiu assassinar 6 pessoas e ferir mortalmente uma sétima. O jihadista ainda está à solta (fonte).



Irã condena ativista Zeynab Jalalian por "lutar contra Alá"
Zeynab Jalalian, representa 2 coisas que a Ideologia Islâmica odeia:
1) é mulher e
2) é uma defensora dos direitos humanos.
"Um tribunal islâmico fez um breve julgamento, sem a devida diligência e representação legal adequada, durando apenas alguns minutos. Com base nisso, o Tribunal Islâmico alegou que Zeynab Jalalian pertencia a um partido político do Curdistão que era oposição ao governo, o PJAK, e acusou Zenayb de " lutar contra Alá" (mohareb) e deu-lhe a pena de morte. Quando foi condenada Zenayb não tinha qualquer advogado para defendê-la e mesmo assim foi acusada pelo Tribunal Islâmico que lhe disse: "Você é uma inimiga de Alá e você tem que ser enforcada muito em breve". Ela está na prisão a 8 anos esperando por sua execução. (fonte, fonte, fonte, fonte, fonte)


Perseguição aos Ateus

Suécia: ateu egípcio teme extradição
Ele chegou a queimao o Alcorão para provar o seu ateísmo


Nova lei saudita transforma ateismo em terrorismo
No islamismo, homossexual bom é homossexual morto (O Globo).


Parlamento Europeu chama crimes do Estado Islâmico contra os cristãos de genocídio
Este é um gesto simbólico, e irrelevante pois os principais países da Europa Ocidental, o Canadá de Justin Trudeau e os Estados Unidos de Obama não estão nem aí (Radio Vaticana).

Egito: túmulo dos cristãos coptas são usados como depósito de lixo
Padre Ayoub Yousef, da igreja copta de São Jorge na vila de Dalga, em Minya, denunciou que os cemitérios cristãos estão sendo usados como depósito de lixo, a tal ponto que as sepulturas não podem ser mais vistas. Profanar cemitérios de não-muçulmanos é algo comum no mundo islâmico (Raymond Ibrahim).

Paquistão: "Meninas Cristãs Servem Apenas para Satisfazer os Desejos Sexuais dos Homens Muçulmanos"
"Cerca de 700 mulheres cristãs são sequestradas, violentadas e forçadas a se casarem a cada ano no Paquistão, ou seja, praticamente duas por dia e o mundo nada faz". — Wilson Chowdhry, ativista dos direitos humanos, citando a organização não-governamental muçulmana "Movimento de Solidariedade e Paz".
"Meninas cristãs são consideradas mercadorias que podem ser arruinadas ao bel prazer. Abusar delas é um direito. Isso de acordo com a mentalidade da comunidade não é sequer um crime. Os muçulmanos consideram-nas espólios de guerra". — Paquistão, residentes locais. (Gatestone Institute)

Turquia: refugiados cristãos escondem identidade para sobreviverem
"O Gatestone Institute denunciou em um recente relatório que aproximadamente 45.000 refugiados cristãos que fugiram da Síria e do Iraque se sentem obrigados a esconder sua identidade religiosa na Turquia para que não sejam discriminados, enquanto esperam respostas aos seus pedidos de asilo. Cristãos armênios, siríacos e caldeus, que estão esperando respostas às solicitações de asilo nos Estados Unidos, Canadá e Áustria. Caso não sejam recebidos, poderiam permanecer na Turquia até 2023. O Gatestone Institute revelou o caso de Anonis Alis Salciyan, uma armênia que fugiu do Iraque em 2014 e atualmente mora na cidade de Yozgat. “Publicamente, fingimos que somos muçulmanos. Graças a ajuda de nossos familiares na Europa é que podemos seguir em frente."

Egito: Al Azhar promove discriminação dos cristãos
Advogado Ahmed 'Abdo Maher denunciou Al Azhar University. Ele disse: "Há um livro em Al Azhar que defende cortar o cabelo dos cristãos coptas, colocando uma placa em suas casas [de modo a que muçulmanos saibam onde os "infiéis" residem], e recusando-se a apertar as mãos com eles." (Raymond Ibrahim).

CRISTIANOFOBIA - ÁSIA
" Na Ásia Central, boa parte da perseguição religiosa gira em torno de ritos funerários. Os cemitérios são geralmente controlados por líderes religiosos locais, que se recusam a enterrar cristãos que se convertem do islamismo. As famílias dos convertidos fazem grande pressão para que eles retornem ao contexto muçulmano, para assim garantirem a sepultura de seus pais, irmãos e filhos.
Na zona rural do Egito, muitos tribunais locais dispensam muçulmanos e prendem cristãos pelo mesmo crime cometido por ambos. Além disso, quem segue o cristianismo perde seus direitos básicos como educação, saúde, emprego e até mesmo a documentação. No Turcomenistão, que é considerado um dos locais mais restritivos do mundo, não há liberdade de informação ou imprensa e os cristãos são altamente vigiados.
Isto acontece com a maioria dos países da Ásia Central que ainda contam com a desvantagem geográfica de se localizarem nas linhas de ataque. O Afeganistão, por exemplo, teve províncias tomadas por forças do Talibã que pretendem impor a lei sharia a todos os cidadãos. Não é fácil manter a fé nestes países e os cristãos não se sentem seguros nas igrejas, que normalmente são os focos dos ataques, preferindo assim viver um cristianismo secreto e marcando encontros clandestinos para conseguirem um tempo de comunhão com os irmãos. Interceda por eles." (Fonte: Portas Abertas | 27/01/2016)

Cristãos são mortos no Campo de Refugiados da França
"Cristãos são mortos no Campo de Refugiados da França, e até mesmo o pastor que enviou o email contando a situação dos cristãos dentro dos campos de refugiados foi assassinado pelos muçulmanos que também eram refugiados no campo Grande-Synthe da França.
A situação é preocupante, e segundo o pastor, todos os dias os cristãos são violados, mortos, roubados, estuprados e abusados pelos muçulmanos dentro dos campos de refugiados na Europa.
Segundo o pastor, um jovem cristão teve seu nariz quebrado, vários receberam facadas e se encontram feridos, outra depois de ser abusada foi assassinada e outro foi roubado ficando sem nada, somente com as roupas que usava....
Devido a isso, a Igreja alojou 12 deles em um hotel às custas da Igreja.
A situação dos cristãos no Campo de Refugiados Grande Synthe, na França, está se tornando crítica a cada dia, pois a máfia islâmica atua neste campo de refugiados recebendo vultosas quantias por tudo que o cristão precisa fazer no campo de refugiados, até mesmo para ir ao chuveiro tomar banho é cobrado uma "taxa de acesso" dos cristãos que se encontram no Campo de Refugiados de Grande Synthe." (christianophobie)

Alemanha, centros de asilo: imigrantes muçulmanos rasgam bíblias, assaltam cristãos, abusam sexualmente de mulheres e crianças, batem em gays
Um artigo sobre o abuso que cristãos, ateus, homossexuais sofrem dos muçulmanos nos alojamentos de refugiados (Tião Cazeiro).

Árabes cristãos estão sendo perseguidos por maioria islâmica, nos campos de refugiados
Mais informações sobre esta tendência da perseguição aos cristãos ocorrendo também na Europa (Diário da Insurgência).

Grã-Bretanha: mostrar cruz para muçulmanos agora dá cadeia
Os líderes desta passeata pelas ruas de Luton, na Inglaterra, um reduto islâmico, estão sendo processados pela polícia. Mostrar a cruz para muçulmanos dá cadeia no mundo islâmico ... e também na Inglaterra (IBTimesGospel Prime).


Paquistão: Conselho Islâmico (Ulema) deseja fortalecer lei da blasfêmia
Cristãos temem que um fortalecimento das leis que já levaram à violência. Entre 1987 e 2014, 166 cristãos foram condenados à morte acusados por insultar Maomé; outros 25 casos, em 2015 (AsiaNews).

Turquia bombardeia aldeia cristã no Iraque
Isso foi feito sob o pretexto de atacar terroristas curdos (fonte).

Egito: governo fecha 50 igrejas por "ameaça à segurança nacional"
Este número inclui 43 igrejas que haviam sido danificadas durante o governo da Irmandade Muçulmana, e que o novo havia prometido consertar. Agora, elas estão permanentemente fechadas (DI).

Egito: Estudantes cristãos serão julgados por insultar a religião muçulmana, por fazerem vídeo criticando o Estado Islâmico
"O vídeo, filmado por um professor, mostrava o rapaz 'que seria executado' recitando versos do Alcorão, enquanto os colegas faziam gestos com os braços como se fossem cortar sua cabeça. O trecho foi claramente uma piada sobre os frequentes vídeos de decapitações publicados pelo Estado Islâmico." De acordo com o editorial do veículo de comunicação, "somos constantemente informados de que o Estado Islâmico não tem nada a ver com o Islam - se esse fosse o caso, esses estudantes colegiais não seriam levados a julgamento". (DI)

Egito: Igreja de São Sérgio sob ameaças
A Igreja de São Sérgio foi construída sobre uma casa, cujo subsolo diz-se ter acomodado a Sagrada Família durante a sua fuga para o Egito.   



Sudão: dois pastores mantidos sob prisão 
Autoridades sudanesas têm vindo a manter presos dois líderes cristãos em um local desconhecido desde meados de Dezembro. Eles foram presos sem apresentação de qualquer queixa sobre eles. Os dois presos são pastores de duas igrejas evangélicas (World Watch Monitor).

Conflito sobre Hagia Sofia
Por um lado, o governo islamista de Erdogan está cada vez mais inclinado a reabrir a magnífica ex-catedral cristã como mesquita. Por outro lado, um parlamentar russo espera que o governo turco faça um gesto de boa-vontade e retorne a ex-catedral para o Patriarca Grego Ortodoxo (fonte).




Imã palestino conclama a "religião da paz" a esfaquear israelenses
Este foi um dentre os muitos sermões que motivaram a série de esfaqueamentos em Israel.
https://youtu.be/zJTFP0-XK4Y copiado


Cristiano Ronaldo faz propaganda para israelenses ... e muçulmanos ficaram danados
Ele fez um comercial para a empresa de telecomunicações HOT, chegando mesmo a falar hebreu. Muçulmanos e ativistas pró-palestinos estão agora criticando-o. Isso destrói o mito urbano da Internet de que Cristiano Ronaldo tinha se tornado muçulmano, pois se ele fosse muçulmano, ele nunca se misturaria com israelenses, principalmente em uma época na qual o maior prêmio para um muçulmano é esfaquear algum israelense. (fonte)

EUA: muçulmanas levantam suspeita ao fazerem perguntas à porta de sinagogas
Comunidades judáicas da Flórida estão em alerta após mulheres muçulmanas terem feito perguntas específicas sobre dia e horário das orações em frente à várias sinagogas (fonte). Isso pode ser apenas para "criar terror no coração do não muçulmano",  ou mesmo planejamento para atentados.


Punições Islâmicas (sob a lei islâmica)

Líbia: Estado Islâmico crucifica aqueles que rejeitam "reeducação"
Um grupo de pessoas que conseguiu fugir da cidade de Sirte (Líbia) – a qual foi invadida em fevereiro de 2015 pelo Estado Islâmico (ISIS) – denunciou que os jihadistas impuseram a sharia (lei muçulmana) e fazem crucificações e chicotadas publicamente às pessoas que não aceitam as suas leis ou cursos de “reeducação”. (acidigital)

Estado Islâmico vende na internet cabeças de vítimas decapitadas
“Coleccionadores” estão dispostos a pagar mais de 500 dólares por cada cabeça. O preço varia dependendo da cabeça ter pertencido a um ex-muçulmano ou cristão (Nosso Portugal).



Neymar banido da Arábia Saudita por ser cristão
Os Clérigos sauditas não gostaram de vê-lo fazendo propaganda para o McDonald's por ele ter se declarado cristão. Leia o artigo todo aqui.

Adolescente executado por ouvir música
O Estado Islâmico matou rapaz de 15 anos pelo crime de ouvir ouvir "música ocidental." Isso ocorreu em Mosul, cidade da província de Nínive, no noroeste do Iraque. Segundo a lei islâmica (Sharia), música é proibida (ARA).