quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Jihad contra o Natal


José Atento
Porque o governo do Brunei, a Somália e o Tajiquistão proibiram celebrações do Natal, sob a alegação que a visibilidade das celebrações poderia abalar a fé dos muçulmanos? E chegando a ameaçar quem celebrasse o Natal com 5 anos de prisão? O governo destes países fez isso por 3 motivos principais:
1. É um crime contra a lei islâmica Sharia expor muçulmanos a qualquer outra coisa que não seja islâmica, e o Natal é uma celebração cristã. 
2. O Natal é kufr (descrença) e shirk (idolatria) pois festeja-se o nascimento de Jesus dentro da narrativa cristã de que Jesus é Deus, o que fere o conceito islâmico de crença em Alá. Além do mais, os cristãos são idólatras e descrentes
3. Aceitar a celebração do Natal, ou mesmo apenas desejar feliz natal é uma mostra de amizade para com os cristãos, e isso é algo terminantemente proibido por Alá no Alcorão.
Os fatos mostram que se o número de muçulmanos se tornar suficientemente grande, de modo a que eles influenciem as leis, eles vão impor a Sharia, pois a Sharia é a implementação legal do islamismo. E a Sharia não é nada boa para os não muçulmanos, as mulheres e os homossexuais (leia aqui um resumo do que não presta). 
É imperativo nos darmos conta dos fatos, e que os fatos se sobrepõe a qualquer sonho ou ideologia.

O islamismo é regido pela lei islâmica Sharia e os muçulmanos têm o dever religioso de lutar pela implementação da Sharia onde quer que eles vivam, e impôr a Sharia sobre os não muçulmanos. Muçulmanos que vivem em países ocidentais (como no Brasil) e apologistas dizem que o islão é tolerante ao mesmo tempo que tentam esconder o que acontece nos países com maioria populacional muçulmana. Quando os fatos que acontecem nestes países islâmicos vêm à tona, eles disfarçam, ou dizem que o que acontece não é o islão, ou dizem qualquer outra coisa para nos forçar a mudar de assunto (por exemplo, nos acusar de racista, xenófobo ou islamófobo). O fato é que o que os países de maioria populacional fazem é impor a Sharia, em estágios distintos. Por exemplo, nem todos apedrejam adúlteras, mas, em todos eles, um muçulmano que deixar de ser muçulmano vai passar por apuros, com seus ex-irmãos muçulmanos ou mesmo com o governo.

Só existe um modo de se saber como é viver sob a Sharia: ver o que acontece nos países islâmicos!

Tanto o Alcorão quanto a Suna (a tradição de Maomé) trazem preceitos que proíbem que muçulmanos sejam expostos a outro conceito de vida diferente do islamismo (seja outra religião ou ateísmo). Mas porque isso? A lógica é simples. O islamismo se considera como a "religião perfeita" e Maomé como o sêlo dos profetas (no sentido dele ter sido o "último profeta" - mas os Mórmons também não dizem que Joseph Smith foi o último profeta?). De modo que, segundo a ótica islâmica, expor muçulmanos a outra religião, ou ao ateísmo, seria retirá-lo do estágio superior onde ele se encontra. E isso é um crime contra o islão, contra a Ummah (a comunidade islâmica) e contra a Sharia.

Os muçulmanos rezam diáriamente estes versículos do Alcorão:
"Mostra-nos o caminho reto, o caminho daqueles a quem Tu favorecestes; Não o (caminho) daqueles que ganham tua ira, nem daqueles que se desviam." (Alcorão, 1:5-7
Um Hadice de Bukhari (12:749) deixa claro que "aqueles que ganham Tua ira" se refere aos judeus, ao passo que "aqueles que se desviam" refere-se aos cristãos.
O Mensageiro disse: ‘Não leve o Alcorão em uma jornada com você, pois eu temo que ele caia na mão dos inimigos. O inimigo pode retê-lo e começar a discutir sobre ele com você. (Hadice de Muslim Livro 020, Número 4609
Ou seja, não se deve dar a oportunidade alguma para que a fé de um muçulmano seja questionada.

(Além do mais, existe o preceito de que cada muçulmano que rejeite a fé islâmica deve ser morto.)

Agora, veja o que dizem as Condições de Umar, e como elas foram incorporadas na Sharia. No tocante aos "cidadãos não muçulmanos" eles:
(6) são proibidos de mostrar abertamente vinho ou carne de porco, (tocar sinos de igrejas ou mostrar cruzes,) recitar trechos da Torá ou do Evangelho em voz alta, ou fazer uma exibição pública dos seus funerais ou dias de festa. 

Trecho do Manual de Lei Islâmica 'Umdat as-Salik wa 'Uddat an-Nasik, página 608

Adicione-se a isso, o fato de o Natal ser consideraco shirk, que significa idolatria, e kufr, que significa descrença. Em um vídeo, o imã Abu Mussab Wajdi Akkari, nascido no Líbano, chega a dizer que desejar feliz natal é pior do que assassinato! A lógica nos conduz ao seguinte raciocínio: se desejar Feliz Natal (ou se portar algum símbolo natalino) for pior do que assassinato, então a punição para este crime (dizer Feliz Natal) deve ser maior do aque punição referente a matar uma outra pessoa.

O imã Zakir Naik, um famoso pregador islâmico da Indonésia, chega a afirmar, na sua fã-page do Facebook, que "eu espero que muçulmano algum deseje ou atualize o seu status [no Facebook] sobre o Natal porque celebrar o Natal é contra o islão, contra Alá, e contra o profeta [Maomé], de modo que fique ciente que isso é um pecado muito grande."


Outras perspectivas islâmicas que reforçam esta visão aqui e aqui.

E, finalmente, aceitar celebração natalinas é mostrar sinais de amizade para com os cristãos, algo que Alá veementemente proibiu, por exemplo:
"Ó vós que credes, não tomem os judeus e os cristãos como os amigos! Eles são amigos uns dos outros; e aquele que dentre vós tomá-los como um amigo, então certamente ele é um deles, porque Alá não encaminha os iníquos." (Alcorão, 5:51
Existem outros versos que dizem o mesmo (Alcorão 5:80; 3:28; 3:118; 9:23; 53:29; 3:85; 3:10; 7:44). Mas isso não é de se estranhar, afinal "os não muçulmanos são as criaturas mais desprezíveis." (Alcorão 8:55). Além dos dizeres de Maomé nos Hadices (Muslim 1:417 e 2167; Abu Dawud 41:4815 e 41:4832; Bukhari 59:572) e na biografia de Maomé (Ishaq 262 e 252).

Os fatos mostram que se o número de muçulmanos se tornar suficientemente grande, de modo a que eles influenciem as leis, eles vão impor a Sharia, pois a Sharia é a implementação legal do islamismo.

"Aslim, Taslam!" ... converta-se para o islão e você estará à salvo.


Abaixo, alguns exemplos desta Jihad contra o Natal que o islamismo promove.

Governo do Brunei, Somália e Tajiquistão criminalizam o Natal
Celebrar o Natal dá cadeia, pois pode afetar a fé dos muçulmanos (fonte, fonte, fonte, 2015)

Cisjordânia: palestinos tacam fogo em árvore de Natal 
Dois palestinos são presos após atearem fogo em árvore de natal em Zababdeh, perto de Jenin, na Cisjordânia. Zababdeh é uma das poucas vilas com maioria cristã. Apenas 2% da população da Cisjordânia é cristã. Outros tantos palestinos tentaram criar confusão durante as celebrações de Natal em Belém. Vinte foram presos. (DailyStar, 2015)

Palestinos se vestem de Papai Noel e jogam pedra na polícia israelense
Eles queriam que algum deles ficassem feridos para dizer "vejam só como os israelenses são malvados, eles não tem dó nem do Papai Noel." (WND)

Patriarca de Jerusalém recebido à base de pedradas no caminho de Belém
O Patriarca Fouad Twal, chefe da Igreja Católica na Terra Santa, foi atacado por palestinos ao entrar em Belém para as celebrações do Natal (fonte).

Sudão: pouco motivos para celebrar Natal pois governo continua a destruir igrejas e reprimir cristãos
Governo sudanês continua a prender pastores e leigos, e a decisão sobre a destruição de igrejas fica à cargo do Alto-Conselho para Dawa e Orientação, ou seja, os muçulmanos decidem (AllAfrica).

Jordânia: rei faz mensagem natalina cheia de referências ao islão
Islamizando o cristianismo (Aleteia, 2015)

Pessoas festejam o Natal, mesmo sob o risco de serem presas
Pessoas corajosas, cristãs e ou não, colocam fotos na mídia social ‪#‎MyTreedom‬ para desafiar a Sharia nos países islâmicos, que banem o Natal, sejam símbolos cristãos ou não. Se forem pegos, podem ir para o "xilindró de Alá." (Daily Mail, 2015)

Alemanha: cristãos atacados após celebração de Natal. Muçulmano grita "Eu sou muçulmano. O que são vocês?"
Isso aconteceu em Berlin após na madrugada do dia 25. Quatro homens foram atacados por outros quatro que se identificaram como muçulmanos. Os quatro sairam feridos, bem como um quinto que veio à ajuda deles. (Breibart, 2015)

Egito: fatwa proíbe muçulmanos de desejar Feliz Natal ou Feliz Páscoa
Fazer isso é kufr. Muçulmanos podem felicitar cristãos na data do aniversário ou por casamentos (fonte, 2015).

Turquia: Papai Noel malhado nas ruas, converte ao islão
Na já tradicional "malhação do Papai Noel" nas ruas, desta vez terminou com o bom velhinho se convertendo ao islão (Today's Zaman, 2015)

Filipinas: ataques jihadistas no Natal deixam 14 mortos
Vários ataques em vilas do sul do país perpetrados pelo grupo Bangsamoro na véspera e no dia de Natal. As Filipinas é um país predominantemente católico, mas muçulmanos desejam criar um enclave islâmico no sul (USA Today).

Turquia: São Nicolau, que nasceu na Anatólia, não é bem-vindo da sua terra natal
Dizem que São Nicolau trouxe paz entre os pagãos e os cristãos no século 4. Mas hoje, para os muçulmanos turcos, ele significa o "nós contra eles" (fonte, 2014).

Lei na Indonésia criminaliza desejar "Feliz Natal" ou "Feliz Ano Novo"
Agora nem cristãos nem ninguém podem dizer "Feliz Natal" e nem "Feliz Ano Novo" na Indonésia. (Shoebat, 2014)

Mais "farra natalina" dos jihadistas de plantão ao redor do mundo
(1) Canadá: Yaqoub Ali, 26 anos, foi preso após atentado no Shopping Tanger Outlet, em Ottawa (ottawasun, 2014).

(2) Filipinas: atentado mata 4 e fere 30
Uma bomba caseira explodiu na entrada de um mercado na cidade de Mlang, quando os clientes estavam comprando frutas e castanhas para celebrar o ano novo. A autoria foi do grupo Movimento da Liberdade Islâmica Bangsamoro, que deseja a forçar a criação de um estado islâmico independente, dentro deste país predominantemente católico. (abcnews, 2014)

Turquia: Papai Noel caçado nas ruas
"Na Turquia, um pais muçulmano, nao celebra-se Natal. Obviamente. Porém, o contato com o ocidente (TV, imigrantes etc) faz com que eles integrem a "cultura" do Natal na celebraçao de Ano-Novo (ex. Jingle Bells, papai-noel, arvores de "natal" e luzes sao colocadas em alguns lugares para celebrar o ANO-NOVO turco). Irritado, o governo, mais precisamente um vereador de Bolu, Mahmut Alan, montou uma pequena peça de teatro em seu distrito - na qual papai noel é expulso da cidade por um sultao muçulmano. Basicamente a peça de teatro é o sultão (ator) correndo atras do papai noel (ator), gritando aos "suditos" (gente na rua): Atirem-no para fora dessa cidade!"" (Daily News, 2014)

Notícia vinda da "moderada" Jordânia: Homem é acusado de terrorismo por se vestir como Papai Noel e distribuir presentes
Imagine-se vivendo em um país onde é um crime manifestar em público qualquer expressão de Natal, ou, pior ainda, mostrar qualquer coisa relacionada uma fé ou a falta dela? Isso acontece hoje no mundo islâmico. Isso acontece mesmo em países que poderíamos considerar como "moderados". Veja o que aconteceu a Papai Noel, na Jordânia. Conforme relatado pela imprensa árabe, um homem vestido como Papi Noel foi preso em Amman, enquanto "ele estava distribuindo presentes em várias partes do país. Ele foi acusado de evangelizar, incitar a luta sectária, e realização de atividades de tudo caridade não autorizadas de que se enquadram no âmbito da legislação anti-terrorismo." Ele não foi preso por uma multidão louca, mas pelas autoridades jordanianas. (fonte, 2014)


Muçulmanos ultrajados pelo Natal promovem sua Jihad particular
(1) Mais um atropelamento nesse período de Natal
Muçulmano atropela e acaba matando casal no Reino Unido.
Nome do acusado: Mobein Ali.
http://pamelageller.com/2014/12/uk-muslim-driver-hits-two-pedestrians-with-his-car-kills-them.html/
(2) Grupo de jovens muçulmanos atacam igreja e gritam palavras de baixo calão para os fiéis no meio de uma celebração de Natal na cidade alemã de Mönchengladbach-Rheydt.
http://pamelageller.com/2014/12/germany-muslims-attack-church-goers-force-their-way-into-the-st-marys-church-shouting-shit-christians.html/
(3) Casal de namorados dinamarqueses é surrado com correntes por jovens muçulmanos somalianos em seu caminho de volta ao lar na meia-noite de Natal em Copenhagen
http://speisa.com/modules/articles/index.php/item.577/nanna-i-was-beaten-with-chains-on-christmas-eve.html
(4) Alemão deseja Feliz Natal a três muçulmanos e acaba esfaqueado pelas costas em Colônia.
http://www.dcclothesline.com/2014/12/26/german-stabbed-back-muslim-wishing-two-muslim-women-merry-christmas/
(5) França: Novo atropelamento de civis, e um ataque a uma delegacia. É o 2º atropelamento registrado em 3 dias, além de ataque à delegacia. Dez ficaram feridos em Nantes; motorista se apunhalou depois do acidente. (globo.com)
Natal em Dubai: 
Cidadãos britânicos que residem em Dubai são avisados pela autoridades britânicas a não celebrarem o Natal para evitarem serem presos e condenados com sentenças longas. (Breibart, 2014)

Rússia: muçulmano escala o telhado da catedral Ortodoxa Russa de Kazan, em Moscou, e começa a gritar a 'Chamada à oração muçulmana’ na véspera do Natal ortodoxo 
Segundo relatos, ele foi detido pela polícia e enviado para um hospital psiquiátrico (The Moscow Times, 2014). Mas ele não está agindo como um loucoele está apenas agindo como um supremacista muçulmano típico. Agora, imagina um cristão subindo em uma mesquita em algum buraco islâmico para rezar o Pai Nosso, o que aconteceria com ele?

Turquia: campanha anti-Natal
Grupos muçulmanos estão circulando a imagem abaixo (The Blaze, 2013 ).


Turquia: imagem de Papai Noel circuncizada e esfaqueada em Istanbul
Para eles, Papai Noel representa o Natal (fonte, fonte, 2013).

Turquia: mesquita expõe cartaz em dia de Natal dizendo para muçulmanos não serem amigos de cristãos ou judeus
O cartaz mencionava o Alcorão 5:51 (fonte, 2013)

Natal em Bagdá, no Iraque
"Gostamos de celebrar esse dia porque nos lembra do amor de Deus e de suas promessas sobre nós. Porém, por causa da segurança limitada, a liberdade de comemorar o Natal está diminuindo cada vez mais. Algumas pessoas não podem sair de casa para comemorar na igreja." Lembre-se de orar por cada cristão que não tem a mesma liberdade que você para celebrar o nascimento de Jesus (Missão Portas Abertas).

Dinamarca: maioria muçulmana vota contra árvore de Natal
O Conselho da cidade de Kokkedal, composto de 9 pessoas sendo 5 muçulmanos, votou contra a cidade ter uma árvore de Natal este ano (Post, 2012). Este é um exemplo do que acontece quando muçulmanos alcançam a maioria.

Tajiquistão: homem vestido como Papai Noel foi assassinado
Um homem vestido da versão russa de Papai Noel (Ded Moroz) foi esfaqueado até a morte por uma multidão aos gritos de "Você káfir (infiel)". (KyivPost, 2012)

Nigéria: bombas explodem em igrejas no dia de Natal
Um total de 40 pessoas morreram em uma série de explosões. A maioria das vítimas ocorreram na Igreja de Santa Tereza, após a missa (Daily Mail, 2011).

Reino Unido: grupo muçulmano lança poster contra o Natal
Eles denunciam o Natal como algo malvado e perverso (fonte)

Reino Unido: Cruz Vermelha bane celebrações natalinas
Empregados foram alertados para retirarem todos os enfeites de Natal para evitar ofender os muçulmanos (Mail, 2002)
























terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Elin Krantz, apenas mais uma vítima, estuprada e morta no altar do multiculturalismo


Tendo em vista o alarmante aumento de estupros na Europa, correlacionados com o aumento da imigração islâmica (por exemplo, a Suécia é a capital européia do estrupro, e o aumento da incidência  de estupros na Alemanha - aliando-se aí o fato de Maomé ter sido um estuprador), vamos rever o caso de Elin Krantz, uma bela loura sueca de 27 anos, estuprada e morta no altar do multiculturalismo.

Em setembro de 2010, Elin foi estuprada até a morte por um imigrante etíope. O seu corpo foi largado em meio a rochas como se fosse lixo, até ser encontrado um tempo depois, após uma busca exaustiva. Câmeras de TV à bordo de um trem mostraram que ela estava com um grupo de amigos (eles voltavam de uma festa) às 2 horas da manhã. Todos os seus amigos sairam do trem antes dela. Ao chegar na sua estação, ela saltou. Ela estava sozinha, afinal, a Suécia, como o "paraíso socialista" que era, era um lugar seguro para as mulheres. Só que o etíope Ephrem Yohannes, que estava no mesmo trem, saiu do trem na mesma estação atrás de Elin.  

(Grato a Sandro Molina pela foto)

O assassino, Ephrem Yohannes, tinha 23 anos de idade. Ele viveu nos Estados Unidos durante um tempo e cometeu vários crimes. Em seguida, ele se casou com uma mulher etíope e emigrou para a Suécia ("Imigrants, Welcome"). Após o assassinato de Elin Krantz, em junho de 2011, ele foi condenado a apenas 16 anos de prisão (vivendo em uma prisão sueca, feito hotel, às custas do contribuinte sueco) e depois disso ele vai simplesmente ser deportado da Suécia. 


Na época, chegou-se a especular que Elin Krantz fosse membro do grupo "Nós Amamos a Diversidade" (We Love Diversity), que ficou famoso por ter feito um vídeo onde uma mulher loura aparece fornicando com um negro ao som do hino nacional da Suécia. Pensou-se que Elin teria participado do vídeo. Na verdade, a mulher que aparece no vídeo balançando sobre o negro é uma outra ativista, Michela Eklund. Veja a "screen capture" abaixo. 

De qualquer modo, fica claro o crime que vem sendo cometido em nome do "multiculturalismo" e a lavagem cerebral à qual a população sueca (e européia em geral) vem sendo submetida. Vende-se a idéia que os imigrantes irão se comportar como os suecos, integrando-se totalmente aos padrões civilizatórios, quando isso não é verdade, particularmente quando se verifica o padrão de comportamento de um grupo particular de imigrantes, que desejam implementar a Sharia onde eles moram.  


O mais bizarro neste crime foi que jornais da Suécia na época, inicialmente, reportaram o crime como tendo sido cometido por um sueco (seria isso para manter a narrativa que os "imigrantes" vão se comportar como os suecos?).


As próximas "virgens do multiculturalismo"?

Referências:





sábado, 26 de dezembro de 2015

Diálogo Inter-Religioso - Exemplos (Islamização do Cristianismo)


O nível de insanidade que vem acometendo autoridades religiosas é tamanho que eu resolví agrupar as entradas sobre "Diálogo Inter-Religioso" em um único artigo, para facilitar a leitura. De início, eu sugiro que se leia os artigos:
Mensagem ao Papa Francisco frente à perseguição dos cristãos ao redor do mundo, e no Oriente Médio, e sobre o “diálogo inter-religioso” com o islamismo http://infielatento.blogspot.ca/2014/09/mensagem-ao-papa-francisco-perseguicao.html
Crislão = Cristianismo + Islão ... um estratagema para enganar idiotas
http://infielatento.blogspot.ca/2015/02/crislao-chrislam-crislam-cristianismo-islao.html

Abaixo, seguem uma lista de artigos publicados no blog bem como pequenas notícias ou artigos externos.

Papa Francisco não se intimida frente a ameaças turcas quanto ao Genocídio Armênio
Leia o artigo todo no link.

O Papa Francisco e o Grã-Imame da Al-Azhar
Leia o artigo todo no link.

Papa Calisto III e sua reação contra a jihad turco-otomona do século XV

Para o Papa Francisco, 'jihad' é o mesmo que 'evangelizar'

Papa Francisco: o que pedir ao Grão-Imame da Universidade Al-Azhar
E o que os muçulmanos nunca irão fazer


Alemanha: arcebispo de Colônia abraça o islão

Jesuítas promovem o islamismo no Rio de Janeiro (?)
http://infielatento.blogspot.ca/2015/02/jesuitas-promovem-o-islamismo-no-rio-de-janeiro.html

Autoridades cristãs brasileiras dão credibilidade ao islão, traindo ao Brasil e a Igreja
http://infielatento.blogspot.ca/2014/12/autoridades-cristas-dao-credibilidade-ao-islao.html

CARTA ABERTA AOS BISPOS E À IGREJA NO BRASIL
http://infielatento.blogspot.ca/2014/12/carta-aberta-aos-bispos-e-igreja-no-Brasil.html

Cardeal de São Paulo e Rabino paulista caem no engodo do diálogo inter-religioso
http://infielatento.blogspot.ca/2014/11/cardeal-de-sao-paulo-e-rabino-paulista-idiotas-uteis.html

Será que este Cardeal aposentado se converteu para o islão, ficou senil ou é apenas um idiota útil?
http://infielatento.blogspot.ca/2014/09/cardeal-mccarrick-idiota-util.html

Islamização acontece aos poucos. Um exemplo em São Bernardo do Campo
http://infielatento.blogspot.ca/2014/08/islamizacao-Sao-Bernardo-do-Campo.html

Arcebispo de Mosul, no exílio, alerta que nós seremos vítimas de perseguição em breve
http://infielatento.blogspot.ca/2014/08/arcebispo-de-mosul-avisa-o-ocidente-sobre-o-islao.html

Quem sabe mais sobre o islão: um cardeal da Nigéria ou um bispo dos EUA?
http://infielatento.blogspot.ca/2014/04/bispo-EUA-cardeal-Nigeria.html

Carta aberta para o Papa Francisco, com respeito a sua exortação apostólica Evangelli Gaudium
http://infielatento.blogspot.ca/2013/12/carta-aberta-Papa-Francisco-Wilders.html

O Bispo que não reza, e o Papa que só vê o bem em tudo
http://infielatento.blogspot.ca/2013/12/o-papa-que-ve-apenas-o-bem.html



Notícias

EUA: Resistência! Cardeal afirma que cristãos e muçulmanos não adoram o mesmo Deus

Cardeal americano Raymond Burque, ex-diretor da Suprema Corte do Vaticano, abre o verbo e diz claramente que cristãos e muçulmanos não adoram o mesmo Deus, pois Alá é um governante, a Sharia é a lei deles, e eles acreditam que a Sharia deve governar todos os homens.  O Cardeal disse que a Sharia não fundamentada no amor, e que dizer que todos nós cremos no amor não é incorreto. O Cardeal afimar que existem diferenças na abordagem relativas ao proselitismo e, notadamente, o conceito de Jihad. Ele concluiu dizendo que o mais importante para nós hoje é compreender o islão a partir dos seus próprios documentos e não projetar os nossos valores sobre eles. (NCRegister)

Declarações do Papa no seu retorno da Polônia
Eu estou intrigado com o Papa Francisco, que continua oferecendo folhas de oliveira para o Islão. Ele fez isso, novamente, durante entrevista no avião retornando da Polônia, onde ele se reuniu com 2,5 milhões de jovens católicos durante o Encontro Mundial da Juventude. Neste evento, o Papa também disse que não irá estar presente no próximo Encontro Mundial da Juventude daqui a dois anos, no Panamá. O Papa anteriormente havia dito que sua vida seria encurtada. Será que ele sabe algo que nós não sabemos? Os leitores do blog e desta página sabem que eu tenho sido crítico da postura do Papa quanto ao islão, mas o Papa vem, ao longo do seu pontificado, oferecendo folhas de oliveira, tentando construir pontes e derrubar muros, apenas para ver os seus esforços (ingênuos, do meu modo de ver) recusados por parte dos islâmicos. Qual a lição que podemos aprender quando o líder da maior religião do mundo* (o cristianismo) tem seus esforços de paz sistemáticamente rejeitados pelo islamismo?
* Desculpe se algum protestante não gostar desta afirmação, mas o fato é que o único lider do cristianismo cuja voz tem alcance mundial é o Papa. Eu espero que vocês compreendam o contexto deste texto.
"A ideia de conquista é inerente à alma do Islã, é verdade" 
(Papa Francisco, em entrevista ao jornal francês "La Croix")

Suécia: igrejas rumo ao Crislão
"Os sacerdotes têm medo de falar sobre Jesus durante a missa." — Eva Hamberg, episcopisa e professora, que renunciou ao sacerdócio em sinal de protesto e deixou a Igreja.
"A Igreja da Suécia pode estar caminhando para o Crislão" -- uma mistura do cristianismo com o Islã. Os sacerdotes suecos, ao observarem o fervor religioso dos muçulmanos que vivem na Suécia,  agora tomam parte, entusiasmados, de diversos programas de confraternização entre as religiões.
"O envolvimento que a Igreja da Suécia demonstrou em relação à vulnerabilidade dos cristãos palestinos, foi substituído pela indiferença para com a limpeza étnica dos cristãos da Síria e do Iraque. Naqueles países, as atrocidades são cometidas na maioria das vezes pelos muçulmanos, sendo evidentemente o bastante para que a Igreja da Suécia se debruce sobre questões ambientais e climáticas." — Eli Göndör, estudioso da religião." (Gatestone)

No subúrbio de Fisksätra, em Estocolmo, onde predominam os imigrantes, a Igreja da Suécia começou a arrecadar fundos com o objetivo de construir uma mesquita."

Itália: católicos devem rezar em silêncio para não incomodar os refugiados muçulmanos

Os católicos da igreja de Santo Antônio, em Ventimiglia, ficaram surpresos quando funcionários da Cáritas disseram que eles não poderia rezar o terço, apenas rezar em silêncio, por uma questão de respeito aos refugiados que estão alojados na igreja. Um grupo de católicos pediu ao padre para que os refugiados fossem levados para uma outra igreja. A resposta do padre foi conduzir este grupo para uma outra igreja. (Breitbart)

Alemanha: igreja celebra jihadista em "enterro multi-religioso"
Uma igreja cristã na Alemanha realizou uma cerimônia de funeral pela morte de um imigrante adolescente que foi morto lutando pelo ISIS depois de se tornar um muçulmano e fugir para a Síria. A idéia foi do pastor da igreja protestante de St. Paulii, em Hamburgo. (Mail)

Grã-Bretanha: Aliança Evangélica exorta os cristãos a se aproximar dos muçulmanos
Programa “Visite minha mesquita” ocorre neste final de semana. O “Visite Minha Mesquita” é promovido pelo Conselho Muçulmano da Grã-Bretanha. (Gospel Prime).

Aliança perigosa: ANAJURE faz parceria com grupos islâmicos
Em 30 de outubro de 2015, a ANAJURE (Associação Nacional de Juristas Evangélicos) estabeleceu parceria com FAMBRAS (Federação das Associações Muçulmanas no Brasil) em defesa da liberdade religiosa no Brasil, como se grupos muçulmanos conseguissem contribuir para a promoção da liberdade religiosa. (Julio Severo)

Canadá: alguns bravos protestam contra o islamismo
Isso aconteceu em Toronto. Um punhado de cristãos, alguns ex-muçulmanos, fizeram um protesto próximo ao prédio onde ocorria a convenção Revivando o Espírito Islâmico. Uma palestina ex-muçulmana convertida para o cristianismo, expôs, em árabe com tradução para o inglês, argumentou que o Alcorão é um livro discricionário, satânico, cheio de ódio contra os judeus, e que ensina os muçulmanos a amar a morte e matar os infiéis. Ela citou o "hadice do ódio" que diz que o Dia do Juízo não virá até que os muçulmanos exterminem os judeus. Ela indicou a fonte do problema como sendo o próprio Alcorão, dizendo que quem o ler ou o rejeita ou se torna um terrorista. Ela disse a verdade afirmando que Maomé foi um "mentiroso" e um "falso profeta". Um número de participantes na convenção aproximaram-se dos manifestantes cristãos, os ofendendo, acusando-os de discurso de ódio e desejando a mulher a ser queimada no fogo do inferno antes de deixar o local. A polícia foi chamada a intervir, permitindo que os dois grupos conversassem (fonte). Nunca tenha medo de falar a verdade.

Bispo de Pádua, Itália, se curva para o Islão
"Eu estou pronto para voltar atrás tanto quanto puder em nossas tradições cristãs para termos paz". O bispo concordou a anular a montagem do presépio para ter em troca da paz e a amizade dos islâmicos. Ou seja, ele aceita o seu status de cidadão de terceira-classe e obedece a Sharia, que proíbe a exibição de símbolos religiosos de outras religiões. (fonte)

Igreja luterana na Alemanha critica evangelização de muçulmanos
Documento recebe críticas por afirmar que evangelização `ameaça a paz social´.
O artigo diz "Os luteranos são a maioria na Alemanha e conhecidos pela sua liberalidade teológica. Perto de completar meio milênio, os ideais lançados por Lutero mostram constantes sinais de enfraquecimento no solo onde nasceu." (fonte)

Alemanha: igreja retira altar e cruzes para poder abrigar muçulmanos
O pastor da igreja protestante de Oberhausen não quer ofender os muçulmanos. E para fazê-los sentir bem-vindos ele destrói antecipamente o que é seu. Este pastor é um dhimmi, ele sabe o seu lugar de cidadão de terceira classe segundo a lei islâmica (Express).

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Feliz Natal: Glória da Deus nas Alturas


O Messias de Handel é um marco da Civilização Ocidental e Patrimônio da Humanidade. O coral "Glória a Deus" narra o encontro dos anjos com os pastores quando a boa nova do nascimento de Jesus lhes foi anunciado.

Como eu disse anteriormente, em um outro coral da Messias ("Para nós uma criança nasceu") ao celebrarmos o nascimento de Jesus estamos quebrando a lei islâmica por dois motivos: (1) Apreciando música; (2) Apreciando música que diz que Jesus é Deus. Quebrar a lei islâmica faz bem a saúde! Feliz Natal!

Handel's Messiah: "Glory to God" - Maestro Jonathan Cohen - Soprano Kiera Duffy, St. Paul Chamber Orchestra. A letra da música segue após o vídeo.

Feliz Natal


E eis que o anjo do Senhor veio sobre eles,
 e a glória do Senhor brilhou ao redor deles,
 e tiveram grande temor.
 (Lucas 2: 9)
E o anjo lhes disse: Não temais,
 pois eis que vos trago novas de grande alegria,
 que será para todo o povo.
 É que vos nasceu hoje, na cidade de David
 o Salvador, que é Cristo, o Senhor.
 (Lucas 2: 10-11)
E, de repente, apareceu com o anjo,
 uma multidão dos exércitos celestiais, louvando a Deus e dizendo:
 (Lucas 2:13)
Glória a Deus nas maiores alturas,
 e paz na terra, boa vontade para com os homens.
 (Lucas 2:14)

And lo, the angel of the Lord came upon them,
 and the glory of the Lord shone round about them,
 and they were sore afraid.
 (Luke 2:9)
And the angel said unto them: Fear not,
 for behold, I bring you good tidings of great joy,
 which shall be to all people.
 For unto you is born this day in the city of David
 a Saviour, which is Christ the Lord.
 (Luke 2:10-11)
And suddenly there was with the angel,
 a multitude of the heavenly host, praising God, and saying:
 (Luke 2:13)
Glory to God in the highest,
 and peace on earth, good will towards men.
 (Luke 2:14)



terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Feliz Chanucá


José Atento

Para os judeus, e para todos aqueles amantes da liberdade: FELIZ CHANUCÁ!

A celebração do Chanucá ocorre em torno de uma das histórias mais bacanas que eu conheço. História de resistência contra a opressão.

No ano 200 antes de Cristo, os Judeus estavam morando na Judéia e Samaria, lá naquela terra que eles já "ocupavam" a milhares de anos. O manda-chuva de então era o Império Selêucida, um império Helênico criado por um dos generais de Alexandre, o Grande. O imperador do dia, Antíoco IV Epifanes, queria impor os deuses gregos goela abaixo dos judeus (algo do tipo ... "não existe compulsão na religião" daquela época).

O imperador mandou erger um altar para Zeus dentro do Templo Judáico, em Jerusalém (ei, não é que o Templo existia mesmo!), e os judeus foram probidos de subir o Monte do Templo (hum, interessante, o que acontece hoje já aconteceu antes). Os judeus se revoltaram, e, com uma exército improvisado, formado por camponeses, derrotaram, contra toda a expectativa, o exército selêucida, muito maior (interessante, quer dizer que antes de 1948, os judeus já tinham derrotado um exército maior contra toda a expectativa). Para os selêucidas, esta derrota soou como uma "catástrofe."

A Judéia ficaria independente até a chegada do romanos.

O maior herói desta história (de muitos heróis) foi um cidadão chamado Judas Macabeus.

O Chanucá é associado ao Menorá, um candelabro de 8 braços. Conta-se que depois que o Templo foi retomado, faltava óleo para manter a chama da Menorá acesa. Mesmo assim, por 8 dias a Menorá não apagou, permanecendo acesa até que o óleo chegasse.

Como disse antes, eu acho está história hiper-super-legal! Ela me faz lembrar da minha mãe, que, na época do Natal, tirava da caixa, empoeirada, o presépio e aquele "garfão engraçado." Ela então me contava a história do Chanucá, ressaltando o espírito de rebeldia, perseverança e de luta pela liberdade, da qual ela considerava os judeus como um exemplo.

Eu também.

Feliz Chanucá!




domingo, 20 de dezembro de 2015

Ex-Imã fala sobre a natureza do Alcorão



Dr. Mark Gabriel é um ex-Imã e professor da história islâmica. Na entrevista mostrada no vídeo, ele discute a natureza do Alcorão, as diferenças entre Jesus e Maomé, e narra parte da sua experiência de vida como ex-muçulmano. Ele trata também do conceito da "ab-rogação" (revogação) que Maomé utilizou de modo a justificar qualquer um dos seus atos, mesmo os mais criminosos.

Apesar do viés cristão, esta entrevista é muito importante para se compreender o islamismo. Vale a pena assistí-la.

Lembre-se que o islamismo é contra tudo e contra todos que não se submetam a ele, independente da religião ou falta dela.




Livros disponíveis desde autor:

Jesus e Maomé, diferenças profundas e semelhanças surpreendentes 



E em outros idiomas: árabe, espanhol e italiano.




domingo, 13 de dezembro de 2015

Mitos sobre Maomé - o que muçulmanos e apologistas inventam para justificar os crimes de Maomé


José, por que eu preciso me preocupar com aquilo que um beduíno do deserto fez ou deixou de fazer, 1.400 anos atrás? 
Porque existe hoje muita gente que considera as ações deste beduíno como exemplares, perfeitas e sagradas, como um modelo a ser seguido para se obter a "vida eterna." 
Se as ações deste beduíno tivessem sido boas estaria tudo muito bem. Mas o problema começa ao se descobrir que as suas ações não foram exemplares, nem tão pouco perfeitas, e muito menos sagradas. 
É preciso ter em mente que o islão é 100% Maomé. Sem Maomé, não existe islão pois tudo vem de Maomé: credita-se a Maomé a recitação do Alcorão; e a vida e ações de Maomé (tradições de Maomé) dão contexto ao Alcorão. O islão é Maomé. A lei islâmica (sharia) é toda oriunda do que Maomé recitou e fez. 
O fundamentalismo islâmico consiste em imitar Maomé. E, muitas vezes, isso não é bom. 
Maomé, como descrito pela sua "tradição" (Sunna), foi um pregador fracassado, porém, um Senhor da Guerra e líder de milícia de sucesso. Ao final da sua vida, ela havia conquistado toda a Península Arábica, sem deixar vivo nenhum oponente. O melhor paralelo de Maomé na História seria Genghis Khan.  
Os muçulmanos que crescem criados em um ambiente estritamente islâmico são ensinados que as ações de Maomé, mesmo as mais criminosas e violentas, são todas santas e exemplares (o Alcorão diz quase 100 vezes que Maomé é o exemplo de conduta para a humanidade), servindo de inspiração para os 1400 anos da "gloriosa" jihad islâmica. O que é pior, os muçulmanos são ensinados que qualquer crítica a Maomé é um crime, cuja sentença é a morte (equivale a apostasia, ou seja, deixar de ser muçulmano). 
Porém, as ações de Maomé não são bem-vistas no mundo dos não muçulmanos, o que torna necessário que muçulmanos, bem como os apologistas do islão, criem mitos ao redor de Maomé, visando esconder os seus crimes (isso se chama taqiyya).
A série Os Mitos sobre Maomé explora a fantasia gerada ao redor do criador do islão e seu único profeta. Abaixo, encontram-se análises sobre várias falácias lógicas apresentadas por muçulmanos e apologistas do islão.

Mitos sobre Maomé

Os artigos listados abaixo foram traduzidos pelo site Perigo Islâmico, o qual agradecemos por esta tremenda contribuição. O original é oriundo do site The Religion of Peace.

MECA

1. Maomé foi perseguido em Meca por pregar o Islão

2. Maomé foi torturado em Meca

3. Os Muçulmanos foram perseguidos e sofreram muitas baixas em Meca

4. Os pagãos de Meca foram os primeiros a verter sangue no conflito contra os muçulmanos

5. Maomé viajou até Jerusalém numa noite

6. A perseguição forçou Maomé e os muçulmanos a fugirem de Meca


MEDINA

1. Quando os maometanos chegaram a Medina, eles foram vítimas de perseguição por parte dos habitantes de Meca

2. Maomé atacou as caravanas para recuperar bens roubados

3. A batalha de Badr foi em legítima defesa

4. Maomé foi um guerreiro bravo que dependeu da protecção de Alá

5. Maomé viveu em paz com os Judeus de Medina (1) - Banu Qaynuqa

6. Maomé viveu em paz com os Judeus de Medina (2) - Banu Nadir

7. Maomé viveu em paz com os Judeus de Medina (3) - Banu Qurayza


MAOMÉ - O CONQUISTADOR

1. As guerras de Maomé foram em legítima defesa

2. Maomé nunca sancionou a violação sexual

3. Maomé nunca matou crianças

4. Os habitantes de Meca foram os primeiros a violar o Tratado de Hudaibiya

5. Maomé escolheu sempre a paz

6. Maomé tornou a cidade de Meca mais tolerante

MAOMÉ - O MORALISTA

1. Maomé nunca aprovaria o assassinato

2. Maomé nunca matou os cativos

3. Maomé condenou a pedofilia

4. Maomé casou-se com várias mulheres como forma de as favorecer

5. Maomé nunca aprovou a desonestidade

6. Maomé nunca matou mulheres

7. Maomé era um abolicionista

8. Maomé acabou com a superstição

9. Maomé nunca mandou matar idosos

10. Maomé nunca aceitou conversões forçadas


Maomé torturando Kinana



segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Os Mitos do Islão


Os muçulmanos que crescem criados em um ambiente estritamente islâmico são ensinados que o islão é perfeito. Muçulmanos são ditos que se alguma coisa for difícil de entender, ou de se aceitar, é devido a falha humana, mas nunca àquilo que o islão ensina. Por exemplo, a "gloriosa" jihad islâmica ou os direitos das mulheres. O que é pior, os muçulmanos são ensinados que qualquer crítica ao islão é um crime, cuja sentença é a morte (equivale a apostasia, ou seja, deixar de ser muçulmano). 
Porém, a prática do islão, notadamente nos lugares onde a maioria da população é muçulmana, não são bem-vistas no mundo dos não muçulmanos, o que torna necessário que muçulmanos, bem como os apologistas do islão, criem mitos ao redor do islão, visando apresentar uma visão higienizada do mesmo, escondendo o verdadeiro islão (isso se chama taqiyya). 
A série Os Mitos do Islão explora a fantasia gerada ao redor do islão. Abaixo, encontram-se análises sobre as seguintes falácias lógicas apresentadas por muçulmanos e apologistas do islão: 
  • O islão significa paz
  • O islão respeita as mulheres como iguais
  • Jihad significa “luta interna”
  • O islão é umas religião de paz
  • O islão é tolerante com outras religiões
  • O islão facilitou uma Idade de Ouro de descobertas científicas
  • O islão não tolera a escravidão
  •  O islão é completamente incompatível com o terrorismo
  • O islão é democracia
O original vem do site The Religion of Peace. A tradução foi feita por Marcelo Rocha.
Este artigo trata dos Mitos do Islã. Já os mitos em torno de Maomé são explorados neste link.  

Os Mitos do Islã

Os muçulmanos se queixam frequentemente de “falsos conceitos”  que o Ocidente tem sobre a religião Islâmica.

No entanto, temos dado um “olhar cuidadoso” e temos verificado que a maioria dos mitos mais aceitos são na verdade os mitos gerados pelos próprios muçulmanos e seus apologistas ocidentais. A principal, e importante, afirmação é a que todos os muçulmanos são iguais (não são); inclusive os próprios muçulmanos caem nessa armadilha. Entretanto, é evidente que cada uma das facções  contrárias insistem que eles são os únicos muçulmanos verdadeiros, enquanto todos os demais são ou infiéis, ou impostores ou hipócritas.

Que vocês não se deixem enganar! Escutem os mitos, mas conheçam a verdade.


Islã significa “Paz”


O Mito:

Muitos muçulmanos pouco educados dizem que a palavra do Islã deriva de “al-salaam” o qual significa “paz” em árabe.

A verdade:

A origem da palavra Islã é “al-Silm”, a qual significa “submissão” ou “entrega”. Não há controvérsia nisso entre os eruditos islâmicos.

A submissão e a paz são conceitos muito diversos, inclusive se uma forma de paz é conseguida através da força para submissão dos outros.

Na verdade, o Alcorão chama não apenas aos muçulmanos a se submeterem a Alá, mas também ordena que se submetam pessoas de outras religiões até que estejam em um estado de completa submissão às leis islâmicas. Isso tem sido inspiração para a agressiva história do Islã e a base para seu êxito na conquista de outras culturas.


O Islã respeita as mulheres como iguais


O Mito:

O Alcorão situa homens e mulheres na mesma posição ante Alá. Cada pessoa é julgada pelos seus próprios feitos. As mulheres tem direitos iguais sob a lei islâmica.

A Verdade:

Simplesmente a indicação de que Alá julgará aos indivíduos como tal não significa que tenham direitos e papéis iguais, ou que sejam julgados pelas mesmas bases. De fato, a Sura 37:22-23 implica que as mulheres serão castigadas pelos pecados de seus maridos.

Não há ambiguidade no Alcorão, na vida de Maomé, ou na lei islâmica quanto a inferioridade da mulher em respeito aos homens, inclusive, apesar dos esforços dos apologistas modernos de interpretar alguns versos em conformidade com o feminismo ocidental. Tais versos não tem ,historicamente, tal interpretação progressiva.

Através de suas conquistas militares Maomé dividia entre seus homens as mulheres como espólio de guerra capturados. Em pelo menos um caso, ele pediu que elas fossem estupradas na frente de seus maridos. As mulheres capturadas foram forçadas à escravidão sexual pelos mesmos homens que mataram seus maridos e irmãos. Há pelo menos três versículos do Alcorão, onde Alá deixa claro que um mestre muçulmano tem acesso sexual completo às suas escravas, e não há ninguém que proíba a violação.

O Alcorão dá aos homens muçulmanos permissão para bater em  suas esposas se elas desobedecem. Claramente diz que os maridos são "um grau acima" das esposas. O Hadith diz que as mulheres são intelectualmente inferiores, e que será a maioria dos inquilinos do inferno. Sob a lei islâmica, um homem pode se divorciar de sua esposa em um piscar de olhos. Se ele quiser, ele vai se casar com ela novamente, mas ela deve primeiro ter sexo com outro homem. Os homens são isentos de tais humilhações.

As mulheres muçulmanas não são livres para casar com quem elas querem, ao contrário dos homens muçulmanos. O marido pode trazer outras mulheres para a cama: ela deve ser sempre sexualmente disponível para ele (como um campo pronto para ser "lavrado" segundo o livro sagrado do Islã).

As mulheres muçulmanas não herdam partes iguais aos homens. Seu testemunho em tribunal é considerada como tendo apenas metade do valor de um homem. Ela deve cobrir a cabeça e frequentemente o rosto. Se uma mulher quer  provar que ela foi estuprada, deve haver quatro testemunhas do sexo masculino para corroborar sua história. Caso contrário, ela será presa ou apedrejada até a morte por confessar "adultério".

Tendo em conta tudo isso, é uma absoluta mentira dizer que os homens e as mulheres têm "igualdade sob o Islã" com base em analogias ou em obscuras comparações teológicas. Esta é uma estratagema inteiramente nova projetado para atrair a visão moderna, mas discorda fortemente com a realidade da lei e história islâmica.


Jihad significa “Luta interna”


O Mito:

Apologistas ocidentais do Islã dizem que pelo motivo de a palavra “Jihad” literalmente significar “luta”, se refere, portanto, a uma “luta interna” mais que a guerra santa.

A Verdade:

Isso é extremamente difícil de conciliar com o Corão, que, por exemplo, isenta os deficientes e os idosos da Jihad. Isso não faria sentido algum se a palavra é usada simplesmente no contexto da luta espiritual. Isso é também  inválido pois Maomé usara linguagens gráficas, tais como o corte dos dedos das mãos e as cabeças dos pescoços dos "infiéis", novamente, não haveria sentido se ele tivesse se referido sobre desenvolvimento pessoal.

Com isso em mente, os muçulmanos geralmente admitem que há dois significados para a palavra, mas insistem que "luta interna" é o "Jihad maior", enquanto a "guerra santa" é "Jihad menor". Na verdade, este equívoco é baseado apenas em um pequeno punhado de Hadith extremamente fraco e pouco confiável.

Pelo contrário, o mais confiável é todo o Hadith Bukhari. A palavra, Jihad, é mencionado mais de 200 vezes em referência às palavras de Maomé e cada vez é uma clara referência à guerra santa. Em contraste, Bukhari não contém uma única referência ao Jihad no contexto do "luta interna"


O Islã é uma religião de paz


O Mito:

Maomé era um homem pacífico, que ensinou seus seguidores a serem iguais. Muçulmanos viviam pacificamente durante séculos, e apenas lutando em defesa própria quando necessário. Verdadeiros muçulmanos nunca iriam agir de forma agressiva.

A Verdade:

Maomé organizou 65 campanhas militares nos últimos dez anos de sua vida e pessoalmente conduziu 27 deles. Quanto mais poder obtinha, menor era a desculpa que precisava para ir à luta. Finalmente, ele começou a atacar tribos simplesmente porque eles não faziam parte de seu império crescente.

Após a morte de Maomé, seus seguidores mais fiéis e até mesmo sua própria família quase que imediatamente se voltaram contra eles mesmos. Havia quatro Califas (líderes) nos primeiros vinte anos. Três deles foram mortos. O terceiro califa foi morto pelo filho do antigo. O quarto califa foi assassinado por o quinto, que deixou uma dinastia de 100 anos que por sua vez foi exterminada em um sangria horrível, causada pelos descendentes do tio de Maomé.

A própria filha de Maomé, Fátima, e seu marido, Ali, que sobreviveu as dificuldades da Meca pagã não sobreviveram ao Islã após a morte de Maomé. Fátima morreu três meses por causa do estresse da perseguição, e logo após  mataram Ali. Seu filho (neto de Maomé) foi morto em batalha pela facção que se converteu hoje nos Sunitas. Seu povo eram os xiitas. Os parentes e amigos pessoais de Maomé se dividiram entre as duas facções que guerreavam entre si, e que se fragmentaram ainda mais em subdivisões hostis entre si a medida que crescia o Islã.

Maomé deixou os seus homens com instruções para empreender batalhas contra os cristãos, persas e judeus. Nos próximos quatro séculos seguintes, exércitos muçulmanos esmagaram os povos vizinhos desavisados, saqueando-os, pilhando-os  e tornando-os escravos, e forçando os sobreviventes a converterem-se ou pagar o tributo na ponta da espada.

Os companheiros de Maomé viveram para ver o Islã declarar guerra contra todas as principais religiões do mundo em apenas as primeiras décadas após a sua morte -  lançando a Jihad contra hindus, cristãos, judeus, zoroastristas e budistas.

 Ao início das Cruzadas (quando os europeus começaram a contra-atacar) os muçulmanos haviam conquistado dois terços do mundo cristão através da espada, desde a Espanha até a Síria, e todo o Norte da África. A rota árabe de escravos fica aberta por mais de 1300 anos, até que a pressão dos países cristãos forçaram as nações islâmicas a declarar a prática ilegal (em teoria).

Hoje, não há outra religião no mundo que produza constantemente terroristas em nome da religião como o islamismo. Os muçulmanos mais perigosos são quase sempre aqueles que interpretam o Alcorão da forma mais clara possível. Eles são os fundamentalistas ou puristas da fé e acreditam no mandado de Maomé para espalhar a lei islâmica através da espada, matando aqueles que não se submetem.

Os textos sagrados do Islã são preenchidos com versos de violência e ódio para com aqueles que são alheios a fé. Em nítido contraste com a Bíblia,  que geralmente se move de condutas relativamente violentas em direção as mais pacífica, o Alcorão caminha em trajetória exatamente oposta. O punhado de versos que anteriormente falavam de tolerância mais tarde são oprimidos por uma avalanche de idéias que carregam uma mensagem muito diferente. Enquanto versículos do Velho Testamento sobre sangue e morte são geralmente limitados pelo contexto histórico do texto, os mandamentos do Corão à violência geralmente aparecem expansível para outros contextos.

Desde qualquer ponto de vista objetivo, a "religião de paz" tem sido a religião mais cruel e mais sangrenta que o mundo já tenha visto.


O Islã é tolerante com outras religiões


O Mito:

As minorias religiosas prosperaram sob o Islã. Se ordena que muçulmanos protejam judeus e cristãos (gente do livro) e não lhe causem dano algum.

A Verdade:

As minorias religiosas não têm "prosperado" sob o Islã. Na verdade, eles foram reduzidos a meras sombras, através de séculos de perseguição e discriminação. Alguns foram convertidos de sua religião nativa pela força bruta e outros sob a pressão agonizante "dhimmi".

 O que os muçulmanos chamam de "tolerância", outros identificam corretamente como a discriminação institucionalizada. O que institui a lei islâmica aos "dhimmi" judeus e cristãos significa que eles tem vetados os  direitos religiosos que gozam os muçulmanos. Eles não podem compartilhar sua fé, por exemplo, ou  construir igrejas ou sinagogas sem permissão.

Historicamente, os "dhimmis" tiveram de usar roupas que os distingue, ou cortar o cabelo de uma maneira particular que indica sua posição de inferioridade e humilhação. Eles não compartilham os mesmos direitos legais que os muçulmanos, e devem inclusive pagar um imposto (jizya). Eles devem ser mortos ou terem os filhos roubados se não são capazes de pagarem o tributo aos coletores de impostos.

Por centenas de anos, a população cristã na Europa sob a ocupação dos turcos tiveram que assistir seus filhos tomados à força e convertido em guerreiros muçulmanos.

 É sob esta carga de discriminação e o status de terceira classe, o que levou muitos a se converterem ao Islã ao longo dos séculos.

Aqueles que não o fazem, sofrem dificuldades econômicas e sociais que persistem hoje e que para padrões ocidentais de tolerância religiosa e do pluralismo, é alarmante. Aqueles que não são "os Povos do Livro", por exemplo, hindus e ateus, encontram muito baixa tolerância uma vez que o Islã estabelece uma superioridade política. O Alcorão exige que aos muçulmanos  "lutar à maneira de Alá" até que "a religião seja apenas para Alá." As populações conquistadas enfrentam a morte se não estabelecerem a oração e a caridade de acordo com a tradição islâmica (ou seja, os pilares do Islã).

Tamerlane e outros guerreiros muçulmanos mataram centenas de milhares de hindus e budistas e causaram milhões de emigrações ou converteram à força nos últimos mil anos.

No melhor dos casos, o Islã tem uma dupla personalidade em direção a outras religiões. Em alguns lugares eles são explicitamente amaldiçoados por Deus, do outro lado parece haver alguma medida de tolerância. Existem cerca de 500 versículos no Alcorão que falam do ódio de Deus para com os não-muçulmanos e do castigo que ele preparou para eles. Há também um pequeno punhado que fala de forma diferente, mas estes são principalmente versículos anteriores que muitos estudiosos consideram ter sido substituídos pelos versos mais recentes, mais violentos.

Se a tolerância significa simplesmente desencorajar o extermínio total de uma fé diferente, então o Islã de hoje é o que melhor segue essa norma. Mas se a tolerância  significa não proibir as pessoas de outras religiões as mesmas liberdades religiosas que os muçulmanos gozam, então, o Islã é fundamentalmente a religião mais intolerante sob os céus.


O Islã facilitou uma Idade de Ouro de descobertas científicas


O Mito:

Alguns muçulmanos argumentam que o Islã impulsionou uma grande era de descobertas científicas, forjando o caminho de avanços modernos em tecnologia e medicina. Para apoiar este ponto de vista, eles frequentemente usam como referência o período entre os séculos VII e XIII, quando a Europa se encontrava na Idade Medieval e os muçulmanos  derrotavam de maneira esmagadora cada vez mais civilizações e culturas.

A Verdade:

Embora seja indiscutível que o mundo muçulmano durante este período foi, em relação à ciência e cultura, mais avançada do que a Europa cristã, as razões para estas diferenças não são de natureza religiosa, isto é, não têm nada a ver com Islã, exceto, talvez, com a ordem de se expandir de modo imperialista. Na verdade, a religião islâmica desencoraja ativamente o conhecimento exógeno, razão pela qual a maioria dos estudiosos muçulmanos ao longo da história brilham no que se refere a religião, mas não na ciência.

A maior parte do conhecimento que veio para as terras islâmicas não foi produzido localmente, mas foi adquirida de uma forma ou de outra  das ciências dos gregos antigos, da Índia ou da China. De fato, muitos dos tradutores de grego para o árabe eram eles próprios cristãos ou judeus que dominavam estas línguas. Deve-se reconhecer que os muçulmanos neste período foram capazes de preservar os textos gregos antigos --- coisa que os europeus não fizeram bem --- e que estes textos gregos foram o pilar do conhecimento islâmico.

Além disso, muitos dos avanços científicos atribuídos a religião muçulmana são de fato conceitos tomados de outras culturas que foram assimiladas sob a implacável espada islâmica. Por exemplo, o conceito de "zero" é erroneamente atribuído aos muçulmanos, mas o fato é que foi um conceito originalmente concebido pela civilização Hindu e os muçulmanos simplesmente o levou da Índia para a Europa, tais como especiarias transportadas entre os países. Conclui-se então que as populações conquistadas contribuíram grandemente para a chamada "ciência muçulmana", até que gradualmente essas populações foram esgotadas ou por conversão ou pelo estado ignominioso de "dhimmis" em que se tratavam aqueles que ousavam não se converter. Ao aumentar o número de crentes na religião de Maomé, o fluxo científico diminui na população. Não é por acaso, portanto, que o mundo islâmico não conseguiu nada de importância científica nos últimos cem anos, já que se esgotaram as populações as quais canibalizar.

Mais ainda, muitos dos estudiosos muçulmanos em seu tempo eram considerados hereges, muitas vezes com justificadas razões. Por exemplo, o filósofo e cientista persa al-Razi é muitas vezes relembrado por aqueles que tecem elogios sobre a ciência muçulmana. Mas o que esses apologistas deixam de mencionar é que al-Razi foi denunciado na época como um blasfemo, já que ele seguiu suas próprias crenças religiosas, que eram divergentes ao Islã.

Sobre o que foi anteriormente mencionado há que se acrescentar que muitas das contribuições atribuídas ao Islã --- muitas vezes erroneamente --- não são nada revolucionárias. Sim, vemos a influência do Islã na etimologia de certas palavras como "alquimia" e "elixir", mas fora disso há pouca utilidade na ciência e na tecnologia moderna que tenha qualquer utilidade prática.

Também não há qualquer razão para pensar que a engenhosidade do Ocidente foi tão escassa, para não atingir e superar a ciência islâmica na Idade Medieval, especialmente após o despertar do Renascimento e da Reforma. Tomemos por exemplo a introdução na Europa do café, enxertado por muçulmanos da África para o resto do mundo. (sobre a África, deve-se dizer que, por acaso, os muçulmanos usaram como uma fonte de escravos nas Américas para vender.) É bem verdade que o corante de café influenciou a indústria têxtil, é também verdade que outros corantes existem ou existiram em outras culturas; por exemplo, o vermelho usado desde o suco de cranberry até os doces.

Você pode ver que a ladainha de "realizações" muçulmanas, recitadas pelos bajuladores asseclas que às vezes se transformam em uma rapsódia em que a verdadeira origem destes conhecimentos se ofusca, é simplesmente exagero. Além do mais, não convém aos apologistas muçulmanos entrarem em uma disputa com o Ocidente em termos de realizações científicas. As únicas inovações provenientes do mundo muçulmano hoje, são como transformar aviões em misseis, celulares em detonadores e etc.

Em resumo, embora a religião de Maomé não seja inteiramente hostil à ciência, essa religião não deve se proclamar como uma promotora da ciência. Grande parte das tais realizações citadas provenientes de terras islâmicas, vieram apesar do Islã, vindas ou de não-muçulmanos sob a subjulgação da lei islâmica ou por hereges que tinham pouco interesse no Islã. Grandes comentários de estudiosos islâmicos eram de Aristóteles o saber era, de fato, grego. A Álgebra, embora seja uma palavra de origem árabe, existe devido principalmente ao grego Diofanto e o Hindu Brahmagupta. Damos uma saudação para caravanas islâmicos como vetores de conhecimento, mas este cumprimento não deve cair elogio sem vergonha, uma vez vetor na maior parte do tempo não era um criador. Devemos nos recordar das caravanas islâmicas com algum componente de conhecimento, mas esse componente não deve ser associado como uma benfeitoria caridosa, visto que na ampla maioria das vezes as caravanas não tiveram uma motivação construtiva.


O Islã não tolera a escravidão


O Mito:

O Islã não tolera a escravidão de seres humanos. A religião suprimiu a 'instituição' da escravidão graças aos princípios estabelecidos por Maomé, que era um abolicionista.

A Verdade:

Você não encontra qualquer  tipo de intolerância em relação a escravidão em qualquer lugar do Alcorão. Na verdade, o livro "sagrado" do Islã recomenda explicitamente que proprietários de escravos tenham liberdade de abusar sexualmente suas escravas não apenas uma, mas pelo menos em 4 Suras diferentes. A lei islâmica é cheia de regras relacionadas ao tratamento de escravos, alguns dos quais são relativamente humanas, mas nenhuma delas proíbem de modo algum tal prática. A mera presença destas regras (e tendo em conta o fato de que Maomé era proprietário e comerciante de escravos) tolera e legitima a instituição da escravidão. Portanto, esse horror profundamente desumano tem sido uma tradição onipresente desde os dias de Maomé até a difícil situação que hoje se encontram  os não-muçulmanos no Sudão, Mali, Nigéria, Mauritânia e no resto do mundo islâmico.

Nunca houve um movimento de abolição dentro do Islã (e a religião não oferece qualquer resistência  à escravidão hoje). A abolição da escravatura foi imposta ao mundo islâmico pelos países europeus, junto com outras pressões políticas que não estavam, em absoluto, relacionados com a lei islâmica. Embora abusos horríveis de escravos no mundo islâmico sejam bem conhecidos, tem havido pouca aceitação em relação a documentação e pouco arrependimento verdadeiro como se encontra no Ocidente. A ausência de uma consciência de culpa frecuentamente resulta na impressão equivocada de que a escravidão não foi tão ruim sob o domínio do Islã ... mas, ao invés, é mais um indicativo da permissividade que a religião tem para a prática.

Tão narcisista é a idéia do Islã sobre seus servos fiéis, que até hoje, muitos muçulmanos acreditam que, do fundo do seu coração, que as mulheres e as crianças foram capturadas no campo de batalha, bem como os homens sobreviventes, na verdade, os guerreiros muçulmanos lhes faziam um grande favor, os arrebatavam de seus campos e casas e, em seguida, os relegavam a uma vida de servidão e degradação.

Não importa o quão vergonha e desculpas sejam apropriadas, quase nunca são encontradas em Dar al Islam (Casa do Islã). Os califas, o equivalente religioso dos papas, mantinham haréns de centenas, às vezes até milhares de meninas e mulheres capturadas de terras tão distantes como a Europa e, em seguida, destinadas a escravidão sexual. Os húngaros foram caçados como animais pelos turcos, que tomaram cativos 3 milhões para a escravidão ao longo de um período de 150 anos.

Escravos africanos foram muitas vezes castrados por seus proprietários muçulmanos. Poucos sobreviveram para se reproduzir, e, portanto, não há muitas pessoas de origem Africana no Oriente Médio, embora mais escravos tenham sido feitos durante os 1.300 anos que os árabes têm traficado escravos, que nos 300 anos de escravidão Européia. Os 400.000 escravos trazidos para a América, por exemplo, tornaram-se agora uma comunidade de 30 milhões de pessoas, e com um nível de vida muito melhor do que a seus pares Africanos.

Não há nenhum libertador como William Wilberforce ou como Bartolomé de las Casas na história islâmica, tal como há no cristianismo. Quando apologistas são convidados a apresentar o nome de um abolicionista muçulmano, às vezes propõem, com pouca vontade, o nome de Maomé. Mas, se um proprietário de escravos e comerciante, que ordenou a detenção e exploração sexual de escravos, e deixou um legado de 13 séculos de escravidão, com base em sua religião, é o melhor que o Islã pode oferecer, então não há embasamento algum para convencer ninguém, exceto o mais ingênuo e ignorante.


O Islã é completamente incompatível com o terrorismo


O Mito:

O Islã é completamente incompatível com atos de terrorismo. Matar pessoas inocentes é contra o Islã.

A Verdade:

Embora muitos muçulmanos acreditam sinceramente que a sua religião proíbe a matança de pessoas inocentes por atos de terrorismo, a verdade é, sem dúvida, mais complicada. Esta é a razão pela qual o Jihadistas e seus detratores são capazes de apontar o dedo aos outros, enquanto insistem, com confiança, que são os verdadeiros muçulmanos. Na verdade, a definição de um "inocente" é muito mais ambígua no Islã do que os apologistas muçulmanos podem fazer crer. Assim, também, é a definição de terrorismo.

Em primeiro lugar, todos aqueles que rejeitam Maomé não são considerados inocentes sob a lei islâmica. Os mais protegidos e respeitados de todos os não-muçulmanos são os dhimmi, o "povo do livro." Estes são especificamente judeus e cristãos , que de acordo com a lei islâmica, devem pagar a jizya (tributo aos muçulmanos). No entanto, a palavra "dhimmi" vem da raiz árabe que significa "culpado" ou "culpa". ["...as palavras dhimmi pai e irmã ambas significam "a culpa ", bem como garantias de que se pode ser estendidos para proteger o culpado", Amitav Ghosh, In an Antique Land]

Portanto, se até mesmo o dhimmi têm uma certa quantidade de culpa associada com o seu estado (em virtude de terem rejeitado toda a verdade plena de Alá), então como podem não-muçulmanos que se opõem a Lei Islâmica ou que se recusam a pagar o jizya serem considerados "inocentes"?

Dentro da própria comunidade islâmica em si há uma categoria de muçulmanos que  também  levam a culpa - mais ainda do que os não-crentes. Estes são os hipócritas, ou "Munafiqin", que se referem a Maomé nos termos mais depreciativos. Um hipócrita é considerado muçulmano apenas em nome. Eles são distinguidos de outros muçulmanos, quer por falta de vontade de ligação à guerra santa ou pela intenção de corromper a comunidade dos fiéis ao Islã.

Quando os muçulmanos matam muçulmanos em nome de Alá (o que ocorre com bastante frequência), geralmente eles acreditando que suas vítimas são Munafiqin ou kafir (infiel). Esta é na verdade uma parte da lei islâmica conhecida como takfir, em que declaram os muçulmanos apóstatas , em seguida, são executados.

Além da definição incerta de inocência, há também o problema de distinguir o terrorismo da guerra santa. Terroristas islâmicos nunca se referem a si mesmos como terroristas, mas sempre como guerreiros santos (Mujahideen, Shahid, ou Fedayeen).Eles vêem suas ações como uma forma de Jihad.

Guerra santa é algo que Maomé ordenou no Alcorão e no Hadith. Em Sura 9:29, estabelece o princípio de que os incrédulos devem ser combatidos até que se convertão ao Islã ou aceitem um estado de humilhação sob a subjugação islâmica. Isto é confirmado no Hadith Sahih Bukhari e, portanto, muçulmano.

Em muitos lugares, o profeta do Islã diz que Jihad é o caminho ideal para um muçulmano, e que os crentes devem "lutar no caminho de Alá." Existem dezenas de composições e passagens claras no Alcorão que legitimam matar e lutar contra os inimigos - muitos mais do que aqueles de paz e tolerância. É um pouco ingênuo pensar que a inclusão deles no "discurso eterno entre Deus e o homem" foi apenas de valor histórico e não se destina a ser de interesse para os crentes de hoje, especialmente quando há pouco ou nada no texto que os distingue de tal maneira.

Combine O Alcorão, com uma incitação à guerra santa, com uma ambiguidade de inocência, e um problema monumental é gerado  que não pode ser consertado por mera semântica. Não só existe uma profunda tolerância  para a violência no Islã, mas também um forte desacordo e falta de clareza sobre as condições que justificam essa violência ... Diferentemente são os objetivos.

Inclusive muitos muçulmanos que se dizem contra o terrorismo ainda defendem "insurreição" no Iraque, por exemplo, e muitas vezes apoiam a alegação de que há uma "guerra generalizada contra o Islã." Embora os americanos no Iraque estejam tratando de proteger vidas inocentes e ajudar a reconstruir o país, os muçulmanos ao redor do mundo e também no Ocidente, acreditam que é legítimo aos sunitas tentarem matá-los.

Contar com a sanção da guerra santa, é a razão pela qual é permitido atacar colegas iraquianos - aqueles que ajudam os americanos ... mesmo se eles são parte de um Governo iraquiano democraticamente eleito. Estes combatentes, e também os que não combatem, acreditam que os "Munafiqin" ajudam os inimigos "Cruzados".

Apesar de usarmos aqui o Iraque como um exemplo, esta é a mesma lógica que está, definitivamente, por trás de todo terror islâmico, desde as Filipinas até a Tailândia. Sempre que o Islã é a religião de uma minoria, existem sempre radicais que acreditam que a violência está justificada - tal como Maomé ensinou por exemplo, em lugares como Meca e a terra de al-Hirath.

E o que acontece com os chamados "inocentes" que sofrem explosões e tiroteios? Mesmo no tempo de Maomé essas mortes eram inevitáveis. O hadith muito lembrado em que Maomé proibiu a matança de mulheres também indicou que houveram essas casualidades nos conflitos de invasão à outras tribos.

Se alguém ainda acredita que Maomé proibiu causar vítimas inocentes, devem se desfazer dessa idéia completamente por um incidente em que os homens de Maomé  o advertiu que uma invasão de noite, planejado contra um acampamento inimigo, significaria que as mulheres e crianças seriam mortas. Ele simplesmente respondeu que "são deles", isto é, dos homens da tribo citada.

Esse é o terreno escorregadio que se abre com a sanção da guerra santa. O que começa como a percepção de uma causa nobre, de auto-defesa contra uma alegada ameaça, torna-se pouco a pouco em uma campanha do tipo "deixe que Alá depois decida" através de passos lógicos, que são, em última instância, justificadas pelos sublimes objetivos da Lei Islâmica.

O Islã não se destina a coexistir em pé de igualdade com as outras religiões. Tem como objetivo ser a religião dominante, com a Sharia como lei suprema.A lei islâmica vai se espalhar até os confins da terra, e qualquer resistência deve ser tratada com quaisquer meios necessários.

Apologistas do Ocidente muitas vezes ignoram os muitos versículos do Alcorão sobre a violência dizendo que eles só são relevantes em um "tempo de guerra".

Em relação a isso os terroristas concordam. Eles estão em guerra.


O Islã é democracia


O Mito:

O Islã é compatível com os valores democráticos. A religião em si é uma democracia.

A Verdade:

A democracia é um sistema em que todos os membros são julgados como iguais perante a lei, independentemente de raça, religião ou sexo do cidadão. A votação de um indivíduo conta tanto quanto o voto de outro. O desejo coletivo do povo, então, determina as regras da sociedade.

Sob a lei islâmica, apenas os homens gozam de plenos direitos. A votação, testemunho e o valor das mulheres é a metade em relação aos mesmos dos homens, por vezes, tem de menos do que isso. Os não-muçulmanos não têm direitos quando confrontados com os muçulmanos.

O califado islâmico é regido pela jurisprudência islâmica, que por sua vez é baseado no Alcorão e na Sunnah (tradições). Um grupo de clérigos interpretam a lei e as aplica a todas as circunstâncias sociais, políticas e culturais. Os direitos das pessoas nunca podem superar o Alcorão e a Sunnah, pois isso seria como colocar um homem acima de Alá.

É bastante discutível se podemos ou não classificar Estados  do mundo muçulmano como democracias. Não há como negar, no entanto, que o pequeno número de estados que poderiam ser descritos como democracias são os mesmos onde existe uma profunda tensão entre o governo e a liderança religiosa, queixando-se esta última de que a democracia é um sistema herege e idólatra que lhes é impostas. Assim, vemos que o Islã não é adequado para veicular a democracia.