sábado, 30 de novembro de 2013

Não, Angola não "proibiu o islão." Mas os muçulmanos se fazem de vítima assim mesmo.


Algumas pessoas têm elogiado Angola por ter banido o islão. Esta notícia não é verdadeira, tendo sido desmentida por diversas autoridades do governo de Angola  (Daily Maverick, International Business Times).

O que está acontecendo na prática é que existe uma lei em Angola segundo a qual o governo de Angola apenas reconhece uma organização religiosa que tenha mais do que 100 mil adeptos, ao passo que os angolanos muçulmanos são 90.000 (em um apopulação de 18 milhões). De acordo com um relatório, o Ministério da Justiça de Angola, no mês passado indeferiu os pedidos de 194 organizações, incluindo o pedido da comunidade islâmica (Times of Israel; Guardian)

Este fato está sendo usado pelo mundo islâmico para fazer o que eles mais gostam de fazer: SE FINGIREM DE VÍTIMA, independente se a notícia for verdadeira ou não (veja mais exemplos aqui).

Isso é takkyia em ação!

Angola não está banindo o islamismo, e isso é um fato. Outros fatos são:
  • a lei islâmica impõem condições draconianas para outras religiões, por exemplo, condições especiais de inferioridade para cristãos e judeus (e para as outras religiões é conversão ou morte). 
  • Não-muçulmanos (cristãos ou não) são perseguidos ferozmente no mundo islâmico e igrejas e templos são destruidos às dezenas todos os anos. 
  • Em vários países islâmicos é proibida qualquer expressão de religiosidade que não seja o islão (por exemplo, Arábia Saudita)
Quem é o perseguidor e quem é a vítima?

Hoje, de acordo com muitos, vive-se o período de maior perseguição aos cristãos na história. As estimativas variam, mas são todas muito altas: entre 100 a 200 milhões de cristãos enfrentam perseguição de alguma forma. A perseguição não é apenas nos bastidores de disputas étnicas locais, mas muitas vezes é a ação direta tomada contra as pessoas especificamente por causa de suas crenças religiosas (Defining Ideas).

Se fazer de vítima é muita hipocrisia, mas este é o comportamento dos muçulmanos porque foi isso o que Maomé fez para justificar a sua violência (e Maomé, lembrem-se, é o exemplo de conduta).

Nesta caso de Angola, é importante ficarmos atentos para não cairmos nesta tática dos islâmicos, propagada pela mídia internacional que gosta de mostrar os muçulmanos como vítimas. Os muçulmanos são mestres em reivindicar a condição de vítima sempre que for possível, pois eles acham que isso ajuda a propagação do islão (takkyia). 

Eu quero levar as pessoas a olharem para as evidências que foram "alimentadas" pela imprensa.  Se vocês fizerem uma pesquisa na internet com as imagens da “mesquita sendo destruída” pelos angolanos, uma imagem usada pela imprensa como prova do que esses “angolanos desagradáveis estão fazendo com os pobres muçulmanos”, vocês verão que a mesma imagem tem sido utilizada como "prova" de ataques falsos feitos sobre os muçulmanos ao redor do mundo. Por exemplo, vejam as duas imagens abaixo. Elas são as mesmas, para dois eventos que teriam acontecido em tempo e lugares diferentes. O primeiro, teria ocorrido em 2009, onde os judeus teriam destruído uma mesquita em Gaza (bcupalestinasociety). E o segundo seria a demolição de uma mesquita em Angola (Muslim Mirror). A mesma foto!  





Atualização: eu encontrei outras meções à mesma mesquita sendo destruída  em outras partes do mundo (neste caso, em Burma, e na Nigéria, ambos em 2012). Será uma franquia?




Para finalizar, algo interessante publicado na Al Jazeera (às vezes chamada de Al-Qaeda Network), que diz que existem centenas de milhares de muçulmanos vivendo em Angola (quando na verdade são 90 mil): inflar o número de muçulmanos é uma artimanha usada pelos muçulmanos para se fazerem mais importantes do que são - e também amedrontar os infiéis.

O que pode acontecer com Angola?

Bem, eu agora fico imaginando o que pode acontecer com Angola.

1. Angola pode ser condenada por organizações internacionais.

(a) a Organização da Conferência Islâmica (OIC) claro, vai condenar Angola.

(b) Além disso, a OIC deve levar o caso para a ONU. E como a OIC é hoje o maior bloco votanta na ONU, e tem a simpatia de diversos países "progressistas", tais como Cuba, Venezuela, Coréia do Norte, além de outros simpatizantes (como o Brasil, infelizmente) deve também passar uma resolução condenando Angola

(c) O Conselho de Direitos Humanos da ONU, também controlado pela OIC com apoio dos países "progressitas" irá também condenar Angola.

Observação: o mais triste nisso tudo é que os crimes que Angola vai ser acusada de praticar são os mesmos crimes que os países da OIC praticam ... sem nunca serem condenados.

2. Clérigos islâmicos vão chamar por uma Jihad contra Angola. E se isso acontecer,vai ser muito ruim.

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Na história da humanidade, nos últimos 1400 anos deste a fundação do islão, dois fatos muito importantes precisam ser mencionados:

  1. Todas as culturas nativas de locais conquistados por muçulmanos desapareceram. 
  2. Em apenas dois casos (a Reconquista da Península Ibérica e as guerras nos Balcâns) territórios conquistados em nome do islão foram recoperados. 
O ideal hoje seria vencer esta guerra com conhecimento. Mas, em uma época onde informação é disseminada com tanta rapidez, a manipulação parece ser mais poderosa do que o conhecimento.

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Atualização:

Vejam uma manifestação em Londres, mesmo sabendo-se que as notícias sobre a alegada proibição de Angola são falsas. Jihad da Vitimização. (fonte: Demotix)






terça-feira, 26 de novembro de 2013

Vamos levantar a Bandeira da verdade e da libertação



por Geert Wilders (original de Gates of Vienna)



Neste mês, há nove anos, em novembro de 2004, policiais vestindo coletes à prova de bala e carregando metralhadoras me pegaram em minha casa e me conduziram a um local seguro. Isso aconteceu dois dias após o cineasta e crítico do Islã Theo van Gogh ter sido assassinado por um assassino islâmico em plena luz do dia em uma rua de Amsterdan. A polícia me deu segurança porque os criminosos islâmicos também haviam ameaçado me matar. Porque eu, também, falei a verdade sobre o Islã, a maior de todas as ameaças à nossa liberdade e à nossa civilização.

Desde essa data sinistra, nove anos atrás, eu fui forçado a viver sob proteção policial constante. Vivi em quartéis, prisões e casas seguras. As ameaças continuam até hoje e acabaram com minha privacidade e minha liberdade.

Mas vou continuar a falar. A bandeira da Arábia Saudita orgulhosamente proclama a Shahada , ou a declaração de fé islâmica : “Não há deus senão Alá e Maomé é o mensageiro de Alá.”

Em memória dos últimos nove anos, em memória das milhares de vítimas que foram assassinadas nesse período por assassinos islâmicos, em Londres, em Moscou, em Mumbai, em Nairobi e em inúmeros outros lugares, e em memória dos milhões de pessoas – mulheres , apóstatas, não-muçulmanos – que diariamente sofrem discriminação e humilhação do Islã e sua ideologia do mal e da opressiva lei Sharia Islâmica, eu ofereço ao mundo islâmico uma nova bandeira – uma bandeira com uma declaração de verdade e libertação: “O Islã é uma mentira, Maomé é um criminoso, e o Alcorão é um veneno.”

Somente quando o mundo islâmico vier a perceber essa verdade, ele vai ser capaz de libertar-se do mal, tornando o mundo um lugar melhor e mais seguro para todos os seres humanos.

Somente quando o mundo livre vier a perceber que o Islã é predominantemente uma ideologia totalitária e não uma religião, ele vai ser capaz de defender suas liberdades e valores.





Acordo nuclear entre o Irã e as outras cinco "potências": mal negócio para a humanidade


Os EUA hoje assinaram um acordo com o Irã que na prática abre as portas para o Irã continuar a produção de sua bomba atômica. As consequências disto, além da rendição unilateral dos EUA como super-potência, é que a Arábia Saudita vai pegar armas nucleares, provavelmente do Paquistão, o que vai acelerar a corrida atômica na região.

Além disso, como tanto o Irã quanto a Arábia Saudita dão apoio a grupos terroristas, é bem possível que eles simplesmente passem armas nucleares para estes grupos fazerem o trabalho sujo, deste modo, sem serem incriminados pela morte de milhões de pessoas.

E também a segurança de Israel fica comprometida, e é de se esperar que os israelenses não fiquem parados esperando serem pulverizados.

E, quando alguma cidade nos EUA ou na Europa virar pó atômico, ou uma guerra nuclear ocorrer no Oriente Médio, as pessoas irão perguntar: como foi que deixaram isso acontecer?

John Kerry, o Secretário de Defesa dos EUA, retornando para casa celebrando o acordo, tem sido comparado com o chanceler inglês Chamberlain, que assinou um acordo com Hitler para ve-lo quebrado quase que imediatamente.

A "Paz no nosso tempo" de Chamberlain preconizou uma ordem mundial pós-britânica. O acordo entre Obama e o Irã reconhece uma ordem mundial pós-americana.


...

Existe um autor, Mark Stein, que escreveu em 2011 um livro chamado "depois dos Estados Unidos: Prepare-se para o Armagedon" ... o título já diz tudo. Teria sido premonição? 




terça-feira, 12 de novembro de 2013

Nigéria: onde Jihad e perseguição aos cristãos andam de mãos dadas, e desenfreadas



Outro artigo de Raymond Ibrahim, desta vez versando sobre o genocído dos cristãos na Nigéria.


Muitos ao redor do mundo puderam ter um pequeno vislumbre recentemente – da jihad islâmica que assola o norte da Nigéria, nas mãos do Boko Haram, uma organização dedicada a erradicar o cristianismo e fazer cumprir a totalidade da lei islâmica (Sharia).

Boko Haram líder Abubakr Shekau: " Deixe o mundo saber que temos sido ordenados por Alá para matar os infiéis."

No último domingo, 29 de setembro (de 2013), por volta de 1 hora da madrugada, terroristas islâmicos, vestidos com uniformes militares nigerianos, invadiram uma escola agrícola, atirando nos alunos enquanto eles dormiam em seus dormitórios, matando um total aproximado de 50 alunos.

Tal como aconteceu com os ataques islâmicos no Quênia e Paquistão, na semana anterior (no Quênia, o ataque em um shopping; no Paquistão, ataque em uma igreja cristã, deixando um total de cerca de 200 pessoas mortas e centenas de feridos), este ataque jihadista na Nigéria é, longe de uma aberração, simplesmente, o mais recente de uma tremendamente longa lista de atrocidades jihadistas, sendo que na maioria das vezes o alvo são os cristãos .

Na verdade, quando se trata da Nigéria, é difícil manter-se à par com as atrocidades, que acontecem tão frequentemente, às vezes, diariamente.

Assim, no dia antes do ataque à escola agrícola, no estado de Kaduna, Nigéria, pastores muçulmanos mataram 15 cristãos. E no dia anterior, militantes islâmicos mataram um pastor cristão e seu filho, incendiaram a sua igreja em Dorawa, e mataram outras 28 pessoas .

Ataques jihadistas em escolas e faculdades são comuns. Em julho, 40 cristãos foram mortos em um ataque a uma escola no estado de Yobe, Nigéria . O dormitório foi incendiado no ataque e aqueles que fugiam foram baleados. Um mês antes, outros 16 estudantes foram mortos em ataques contra uma escola secundária em Yobe, e em uma outra escola em Borno.

Um ano atrás, em outubro de 2012, jihadistas do Boko Haram invadiram a Faculdade Politécnica Federal, "separando os estudantes cristãos dos estudantes muçulmanos, dirigindo a cada vítima pelo seu nome, interrogando-os, e, em seguida, começaram a atirar neles ou cortaram as suas gargantas", matando 30 cristãos.

Esse negócio de separar os muçulmanos dos “infiéis”, libertando os muçulmanos, é algo que ocorre regularmente durante os ataques jihadistas (na medida em que é bom matar um infiel, mas é ruim matar um colega muçulmano, de acordo com a lei islâmica) . Assim, no fim de semana antes deste mais recente ataque terrorista na Nigéria, quando os jihadistas no Quênia invadiram um shopping lotado, eles também fizeram questão de diferenciar entre muçulmanos e não-muçulmanos, antes de iniciarem o massacre dos não-muçulmanos.

Em que pese que a identidade religiosa dos mortos no ataque recente à escola agrícola ainda não esteja clara, na maioria das vezes, o Boko Haram tem como alvo os cristãos e elementos do governo nigeriano. Mas muçulmanos também são, por vezes, mortos como efeito co-lateral. É interessante notar que um aluno sobrevivente disse à Reuters : “Eles começaram a reunir os alunos em grupos, em seguida, eles abriram fogo e mataram um grupo e, em seguida, mudaram-se para o próximo grupo e os mataram. Era tão terrível .”

Além disso, a Associated Press relatou que alguns dos mortos foram encontrados com suas “mãos entrelaçadas sob o queixo, como se estivessem em oração” – oração cristã, já que os muçulmanos não oram com as mãos postas sob seus queixos.

Dito isto, para um grupo purista como Boko Haram, os muçulmanos que se misturam com os cristãos, ou que aceitam a educação ocidental, são apóstatas infiéis, também dignos de morte. Na verdade, bastante fiel ao seu nome, “Boko Haram”  significa “A educação ocidental é um pecado”, o grupo declarou recentemente: “Professores que ensinam educação ocidental? Vamos matá-los! Vamos matá-los na frente de seus alunos, e dizer aos alunos para, a partir de agora, estudarem o Alcorão .”

Mais recentemente, um novo relatório confirmou que o Boko Haram “bombardeou, queimou ou atacou” 50 igrejas na Nigéria desde janeiro de 2012; 366 pessoas – cuja esmagadora maioria eram cristãos – foram mortos apenas nestes ataques. O Boko Haram também se envolveu em “31 ataques individuais contra cristãos ou contra nigerianos do sul da Nigéria, considerados como cristãos, matando pelo menos 166 pessoas; 23 ataques direcionados a clérigos ou altas figuras islâmicas críticos do Boko Haram, matando pelo menos 60 pessoas; e, 21 ataques a instituições “não- islâmicas” ou a pessoas envolvidas em comportamento “não islâmico”, matando pelo menos 74”.

Os ataques do Boko Haram sobre a metade da população da Nigéria, os cristãos, é tão difundido e frequente que nem um mês se passa sem que várias que atrocidades apareçam na minha coluna mensal Perseguição Muçulmana dos Cristãos. Aqui, por exemplo, são listados alguns dos ataques do Boko Haram lançados sobre os cristãos no último relatório, compilado para o mês de julho de 2013:
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  • Terroristas islâmicos detonaram quatro bombas plantadas perto de três igrejas protestantes na cidade de Kano, matando pelo menos 45 pessoas (Morning Star News).
  • Um número crescente de meninas cristãs em áreas de maioria muçulmana, onde o grupo islâmico Boko Haram domina, estão sendo sequestradas, mantidas em casas de líderes muçulmanos e forçadas a renunciar à sua fé. No ano passado, o Boko Haram havia declarado que iria começar a fazer precisamente isso, seqüestrar mulheres, como um meio “para incutir, nos cristãos, o medo do poder do islão”. (Gatestone)
  • Pelo menos 28 foram mortos em uma série de explosões em um bairro cristão no norte da cidade de Kano, de maioria muçulmana. Os ataques aconteceram durante a noite, enquanto as pessoas estavam fora de casa “para desfrutar da vida noturna do bairro.” (BBC)
  • Pelo menos 30 cristãos, homens, mulheres e crianças, foram mortos em três aldeias no sul do estado de Plateau, por extremistas islâmicos, alguns dos quais são suspeitos de serem de fora da Nigéria. Eles invadiram as aldeias massacrando todos à vista e queimando cerca de 100 casas de cristãos. (Morning Star News)
  • Militantes islâmicos invadiram Dinu, uma aldeia cristã, em um domingo de manhã cedo, antes que os serviços da igreja começassem, e abateram com tiros seis cristãos. Isto aconteceu um mês depois que pastores muçulmanos Fulani mataram à balas outro cristão em um vilarejo próximo, e destruiram as igrejas de quatro aldeias. (Morning Star News)


Novamente, as histórias acima são apenas do mês de julho (para mais informações, consulte as seções sobre a Nigéria, no livro Crucificados Novamente: Expondo a Nova Guerra do Islão sobre os Cristãos, especialmente as páginas 70-75 ) .

A lição de ataque jihadista do último domingo na escola agrícola na Nigéria é a mesma lição dos ataques jihadistas do fim de semana anterior na igreja paquistanesa e no shopping queniano: todos esses ataques são apenas a ponta do iceberg da generalizada hostilidade islâmica, e para a violência contra não-muçulmanos “infiéis”, principalmente contra cristãos.

A administração Obama ainda se recusa a listar o Boko Haram como uma organização terrorista estrangeira (mesmo que o Boko Haram esteja agora direcionando as ameaças aos Estados Unidos). Ao mesmo tempo, a administração Obama ameaça o governo nigeriano quando ele responde aos jihadistas com força (advertindo para não violar os “direitos humanos” dos Boko Haram). Estas duas atitudes são um lembrete do porque a virulenta jihad internacional, na Nigéria, no Quênia, no Paquistão, e em qualqer lugar, é tão pouco conhecida nos Estados Unidos, e provavelmente, continuará desconhecida até que as fronteiras dos EUA sejam atinjidas novamente.

O artigo Nigeria: Where Jihad and Christian Persecution Run Rampant foi publicado em 1 de outubro de 2013.



sábado, 9 de novembro de 2013

O rapto e a pilhagem dos cristãos coptas do Egito continua


... consistente com a lei islâmica ...

Raymond Ibrahim relata ...

O seqüestro e o roubo dos cristãos coptas do Egito continua inabalável .

Como revelado recentemente pela CTV, em uma vila chamada Maghlaga, no distrito de Malawi, onde partidários da Irmandade Muçulmana anteriormente saquearam e pilharam um museu de antiguidades egípcias, o líder de uma gangue muçulmana conhecida como "Saddam " tem ido a cada uma das cerca de 80 famílias coptas da aldeia exigindo o pagamento da jizya (a taxa da extorsão comandada pelo Alcorão – pague a jizya ou sofra as consequências).
Um habitante da vila confirmou que os membros da Irmandade Muçulmana estão por trás de Saddam, especificamente, informando-lhe quanto dinheiro cada família pode pagar, de modo que a maioria das famílias estão a pagar em quantias que variam entre 20,000-100,000 libras egípcias (entre 3 a 15 mil dólares americanos) .

Yasser, um  residente da vila, relatou que Saddam disse para os coptas  que "Todo mundo vai pagar e nós iremos levar o filho, a esposa quem não pagar – nós vamos violar as pessoas o máximo possível. "

Durante o noticiário da TV, ao vivo, foi ainda revelado que na região de Shubrat al-Khaima, outra criança copta jovem foi sequestrada, com as demandas que seus pais pagam 250.000 libras egípcias (cerca de 40.000 dólares). Depois que o pai obedeceu e encontrou os sequestradores a sós com o dinheiro em um lugar secreto, os seqüestradores pegaram o dinheiro, bateram no pai severamente, e ainda mantêm a criança em cativeiro.

Tal ódio para os cristãos do Egito é praticamente inédito. Anteriormente, outro homem muçulmano sequestrou um menino cristão de 6 anos de idade e, depois que a família pagou o resgate, matou a criança e jogou o seu corpo em seu esgoto.

Data do artigo original "The Kidnapping and Plundering of Christian Copts"... 2 de novembro de 2013


Observação … de onde vem a jizya?

Do Alcorão
9:29 "Lute contra aqueles que não acreditam em Alá ou no último dia, que não proíbem o que foi proibido por Alá e Seu Mensageiro, ou que não reconhecem a Religião da Verdade (islão), mesmo que sejam o Povo do Livro (cristãos e judeus), até que paguem o imposto tributo jizyah em submissão, sentindo-se subjugados e humilhados. "[Outra tradução diz:] "paguem o imposto em reconhecimento da nossa superioridade e do seu estado de sujeição".
 Da Sunna (tradição de Maomé)
Bukhari  V4B53N386  "Nosso Profeta, o Mensageiro de Alá, ordenou-nos a lutar contra você até que você adore apenas Alá ou nos pague o imposto de tributo jizyah, em submissão. O  nosso profeta nos informou que nosso Senhor diz:" Quem entre nós for morto como um mártir irá para o Paraíso para levar uma vida tão luxuosa como ele nunca viu, e quem sobreviver deve se tornar o seu mestre."

A jizya é como a taxa cobrada pelos mafiosos, se você não pagar com dinheiro, voce paga com a sua vida.


sábado, 2 de novembro de 2013

O significado de "Jihad" explicado por autoridades islâmicas


Leia abaixo um texto muito bom que precisa ser lido todo. É um artigo escrito por Raymond Ibrahim, um cristão copta egípcio, que, por falar árabe fluentemente, tem a vantagem de mostrar o que é dito, em árabe, pelos muçulmanos ortodoxos. 

O artigo trata do significado da palavra "Jihad." Este assunto já foi tratado anteriormente em Jihad: como definida pela lei islâmica


O artigo foi traduzido por Perigo Islâmico

O significado de "Jihad" explicado por autoridades islâmicas

Jihad or Terrorism? The Semantic Arguments of Islam’s Authorities

Raymond Ibrahim 


Um artigo recentemente publicado no jornal Egípcio Al Ahram intitulado “O Terrorismo é Jihad?", e escrito por Dr. Abdul Fatah Idris (perito na lei islâmica), fornece-nos lições importantes - desde o facto da jihad realmente se centrar na subjugação dos não-maometanos, até ao porquê da mentalidade Ocidental ainda ser incapaz de o aceitar.

Idris, professor e presidente do Departamento de Jurisprudência Comparativa na Faculdade da Lei Sharia (Universidade de Al Azhar) é um jurista bem reputado. O seu artigo começa com ele citando varias instituições internacionais que correctamente definem o terrorismo como violência ou ameaças levadas a cabo como meio de coerção.

Idris menciona também a forma como "a Academia de Pesquisas Islâmicas, no seu relatório emitido no dia 4 de Novembro de 2001, define o terrorismo como o acto de aterrorizar pessoas inocentes e a destruição das suas propriedades, dos seus elementos essenciais de subsistência, das suas finanças, das suas pessoas, das suas liberdades e da sua dignidade humana sem justificação, e a propagação de corrupção por toda o território."

Apesar de Idris citar várias instituições internacionais, é interessante notar a forma como  a "Academia de Pesquisas Islâmicas" é que inclui as palavras "inocentes" e "sem justificação" na sua definição, ambas palavras que deixam margem de manobra para exonerar actos de terrorismo contra aqueles que são qualificados como "culpados" ou  aqueles contra quem é "justificável" dar início a ataques. Para muitos maometanos, o Ocidente está incluído neste último grupo.

De qualquer das formas, no contexto dos recentes ataques terroristas levados a cabo pela Irmandade Muçulmana por todo o Egipto - incluindo a destruição de mais de 80 igrejas Cristãs - Idris diz o seguinte:
Está, portanto, certo definir o que aconteceu [no Egipto] de terrorismo, e, tal como foi feito por alguns, não pode ser qualificado de jihad ou ribat nos caminhos de Alá uma vez que a diferença é enorme. O terrorismo é um crime - tanto segundo a Sharia tal como segundo a lei; e todas as convenções internacionais qualificam isso de crime e apelam as pessoas para lutar contra ele de todas as formas.
Até a este ponto, Idris qualifica e concorda com a definição internacional de terrorismo, e caracteriza as acções da Irmandade Muçulmana (que ele nunca identifica por nome) como actos de terrorismo.

Até aqui tudo bem.

No entanto, logo a seguir a Idris faz uma reversão completa em relação ao que ele tinha acabado de dizer:
Mas a jihad nos caminhos de Alá, para fazer a sua palavra suprema, propagar a sua religião, defender a honra da nação islâmica [umma], e responder à agressão contra os muçulmanos por toda a Terra - isto é a jihad: quando um muçulmano luta contra um infiél - sem qualquer tratado - para fazer da palavra de Alá, o Exaltado, suprema, forcando-o a combater ou a invadir as suas terras, isto é permitido segundo o consenso dos juristas [islâmicos]. De facto, isto é uma obrigação para todos os muçulmanos
Se os actos da jihad - o que inclui lutar contra os infiéis e partir-lhes a espinha de qualquer modo possível - são permissíveis segundo a Sharia, então é impossível defini-los como actos de terrorismo uma vez que as evidências fundamentadas na Sharia as tornaram legítimas. 
Existe uma diferença enorme entre ambas [jihad e terrorismo], e não há qualquer ligação entre o que é obrigatório [jihad] e o que é proibido [terrorismo].
Por esta altura, o confuso leitor ocidental pode-se questionar do como, exactamente, é que a jihad - "segundo o consenso dos juristas" - é diferente das definições de terrorismo mencionadas em cima. Em situações como esta, o não-maometano tem que transcender a sua epistemologia e, por alguns momentos, começar a pensar como um maometano devoto - especialmente no contexto dos pontos que se seguem: 
  1. Segundo a doutrina islâmica, tal como assegura o Dr. Idris, a jihad é uma obrigação para os muçulmanos (jihad ofensiva sendo um esforço comunal enquanto que a jihad defensiva é individual). É exactamente como este perito na jurisprudência islâmica declara: "Mas a jihad nos caminhos de Alá, para fazer a sua palavra suprema, propagar a sua religião, defender a honra da nação islâmica [umma], e responder à agressão contra os muçulmanos por toda a Terra - isto é a jihad: quando um muçulmano luta contra um infiel - sem qualquer tratado - para fazer da palavra de Alá, o Exaltado, suprema, forcando-o a combater ou a invadir as suas terras..."

  2. Segundo o pensamento islâmico, a jihad ofensiva - "que inclui lutar contra os infiéis e partir-lhes a espinha de qualquer modo possível" - é vista como uma actividade altruísta para o bem do mundo. Dito de outra forma, o fim justifica os meios.
Levando em conta estes dois pontos - (1) Alá ordena os maometanos a levar a cabo a jihad e (2) essa jihad é benéfica para todos os envolvidos, um meio de levar a cabo algo glorioso, isto é, "tornar a palavra de Alá suprema" - como é que os muçulmanos podem classificar a jihad de "terrorismo" mesmo quando, do ponto de vista dum não-maometano, ela parece ser idêntica à definição internacional de terrorismo que o próprio Idris ressalvou e com a qual ele concordou?

A resposta mais directa é, a jihad não é terrorismo apenas e só porque Alá assim o diz - mesmo que no mundo real e em termos prácticos, a jihad e o terrorismo sejam idênticos. Nas palavras de Idris: "Se os actos da jihad - o que inclui lutar contra os infiéis e partir-lhes a espinha de qualquer modo possível - são permissíveis segundo a Sharia,então é impossível defini-los como actos de terrorismo."

Três pensamentos finais:
  1. Da próxima vez que vocês acharem estranho o porquê dos muçulmanos "moderados" raramente (se alguma vez) condenarem o terrorismo habitualmente cometido no nome da sua religião, tente-se lembrar do artigo escrito pelo Dr. Idris e pela sua forma de pensar.

  2. Em relação à supostamente "controversa" questão do que a jihad realmente é, qual é a voz mais autoritária: 1) Um instrutor da lei Sharia que trabalha para a universidade islâmica mais prestigiada do mundo, escrevendo em árabe para outros maometanos, 2) ou a Karen Armstrong, que escreve artigos (falando do benigno e "mal-entendido" islão) dirigidos ao público Ocidental?

  3. Porque é que o artigo de Idris não foi denunciado? Imaginem a raiva internacional que seria gerada se um teólogo Cristão escreve-se para o New York Times - que é o equivalente do Al Ahram para o Egipto - afirmando que "é uma obrigação" para os Cristãos levar a cabo uma "guerra santa" contra os infiéis não-Cristãos e "lutar ou invadir as suas terras [não-Cristãs] de modo a tornar a Palavra do Senhor Jesus suprema".
E voltamos assim para o mesmo facto lamentável: embora os mandamentos islâmicos sejam claros como a água - claramente visíveis para quem quer ver - o Ocidente não consegue aceitar a realidade, largamente graças a uma quantidade sem fim de mentirosos, ignorantes e traidores.

Atualização em junho de 2016 - Clérigo saudita defende a Jihad Ofensiva

https://youtu.be/BSbD_bEDHto OK
Xeique Ayman Al-Anqari, canal de TV Al-Ahwaz, 16/2/2017

Atualização em junho de 2016 - veja o que diz o Imã Abu Ishaq Al Hewey 

https://youtu.be/8EOSX6gy7Lo OK



Atualização em junho de 2016 - veja o que diz o Xeique Mamdouh al-Harbi 

https://youtu.be/79o3MsrGRFE ou https://vid.me/Kweoq
Xeique Mamdouh al-Harbi, YouTube, 22/5/2015

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Atualizações do mês de outubro de 2013


Abaixo encontram-se as atualizações do mês de outubro de 2013, inseridas nos artigos abaixo.

Perseguição aos cristãos (Intolerância religiosa) - Exemplos

 

Cristãos no Irã condenados a 80 chicotadas por beberem vinho da comunhão

Dois dos quatro condenados foram apreendidos pelo governo iraniano em 31 de dezembro de 2012, em uma repressão à igrejas domésticas. Em um comunicado, Mervyn Thomas, diretor executivo da Christian Solidarity Worldwide (CSW), disse: "As sentenças proferidas a esses membros da Igreja do Irã efetivamente criminalizam o sacramento cristão ... e constituem uma violação inaceitável no direito de praticar livremente e pacificamente a fé. Um relatório da ONU divulgado recentemente sobre a perseguição religiosa no Irã, disse: "Mais de 300 cristãos foram presos desde 2010, e dezenas de líderes religiosos e membros da comunidade ativos foram supostamente condenado por crimes contra a segurança nacional em conexão com as atividades da igreja, como a organização de oração grupos, proselitismo e participando de seminários cristãos no exterior". (Clarion)

 

Síriarebeldes islâmicos colocam on line os nomes de todos os cristãos que serão mortos

Os nazistas, que vieram antes deles, também gostavam de fazer listas com o nome daqueles a serem mortos de modo a facilitar o seu trabalho de limpeza étnica (link).

 

A pergunta que não se cala: onde está a condenação e o ultraje dos governos ocidentais e das igrejas cristãs com respeito ao genocídio dos cristãos em terras muçulmanas?

Paquistão: Após as bombas, novas atrocidades contra os cristãos: o tráfico de órgãos das vítimas de Peshawar
Após as bombas na igreja de Todos os Santos em Peshawar, a situação permanece tensa na sociedade paquistanesanão só a tragédia, mas também o horrorOs cristãos disseram que estavam horrorizados com os rumores que ligam as bombas em Peshawar ao problema do tráfico de órgãos: é o que alguns paramédicos presumivelmente locais, parecem ter aproveitado o alto número de mortos e feridos, a fim de roubar os corpos das vítimas e explorá-los para o comércio ilegal de órgãos (Agencia Fidez). 

 

Quênia: Pastor assassinado por expor cristianismo a muçulmanosUm pastor em Mombasa, no Quênia, foi morto a tiros enquanto rezava em sua igreja neste fim de semanade acordo com a Morning Star News. Charles Matole havia recebido ameaças depois de muitos (muçulmanos) terem se convertido ao cristianismo durante os cultos de avivamento em uma área costeira do país. No domingo, um outro pastor, Ebrahim Kidata, da Igreja Pentecostal do Leste Africanofoi estrangulado e deixado sob alguns arbustos, 30 quilômetros ao norte de Mombasa (CBN News). Esses assassinatos são consistentes com a lei islâmica.

Mais duas crianças mortas por serem cristãs, no Egito
No domingo passado, a Igreja da Virgem Maria em Waraq perto do Cairo foi atacada durante uma cerimônia de casamento, deixando quatro mortos e muitos feridos. De acordo com Dr. Hisham Abdul Hamid, médico forense, dois daqueles que foram assassinados eram crianças, duas meninas cristã, ambas Marias: Mary Nabil Fahmy, 12 anos, levou cinco tiros no peito, e Mary Ashraf Masih (que significa "Cristo"), de 8 anos de idade, levou um tiro nas costas, que explodiu ao sair pela frente. (Raymond Ibrahim)

A situação dos cristãos coptas do Egito, especialmente no Alto Egitocontinua crítica.De acordo com um novo relatório árabe, durante os últimos dias em Assiut"grupos criminosos e gangues conseguiram adquirir armas de fogo ecomo de costume, atacaram e abusaram dos cristãos para controlar suas fontes de renda, inclusive para financiar as atividades dos "gangsters". Eles forçaram os coptas a pagarem grandes quantias de dinheiro como imposto [jizya], a fim de não roubarem e / ou pilharem de suas terras.

Ninguém faz nada para se opor a essas gangues"eles simplesmente matam os cristãos e suas famílias, como aconteceu na aldeia de Shameiya quando dois coptas se recusaram a pagar o impostoa quadrilha matou-os, e fatos semelhantes se repetiram em muitas outras aldeias pertencentes à governadoria de AssiutIsto está se tornando tão normal agora, para ver como estes crimes contra os cristãos ocorrem no dia a dia e nada é feito." (Raymond Ibrahim)

Cristãos da Síria se voltando para a Rússia para proteçãoCerca de 50 mil cristãos sírios querem pedir a cidadania russa. Em uma carta ao Ministério das Relações Exteriores da Rússia, eles disseram que não estavam planejando fugir na Síria, mas, se ameaçados de eliminação física, eles depositam suas esperanças na Rússia como garantia da sua sobrevivência. Analistas acham que, apesar das dificuldades que o pedido pode envolver, não vai passar despercebido. (Voice of Russia)
Considerando-se que os EUA estão apoiando os jihadistas, é o "sangue dos santos" nas mãos dos Estados UnidosRev. 17:06

Conflito na Síria: 450.000 cristãos estão fugindo da agressão muçulmana
Um dos maiores exemplos de limpeza étnica contra minorias causado por muçulmanos. Os islâmicos que lutam contra o Assad têm um manifesto inspirador muito claro (um livro chamado de Corão), que os ordena a destruir todos os infiéis (BBC). Hoje é domingo. Se você for uma pessoa de fé, reze por eles. Se você não for, faça um minuto de silencio em solidariedade. A coisa é séria e triste.

Canadá: A diferença entre a oração islâmica na hora do almoço e uma camiseta estampada com Jesus"escola pública em Toronto acha que um clérigo pode ser convidado para dirigir orações islâmicas na hora do almoço na escola. Como um administrador de escola explica," O que estamos fazendo é o que devemos fazer como uma diretoria da escola e que está acomodando as necessidades dos alunos, não importa qual a sua religião." Enquanto isso, a escola pública na localidade de Bacia Chester, na província da Nova Escócia, acha que um estudante pode ser proibido de usar na escola uma camisa com uma mensagem cristã estampada nela. Como administradores escolares explicaram, "Espera-se que os alunos não usem roupas com mensagens que possam ofender as crenças, raça, religião, cultura ou estilo de vida dos outros" (maio/2013, The Globe and Mail). Este é um padrão-duplo extremamente perigoso! 

Síria: Jihadistas atacam a antiga cidade cristã de Saidnaya

Outra antiga comunidade cristã indígena sob ataque armado por Jihadis, e a única estratégia de defesa deles é  "dar a outra face" e "colocar a sua fé em Deus". Além de rezar, não podemos fazer nada por eles, a não ser denunciar a sua limpeza étnica como um aviso para os outros (Pravoslavie.Ru)  

 

Canada: Xeique canadense dá recado para os cristãos egípcios: Se vocês não darem a outra face, o fogo vai queimar vocês.
Bem amoroso ... E o mais interessante no "sermão" deste xeique é que ele acusa todos aqueles que ele não gosta (o general al-Sisi do Egito e a família real da Arábia Saudita) de Judeus. Isso é algo comum no islamismo: a pior ofensa que pode ser feita para alguém é chama-lo de judeu. http://www.youtube.com/watch?v=a9HU0ZJTeVw                                                                   

Armênia – Vítimas do genocídio armênio podem ser canonizadas


O Sínodo dos Bispos da Igreja armênia apostólica colocou no centro da reflexão comum a proposta de canonização por martírio de todas as vítimas do “Grande Mal” perpetrado nos territórios da atual Turquia em 1915. “Na Igreja armênia apostólica, os últimos santos foram proclamados no século VI.” (Agencia Fidez). Isso é mais um tapa na cara da Turquia, que até hoje nega a simples existência do genocidio armeno, quanto mais assume a culpa.


Centro Islâmico em Edmonton, Canadá, promove imans anti-gays 
Abu Usamah At-Thahabi disse, dentre outras coisas, que os gays deveriam ser jogados em um precipício ou esfaqueados nas gengivas por dentistas muçulmanos. Abdul Hakeem Quick, que também apoa a pena de morte para os homossexuais. Ele diz que a posição islâmica sobre a homossexualidade é "morte". Ustadh Murtazah Khan é um outro pregador que defende a violência contra gays e listado como um paletrante. Ele foi filmado atacando mulheres por usar perfume, em apoio dos valores da sharia, e falando sobre as práticas agressivas da Sharia, como açoitamento (GayStarNews). Eu posso até entender aqueles que discutem “estilo-de-vida.” Mas eu não aceito essa história de punir pessoas por causa disso. Mas é isso o que a Sharia defende.

Clérigo islâmico no Canadá diz que gays devem ser apedrejados, e que isso seria algo bom para eles.
O clérigo explicou que um muçulmano que é sentenciado à morte por apedrejamento sob a lei islâmica, na verdade, se beneficia com essa terrível punição pois a sua alma está sendo purificada com as pedras que caem sobre sua cabeça pecaminosa (Sun News Network).




Um alemão corajoso faz a comparação correta entre os nazistas dos anos 30 e os nazistas de hoje

Um alemão corajoso faz a comparação correta entre os nazistas dos anos 30 e os islamo-nazistas de hoje. Ele diz o óbvio, que sem ação agora, o pior irá acontecer, e ele chama a atenção para as duas atitudes diferentes frente à ameaça nazista nos anos 30: por um lado, o alerta de Winston Churchill; por outro lado, a tentativa de apaziguar os alemães com concessões feita por Chambelain. Hoje está acontecendo o mesmo. Tentar apaziguar o islão com concessões é uma ilusão. 



Conversão forçada ao islamismo em prisões do Reino Unido
As autoridades admitem que isso é um problema. As prisões se tornam em fonte de jihadistas.
PS. Isso segue o exemplo de Maomé, que arregimentou os criminosos em Medina para montar a sua quadrilha ... (SkyNews)

Canadá: escolas alteram a festa de Natal e Halloween para não ofender as sensibilidades dos imigrantes muçulmanos e para fazer uma festa “inclusiva”
Isso acontece em Winnipeg, na província de Manitoba, e em Port Colborne, na província de Ontário. No primeiro caso, a escola vai trocar o concerto de Natal por tambores africanos e vai cancelar festa de Halloween (essa é a mesma escola que permitiu que crianças muçulmanas deixassem de ter aula de música e educação física mista, aulas estas partes do currículo) (National PostHoly Post). No segundo caso, director da escola está cancelando a festa de Halloween, para fazer uma festa “inclusiva” (um jargão “progressita”). O único grupo que é contra o Halloween é (o contingente ortodoxo) muçulmano. Os Evangélicos, que são contra Halloween, simplesmente não participam. Mas os muçulmanos desejam e exigem que o seu ponto-de-vista seja satisfeito. A decisão do diretor é ideológica. Os pais estão reclamando, é claro, e dizendo que os seus filhos estão sendo negados uma tradição. Eles não vão à festa na escola. Então, o director, unilateralmente, decidiu que o significado de “inclusão” é fazer o que os muçumanos querem (Yahoo).

Os que compartilham da ideologia do director dizem que os pais que reclaman são racistas, intolerantes e …. tchan tchan tchan … islamófobos …  


70% do crescimento da população mundial nos próximos 30 anos acontecerá nos países muçulmanosCerca de 70 por cento do crescimento da população mundial nos próximos 30 anos será em países muçulmanos. como a população muçulmana de 1,6 bilhões está crescendo o dobro da taxa da população global, o que representa, portanto, o segmento de consumidores que mais cresce no mundo, disse Russell Haworth, Managing Director, Oriente Médio e Norte da África, da Thomson Reuters. Ele disse que os ativos bancários islâmicos globais, que se situaram em US $ 1,3 trilhões em 2011, deverão chegar a US $ 2 trilhões em 2014 e registraram um crescimento médio anual de 19 por cento nos últimos quatro anos. Ele acrescentou que o mercado global de alimentos halal é estimado em 685 bilhões dólares por ano, com as importações da indústria de alimentos dos países muçulmanos sendo avaliadas em US $ 126 bilhões, 12 por cento das importações globais de alimentos, enquanto o mercado de alimentos GCC valia 83 bilhões dólares em 2012, e deverá subir para $ 106 bilhões em 2017 (Emirates).

O artigo não menciona, mas existe também o crescimento demográfico mais acelerado dos muçulmanos na Europa do que os nativos europeus.

Você acha que os capitalistas não vão fazer de tudo para satisfazer as demandas deste mercado, incluindo aí reclames, como por exemplo, proibir críticas ao islão e ao seu profeta?

Membro do partido político sueco, atacado por um muçulmano, morre.

Os muçulmanos são 5% da população, mas 13% a 21% da população carceráriaA maioria dos muçulmanos estão desempregados. E 20 organizações muçulmanas na Grã-Bretanha defendem a destruição da democracia ea imposição da lei sharia, mesmo sobre os não-muçulmanos. Não admira que 40% do público britânico dize que uma guerra civil é inevitável (Exponerat). 



Muçulmano taxista se recusou a dirigir mulher deficiente durante o Ramadã por causa do seu cão
Mais tarde, após o incidente, ele foi punido com 12 pontos de penalidade, que aconteceu em agosto de 2013 (Sussex). Existe um padrão-duplo. Em situação semelhante, os infiéis sempre perdem seus empregos ... os muçulmanos sempre mantêm seus empregos

Volvogrado, Rússia: Mulher-bomba muçulmana explode ônibus público, cinco mortos e 32 feridos.
A explosão foi capturada em vídeo (CBC). A mulher-bomba foi identificada como sendo do Dagestão, uma república (estado) da Rússia, que ficou famosa pela insurgência dos salafistas da Chechênia, que exigem a criação de um estado islâmico governado pela lei islâmica. Isto é o que acontece quando os infiéis não cedem às demandas dos muçulmanos: eles ficam ultrajados e saem matando ou mutilando, a sí e aos outros. Não foi à toa que Israel construiu seu muro de segurança. Volvogrado é a antiga Stalingrado, local da famosa Batalha de Stalingrado. Alá deve estar muito contente (sarcasmo). A propósito, a mulher é uma convertida ao islão, ou seja, mais uma pessoa boa que se transforma em assassina sob a influência do islão. 

Arruaçeiros muçulmanos no Quênia tacam fogo em igreja como represália a morte de um clérigo islâmico
Ninguém sabe quem matou o clérigo, mas isso não faz diferença, pois qualquer motivo serve para atacar os “adoradores da cruz.” O interessnate é que apenas uma semana atrás terroristas islâmicos mataram mais de 60 e não houve qualquer represália contra os muçulmanos ou os seus templos (The Times of India).  

Americanos muçulmanos atacados durante a hajj, e esposas ameaçada de estupro
(jewishpress) Sunitas e xiítas, um ofende o outro. A desconfiança e a condenação vocal do Islã não é realmente racismo, porque o próprio Islã não é uma raça. Mas, dentro do Islã há dois sub-cultos principais, sunitas e xiitas, que são definidos principalmente pela raça. Cada sub-seita têm um comportamento de supremacia sobre a outra, a sua reação às diferenças de opinião entre muçulmanos sunitas e xiitas é geralmente recorrer à violência, normalmente extrema, e o estupro desempenha um grande papel nisso. Eu não acho que ninguém deve se sentir mal por achar engraçado este caso particular. Os muçulmanos batem uns nos outros, por causa desta velha briga, a 1.400 anos, no lugar que eles afirmam ser o mais sagrado. É também curioso como os xiitas visitam um país onde eles são abertamente tratados como sub-humanos. 


 

Escravo Hindu sendo disciplinado por seu mestre muçulmano

Escravidão é parte intrínsica do islão (Maomé foi mercador de escravos) e ainda domina o país das Duas Mesquitas Sagradas (Arábia Saudita).



Exemplos de "Direitos" das Mulheres sob o Islã - Parte 2


Inglaterra: Mutilação da genitália feminina (FMG)
Ativista anti-FGM pediu a pessoas na rua para assinarem uma petição contra a FGM. Ela teve poucas assinaturas. Ela então passou a pedir para as pessoas assinarem uma petição a favor da FGM, alegando que isso era para proteger a cultura, tradição e diretos dela.  Todas as pessoas, menos uma, assinaram a petição. Mesmo algumas dizendo que eram contra a FGM, elas assinaram a petição porque era parte da “cultura.” Isso mostra o quão  impregnados de “politicamente correto” as pessoas estão ficando, a tal ponto de aceitarem qualquer coisa só para não “remarem contra a maré”. A situação na Inglaterra é feia (London Evening Standard). 
Vídeo: Taliban executa mulher em público, com nove tiros, enquanto os homens aplaudem e gritam “Alahu Akbar”
Fontes do governo afeganistão dizem que a mulher que foi executada era amante (escrava sexual) de dois comandantes rebeldes que se desentenderam por ela, e para resolver a disputa resolveram acusá-la de adultério e matá-la. (CNN)


Arábia Saudita: imam estupra e torturas filha de 5 anos de idade, porque ele duvidou da sua virgindade
Um popular pregador da televisão saudita foi considerado culpado pelo assassinato de sua própria filha de 5 anos de idade, porque ele duvidou da sua virgindade, conforme relatado pelo The Daily Mail (de Londres, Inglaterra) em 4 de fevereiro de 2013. Embora considerado culpado de assassinato, Fayhan Sheikh al-Ghamdi foi liberado depois de ser multado em US $ 50.000, e pago o "dinheiro de sangue" nos termos da Lei Sharia islâmica, pela morte de sua filha. A filha morreu em outubro passado depois de sofrer lesões múltiplas e horrendas nas mãos de seu pai. De acordo com a Lei Sharia, um pai não pode ser executado pelo assassinato de sua esposa ou qualquer um de seus filhos. Os R $ 50.000 pagos como dinheiro de sangue, apresentado à mãe da menina, é metade do valor se a criança assassinada fosse um menino. (Examiner). Mais um caso de crime de honra.

Ativista muçulmano, que acusou Israel de crimes sexuais, estupra menina de 15 anos
Ironia do destino ... (FrontPage).

Inglaterra: Outro grupo de pedófilos e estupradores muçulmanos levados ao tribunal por estuprar crianças infiéis britânicas, forçando-as para a escravidão
Eles fizeram isso usando ameaças, chantagens, enganado em todos os sentidos, levando-as a uma vida de escravidão. A comunidade muçulmana local não faz uma declaração, e é cúmplices com o seu silêncio (hartlepoolmail). Isso acontece porque Maomé aceitou que seus seguidores praticassem o estrupro ... e o Alcorão diz 93 que Maomé é o melhor exemplo de conduta.

Inglaterra: Escravidão sexual
Pensionista (muçulmano)  é condenado a 13 anos de prisão por estuprar (escravizar) menina surda-muda que ele manteve em sua adega, após ele te-la traficada para o Reino Unido a partir do Paquistão, e usada como uma escrava (Daily Mail).

Ativistas da Femen vão trazer o  'sextremismo' para o Reino Unido
"Ninguém está falando sobre a mutilação da Genitália Feminina (MGF) na Inglaterra", disse ela. "As pessoas acham que é muito violenta e extrema para existir aqui, que isso só acontece na África e no Oriente Médio, mas o Reino Unido tem um dos mais altos níveis de MGF no Ocidente." Ah! alguém notou! "... A Femen pretende estabelecer uma filial do Reino Unido, construída a partir de uma base de ativistas feministas britânicas" (The Guardian)

Não existe chance alguma de envolver quaisquer feministas britânicas a menos que, de alguma forma, seja possível associar a MGF a qualquer outra coisa que não seja o islão

Iêmen: menina de 11 anos foge para evitar casamento forçado
Um vídeo angustiante foi postado on-line, sobre uma menina iemenita de 11 anos, que fugiu para escapar de um casamento arranjado. Nada al-Ahdal foi salva do engajamento forçado depois que o seu tio interveio. "Vá em frente e me case - eu vou me matar", ela avisa no vídeo. http://www.youtube.com/watch?v=KLzx-HDvtYk&feature=youtu.be   

Canadá: Cafetão forçou meninas a fazerem sexo com até 10 homens por dia em Vancouver
Reza Moazami é acusado de comandar um anel de 11 prostitutas adolescentes na área de Vancouver, com idade entre 14 a 19 anos. Mr. Moazami está sendo julgado por 36 acusações relacionadas com a prostituição. Para atrair as meninas para a prostituição, geralmente vindas de famílias problemáticas, Reza Moazami prometia um estilo de vida glamouroso, a chance de viver no centro de Vancouver, e um cão de estimação (National Post). Isso é muito comum na Grã Bretanha, e está acontecendo agora no Canadá.

A cafetinagem sempre existiu. Mas lembre-se que Alá permite o abuso sexual de mulheres não-muçulmanas e não está nem aí para pedofilia ... o islão é realmente um religião diferente ... 


Austrália: cinco judeus atacados enquanto caminhavam para casa em uma noite de sexta-feira em Sydney.
Eles foram atacados por um grande grupo de bandidos racistas de “etnia desconhecida” (todos nós sabemos quem eram). Engraçado como isso sempre parece acontecer nas "comunidades multiétnicas" e ainda tem gente que fica surpreso (Arutz Sheva).

Qatar se recusa a mostrar bandeira de Israel durante campeonato mundial de natação
Veja a foto. O segundo colocado é o nadador israelense (judeu) Ivry, mas a TV do Qatar não mostra a bandeira de Israel, mas uma bandeira branca.




Palestinos içam bandeira nazista.
"Pela segunda vez em cinco meses, os moradores árabes de Beit Umar, na Autoridade Palestina (AP), içaram uma bandeira nazista na via mais uma importante, por onde os judeus passam em seus veículos."

A hereditariedade do status de ‘refugiado palestino’ é um obstáculo para a paz
"Um dos maiores obstáculos para a paz , e certamente o menos reconhecido, é a perpetuação do problema dos refugiados palestinos e a inflação da sua escala pela agência de auxílio a refugiados da ONU (UNRWA) . Para os palestinos , exclusivamente , o status de refugiado é um traço hereditário. Considerando que o número real de árabes que ainda poderia alegar serem refugiados , como resultado da guerra árabe-israelense de 1947-1949, é hoje não mais do que algumas dezenas de milhares de pessoas, o número de pessoas registradas como refugiado na UNRWA está chegando a 5 milhões.

Se os descendentes dos refugiados árabes da guerra árabe-israelense fossem tratados do mesmo modo que qualquer outro refugiado, incluindo os judeus, eles não teriam status de refugiado, porque quase todos eles (mais de 80%) são cidadãos de um país terceiro, como a Jordânia, ou que vivem nos lugares onde nasceram e onde esperam ter um futuro, como Gaza e na Cisjordânia . Os palestinos nascidos na Cisjordânia e em Gaza não estão fugindo de guerra e nem estão em busca de refúgio. Eles são considerados cidadãos da Palestina pela própria Autoridade Palestina.


Não existem outras pessoas no mundo que sejam registrados como refugiados sendo cidadãos de um outro país ou território. Quando alguns países da UE já reconhecem a Palestina como um estado , não faz sentido argumentar que as pessoas que nasceram e vivem na Palestina são refugiados da Palestina."

Mesquitas: lugar de oração ou central de operação?


Primeira mesquita do Tahiti fecha um dia após a abertura
A administração da cidade de Papeete forçou primeira mesquita da Polinésia Francesa para fechar - um dia depois de ter sido aberta por um imam vindo da França.  (Radio NZ) Parabéns Tahiti!

Doutrinação ("lavagem cerebral")


GB: Terrorista nascido em Londres convoca para jihad
Em um vídeo da organização al-Shabab da Somália, Talha diz: "Rogo-vos hoje todos os homens muçulmanos da Grã-Bretanha, especialmente as pessoas de Tower Hamlets (bairro londrino), na cidade em que eu nascí ... peço-lhes para vir para a jihad, levantar a bandeira, humilhar os descrentes, cortar os pescoços dos incrédulos, e estabelecer a Dar-al-Islam (a Casa do Islã) ". (East London Adviser). A radicalização é um fato concreto! O islão tem esta propriedade, de transformar pessoas pacíficas em terroristas e assassinos.

Casal preso por planejar ataque no Dia do Canadá
Um casal canadense foi presos e acusado ​​de conspiração terrorista, em Victoria. Eles constriram dispositivos explosivos e planejaram detoná-los no parlamento provincial, no Dia do Canadá, como parte de um ataque inspirado pela ideologia da Al-Qaeda. Os vizinhos notaram sua transformação, quando começou a freqüentar a mesquita local ea mulher começou a usar um niqab. Eles viraram panelas de pressão comuns em dispositivos explosivos improvisados ​​cheios de pregos enferrujados, porcas, parafusos e arruelas (jul/2013, SunNews).

Mais um exemplo do fator transformativo do islão: o de transformar pessoas boas em terroristas que seguem os passos do "profeta." 

Os Sauditas continuam a ensinar ódio a tudo o que for não-Islâmico em madrassas, mesquitas e escolas   
  • Apesar das promessas de reformar seus livros, o sistema educaticional da Arábia continua  a doutrinar crianças com ódio e incitamento. Um livro da nona série publicado pelo Ministério da Educação afirma: "Os judeus e os cristãos são inimigos dos crentes, e eles não podem aprovar os  muçulmanos." Um livro da oitava série diz: "Os macacos são as pessoas do sábado, os judeus, e os suínos são os infiéis da comunhão de Jesus, os cristãos." Estes são apenas dois exemplos de uma longa lista de passages.Crianças que eto doutrinadas com tanto ódio são suscetíveis a se envolverem em intolerância e até violência. O discurso do ódio é o precursor de genocídio. Primeiro você começa a odiar e depois matar. Isso faz com que a convivência pacífica se torne difícil, se não impossível. (Out/2012, The Daily Beast)

  • A Arábia Saudita, um país cujos livros-texto estão cheio de ódio contra cristãos e judeus, está tentando influenciar livros-texto globais ao financiar reuniões da UNESCO. Especialistas de 21 países se reuniram em Paris no mês passado em uma reunião financiada por uma doação da Arábia Saudita. O objetivo é o “de garantir que o conteúdo destinado a estudantes reflita sistematicamente a diversidade cultural e religiosa, e evite os estereótipos de gênero." Os sauditas vão querer influenciar o texto do jeito deles. (Out/2012, Fox)