quarta-feira, 31 de julho de 2013

Misoginia islâmica: cobrir-se toda é a única forma que as mulheres muçulmanas têm para não serem molestadas


Versão do artigo orindo de Skepticlawyer [1]. Artigo relacionado a Porque no islamismo uma mulher é presa, açoitada ou morta depois de ser estuprada? 
(outros artigos relacionados: Direito das Mulheres sob o islão e Exemplos dos direitos das mulheres sob o islão.)
Podemos aprender muito com o que aconteceu com a norueguesa Marte Dalelv, que, quando residente no Qatar, deu queixa de estupro contra um colega de trabalho. Ao invés do seu colega ter sido preso, foi ela quem acabou presa e condenada a 16 meses de prisão, por um tribunal de Dubai, sob as acusações de perjúrio, de beber álcool e de ter feito sexo extra-conjugal. A história teve um final feliz, pois ela acabou sendo perdoada pelo Emir de Dubai, após muita pressão internacional.

O Dubai faz parte dos Emirados Árabes Unidos, e lá a Sharia é a base da lei, como anunciado no site oficial do governo:

Os Emirados Árabes Unidos abraçam os direitos humanos de acordo com a lei islâmica, que é a principal fonte da legislação nos Emirados Árabes Unidos [2].

(Observação. A mesma fonte diz ²Deus criou os seres humanos como iguais, que devem ser distinguidos um do outro apenas com base na sua fé e piedade.² Isso chama-se segregação religiosa à racismo)

É quase impossível provar estupro sob a Sharia. Vejamos, por exemplo, o que disse um website islâmico:

Na verdade, a Sharia coloca algumas condições especiais para provar a Zina (fornicação e adultério) que não são necessários no caso de outros crimes. O crime de Zina não é confirmado, exceto se o fornicador admite-o, ou se existir o testemunho de quatro homens de confiança, enquanto que o testemunho da mulher não é aceito [3].

Veja o que diz a lei islâmica:
O24.9 Se o testemunho está relacionado a fornicação [sexo ilícito] ou sodomia, então exige-se quatro testemunhas do sexo masculino (O: que testemunham, no caso de fornicação, que eles viram o infrator inserir a cabeça de seu pênis na vagina dela)
Fonte Manual de Lei Islâmica 'Umdat al-Salik wa-'uddat al nasik (The Reliance of the Traveller), Amana Publications, p. 638. 
Isto significa que, se uma mulher fizer uma acusação de estupro, sem as quatro testemunhas masculinas, ela está admitindo ter feito sexo extra-conjugal. Se, por exemplo, no seu testemunho ela admitir que eles tenham bebido, então ela estará admitindo ter bebido álcool  (o que neste caso poderia ser revelado por exame de sangue) [4]. E se ela, na sua acusação, não satisfazer a (quase impossível) exigência probatória (das 4 testemunhas masculinas), isto pode ser considerado falso testemunho e, deste modo, perjúrio.

Não parece muito longe da realidade afirmar que as disposições definidas pela Sharia para se provar que houve extupro funcionam, na prática,  como "um passe livre para os predadores sexuais" [5].

O efeito (e, provavelmente, a intençao) é fazer com que as mulheres se sintam altamente vulneráveis, o que por sua vez leva a que elas adotem medidas de "proteção" que as restringem e subordinam. Dentre estas medidas se encontram a exigência da escolta pública (por um homem), a roupa restritiva, e a limitação da atividade pública. Estas medidas fornecem a "proteção" que as mulheres não encontram na lei (religiosa). As mulheres que não fazem uso da referida proteção, tornam-se, com efeito, um “jogo livre”.

Um clérigo muçulmano, baseado em Sydney, Austrália, foi citado como dizendo isso de forma muito clara [6]:

"Existe uma vítima de estupro a cada minuto em algum lugar do mundo. Por quê? Ninguém para culpar além de si mesma. Ela mostrou sua beleza para o mundo inteiro. . .

Vestidos sem alça, vestidos mostrando as costas, roupa sem mangas, saias satânicas, saias rasgadas, blusas transparentes, minissaias, calças jeans apertadas: tudo isso para provocar o homem e apelar à sua natureza carnal ".

Ele comparou a uma mulher vestida de tal forma a uma ovelha. "Você colocaria esta ovelha que você adora no meio de lobos famintos? Não. . . ela seria devorada. É a mesma situação aqui. Você está colocando essa menina preciosa na frente dos olhos satânicos de lobos lascivos e famintos. Qual é a conseqüência? Devastação catastrófica, assédio sexual, perversão, promiscuidade. "

Na verdade, o que cria a ²selva social² que o clerigo australiano se refere, é retirar das mulheres a proteção da lei, pela exigência legal de uma prova impossível (4 homens para provar o estupro). E, como as mulheres, de forma muito explícita, não tiveram nenhum papel na criação, desenvolvimento e implementação da Sharia, como elas não podem ser culpadas agora?

A Sharia provê, na prática, punição legal para as mulheres que "andam fora do papel que lhes é reservado". O comentário do clérigo australiano deixa isso claro.

A norueguesa Marte Dalelv estava operando em diferentes suposições sobre o papel da lei:

Ms. Dalelv, que trabalhava para uma empresa de design de interiores no Qatar desde 2011, afirma que ela foi abusada sexualmente por um colega de trabalho em março, enquanto ela estava participando de uma reunião de negócios em Dubai.

Ela disse que fugiu para o átrio do hotel e pediu à polícia para ser chamada. Os funcionários do hotel perguntaram se ela tinha certeza se queria envolver a polícia, Ms. Dalelv disse.

"É claro que eu quero chamar a polícia", disse ela. "Essa é a reação natural no país de onde eu venho."

Marte Dalelv  estava assumindo que a lei no Dubai tinha algo a ver com a proteção de pessoas. Ela não estava assumindo que a lei, como no caso da Sharia, existe para implementar a retidão e estruturar o status social. E a retidão, neste caso, significa, muitas vezes, a remoção do status moral e das proteções morais das pessoas, usando a linguagem da moral (e, de fato da lei) para subverter a moralidade. Mas uma fonte básica da autoridade clerical é o de ser "guardião da retidão", o que implica na criação de regras e, idealmente, sanções eficazes para aqueles que não seguem as regras da retidão. O melhor mesmo é que exista uma grande exibição pública no seguimento destas regras.

E é por isso que as mulheres muçulmanas, educadas e de classe media, formam a vanguarda do "novo movimento do véu" [7]. A sinalização ostensiva do seu compromisso com as normas religiosas é uma forma de obter proteção pública, bem como sinaliza o poder social das normas de retidão que os clérigos proclamam.

As exigências exigidas pela Sharia são ruins para as mulheres, mas excelente para os clérigos.



Referências

[1] The misogyny of Sharia on display, Skepticlawyer, 24 de julho de 2013

[2] Human Rights in Dubai, The Official Portal of the Dubai Government, acessado em 27 de julho de 2013

[3] A daughter accusing her father of sexual abuse, Fatwa No. 156817, Islamweb English, 18 de maio de 2011


[5] Rape, Guide to Understanding Islam, The Religion of Peace, acessado em 27 de julho de 2013

[6] Muslim cleric: women incite men's lust with 'satanic dress', The Sydney Morning Herald, 24 de abril de 2013

[7] Veiling, Jean-Paul Carvalho, University of Oxford


sexta-feira, 26 de julho de 2013

Eid al-Adha, o Festival do Sacrifício, durante o qual animais são abatidos cruelmente


Na mitologia islâmica, Ibrahim (conhecido como Abraão pelos judeus e cristãos) leva o seu filho, Ismael (e não Isaac, como no judaísmo e no cristianismo) para ser sacrificado no topo de um morro, até que Alá (e não Yahweh) pede para ele sacrificar uma vaca. Esta é uma narrativa de um evento ficcional que teria ocorrido a milhares de anos atrás.

Os muçulmanos celebram esta ficção, imitando o ficcional Ibrahim, e matam vacas, camelos, ovelhas, bodes, ... tudo que tiver quatro patas e estiver à sua frente, em uma chacina animalesca.

Esses pobres animais são torturados e mortos ritualisticamente por causa de uma mentira.

E as crianças são ensinadas a fazerem isso desde cedo, inculcando uma mentalidade de assassino em série; começe cedo torturando e matando animais, em progressão até torturar e matar pessoas.


Mas, às vezes, os animais se revoltam, como no caso na Faixa de Gaza, em 2012, quando uma vaca teve uma idéia melhor do se deixar sangrando até a morte e atacou o fiél muçulmano que queria matá-la, matando-o na sequência (FoxNews).

Uma vaca em pânico ataca um menino e mata o homem palestino que tentava cortar a garganta dela e fazê-la sangrar lentamente até a morte em agonia no sábado, durante a festa muçulmana de Eid al-Adha.

Os acidentes são comuns, pois a atmosfera festiva em torno do local do abate tende a tornar a animais nervosos. Além da morte em Gaza, outras 150 pessoas foram hospitalizadas, com ferimentos de faca ou outras lesões causadas por animais que tentam fugir. Acidentes semelhantes são comuns em outras partes do mundo islâmico onde estes sacrifícios são realizados.

O abate segue o ritual halal, no qual o animal deve ter seu pescoço cortado de um certo modo, e a ferida aberta até que todo o sangue saia e o animal morra. E isso sem qualquer processo de atordoamento do animal, que sofre o tempo todo. O processo todo pode demorar vários minutos.


No tocante ao Eid al-Adha, a maioria dos abates é feito por pessoas comuns, o que torna o sofrimento dos animais ainda maior, pois os animais acabam sendo mortos de qualquer jeito. Teoricamente, o abate halal deve ser feito com um único corte, preciso, o animal colocado de cabeça para baixo para sangrar até a morte. Para mim, isto já é bárbaro. No caso do Eid al-Adha, pessoas comuns acabam "serrando" o pescoço do animal, o que aumenta o sofrimento.

O abate halal é um retrocesso. O Festival do Sacrifício é repugnante.

Veja mais notícias ao final deste artigo.

Oi, mãe, veja como eu sou poderoso: eu trepo em uma vaca morta!





 



 Durante o festival da sangria, milhares de animais são abatidos cruelmente

O vídeo abaixo mostra o abate de camelos. Gráfico e chocante. 


Mais um vídeo sobre a tortura que os animais são submetidos para que os muçulmanos possam satisfazer Alá com o derramamento de sangue no ritual do Eid al-Adha.

https://youtu.be/b3Ul9bQ84AQ OK


Eid al-Adha em 2016
Rios de sangue em Blangadesh
Durante a celebração do Eid al-Adha, muçulmanos ao redor do mundo imitam o Abraão islâmico que teria sacrificado um carneiro. Nesta data, a matança é generalizada, e sem controle. E, claro, feita no padrão halal, onde o sofrimento do animal é ampliado. Não existe controle sanitário nesta matança generalizada. Veja o que aconteceu em Bangladesh, onde o sangue das centenas de milhares de animais foram levados pela chuva, tornando as ruas em rios de sangue. (Gazeta)


Austríacos revoltados com o abate desumano de 79 carneiros
Na Áustria, um muçulmano turco cortou o pescoço de 79 caneiros e os deixou sangrando à vista de todos, o que gerou revolta na população do local. Os carneiros foram abatidos sem anestesia, o que é proibido pela lei austríaca, porém prescrito pela lei islâmica. (krone)

Estado Islâmico celebra a festa do Eid al-Adha assassinando "espiões" como se eles abatem animais em matadouros
Grotesco. (Mail)

terça-feira, 23 de julho de 2013

Maomé, assassino: Maomé manda assassinar todos aqueles que o criticam


Você já se perguntou porque muçulmanos se comportam como "possessos pelo demônio" quando alguém critica Maomé? Capazes de ameaçar, ferir ou matar ...

Por que a lei islâmica define qualquer crítica a Maomé como crime?

É porque Maomé ordenou os muçulmanos que matassem todos aqueles que o criticassem ... com as bençãos de Alá.

Existem várias narrativas da vida de Maomé, todas eles de fontes islâmicas, que relatam que Maomé mandou matar todos aqueles que o criticaram.

Maomé sabia bem o criminoso que era, e tinha medo de ser exposto. Para evitar isso, ele ordenou a seus seguidores que assassinassem qualquer um que o criticasse. Em uma sociedade iletrada, como era a sociedade daquela região, os poetas eram os jornalistas do seu dia, com suas palavras influenciado a opinião pública. Muitos deles reconheceram que 'pirata' e 'profeta' eram carreiras divergentes, e tiveram a coragem de dizer isso, pagando com as suas vidas.
Asma bint Marwan (Janeiro, 624)
A Sira (biografia de Maomé) de Ishaq fala do assassinato da "jornalista" Asma bint Marwan. Ela falou criticamente de Maomé, dizendo para a sua tribo ter cuidado com ele. "Vocês obedecem um estranho que o incentivam a matar para poderem saquear. Homens gananciosos. Será que não há honra entre vocês..? Ao ouvir essas linhas Maomé disse: "Será que ninguém irá me livrar dessa mulher?" Umayr, um muçulmano zeloso, decidiu executar a vontade do Profeta. Naquela mesma noite, ele penetrou na casa da escritora, enquanto ela dormia rodeada por seus filhos. Havia um que tinha adormecido enquanto amamentava. Umayr retirou o bebê e mergulhou a sua espada no peito da poetiza. Na manhã seguinte, na mesquita, Maomé, que estava ciente do assassinato, disse: "Você ajudou a Alá e Seu Apóstolo." Umayr disse: "Ela tinha cinco filhos. Eu não deveria me sentir culpado?" "Não", respondeu o profeta. "Matá-la é tão insignificante quanto duas cabras batendo de frente (os seus chifres)." [1] 

Austrália: Uma mãe zelosa tira a foto de seu filho segurando um cartaz que diz "Decapitem todos aqueles que insultarem o profeta." Ela deve estar achando tão bonitinho ... talvez ela mande a foto para os seus parentes monstrando o quão religioso o seu filho está se tornando

Abu Afak (Fevereiro, 624)
"Abu Afak era um homem velho, judeu, pertencente ao clã Ubayda. Ele escreveu um poema para mostrar o seu descontentamento por Maomé ter matado al-Harith b Suwayd b Samit. Ao tomar conhecimento do poema, Maomé disse: 'Quem vai lidar com este patife para mim?' Diante disso, Salim ibn Umayr disse: "Eu faço um voto que eu ou mato Abu Afak ou morro antes dele." Ele esperou por uma oportunidade até que uma noite quente veio, e Abu Afak dormia em um lugar aberto. Salim Ibn Umayr sabia disso. Ele enfiou a espada em seu fígado e pressionou-a até que chegasse na sua cama. O inimigo de Alá gritou e as pessoas que eram seus seguidores, correram para ele, levando-o para sua casa onde ele morreu". [2]

O cineasta holandês, Theo van Gogh, jaz morto em uma rua de Amsterdam, esfaqueado de forma ritualística por um muçulmano. O cineasta havia produzido o filme Submissão

Ka'b ibn Ashraf (Setembro, 624)
O assassinato de Ashraf é um exemplo convincente da legitimidade no tocante a enganar os infiéis (taqiyya). Este assassinato é narrado em [3], [4] e [5]. 

Um poeta, Ka'b ibn Ashraf, havia ofendido Maomé, levando este último a exclamar: "Quem vai matar o homem que ofendeu Alá e seu profeta?" Um jovem muçulmano chamado Muhammad ibn Maslama se voluntariou com a condição de que, a fim de chegar perto o suficiente de Ka'b para assassiná-lo, lhe fosse permitido mentir para o poeta. Muhammad concordou, ou seja, 
o islão dá aos muçulmanos licença para matar.  
Ibn Maslama viajou até onde Ka'b estava e começou a denegrir o Islã e Maomé. Continuou assim até que a sua insatisfação tornou-se tão convincente que ele ganhou a confiança de Ka’b. Logo depois, Ibn Maslama apareceu com outro muçulmano e, assim que Ka'b baixou a sua guarda, ele o matou. 

Ka'b ibn Ashraf não suspeitou que mal algum o aguardava quando Maslama gritou: "Vamos ferir o inimigo de Alá!" Eles o atacaram, e suas espadas se chocaram sobre ele. Maslama disse, "Eu lembrei da minha adaga e a empunhei. Eu empurrei-a na parte inferior de seu corpo e a arrastei até chegar a seus órgãos genitais. O inimigo de Alá caiu no chão". 

"Nós levamos a sua cabeça para Maomé durante a noite, saudamos o Profeta enquanto ele estava orando, e jogamos a cabeça de Ashraf diante de seus pés. O profeta elogiou a Alá pelo poeta ter sido morto, e cumprimentou-nos sobre o bom trabalho que tinhamos feito pela  Causa de Alá. Nosso ataque ao inimigo de Alá provocou terror entre os judeus, e não havia nenhum judeu em Medina que não temesse por sua vida." 
Assassinato e terror são as boas obras do islão. 
Página no Facebook conclamando a decapitação daqueles que "disrespeitam o nosso profeta." Religião da Paz?


Mate qualquer judeu que caia sob o seu poder
 "Na manhã seguinte ao assassinato de Ashraf, o Profeta declarou: 'Mate qualquer judeu que caia sob o seu poder." [6] 

"Logo após isso, Masud saltou sobre Sunayna, um dos comerciantes judeus com quem sua família tinha relações sociais e comerciais, e o matou. O irmão do muçulmano reclamou, dizendo: 'Por que você o matou? Você tem muita gordura na sua barriga em função da sua caridade.' Masud respondeu: "Por Alá, se Maomé tivesse me mandado matá-lo, meu irmão, eu teria cortado a sua cabeça." No que o irmão disse: "Qualquer religião que pode levá-lo a isso é realmente maravilhosa!" [7]


Este homem deu crédito ao islamismo por ter transformado o seu irmão em uma máquina de matar irracional. A motivação foi puramente racista: "Apenas emitir ordens para matar todos os judeus no país." [8] Com sangue inocente ainda escorrendo de suas mãos, Mas'ud proclamou para todo o mundo ouvir: "Maomé me deu ordens para matar."
Os terroristas de hoje não corromperam o islão; foi o islão quem os corrompeu.

Sallam ibn Abu'l-Huqayq   (Setembro, 624)
Apesar de hediondo, o assassinato de Ashraf não iria ficar sozinho. Logo depois, Maomé ordenou aos muçulmanos que assassinassem Sallam ibn Abu'l-Huqayq. Tabari, o mais antigo historiador do islã, explica:  "Eles pediram ao Profeta permissão para matar Sallam, e ele a concedeu."  "Quando chegaram a Khaybar, eles foram para a casa de Sallam à noite, depois de terem fechado todas as portas do assentamento sobre os habitantes. Ele estava no cenáculo. Sua esposa saiu e perguntou quem éramos nós lhe dissemos que eramos árabes em busca de suprimentos. Ela nos disse que o seu marido estava na cama. Entramos e trancamos a porta. Sua esposa gritou e avisou-o de nós, por isso corremos para ele com as nossas espadas empunhadas enquanto ele estava deitado em sua cama. Ao ferí-lo, Abdallah enfiou sua espada em sua barriga até que ela o transpassou. 'Pelo Deus dos Judeus, ele está morto!' Nunca ouvi palavras mais doces do que essas. Voltamos ao Apóstolo de Alá e lhe dissemos que haviamos matado o seu inimigo. Nós disputamos diante de si a respeito de quem o havia matado, cada um de nós reivindicando o feito. Maomé pediu para ver as nossas espadas e quando ele olhou para elas, ele disse: "É a espada de Abdallah que o matou, eu posso ver vestígios de comida nela." [9]
Enganar vítimas ainda é o procedimento padrão dos militantes muçulmanos. Atacar civis indefesos é a própria definição de terror, bem como se regojizar pelo terrorismo. Os terroristas islâmicos de hoje são tão ansiosos quanto os capangas do tempo de Maomé para reivindicar "crédito" por seus atos. 
De acordo com a lei islâmica, Maomé, o islão e a lei islâmica em sí, não podem ser criticados. Qualquer fiel (muçulmano) pode aplicar a punição

Ocba
A Sira de Ishaq narra uma outra execução inspirada por Maomé: "Na metade do caminha para Medina, Ocba foi chamado para ser executado. Uma vez que os outros prisioneiros estavam sendo mantidos como reféns, Ocba perguntou Maomé por que ele estava sendo tratado com mais rigor do que os outros cativos. O Profeta disse: 'Por causa da sua inimizade a Alá e seu Profeta.' 'E a minha filha pequena', gritou Ocba com amargura, 'quem vai cuidar dela?' 'O fogo do inferno', Maomé respondeu. Naquele momento, ele foi decapitado. Maomé então disse 'Você foi um patife, você zombou de mim e afirmou que suas histórias eram melhores que as minhas. Dou graças que Alá tenha matado você e me confortado." [10] Alá aprovou este assassinato na oitava sura do Alcorão, versículo 67: "Não tem sido para qualquer profeta ter prisioneiros até que ele tenha feito uma carnificina na terra." [11]

Alá aprovava o seqüestro e extorsão, desde que o seu profeta promovesse, em primeiro lugar, uma carnificina. Ocba disse algo que os muçulmanos não gostaram, então eles o mataram. Não admira que os escritores, jornalistas e políticos de hoje têm medo de criticar o islã.

A mulher na fantasia segura um cartaz dizendo: "Liberdade de Expressão é Terrorismo Ocidental." Lembre-se que "islam" significa "submissão"; e submissão é oposto a liberdade.

Outras pessoas assassinadas por terem criticado Maomé 
  • Al Nadr ibn al-Harith (Março 624) [12], [13]
  • Khalid ibn Sufyan (625) [14]
  • Abdullah bin Khatal (Janeiro 630, durante a conquista de Meca) [15]
  • Fartana  (Janeiro 630, durante/depois a conquista de Meca) [16]
  • Quraybah (Janeiro 630, durante/depois a conquista de Meca) [17]
  • Huwayrith ibn Nafidh (Janeiro 630, durante/depois a conquista de Meca) [18]
  • Ka'b ibn Zuhayr ibn Abi Sulama  (Janeiro 630, durante/depois a conquista de Meca) [19]
  • Al-Harith bin al-Talatil  (Janeiro 630, durante/depois a conquista de Meca) [20]
  • Abdullah ibn Zib'ari  (Janeiro 630, durante/depois a conquista de Meca) [21]
  • Hubayrah  (Janeiro 630, durante/depois a conquista de Meca) [22]
Uma lista de todas as pessoas mortas a mando de Maomé, por diferentes motivos (crítica, apostasia, dinheiro) pode ser encontrada em wikiislam,

Maomé preside a execução de Nadir ibn Harith, um membro do Conselho de Meca, por ter-lo criticado 

Promessas de Al-Acqba
Além dos exemplos de assassinatos, existe uma promessa feita pelos primeiros muçulmanos, conhecida como Promessas de Al-Acqba. Nelas, os primeiros muçulmanos juram fidelidade a Maomé, prometendo protege-lo com a suas próprias vidas, além de prometerem fazer guerra contra toda a humanidade [23].  E esta promessa se tornou uma ordem de Alá : Combata-os até que a opressão termine e que não exista outra religião mas apenas a de Alá [24].

Conclusão

Se Maomé, o homem perfeito e exemplo para todos os muçulmanos, pode violar o quinto mandamento, impunemente, para satisfazer às suas razões políticas ou religiosas do momento, os seus seguidores, é claro, acreditam que também podem.

Lembre-se que não foi Maomé quem inventou o assassinato. Na história, outros vilões também assassinaram seus oponentes, seja por vingança, para silenciar os críticos, para eliminar comunidades, para se apoderar de riquezas, ou por simples prazer. Neste aspecto, Maomé se equivale a Átila, o Huno, Gengis Khan e Hitler. Mas pelo fato dele ter praticado assassinatos, estes atos se consolidaram na lei islâmica.



Obama na ONU: "O futuro não deve pertencer aqueles que denigrem o profeta do islão." Obama usando o governo dos EUA como promotores do islamismo e defensores da criminalização da liberdade de expressão

Referências

[1] Ibn Ishaq, The Life of Muhammad (Karachi: Oxford University Press, 1997), pp. 676
[2] Ibn Ishaq, The Life of Muhammad (Karachi: Oxford University Press, 1997), pp. 675
[3] Bukhari, Vol 4, Hadith 271
[4] Al-Tabari, 'History' Vol. VII, page 94.
[5] Ibn Ishaq, The Life of Muhammad (Karachi: Oxford University Press, 1997), pp. 367-8.
[6] Al-Tabari, 'History' Vol. VII, page 97
[7] Ibn Ishaq, The Life of Muhammad (Karachi: Oxford University Press, 1997), pp. 369
[8] Bukhari, Vol 1, Hadith 6
[9] Al-Tabari, 'History' Vol. VII, page 99 - 101. 
[10] Ibn Ishaq, The Life of Muhammad (Karachi: Oxford University Press, 1997), pp . 308
[11] Alcorão 8:67
[12] Alcorão 83:13
[13]  Ibn Ishaq, The Life of Muhammad (Karachi: Oxford University Press, 1997), pp. 162-163.
[14] Abu Dawud 2:1244, hadithcollection.com (archive)
[15] Ibn Ishaq, The Life of Muhammad (Karachi: Oxford University Press, 1997), pp. 551
[16] Ibn Ishaq, The Life of Muhammad (Karachi: Oxford University Press, 1997), pp. 550
[17] Ibn Ishaq, The Life of Muhammad (Karachi: Oxford University Press, 1997), pp. 550
[18] Ibn Ishaq, The Life of Muhammad (Karachi: Oxford University Press, 1997), pp. 551
[19] Ibn Ishaq, The Life of Muhammad (Karachi: Oxford University Press, 1997), pp. 597
[20] Ismāʻīl ibn ʻUmar Ibn Kathīr, Trevor Le Gassick (translator), The life of the prophet Muḥammad: a translation of al-Sīra al-Nabawiyya, p. 57.
[21] Ibn Ishaq, The Life of Muhammad (Karachi: Oxford University Press, 1997), pp. 551
[22] Tabari, Ella Landau-Tasseron, Biographies of the Prophet's companions and their successors, State University of New York Press, p. 196 (footnote 852), ISBN 0791428192, 1998
[23] Ibn Ishaq, The Life of Muhammad (Karachi: Oxford University Press, 1997), pp. 204
[24] Alcorão 2:193

quinta-feira, 18 de julho de 2013

"Como você se atreve?" A natureza supremacista das 'queixas' dos muçulmanos


Nós tratamos do fenômeno islâmico de se comportar como tendo sido ofendido por qualquer pretexto, a maioria deles exdrúxulos, no artigo 
Religião do Ultraje Eterno, onde são apresentados alguns exemplos. Estas "queixas" ou “agravos” não são baseadas em padrões universais de igualdade e justiça. Na verdade, elas advém de uma visão supremacista do mundo.

Abaixo segue um artigo escrito por Raymond Ibrahim, que discute esta visão supremacista, e que leva a este ultraje eterno.

Raymond Ibrahim, 12 de julho de 2013

Originalmente publicado no The Jerusalem Post

Em 2012, no Paquistão, enquanto que crianças cristãs estavam cantando canções de natal dentro de sua igreja, homens muçulmanos de uma mesquita nas proximidades invadiram o local com machados, destruindo os móveis, profanando o altar, e batendo nas crianças. A justificativa para tal violência? "Vocês estão perturbando nossas orações .... Como vocês se atrevem a usar o microfone e os alto-falantes? "

Bem-vindo à verdadeira face da "queixa dos muçulmanos", que eu chamo de fenômeno do "Como Você se Atreve?" Lembre-se disso na próxima vez que a imprensa "progressista" e os políticos te disserem que o terrorismo islâmico, passando pelo ataques de 11 de setembro, o massacre de Fort Hood, as explosões da Maratona de Boston, ou a recente decapitação em Londres, são produtos de queixas dos muçulmanos contra o Ocidente. O que falta nas análises é a natureza supremacista das queixas dos muçulmanos.

As 
Condições de Omar, um texto muçulmano medieval fundacional, ordena este sentimento de superioridade sobre os não-muçulmanos. Entre outras determinações, as Condições de Omar comanda os cristãos conquistados a não levantarem as suas "vozes durante a oração ou leituras nas igrejas em qualquer lugar perto de muçulmanos" (daí o ataque à base de machados no Paquistão). Ele também ordena-lhes para não apresentarem quaisquer sinais visíveis do  cristianismo,  especificamente bíblias e cruzes, não para construirem igrejas, e não criticarem o profeta.

Se a natureza supremacista da lei islâmica ainda não está clara o suficiente, as Condições de Omar ordenam, literalmente, que os cristãos deixem seus assentos quando demandado pelos muçulmanos.

Por analogia, considere quando a negra Rosa Parks se recusou a ceder o seu assento em um ônibus para passageiros brancos em um ambiente de supremacia branca. Queixas sinceras surgiram: como ela se atreve a se consideram igual à nós?

Mas,  essas queixas eram legítimas? Será que elas deveriam ser acomodadas?

Em meu novo livro, 
Crucificado novamente: expondo a nova guerra do islã sobre os cristãos, eu documento centenas de ataques contra cristãos. Na maioria dos casos, os agressores muçulmanos estavam verdadeiramente queixosos.

Por exemplo, em 2007, na Turquia, uma editora que distribuia Bíblias foi invadida e três de seus empregados cristãos 
torturados, estripados e, finalmente, assassinados. Um dos suspeito disse mais tarde: "Nós não fizemos isso por nós mesmos, mas pela nossa religião [islã] .... Nossa religião está sendo destruída. "

Da mesma forma, em 2011, no Egito, após um estudante cristão de 17 anos ter-se recusado a obedecer às ordens de seu professor muçulmano para cobrir a sua cruz, o professor e alguns estudantes muçulmanos atacaram, espancaram e, finalmente, 
mataram o adolescente cristão.

Estes assassinos turcos e egípcios estavam verdadeiramente queixosos: as Condições de Omar especificam claramente que os cristãos não devem "exibir uma cruz ou a Bíblia" em torno de muçulmanos. Como este estudante egípcio e estes editores turcos se recusam a não seguir as Condições de Omar?

Na Indonésia, onde está se tornando quase impossível para os cristãos construirem igrejas, os cristãos se reuniram para celebrar o Natal de 2012 em um terreno vazio onde eles desejavam construir uma igreja. Os cristãos foram atacados por muçulmanos que atiraram 
estrume de vaca e sacos de urina nos cristãos enquanto eles rezavam.

Esses muçulmanos também estavam sinceramente queixosos: como esses cristãos se atrevem a pensar que eles podem construir uma igreja quando as Condições de Omar explicitamente os proíbem? (Veja 
Crucificado Novamente para uma nova tradução das Condições de Omar).

Semanas atrás, no Paquistão, depois de um homem cristão ter sido acusado de insultar o profeta muçulmano Maomé, outra grande proíbição de acordo com as Condições, 3.000 muçulmanos incendiaram duas igrejas e cerca de 200 casas de cristãos.

Dê uma olhada 
em suas fotos; eles são, sem dúvida, pessoas com uma "queixa".

Mais recentemente, no Paquistão, quando um muçulmano esbofeteou um cristão e este retribuiu, o muçulmano exclamou: "
Como este cristão se atreve a me bater?" A violência contra os cristãos começou imediatamente.

Em suma, a qualquer hora que os não-muçulmanos se atrevem a ultrapassar a sua condição de  "inferior", como designada pela lei islâmica Sharia, muçulmanos supremacistas se tornam violentamente queixosos.

A partir daqui, pode-se começar a entender a derradeira queixa muçulmana: Israel.

Porque, se os cristãos "infiéis" são considerados inferiores e atacados por muçulmanos ofendidos por exercerem os seus direitos humanos básicos, como a liberdade de culto, como os muçulmanos devem se sentir com respeito aos judeus, os descendentes de porcos e macacos de acordo com o Alcorão, exercendo poder e autoridade sobre colegas muçulmanos em uma área entendida como terra muçulmana?

Como se atrevem?!

Claro que, se queixas contra Israel fossem realmente sobre justiça e palestinos deslocados, os muçulmanos, bem como os seus  apaziguadores ocidentais – ficariam agravados e queixosos pelo fato de que 
milhões de cristãos estão sendo deslocados pelos invasores muçulmanos.

Não é preciso dizer que eles não estão queixosos com isso.

Então, da próxima vez que você ouvir dizer que o furor dos muçulmanos e o terrorismo são produtos de queixas, lembre-se que isso é absolutamente verdadeiro. Mas essas "queixas" não são baseadas em padrões universais de igualdade e justiça, mas apenas em uma visão supremacista do mundo.


domingo, 14 de julho de 2013

As "Condições de Umar"


Conta a tradição islâmica que o segundo califa, Umar, impôs um acordo sobre os cristãos recém-conquistados. Este acordo é conhecido como as Condições de Umar (Pacto de Umar ou Tratado de Umar). Ele é uma das bases para o tratamento de cristãos e judeus como cidadãos de terceira-classe sob a lei islâmica (os dhimmi, ou zimis), e um dos motivos que tornaram a vida dos cristãos sob o islão tão miseráveis que obrigou milhões deles a se adotarem o islão para poderem sobreviver.

(Leia mais sobre os dhimmis e a dhimmitude neste outro artigo)

Os principais pontos das Condições de Umar são aqui retratados:

  • Nós não iremos construir, nas nossas cidades ou arredores, novos mosteiros, igrejas, conventos, ou célula para monges, nem iremos consertá-los, de dia ou de noite, mesmo que eles caiam em ruinas ou sejam situados nos bairros dos muçulmanos.
  • Nós iremos manter os nossos portões abertos para os transeuntes e viajantes. Nós iremos dar comida e alojamento por 3 dias para todos os muçulmanos que passarem no nosso caminho.
  • Nós não iremos prover refúgio em nossas igrejas ou casas para qualquer espião, nem escondê-lo dos muçulmanos.
  • Nós não iremos manifestar a nossa religião em público e nem converter ninguém para ela. Nós não iremos impedir que qualquer um de nós se converta para o Islão se ele assim desejar.
  • Nós iremos mostrar respeito para os muçulmanos, e nós iremos levantar dos nossos assentos quando eles desejarem sentar.
  • Nós não buscaremos parecer como os muçulmanos imitando o modo que eles se vestem.
  • Nós não iremos montar em selas, nem cinjir espadas, nem portar qualquer tipo de armas, nem carrega-las conosco.
  • Nós não iremos ter incrições em árabe nos nossos selos.
  • Nós não iremos fermentar bebidas (álcool).
  • Nós iremos cortar as franjas das nossas cabeças (manter um topete curto como sinal de humiliação).
  • Nós iremos sempre nos vestir do mesmo modo onde quer que estejamos, e nós iremos amarrar o zunar entorno das nossas cinturas (cristãos e judeus têm que usar roupas especiais).
  • Nós não iremos mostrar nossas cruzes ou os nossos livros nas estradas ou mercados dos muçulmanos. Nós iremos apenas usar chocalhos nas nossas igrejas bem baixinho. Nós não iremos aumentar as nossas vozes quando seguindo os nossos mortos. Nós não tomaremos escravos que tenham sido determinados para pertencerem aos muçulmanos.
  • Nós não iremos construir casas mais altas que as casas dos muçulmanos.
  • Qualquer um que espancar um muçulmano com intençao deliberada perderá os direitos de proteção deste pacto. (Al-Turtushi, Siraj Al-Muluk, p. 229-230). 
As Condições de Umar fazem parte da lei islâmica Sharia, lei o11.5, que trata do imposto jizya (Manual Umdat as-Salik wa 'Uddat an-Nasik, The Reliance of the Traveller). 

Viver sob o islão como não-muçulmano (kafir), é viver sob assédio constante. O objetivo é tornar a vida do não-muçulmano (kafir) tão insuportável de modo que a única maneira dele se livrar do assédio e perseguição é se convertendo para o islão.



sábado, 13 de julho de 2013

Novo governo militar do Egito quer a lei islâmica acima da constituição


A festa foi bonita, mas durou pouco.
A esperança depositada no novo governo egípcio, apoiado pelos cristãos coptas, levou muito pouco tempo para desmoronar. O novo governo quer a lei islâmica (sharia) soberana sobre a nova constituição.
A perseguição aos cristãos coptas continua.

O sonho de um governo secular pós-Irmandade Muçulmana ruiu muito rapidamente. Andrew Bostom traz uma notícia desanimadora [1]. Ele diz:

"A comunidade copta do Egito está alarmada sobre o roteiro constitucional emitido nesta segunda-feira pelo presidente interino Adly Mansour.

Um grupo ativista copta, a União da Juventude Maspero do Egito – criada usando o nome em homenagem ao brutal massacre de Maspero [2], durante o qual os militares egípcios alvejaram e mataram  dezenas de cristãos coptas, ferindo outros 300 - respondeu com angústia compreensível à declaração do presidente interino Adly Mansour. A União da Juventude Maspero caracterizou como "chocante" o documento de 33 artigos, que descreve o roteiro para o período de transição previsto para durar seis meses.

O primeiro artigo da declaração combina os artigos 1º, 2º e 219º da Constituição sendo suspensa [3] - artigo 219 tinha sido adicionado anteriormente por supremacistas islâmicos muçulmanos para esclarecer o significado de "princípios da sharia islâmica" mencionado no segundo artigo. Aqui estão os artigos da Constituição do Egito, recentemente suspensa, que, deve ser dito, tinha sido recentemente aprovada em dezembro de 2012, por um total de 64,0% dos egípcios, (10.543.893/16.472.241), incluindo 67,5% (162.231 / 240.224) de egípcios vivendo no exterior [4]. 
Artigo 1 º: A República Árabe do Egipto é um Estado independente e soberano, unido e indivisível, e o seu sistema é democrático. O povo egípcio faz parte das nações árabes e islâmicas, orgulhoso de pertencer ao vale do Nilo e da África, e do seu alcance asiático, um participante positivo na civilização humana. 
Artigo 2 º: O islão é a religião do Estado e o árabe é a língua oficial. Os princípios da Sharia islâmica são a principal fonte da legislação. 
Artigo 219: Os princípios da Sharia islâmica incluem evidências gerais, as regras fundamentais, as regras de jurisprudência e fontes credíveis aceitas nas doutrinas sunitas e pela comunidade como um todo. 
Segundo relatado ontem pela Al-Ahram (10 de julho), o "novo" e "híbrido" artigo agora inclui [5]: 
... afirma que a República Árabe do Egito é um sistema democrático baseado na cidadania, que o islã é a religião do Estado, o árabe é a língua official, e os princípios da lei sharia derivados de cânones sunitas estabelecidos são a sua principal fonte de legislação. [Ênfase nossa]
(Um parênteses: texto semelhante ao usado na "Declaração dos Direitos Humanos no Islão", aprovada pela Organização da Cooperação Islâmica.)

Esta nova carta constitucional traz terríveis e  trágicas consequências para os cristãos coptas, e diminui qualquer esperança de estabelecer um  consenso, moderno e secular, que o Egito tão desesperadamente necessita.

União da Juventude Maspero emitiu esta declaração lamentosa: 
A [declaração constitucional] não é compatível com os ideais da revolta de 30 de junho ... que ocorreu em prol de um Estado civil, defendendo a diversidade religiosa e cultural.
Este novo e deprimente espetáculo que se desdobra no Egito confirma a triste sabedoria desta observação, feita pelo grande historiador indiano do islã, KS Lal [6]: 
Maomé não podia mudar a revelação; ele só poderia explicá-la e interpretá-la. Existem muçulmanos liberais e conservadores; existem muçulmanos sabedores de teologia e muçulmanos desprovidos deste conhecimento. Eles discutem, eles interpretam, eles racionalizmr - mas tudo isso, dando voltas e voltas dentro do círculo fechado do Islã. Não há nenhuma possibilidade de se sair dos fundamentos do Islã; não existe abertura para se introduzir qualquer inovação." 
Enquanto isso, a perseguição aos cristãos coptas continua, como vem sendo desde que o islã ocupou o Egito no século sétimo.

Muçulmanos têm isso inculcado, bem fundo, dentro do cérebro: eles querem sharia. E esse desejo é muito difícil de quebrar. 

Referências:


[1] Mama Mia, More Sharia in Egypt, Andrew G. Bostom, American Thinker, jul/2013

[2] Egypt's Massacre of Christians: What the Media Does Not Want You To Know, Raymond Ibrahim, Gatestone Institute, Out/2011


[3] Egypt's draft constitution translated, Egypt Independent, dez/2012


[4] Full unofficial results of Egypt's constitution referendum: A visual breakdown, Ahram Online, dez/2012


[5] Egypt's Maspero Youth Union says constitutional declaration 'shocking', Ahram Online, jul/2013


[6] Sharia versus Freedom: The Legacy of Islamic Totalitarianism, Andrew G. Bostom


quinta-feira, 11 de julho de 2013

Jihad na América do Sul e no Caribe


Parece inacreditável, mas um grupo jihadista deu um golpe em Trinidad e Tobago em 1990, e que o Exército Revolucionário Iraniano explodiu um prédio inteiro em Buenos Aires em 1994. Não estamos isentos da Jihad.
 
Nós temos um monte de problemas sérios no Brasil, começando pelo desrespeito que os nossos governantes demonstram para a população, e a gente acaba esqueçendo que o Brasil, e a América do Sul, são partes do mundo. O que assola o mundo nos afeta. Assim tem sido desde o descobrimento, e assim será. Apesar do Brasil ser um país periférico, ele está na mira dos imperialistas, inclusive dos imperialistas islâmicos.

Jihad em Trinidad e Tobago 

Em 1990, um grupo jihadista situado em Trinidad e Tobago, país às costas da Venezuela, deu um golpe de estado e chegou a se instalar no poder! O artigo intitulado Jamaat al muslimeen, uma ameaca islâmica a partir do Caribe, escrito por Jefferson Nóbrega, oferece uma boa revisão e discussão sobre este assunto.

O Jamaat al Muslimeen
é uma organização sunita de Trindad e Tobado, composta de negros trinitários. Foi fundada com o discurso de estabelecer a “Nação do Islã” no Caribe, pelo Imã Yasin Abu Bakr, ex-policial nascido em Lenox Philip  e convertido ao Islã nos anos 80.
Em 1990, um grupo de mais de 100 jihadistas pertencentes ao grupo, ocupou o parlamento, prendeu o primeiro ministro, e tomou a rede de TV, fazendo dezenas de reféns. 
O confronto durou seis dias, e enquanto o primeiro-ministro era mantido em cativeiro sobre a mira de armas, o caos irrompeu nas ruas da capital Puerto Principe, 24 pessoas morreram. 
Ao perceberem que seus objetivos de governar o país não seriam alcançados, os islamitas trinitários conseguiram, após pressão, com que fosse aprovado uma lei de anistia para as lideranças envolvidas na tentativa de golpe. Os muçulmanos do grupo foram anistiados no dia 1 de agosto de 1990 que ficou conhecido como Dia da Emancipação. Os que enfrentaram processos acabaram ganhando a liberdade em 1992, no total 114 membros do grupo acabaram sendo libertados.
Desde então o Jamaat está envolvido nas principais atividades criminosas do país. O grupo vem sendo acusado de responsabilidade em atentados que ocorreram na capital, além de comandar um esquema de extorsão, tráfico de armas e lavagem de dinheiro. A característica de recorrer a violência para alcançar os objetivos permanece a mesma, é constante acusações de assassinatos de ex-membros que foram expulsos ou que não compactuam mais com a ideologia dos terroristas.

Outros grupos muçulmanos como Islamiyyah Wajihatul, Jamaat al-Murabiteen e Jammat al al-Islami-Karibi também disputam o poder em Trindad, todos são liderados por ex-pupilos de Abu Bakr, que se separaram ou foram expulsos do Jamaat. Fato que demonstra que a prisão ou mesmo a morte do líder trinitário não significa o fim do Islã radical no país.
O Jamaat al Muslimeen continuou tendo influência na sociedade de Trinidad e Tobago, apesar da maior parte da população ser composta por católicos e hindus.
O governo trinitário vem realizando ações para diminuir o poder do Jamaat al Muslimeen, muitos membros da organização tem sido presos acusados de diversos crimes, e sua capacidade financeira diminuiu consideravelmente nos últimos anos, o próprio Imã Abu Bakr, líder máximo do grupo, atualmente responde processo no qual é acusado de crimes contra a segurança do Estado, extorsão e outros.
Entretanto, mesmo enfraquecido, o grupo continua sendo uma ameaça real, basta lembrar que, em 2007, três muçulmanos da Guiana e um de Trindade e Tobago foram presos com a intenção de executarem um atentado no aeroporto JFK, em Nova York.

Vale a pena ler o artigo no seu todo.

Jihad em Buenos Aires

Em 1994, um atentado no centro judaico da AMIA, em Buenos Aires, matou 87 pessoas e feriu mais de 100. Quase duas décadas depois, o juiz e promotor argentino Alberto Nisman concluiu sua investigação com um relatório de 500 páginas. este relatório, claramente aponta o Irã como o responsável pelo atentado. Ele vai além, retratando a existência de uma vasta rede de células adormecidas do Hezbollah espalhadas pela América Latina, realizando "atividades que você não poderia imaginar" ou esperando indefinidamente para receber uma ordem para atacar. 

Nisman acusa o Irã e o Hezbollah de estarem por trás do ataque terrorista de 1994. Mas, seu relatório detalha a infiltração de vários países latino-americanos por meio de redes de inteligência intrincados e salienta que o atentado à AMIA foi apenas uma roda dentada em um plano maior: "um segmento em uma seqüência maior."

É lamentável que os auto-intitulados "governos progressitas" da América Latina tenham se aliado de tal forma a promotores da ideologia mais retrógrada da face da Terra, e estejam não apenas facilitando, mas até mesmo promovendo o crescimento do islamismo em sua forma mais radical. A ilusão destes "progressistas" é de que eles têm os islamistas como aliados na "sua luta contra o capitalismo." Na verdade, como bem mostra a tentativa de golpe em Trinidade e Tobago, assim que estes grupos tiverem condições, eles vão tentar tomar o poder. E para eles, o que vale é a lei islâmica





segunda-feira, 8 de julho de 2013

Resultado da Jihad contra a Igreja da Nossa Senhora da Salvação, no Iraque, em 2012


Em 2012, jihadistas  armados invadiram a   Igreja da Nossa Senhora da Salvação durante o culto, abrindo fogo indiscriminadamente contra os fiéis cristãos, antes de detonarem seus coletes suicidas, que eram cheios de esferas de rolamentos com o intuito de matarem tantas pessoas quanto possível.

O que segue são imagens gráficas que falam, com toda a crueldade, sobre a perseguição aos cristãos sob o islão - imagens que raramente aparecem na mídia.

Eu me sinto relutante em publicar estas fotos, mas como dito por Raymond Ibrahim, de onde estas fotas foram retiradas, é necessário mostrar essas fotos para dar uma melhor compreensão dos verdadeiros sofrimentos dos cristãos sob o islão.

Fonte: Graphic Images of Christian Persecution under Islam, Raymond Ibrahim, maio/2013

 Bebê cristão morto, vítima da jihad.

Cadáver mutilado de um dos jihadistas, depois de detonar o colete suicida.

Ângulo diferente do jihadista que buscava o martírio estilo islâmico





















Se você tem alguma religião, reze pelas vítimas e suas famílias.

Se você não tem religião, impossível não sentir repulsa.

Se você for muçulmano, eu sei que você vai torcer a realidade como pode para eximir o islão de alguma culpa. Deste modo, você faz bem o seu papel, afinal, como dito no Alcorão [4:148]: "Alá não gosta que o mal seja exposto em público, exceto quando ele for feito contra muçulmanos."


sábado, 6 de julho de 2013

Egito, a nova falha de Obama, e a contínua perseguição aos cristãos coptas


A perseguição aos cristãos Coptas, algo que não é novidade no Egito, ganhou proporções epidêmicas no governo da Irmandade Muçulmana, onde crianças eram sequestradas por resgate ou simplemente ameaçadas, meninas eram raptadas, forçadas a se converterem ao islamismo, e forçadas a se casarem com muçulmanos, o aumento das acusações de blasfêmia, e outros atos relatados na imprensa livre.

Caiu o governo islamista de Mohammed Mursi. Este governo, que ganhou uma eleição fraudada (mesmo assim, apertada, 51% a 48%), tentou impor um regime islamista e acabou alienando a maior parcela da população que deseja um governo democrático. Após uma série de manifestações, que culminaram com a maior manifestação política da história, o exército derrubou o governo islamista.

Em apenas um ano, Mohammed Mursi destruiu o Conselho-Geral (composto por 5 membros), el aboliu a constituição, ele quebrou o acordo de paz com Israel, ele demitiu os 70 governadores e os substituiu com 70 governadores da Irmandade Muçulmana, que foram nas cidades re-escrevendo a lei e implementando a lei islâmica, ele bloqueou 3 cidades colocando-as sob lei marcial, ele permitiu que crimes de honra e estupro ocorressem nas ruas sem que houvesse punição, ele permitiu que igrejas coptas fossem queimadas, algumas até o chão, ele permitiu que cristãos fossem crucificados nas árvores do seu palácio, tomando cristãos e jornalistas que tivessem escrito algo em oposição a ele, pregando-os nas árvores por 6 horas. A perseguição aos cristãos Coptas, algo que não é novidade no Egito, ganhou proporções epidêmicas no governo da Irmandade Muçulmana, onde crianças eram sequestradas por resgate ou simplemente ameaçadas, meninas eram raptadas, forçadas a se converterem ao islamismo, e forçadas a se casar com muçulmanos, o aumento das acusações de blasfêmia, e outros atos que vem sendo relatados na imprensa livre (mas não na imprensa tradicional, que aparentemente só se importa em relatar algo quando a violência afeta muçulmanos).

Mohammed Mursi governou o Egito em um ano como “um rei feroz e um senhor cruel.”  E tudo isso com o apoio do governo dos EUA sob a administração de Obama. E, agora, Obama deseja cortar a ajuda financeira para o Egito, sem sequer ter mencionado cortar a ajuda ao governo de Mohammed Mursi apesar das atrocidades cometidas (inclusive, os EUA deram ao Egito 20 caças F-16 novinhos em folha e 200 tanques Abraham também novinhos – a ironia é que o exército está usando estes tanques para cercarem e prenderem membros da Irmandade Muçulmana). Obama está furioso porque o seu plano era para ver um Oriente Médio controlado pela Irmandade Muçulmana (pelo menos é isso que parece, considerando a quem Obama vem apoiando). E considerando o ódio que o islão nutre contra os não-muçulmanos, a atitude do governo Obama se aproxima de uma guerra por procuração contra os cristãos do Oriente Médio.

Eu não gosto de golpe militar, mas o que ocorreu parece até uma “intervenção divina” considerando todas as atrocidades cometidas pelo governo de Mohammed Mursi. E nem todo golpe acontece após 17 mihões pedem pelo fim de um governo assassino.

O problema é que os cristãos coptas, e em menor intensidade os opositores muçulmanos ao governo deposto, estão mais do que nunca na mira das organizações jihadistas. Por exemplo, horas antes de o presidente egípcio, Muhammad Morsi foi afastado pelo conselho militar, Muhammad al-Zawahiri, líder da Al-Qaeda no Egito, declarou que a organização terrorista iria travar uma jihad para salvar Morsi e sua agenda islamista para o Egito (o Hamas já havia se manifestado do mesmo jeito).

Então, a perseguição aos cristãos vai continuar.

Veja o vídeo abaixo, nele, o muçulmano fanático (veja a marca na testa dele, chamada de zabiba, oriunda do atrito da test contra o tapete durante as 5 orações diárias – esta é uma forma de se reconhecer um “autêntico muçulmano”) diz:

 “Eu quero dizer a Al-Sisi [o general que liderou a deposição da Irmandade Muçulmana]: Cuidado, Saiba que você criou um novo Talebão e uma nova Al-Qaeda no Egito. Este grupo irá se sub-dividir em grupo de “martírio” [homens-bomba suicidas] ...”

E a muçulmana fanática do vídeo diz:

"Eu digo aos cristãos uma palavra: Vocês vivem ao nosso lado. Nós vamos atear fogo em vocês! Nós vamos atear fogo em vocês!


 A perseguição aos cristãos vai continuar.

E o que esperar do Egito? Sem o apoio dos EUA talvez a Arábia Saudita ajude o Egito economicamente. Isso faz sentido ao se considerar que o governo teocrático da Arábia Saudita vê a Irmandade Muçulmana como uma rival na luta pela liderança no mundo sunita. Neste momento, os interesses da Arábia Saudita e dos EUA são conflitantes, com a Arábia Saudita congratulando o recém-empossado presidente interino e oferecendo ajuda, enquanto que os EUA dando a entender que ele deseja o retorno da Irmandade Muçulmana e Obama pedindo ao congresso do EUA para boicotar o Egito.

Como podem os Estados Unidosterem se aliados àIrmandade Muçulmana, um grupo que, uma vez, colaborou com  o regime nazista, e que nunca mudou sua linha política desde então; um movimento voltado para impor a Sharia e restaurar o califado; um movimento que é genocida contra os judeus, anti-cristão , anti-xiíta (contra todos os xiítas, não apenas os xíitas islamistas), e quer matar gays e fazer as mulheres em cidadãos de segunda classe? 

O Egito está em um buraco econômico sem precedentes. Ele perdeu a maior fonte de renda (turismo) com a instabilidade oriunda do reino de terror da Irmandade Muçulmana. Apenas a Arábia Saudita tem condições e desejo de ajudá-lo economicamente dando apoio ao novo regime.

E o que esperar no caso de uma nova eleição? Se tiverem que escolher entre um partido que se apresente como daqueles que acreditam em Alá e um outro que seja secular, a tendência é que os muçulmanos elejam o primeiro. E com a pressão do governo dos EUA em favor da Irmandade Muçulmana, tudo é possível, até mesmo um retorno a este pavoroso governo Mursi.

Este é apenas mais um capítulo em uma longa história. E os grandes perdedores são os cristãos coptas, que vão continuar sendo perseguidos ( do mesmo jeito que eles têm sido desde que os exércitos islâmicos ocuparam o Egito a 1400) com certeza, variando apenas a intensidade da perseguição.

Referências:




Arab Spring Egypt's 'Legal' Persecution of Christians, Raymond Ibrahim, The Investigative Project on Terrorism

Muslim Persecution of Christians: February, 2013, Raymond Ibrahim, Islam Translated

Islam's Hatred of the Non-Muslim, David Bukay, Middle East Forum

Obama's Proxy War on Mideast Christians, Raymond Ibrahim, Middle East Forum

Al-Qaeda's Jihad on Anti-Morsi Egyptians, Raymond Ibrahim, Gatestone Institute



Obama Administration Middle East Policy: See What I’ve Been Trying to Tell You?, Rubin Barry, PJMedia


Dismiss the Egyptian People and Elect a New One, David P. Goldman, PJMedia



Egípcios celebram o fim do governo da Irmandade Muçulmana