quinta-feira, 23 de maio de 2013

Muçulmanos gritando Alá Akbar esquartejam soldado britânico em plena luz do dia em Londres


Veja últimas atualizações ao final do artigo.

Hoje em Woolwich, Inglaterra, um soldado britânico (Lee Rigby) foi esquartejado por dois muçulmanos ingleses armados com facas e um facão. Um dos assassinos, falando com um sotaque Inglês, disse no vídeo:
Há muitas, muitas ayas [versos] no Alcorão que dizem que devemos combatê-los como eles lutam contra nós, olho por olho e dente por dente. Peço desculpas que as mulheres tiveram que testemunhar isso hoje, mas na nossa terra, as mulheres têm que ver o mesmo. Vocês nunca estarão a salvo. Derrubem o seu governo; eles não se importam com vocês.
Um dos assassinos discursa para uma câmera depois do crime

Testemunhas também informaram que os assassinos tentaram decapitar o soldado, e que eles pediram aos espectadores para chamar a polícia, e se moveram na direção da polícia como se para atacá-la, assim que ela apareceu.

Enquanto que alguns disseram que os assassinos eram loucos, o contrário parece ser o caso. Eles parecem ter agido de acordo com uma determinada lógica teológica que pode ser entendida com base em ensinamentos islâmicos. Durante este massacre, eles encontraram tempo, com calma e clareza, para explicar as suas motivações para a câmera.

O assassino foi capturado em vídeo fazendo referência a trechos de textos sagrados islâmicos. "Nós temos que combatê-los como eles lutam nós" é uma referência a uma frase encontrada várias vezes no Alcorão:
"Lute pela causa de Alá contra aqueles que vos combatem ... E os esquartejem onde quer que sejam pegos e os expluse de onde eles o expulsaram, pois fitnah (opressão, perseguição) é pior do que o esquartejamento; ... se eles lutarem com você, mate-os. Essa é a recompensa daqueles que suprimem a fé. "(Sura 2:190-9)
 "Lutem juntos contra os politeístas, como eles lutam todos juntos" (Sura 9:36)
"Permissão para lutar (contra descrentes) é dada para aqueles (crentes), que são combatidos, porque eles têm sido injustiçados e certamente, Alá é capaz de dar a eles (os crentes) a vitória" (Sura 22:39)
A palavra árabe para "luta" usada nessas passagens do Alcorão é qātilū, que significa literalmente lutando para matar.

A referência de "olho por olho, e dente por dente" é também do Alcorão (embora em última análise, emprestada de várias passagens da lei mosaica):
E nós prescrevemos para eles deste modo: a vida pela vida, e o olho pelo olho, e o nariz pelo nariz, e a orelha pela orelha, e dente por dente, e para feridas, retaliação. (Sura 05:54)
Os assassinos muçulmanos estão aqui invocando uma regra religiosa de que é permitido lutar e matar pessoas que travam uma guerra contra os muçulmanos. Como Bin Laden disse em sua carta ao povo americano:
"É ordenado por nossa religião, e pelo intelecto, que os oprimidos têm o direito de devolver a agressão. Não esperem nada de nós, mas Jihad, resistência e vingança. "
 A crença de que parece subjacente ao ataque em Woolwich é de que o governo britânico está travando uma guerra contra os muçulmanos em terras muçulmanas, sendo, portanto, legítimo para os muçulmanos a jihad contra os ingleses. O povo britânico, que votou no governo, também são considerados pessoalmente culpados, é por isso que "eles nunca estarão seguros" e lhes é dito para "derrubarem o seu governo".

A frase "vocês nunca estarão a salvo" é uma reminiscência de uma instrução de Maomé aos seus seguidores para convidar os não-muçulmanos para o islã, dizendo-lhes Aslim taslam "Aceite o islã e você estará seguro". A implicação é que os não-muçulmanos não estão seguros porque o seu sangue e propriedade podem ser tomados até que se convertam. Assim, Maomé disse a seu primo Ali, na véspera do ataque contra os judeus de Khaibar:
"Lute (qātilū) até que testemunhem o fato de que não há outro deus senão Alá e Maomé é o Seu Mensageiro [ou seja, até que se convertam ao islamismo] e quando eles fizerem isso, então o seu sangue e suas riquezas são invioláveis [seguros] das suas mãos. "(Sahih Muslim. Livro dos méritos dos Companheiros do Profeta 4:29:5917).
 Parece que os assassinos desejavam o martírio, de acordo com as suas crenças, porque eles pediram aos espectadores para chamarem a polícia e atacaram a polícia assim que ela chegou no local.

Este massacre nas ruas de Woolwich em Londres tem todas as características de um ataque teologicamente motivado,  e a chave para compreendê-lo pode ser encontrada no Alcorão e nos ensinamentos de Maomé.

Os pontos de vista adotados pelos assassinos são interpretações "legítimas" do Alcorão e dos ensinamentos de Maomé e podem ser contestados. O que não pode ser contestado é a fonte de onde eles encontraram a sua inspiração.

O texto acima é uma tradução livre da porção de um artigo escrito por Mark Durie no seu blog. Mark Durie é um vigário anglicano, em Melbourne, na Austrália, e autor de A terceira opção (The Third Choice).

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Atualizações:

em 25 de maio:

Um exemplo do fator transformativo do islamismo (transformar pessoas boas em seguidores fiéis de Maomé): Michael Adebolajo, 28, o homem empunhando uma facão ensanguentado no vídeo do ataque infame, foi criado cristão, mas ficou "obcecado" com o islã quando adolescente (Daily Mail).

em 25 de maio: O primeiro ministro da Grã-Bretanha, David Cameron, disse que o assassinato é uma "traição ao islão." Enquanto isso, a organização Al-Shabaab, emitiu várious twiters dizendo que "Não é uma "traição" do Islã como ele (Cameron) coloca, mas sim um "retrato" do Islã. Um dos twiters vem com a ameaça: "Toulouse, Boston, Woolwich ... Onde vai ser o próximo (ataque)? Você apenas tem que sorrir e aguentar, é inevitável."

Pergunta: Que tipo de problema psicológico afeta os líderes ocidentais que torturam a lógica a fim de desculpar ou obfuscar a raiz do problema?

em 25 de maio: Anjem Choudary, clérico islâmico inglês em cujo grupo os assassinos faziam parte, alertou para a possibilidade de mais ataques, dizendo, dentre outras coisas, que existe chance de que novos ataques deste tipo ocorram.


Michael Adebolajo visto junto a Anjem Choudary em uma manifestação pró-sharia em Londres em 2007.


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em 8 de junho:

Vídeo mostra muçulmanos britânicos rindo pelo assassínio de Lee Rigby: 



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Em 4 de dezembro de 2013

Jihadista que decapitou soldado britânico em uma rua de Woolwich, à plena luz do dia, se auto-intitula 'Soldado de Alá' em depoimento a polícia (Fox News)

Comentário: É impressionante que cada jihadista travando a “guerra santa” (Jihad) sabe exatamente quem ele é, e por que ele faz o que faz, citando capítulo e versículo Alcorão, mas o Ocidente se recusa a acreditar ou aceitar essa terrível realidade, em detrimento de suas vítimas, passadas e futuras . Em vez disso, somos informados pela elite cultural e política rendida que o problema é "islamofobia." 

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Em 22 de dezembro de 2013

Um dos assassinos, Michael Adebowale, sofreu uma série de episódios psicóticos desde que ele cortou Lee Rigby à morte. Em um destes incidentes, Adebowale renunciou ao islão e disse aos policiais na prisão de Belmarsh sul de Londres que já não acreditavam no Alcorão. (Mirror)

Comentário: Eu me pergunto ... esse cara tinha uma personalidade psicótica quando ele era cristão? Quando ele era cristão, ele matou muçulmanos em nome de Jesus? Ou em nome de qualquer outro deus? Então ele veio a sofrer uma personalidade psicótica quando ele se tornou um muçulmano, por isso a sua nova religião foi a causa do seu transtorno mental? E o Ocidente não para de dar privilégios aos fiéis desta religião ...


O islão tem esta capacidade única: a de transformar pessoas boas em psicóticos assassinos.

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Em 30 de janeiro de 2013

Michael Adebolajo, um dos assassinos do soldado britânico Lee Rigby, está apelando contra a sua condenação, alegando que ele é um soldado de Alá e que o que ele fez foi um ato de guerra. (BBC)

O nome que Michael Adebolajo adotou após sua conversão para a religião da paz é Mujaahid Abu Hamza, mas a notícia da BBC não diz isso. A Grã Bretanha de hoje está acovardada depois de ter importado milhões de muçulmanos ortodoxos, e agora tenta "apazigua-los" omitindo a verdade. Como disse Churchill, "Um apaziguador é alguém que alimenta um crocodilo esperando ser o último a ser devorado." 


segunda-feira, 13 de maio de 2013

Nasim Ben Islam, apóstata do islão, fala sobre os perigos do islamismo para o ocidente


Nasim Ben Islam é um apóstata do islão, residente na Alemanha. Ele recentemente escreveu um livro chamado "O verdadeiro inimigo ... porque eu não me tornei um terrorirsta" e foi entrevistado. O vídeo mostra partes importantes da sua entrevista. Uma boa análise sobre o islão por quem cresceu dentro do "caldeirão islâmico."

(Se o vídeo acima não carregar assista o outro após o texto)

Vídeo também disponível on line em https://youtu.be/O33XdneMtL4 e em https://vid.me/os6yC

Texto

Para os muçulmanos é uma honra especial matar pelo islão
e uma honra ainda maior morrer pelo islão
ou seja, a compreensão de que existe vida e seres humanos
é suprimida desde a infância
Aprende-se desde o começo que a maior exigência
na vida muçulmana é dar tudo para Alá, mesmo que não faça sentido
ninguém pergunta se é humano ou desumano. Os judeus
eu odiava-os naturalmente sem precisar de muito ensinamento para isso
Porque? Bem, eu fui à escola do Alcorão antes de chegar na Alemanha.
Então na escola do país árabe de onde eu vim
desde o começo, e em toda a sociedade, só se escuta uma coisa
"os judeus são ruins, eles são inimigos de Deus, eles não são humanos
eles são amaldiçoados por Deus, alguns deles foram transformados em macacos”
isso é como o Alcorão diz, ou seja esta foi a imagem dos judeus
gravada na minha cabeça desde o começo
uma imagem inimiga e eu os odiava e os desprezava
eu queria matá-los, mas isso não se relaciona apenas aos judeus, os cristãos também
e todos os não-muçulmanos. Para os muçulmanos, todos os não-muçulmanos são
descrentes. Eu os desprezava do mesmo modo, talvez não
tão intensamente quanto o ódio ou o desejo de matar judeus
mas os cristãos não tinham valor para mim
simplesmente pelo fato de serem descrentes, budistas e ateistas não têm valor, todos eles
eram criaturas que teriam valor apenas se convertendo ao islão
o mundo tem que ser islamizado, é isso
que é ensinado pelos cléricos e estudiosos islâmicos
e difundido pelos líderes no mundo islâmico
o mundo não-muçulmano é a “Casa da Guerra”;
onde o islão for a religião oficial é a
"Casa do islão", deste modo a “Casa da Paz”
Isso significa que a instrução
"o mundo tem que ser islamizado" sempre existiu e aqueles que amam o islão
e eu, claro, era assim, como bons muçulmanos
querem fazer com que isso aconteça, ou seja,
islamizar a Alemanha e a Europa
 para satisfazer as exigências de Maomé
do melhor modo possível.
 Se você lidar criticamente com
a história, com a vida de Maomé
com os ensinamentos islâmicos, se alguém lidar com estes fatos
fatos comprovados, do lado cristão
bem como do lado científico muçulmano
se alguém se defrontar com estes fatos, é estranho então continuar acreditando
que o islão é uma religião da paz.
 Eu apenas vejo uma tática clara usada
pelos comissários muçulmanos que desejam ofuscar essas verdades
para dar uma pílula para dormir para a sociedade cristã
de modo que ela fique dormindo durante a islamizacão da Europa.
Dormindo durante uma traiçoeria e falsa
exposição, e obscuração da verdade.
 Esta é
parte da estratégia para islamizar a Europa.
O Alcorão é a revelação de Deus através de Maomé
que é a palavra final para todos os povos para todos os tempos
ele não é mutável, sendo assim, irreformável.
O abrandamento das brutais leis teológicas
muçulmanas, teorias, etc.
apenas para enquadrá-las dentro de uma sociedade livre e democrática
é imediatamente criticada e atacada pelos muçulmanos.
Se você está aborrecido com os fundamentalistas islâmicos
isso é injusto, porque estes fundamentalistas representam exatamente
100% do islão como ele é em todas as suas formas
Eu sei que eles fazem jejum, eles rezam, eles seguem leis religiosos e eu sei
que eles estão prontos para matar ou serem mortos a fim de cumprirem
todas as leis do islão. Não se deve esqueçer
e nem negar que isto não é sobre fanáticos ou sobre islamismo,
isso é sobre pessoas que seguem a fé muçulmana de A a Z
que querem cumpri-la 100%.
 Eu vejo
que o muçulmano é comandado na sura (9 verso 41?)
(inaudível) no modo de Alá. Muçulmanos são ordenados a travar guerra santa de maneiras diferentes:
Não é apenas com bombas, guerra, espadas
e canhões, mas também com táticas e inteligência
Se um meio pacifico funcionar, ele deve ser o primeiro
a ser usado, especialmente quando se estiver inferior militarmente
se não se pode entrar pela porta da frente, deve-se usar a porta de trás
para estabelecer o islão na sociedade.
Aprende-se desde a infância: Maomé foi o profeta de Deus, ele foi enviado, ele foi o escolhido
e tudo o que ele fez foi certo, independente do que alguém pensa ou sente.
O que o profeta fez e disse estava correto.
 Em outras palavras
quando uma mulher foi estuprada, quando um território ou cidade foi conquistado
isso era sagrado, porque não eram mulheres muçulmanas de qualquer modo
O profeta fez e ordenou isso.
 Quando alguém começa
a questionar criticamente a religião ou Maomé
então você imediatamente se sente culpado. Porque?
Porque se aprende desde a infância que
quando alguém vê algo crítico ao islão, isso representa uma deficiência no comportamento humano
e não uma crítica justificável. Um dos mais sérios pecados
é perguntar: "Porque Maomé fez isso?"
"Porque isto está no Alcorão?" Apenas perguntar isso já é um horrível
pecado. E é este o nível no qual a lavagem cerebral funciona
dentro deste sistema: eu não tenho permissão para perguntar, e se eu ver alguma deficiência
então eu peco. Então, o que me resta exceto abrir o ouvido
e aceitar o que me é dito
É o que eu tenho que fazer. E quando me for dito “mate”, aqui estou eu, e eu mato.
Existe esta ameaça ensinada pelo islão de que quem muda de religião
deve ser morto. Isto é um fato
uma espada suspensa sobre a minha cabeça.
Isso não é uma coisa boa. A segunda coisa é que
se alguém se separa da família, este alguém se separa da sociedade muçulmana
para quem era próximo com uma parte do seu coracão e sua vida
E que as ameaças vêm destes círculos, não de algum lugar imaginário
em algum lugar na Europa, ou além, mas de bem perto
círculo de amigos, família, … e isso é
o que torna tudo difícil para mim.:(
Eu sei de fontes confiáveias que a Irmandade Muçulmana desde
os anos 60 começou a desenvolver estrategias para
islamizar a Europa.
E eu vejo que muito do que foi decidido nos anos 60 ainda é feito hoje
A taxa de natalidade é apenas um exemplo
No meu livro eu fiz uma declaração onde eu escreví
"cada muçulmano é um terrorista em potencial"
A reposta do editor foi de que
esta declaração deveria ser removida porque
ninguém pode dizer algo como isso.
 E eu disse e posso justificar o porque
eu digo isso. Se um muçulmano leva a sua fé
à sério, então ele retorna para as palavras de Maomé e
para o que está no Alcorão – se ele for um muçulmano exemplar
e amanhã ele será primeiramente um guerreiro para deus
porque isto é simplesmente uma parte da fé. Eu posso dizer baseado na minha própria
experiência que eu posso confirmar
que entre o que é falado publicamente e o que é dito para os cristãos e o que é falado
às portas fechadas na família, na sociedade muçulmana,
e nas mesquitas,
 existe uma diferença, como o dia e a noite.
Algumas vezes eu me surpreendo com a ingenuidade do Ocidente
e a ingenuidade dos cristãos, como eles são tão cegos
e se deixam serem seduzidos.
 Eu estou tão perplexo
que estes fatos
como eles existem no islão, onde você nem precisa
que os muçulmanos os entendam, que estes fatos são simplesmente
negados.
 Dar pilulas para dormir para o Ocidente
Dar pílulas para dormir para os cristãos
De modo que eles fiquem dormindo durante o processo de islamização:
 este é o objetivo.
É um fato que o núcleo da mensagem não se altera na tradução
não se torna diferente repentinamente.
Quando se diz
no Alcorão: "mate-os", você pode traduzir como
"mate-os" ou "apague as suas vidas", o que seja
o núcleo da mensagem é: o descrente
que não se converter para o islão será mais tarde apedrejdado e enterrado.
E o seu sangue se vai. O segundo aspecto é
que o Alcorão é escrito no imperativo.
Isso é simples para o mais simples dos homens. "Vá e
mate o descrente !" Não é preciso filosofar.
As pessoas crescem dentro desta ideologia
e quando uma mulher ocidental pergunta a uma muçulmana
"como você consegue viver desse jeito?" a muçulmana encolhe os ombros
e diz: "do que voce está falando?"
Uma mulher pode apenas se rebelar quando ela
toma consciência: "puxa, eu sou oprimida e tratada mal"
Mas enquanto ela estiver dentro do caldeirão: "vocês são deste jeito porque Alá
comanda deste jeito, não questione" neste exato momento
a discussão termina antes mesmo de começar.
O meu pedido para os nossos politicos e para a nossa sociedade
é: por favor, abram os seus olhos
Tolerância é algo valioso, importante e bom, e amar
o seu vizinho é um valor cristão, mas
tolerância às custas da verdade
é uma estupidez total
que irá custar um preço muito alto.

video

Vídeo também disponível on line em https://youtu.be/O33XdneMtL4 e em https://vid.me/Aazl2






sábado, 4 de maio de 2013

Cristãos sendo perseguidos pelo Islão e as igrejas se calam


Qual o grupo mais perseguido no mundo de hoje? Os cristãos. As populações cristãs nativas do Oriente Médio estão sendo exterminadas ou expulsas da sua terra natal, os cristãos coptas do Egito, que já não tinham boa vida sob o governo do General Mubarak, estão sendo massacrados sob a Irmandade Muçulmana. Existem menos cristãos nas regiões da Cisjordânia governadas pela Administração Palestina do que durante a administração Israelense. Cristãos são perseguidos, explusos e mortos no Irã, no Paquistão, norte da África, Sudão, Nigéria, Tanzania, Indonésia, ... e qual a reação do mundo? Silêncio. Os mais poderosos países do mundo tem maioria cristã. Mas o que os governos europeus fazem? Se calam. O que os EUA fazem? Se omitem. Até mesmo governos de países periféricos, mas de maioria cristã, como o Brasil, se calam.

Mas são governos seculares, alguém pode replicar.

Mas, e as igrejas? Elas são cristãs, não? Porque se calam? Se você que está lendo este artigo for, por exemplo, católico, você já viu durante a missa rezar-se pela Igreja Perseguida? Pelo menos uma pequena menção? E nas outras denominações cristãs? O silêncio predomina.

Mas, isso não quer dizer que as igrejas estejam alheias ao mundo ... parece estar alheias apenas ao mundo cristão.

Vejamos exemplos de hipocrisia.

No início de maio de 2012, a Conferência Geral da Igreja Metodista Unida votou contra uma resolução de desinvestimento contra Israel, mas aprovou uma resolução pedindo um boicote de produtos israelenses feitos na Cisjordânia. A Assembleia Geral da Igreja Presbiteriana (EUA) está considerando duas resoluções semelhantes. E a Igreja Unida de Assembléia Geral do Canadá também vai votar uma resolução de boicote nos próximos meses.

Todos estes votos sobre Israel ocorrem num contexto de silêncio sobre a violência anti-cristã em países de maioria muçulmana no Oriente Médio e Norte da África.

Os cristãos tem sido assassinados no Iraque, Egito e Nigéria e essas igrejas não dizem nada, ou quase nada sobre esses assassinatos. Eles, no entanto, falam incessantemente sobre Israel. 


Isso não é exagero. Quando as assembléias nacionais da Igreja Unida de Cristo e os discípulos de Cristo se reuniram em 2011, ficou claro para quem estava prestando atenção ao cerco dos cristãos no Oriente Médio, que esses encontros não iriam tratar nada sobre este problema.

Você pode pesquisar as agendas de Sínodo 
2011 Geral da UCC aqui. As palavras do Iraque, Egito e Copta não são mencionadas nas minutas do Sínodo, mas a palavra Israel aparece 15 vezes. A lista das deliberações tomadas pelos discípulos de Cristo, em 2011, está disponível aqui.

Você não vai encontrar nada sobre a violência anti-cristã em nenhum desses links, mas você vai aprender que as assembléias destas duas igrejas passaram duas resoluções alertando sobre os males da islamofobia (PS. lembre-se que Islamofobia é um termo inventado pela OIC).


Você leu isso direito. Cristãos são assassinados no Iraque e no Egito, e as assembléias das duas igrejas aprovaram resoluções de advertência sobre os males de uma eventual hostilidade anti-muçulmana. Dentro do contexto histórico atual seria razoável que as assembléias destas igrejas aprovassem uma resolução sobre a hostilidade anti-cristã em países de maioria muçulmana. Mas isso não foi feito. 

Eles não disseram nada.

Considerando que a "Primavera Árabe" está desencadeando extremistas islâmicos e perseguições cada vez mais gritantes e assassinatos de cristãos nos países muçulmanos, o silêncio destas organizações de igreja e sua incapacidade de ajudar os seus correligionários é incompreensível.

Seja qual forem os crimes, reais ou imaginários que grupos cristãos possam acusar Israel, o seu abandono ao cristãos coptas e aos outros cristãos frente à perseguição muçulmana torna suas agendas - e sua legitimidade como líderes cristãos - suspeitos.


E igreja católica, a maior de todas, também permanece inerte.