quinta-feira, 28 de julho de 2011

O que o assassino norueguês pensou?

Eu endosso as palavras de Phyllis Chesler, cuja coluna, O que o assassino norueguês pensou?, que traduzo abaixo. 


O autor condena fortemente o assassinato, mas desafia o governo e a inteligentsia norueguesa a fazer algo eficaz sobre a sua própria política multi-culturalista, que está falhando.

Eu condeno o assassinato em massa e a matança de inocentes civis desarmados.

Por favor, repare: Breivik pode ter temido e desprezado a recusa da primeira, segunda e terceira geração de imigrantes muçulmanos noruegueses de se tornarem europeus, de abraçarem os valores do Iluminismo —  mas ele matou os filhos daqueles noruegueses que, na sua opinião, foram permitindo que os muçulmanos criassem enclaves separatistas e hostil na Noruega.

Será que isso vai aterrorizar os multi-culturalistas, tanto quanto o islamismo? Será que a ação covarde e terrível de Breivik, irá levar a políticas que vão finalmente começar a lidar com questões como a mutilação genital feminina, a poligamia, casamento forçado, e crimes de honra em solo norueguês? Este constitui apenas um ataque terrorista e, talvez, o primeiro de seu tipo.

Devemos lembrar que, em nome do Islã, muçulmanos islâmicos cometeram milhares de ataques terroristas, tanto em seu próprio povo e sobre os infiéis civis.

Meu caro colega, Barry Rubin, escreve que "Houve mais de 10.000 ataques terroristas islâmicos, muitos deles contra os cristãos, judeus, budistas, hindus e outros. O número de tais ataques contra os muçulmanos no Ocidente ou mesmo no mundo é talvez um por cento desse número. "

Além disso, historicamente, em nome do Islã, os jihadistas colonizaram vastos territórios no Oriente Médio, Ásia, África e Índia. Eles perseguiram, escravizaram, exilaram ou assassinaram os infiéis indígenas que lá viviam e destruiram os seus locais sagrados ou os transformaram em grandes mesquitas.

No entanto, os líderes políticos ocidentais, a mídia, e o professorado se concentraram apenas no imperialismo ocidental, racismo e escravidão histórica, e têm absolutamente se recusado a se concentrar sobre o imperialismo muçulmano, o racismo e a escravidão, histórica e contemporânea.

Enquanto isso, a penetração constante do  apartheid  islâmico, de gênero e religioso, continua em ritmo acelerado no Ocidente, especialmente na Europa, incluindo a Noruega.

Os multi-culturalistas e "progressistas" na Noruega, com viés de esquerda, se recusam a ajudar as meninas muçulmanas e as mulheres ameaçadas em seu meio; o governo norueguês se recusa a limitar os casamentos forçados com primos nos países de origem, e nem têm efetivamente intervido em matéria de violência doméstica quando o autor é muçulmano, bem como suas vítimas.

A destemida Hege Storhaug, escreveu um livro excelente, agora (2011) em Inglês, sobre este assunto. É intitulado "Mas o maior destes é Liberdade. As consequências da imigração na Europa." Juntamente com Rita Karlsson, Storhaug mantém um Serviço de Direitos Humanos um site on-line e um think tank.

Os tipos de esquerdistas e multi-culturalistas, cujos filhos Breivik diabolicamente escolheu massacrar, são os tipos de esquerdistas que persuadiram o governo norueguês para parar de financiar este excelente site. Elas foram acusados ​​de serem ... "islamófobas". Storhaug e Karlsson são feministas, do tipo sadio. Elas querem extender os direitos de liberdade a todos os cidadãos da Europa e da Noruega, mas o seu próprio governo, politicamente correto, e a inteligentsia, tentou derrotá-las ao retirar o financiamento dos seus esforços.

Storhaug pinta um quadro desolador, mas preciso. A maioria dos imigrantes muçulmanos na Noruega são paquistaneses. Em geral, os imigrantes muçulmanos muitas vezes superam os crianças norueguesas nativas  na escola. Ela escreve: "Numa sala de aula típica, expera-se que um total de cinco alunos nativos da Noruega façam  o trabalho de integrar um número de não menos que quinze filhos de imigrantes - uma tarefa praticamente impossível Muitos netos de imigrantes começam seu primeiro dia de aula sem o menor conhecimento da língua ou cultura norueguesa. "

Noruegueses nativos aprenderam a viver com cautela. Casais gays não se atrevem a dar as mãos em público em algumas partes do Oslo. Desde o bombardeio das embaixadas da Noruega em 2006 (devido a uma publicação norueguesa das caricaturas de Maomé), os noruegueses não se atrevem a "dizer qualquer coisa crítica ou negativa sobre o Islã ... tais comentários são reservados para a segurança das conversas privadas." No ponto de vista de Storhaug, o "casamento é o cerne do desafio para a política de imigração, porque o casamento é a principal rota de entrada para a Noruega." É a maneira de imigrar e de obter a cidadania norueguesa também. Aproximadamente 75 por cento de todos aqueles que emigram para a Noruega vêm através da chamada "reunificação com pessoas na Noruega." E, cerca de 75 por cento da primeira geração (e da segunda geração!)  de imigrantes paquistaneses-noruegueses se "casaram ​​no Paquistão." E, entre 30-60 por cento desses casamentos são entre primos. O custo para o Estado europeu e norueguês é considerável. Ela se refere a um estudo britânico que indicava "uma taxa elevada de deformidades entre os recém-nascidos de paquistaneses. As população paquistanesa corresponde a 3,4 por cento de nascimentos no país, mas totaliza 30 por cento dos defeitos congênitos em recém-nascidos ocorrem em crianças de pais com origens paquistanesa . "

Crimes de honra de meninas e mulheres muçulmanas são uma epidemia na Europa, como é a poligamia. Storhaug menciona um padrão no qual homens noruegueses-paquistaneses imigram com várias esposas, a quem eles posteriormente se divorciam sob a lei norueguesa, após o que eles se casam com novas mulheres e as trazm de volta do Paquistão. Mais uma vez, Noruega serve como "base financeira" para tal violações dos direitos humanos.

Storhaug descreve a maneira desumana na qual as mulheres  muçulmanas paquistanesas são tratadas por suas famílias. Por exemplo: "Mina ... a quem foi dada uma 'escolha' entre os três primos, foi pressionada para escolher um em particular - o único que teve a posição mais fraca no mercado de casamento, porque ele não tinha ido à escola e era  mais escuro do que a maioria das pessoas, em uma região onde a pele escura é igualada com baixo status e feiúra. Este jovem, de acordo com Ahmed, foi o que mais precisava desesperadamente de um visto para o Ocidente. No final, portanto, ele foi quem obteve Mina - uma ser humano reduzida ao status de um visto vivo".

Storhaug analisa a paranóia normalizada que caracteriza muitas  famílias muçulmanas paquistanesas. Não há privacidade, pois privacidade, que pode levar a pensamentos ou atos proibidos, é vista com desconfiança. A menor desobediência pode levar a um espancamento ou um crime de honra. Storhaug cita um problema semelhante na Dinamarca, onde "menos da metade dos imigrantes não-ocidentais ... tinham emprego. Imigrantes não-ocidentais respondiam a cerca de cinco por cento da população da Dinamarca, mas recebeu pouco menos de 40 por cento do seu orçamento social." Cita Storhaug Poul C. Matthiessen, professor dinamarquês de  demografia: "historicamente, esta é a primeira vez que a Dinamarca tem experimentado uma onda de imigração por pessoas que são explicitamente antagônicos aos valores e normas dinamarquese ... todos os grupos anteriores de imigrantes ... até meados de 1970, tinham se ajustado rapidamente às normas e valores dinamarqueses. Isto incluiu agricultores holandeses em 1500, huguenotes franceses em 1600, os trabalhadores suecos e poloneses em 1800, refugiados judeus da Rússia por volta do ano 1900, e os chilenos na década de 1970. "

De acordo com Storhaug, "funcionários do governo que supõem-se devam ajudar as mulheres imigrantes ingressarem no mercado de trabalho, pelo contrário, formaram uma "aliança profana" com os maridos daquelas mulheres Os maridos querem que as mulheres fiquem em casa, cuidando da casa e educando os filhos. E os conselheiros de emprego não querem molestar as mulheres, tentando empurra-las para empregos, uma vez que suas chances de encontrar emprego são pequenas de qualquer maneira. Então, em vez disso, eles mandar as mulheres para fazerem cursos como hobby em temas como a preparação de alimentos e bordados. Longe de aproxima-las do mercado de trabalho, estes cursos garantem que elas não vão negligenciar os seus deveres domésticos O governo, em suma, fez um compromisso; ele mantém as mulheres muçulmanas ocupadas dentro dos limites restritos estabelecidos pelos seus maridos e ignora a necessidade delas de se tornarem trabalhadoras qualificadas - e cidadãs ativas ".

Storhaug, como eu e um punhado de outras feministas, está assombrada pelo silêncio de feministas no  Ocidente sobre o apartheid de gênero islâmico que ocorre no Ocidente. Ela explica sobre este silêncio de forma sucinta e precisa. "As feministas estão obcecadas com suas próprias causas étnicas norueguesas: licença maternidade mais longa, dias de trabalho mais curtos para o mesmo salário - enfim, tudo o que possa lhes dar uma vida melhor, materialmente e socialmente. Ao mesmo tempo, muitas das feministas clássicas parecem como velhas socialistas, cegas pelo sonho multicultural - um sonho, infelizmente, que as levou a aceitar a opressão das mulheres em segmentos consideráveis ​​da população." Alguns radicais islâmicos e seus facilitadores estão culpando o Mossad israelense pelas  ações de Breivik. Outros estão culpando os sites anti-jihadistas e pensadores, a quem Breivik aparentemente leu. Será que eles agora culpam  aquelas feministas que facilitaram a penetração do   apartheid islâmico, de gênero e religioso, no Ocidente, especialmente na Noruega?

Permitam-me repetir a mim mesma: eu condeno o assassinato em massa de civis inocentes e desarmados, não importa qual a causa.

Mas eu desafio o governo e a inteligentsia norueguesa a fazer algo eficaz sobre a sua própria emperrada política multi-cultural, e não usar o trágico evento como mais uma oportunidade para silenciar o discurso legítimo e a dissidência.
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quinta-feira, 21 de julho de 2011

Estupro e Escravidão Sexual


José Atento
Lendo este texto voce vai compreender porque o estupro e a escravidão sexual são permitidos no Islão: por serem práticas que seguem o exemplo de Maomé (ou seja, são sunna). Você vai saber também sobre duas das mulheres de Maomé, Juwairiya, que foi forçada a se casar com ele, e Rayhanah, que foi escrava sexual de Maomé. (Quando você se encontrar com um muçulmano, diga que você sabe da história de Juwairiya e de Rayhanah, e pergunte a ele porque ele usa como inpiração espiritual uma pessoa (Maomé) que foi um pervertido sexual.)
Alguns fatos recentemente noticiados na imprensa internacional (e também no Brasil) chamaram a atenção para um fato que poucos se dão conta, de que o estupro e a escravidão sexual de mulheres não-muçulmanas é algo intrisicamente ligado ao Islão e ao seu profeta Maomé.

·    O caso da jornalista americana Lara Logan, estuprada por uma gangue de cerca de 200 em plena Praça Tahir, no Cairo, durante manifestações contra o governo egípcio de Mubarak. O estupro múltiplo durou meia hora até que um grupo de mulheres e soldados a resgataram. Durante o estupro a gangue ficou chamando-a de judía, o que alimentava mais o ataque. O fato dela não ser judía não era importante, mas sim o fato dela ter sido tratada com uma judía pela gangue [1].

·    Soldados egípcios fazendo teste da virgindade em mulheres que participavam das manifestações na Praça Tahir, no Cairo [2].

·    O caso da mulher líbia Iman Al-Obeidi, assaltada sexualmente por 15 guardas durante os dois dias em que ela ficou em custódia. Esta mulher entrou no hotel onde a imprensa internacional estava para denunciar os estupros, sendo imediatamente presa pelas autoridades líbias, que diziam que ela estava alucinada [3].

·    A acusação de que o regime de Kadafi está usando estupro como arma [4].

·    Os vários relatos da prática de estupro nas prisões iranianas, onde os guardas estupram mulheres antes delas serem executadas. Além disso, como existe a crença de que mulheres que morrem virgens vão diretamente para o céu, meninas virgens são casadas à força e estupradas, “impedindo” que elas sigam diretamente para o céu (ou seja, além do estupro, tortura mental) [5], [6].

·    O caso da ativista e candidata ao parlamento do Kuait, Salwa al Mutairi, que defendeu o retorno da prática da escravidão sexual, como históricamente praticada pelo Islão. Ela disse, entre outras coisas, que a escravidão sexual deveria ser novamente legalizada e que mulheres aprisionadas em zonas de guerra seriam ótimas concubinas. Segundo ela, um Imã (clérigo) saudita disse que a condição para que tal aconteça é que uma nação muçulmana deve estar em conflito (jihad) com uma nação não-muçulmanada, como na Chechênia [7]. Mutairi sugere o estabelecimento de agencias para vender escravas, semelhantes a agencias de empregadas, onde a escrava ganharia 50 dinares por mês para cozinhar, limpar a casa e tomar conta das crianças, sendo escrava das esposas de dia. E de noite, o marido não iria para fora de casa para dar as suas “voltinhas” pois é halal (permitido) ao marido ter sexo com sua(s) escrava(s) sexual(is) sem necessidade de matrimonio ou qualquer outra burocracia para satisfazer seus desejos sexuais. Melhor fazer isso em casa sob os olhares das esposas e por apenas 50 dinares! Bom negócio e bom para “preservar o casamento.” As escravas preferidas são as mulheres russas louras (árabes preferem escravas louras). Não pense que Mutairi é uma desmiolada. Na verdade, é comum encontrar mulheres muçulmanas tão radicalizadas que defendem a poligamia (praticada apenas pelos homens) e os casamentos temporários (permitidos apenas aos homens) mas se calam quando o assunto é açoitamento e apedrejamento de mulheres adúlteras [8].

Para terminar, repare que as mulheres bem comportadas também são sujeitas a estupro, por exemplo, a lei no Afeganistão que regulamenta estupro das esposas [9].

Estes acontecimentos são decorrência de pessoas pervertidas, ou de pessoas que se perverteram por um mal exemplo? Quando o assunto é Islão, existe sempre a possibilidade destes atos serem decorrência do comportamento considerado como exemplar, o comportamento do profeta Maomé. Vejamos alguns exemplos [10].  

Maomé permitia o estupro de mulheres presas após as suas incursões militares:

Ao final da Ghazwa (incursão militar comandada por Maomé) contra a (rica) tribo dos Banu Al-Mustaliq, Maomé viu seus seguidores estuprando as prisioneiras, fazendo coitus interruptus. Ao ver isso, Maomé perguntou por que eles estavam fazendo isso. Os seus seguidores disseram que eles não queriam que as prisioneiras engravidassem, pois isso reduziria o valor delas no Mercado de Escravos. Maomé brigou com os seus seguidores dizendo que era besteira ejacular fora da vagina, pois se for o desejo de Alá, as prisioneiras ficariam grávidas independete de onde a ejaculação ocorre [11].

Veja que Maomé não condena o estupro de prisioneiras, mas o incentiva [12]. Além disso, Maomé não condena a escravidão, mas a pratica. E isso se solidifica no Alcorão:
Alcorão 4:3 se refere às "mulheres que a sua mão direita possuir"; Alcorão 4:24 proibe o homem muçulmano de ter sexo com uma mulher já casada, exceto aquelas que a sua "mão direita possuir"; Alcorão 33:50 diz claramente quem são as "mulheres que a sua mão direita possuir": elas são aquelas conquistadas como espólio de guerra. 
Juwairiya:

Juwairiya era a filha do chefe dos Banu Al-Mustaliq. Os Banu Al-Mustaliq foram atacados sem aviso, pela manhã, quando davam de beber ao gado. Ao final do ataque de surpresa, todos os homens dos Al-Mustaliq estavam mortos, suas possessões roubadas, e as mulheres escravizadas e divididas entre os seguidores de Maomé. Juwairiya tinha sido aprisionada por um seguidor de Maomé. Porém, Maomé a comprou dele e “se casou” com ela, por ser ela a filha do chefe. Maomé ficou comovido com este seu gesto de generosidade [13].

Maomé atacou a tribo, sem aviso, matou todos os homens, roubou suas posses, e aprisionou as mulheres. Depois disto, ele se “casou” com a mulher do chefe. Isso é semelhante a um grupo de traficantes invadir uma casa, matar os homens e estuprar as mulheres. E o chefe dos traficantes ainda ter a audácia de tomar a filha do dono da casa como esposa e se sentir comovido por este seu ato de generosidade. Eu chamo isso de estupro.

Fonte islâmicas dizem que estes atos seguiam as “práticas prevalentes.” Práticas prevalentes? Mas, não era a função de Maomé a de mostar ao seu povo o modo correto de conduta? Porque ele deveria seguir as “práticas prevalentes” de um povo que ele chamava de “ignorante”? Ao agir como ele agiu, ele definiu o exemplo e aquelas “práticas prevalentes” tornaram-se as práticas padrão para o muçulmanos, para sempre.

Safiyah:

Safiyah era uma bela jovem judia de 17 anos, filha do chefe da tribo judáica dos Banu Nadir. Maomé havia expulsado-os de Medina dois anos antes, confiscando os seus bens, e, durante o processo, o pai de Safiyah foi decapitado, junto com todos os homens de outra tribo judáica de Medina, os Banu Quriaza. O restante dos Banu Nadir conseguiram refúgio no oásis de Kaibar. Safiyah se casou com seu primo, Kinana, que se tornou o chefe em Kaibar.  Maomé e os seus seguidores atacaram o oasis de Kaibar, de surpresa, matando os homens e escravizando as mulheres, e roubando as posses que os Banu Nadir tinham conseguido obter nos últimos dois anos. Roubados novamente por Maomé. Semelhante a o que aconteceu com Juwairiya, Maomé se casou do Safiyah. Maomé tinha 60 anos. Naquela noite, Safiyah foi lavada e vestida pelas mulheres muçulmanas e levada para a tenda de Maomé, onde foi estuprada. Durante a noite, um muçulmano, Muhammad saw Abu Ayyub, ficou de prontidão do lado de fora. Ele disse: “Eu estava temeroso por você, sozinho na sua tenda com esta jovem menina. Você matou o seu pai, o seu marido e muitos dos seus parentes. Eu estava mesmo com medo da reação dela.” No dia seguinte, Maomé colocou a sua capa sobre Safiyah, indicando que ele a tinha tomado como esposa [14].

Teria isto sido estupro? Eu acho que sim. É muito improvável que uma jovem mulher gostaria de se atirar na cama com um homem velho que tinha assassinado o seu pai, e matado o seu marido e muitos dos seus parentes no dia da “noite de núpcias.” Aquela pobre mulher não teve escolha, e o “casamento” foi uma zombaria.

Rayhanah:

Rayhanah, uma menina de 15 anos da tribo judáica dos Banu Quraiza, foi outra vítima de Maomé. Maomé massacrou os Banu Quraiza em Medina, decapitando todos os homens (600 ou 800 dependendo da fonte) em uma única noite. As mulheres foram trazidas para Maomé que escolheu a mais bela de todas, Rayhanah (as outras foram distribuídas entre os muçulmanos). Rayhanah nunca se casou com Maomé, recusando-se a se tornar uma muçulmana para ter uma vida melhor. Ela foi forçada a ser uma escrava sexual do homem que matou o seu pai, irmãos e tios [15]. Maomé tinha 58 anos.

Islão significa “submissão” e os muçulmanos são aqueles que se submetem. Se você quer saber o que realmente significa submissão, coloque-se no lugar de Rayhanah, constantemente estuprada pelo homem que matou seu pai, irmãos e tios.
 
Em 2005, o blogueiro Fjordman acusava as autoridades e a imprensa suecas de silêncio diante do aumento de estupros na Suécia, correlacionado com o aumento no número de imigrantes muçulmanos. Esta situação tem se deteriorado desde então [16]



Referências

[1] 'They raped me with their hands': Reporter Lara Logan reveals terrifying details of mob sex attack in Egypt. Daily Mail. http://www.dailymail.co.uk/news/article-1381710/Lara-Logan-reveals-terrifying-details-mob-sexual-assault-Egypt.html



[4] Rape in Libya: The Crime That Dare Not Speak Its Name. The Time. http://www.time.com/time/world/article/0,8599,2076775,00.html#ixzz1OqLd7DY3






[11] Vários Hadith narram esta história bem como oferecem outros exemplos de Maomé apoiando o estupro de escravas: Bukhari 5.59.459; 3.34.432; 3.46.718; 5.59.459; 7.62.135; 7.62.136; 7.62.137; 8.77.600; 9.93.506; Sahih Muslim 8.3383; 8.3388; 8.3376; 8.3377.

[12] Qur’an, 4:24; Qur’an, 33:50; Qur’an, 4:3

[13] Bukhari 3.46.717 ; Muslim 019.4292.

[14] Ibn Ishaq, p. 766.

[15] Ibn Ishaq, p. 466.

[16] Muslim rape wave in Sweden http://majorityrights.com/weblog/comments/muslim_rape_wave_in_sweden/


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Referências [11]

Volume 5, Book 59, Number 459:

Narrated Ibn Muhairiz:
I entered the Mosque and saw Abu Said Al-Khudri and sat beside him and asked him about Al-Azl (i.e. coitus interruptus). Abu Said said, "We went out with Allah's Apostle for the Ghazwa of Banu Al-Mustaliq and we received captives from among the Arab captives and we desired women and celibacy became hard on us and we loved to do coitus interruptus. So when we intended to do coitus interrupt us, we said, 'How can we do coitus interruptus before asking Allah's Apostle who is present among us?" We asked (him) about it and he said, 'It is better for you not to do so, for if any soul (till the Day of Resurrection) is predestined to exist, it will exist." 

Volume 3, Book 34, Number 432:
Narrated Abu Said Al-Khudri: 

that while he was sitting with Allah's Apostle he said, "O Allah's Apostle! We get female captives as our share of booty, and we are interested in their prices, what is your opinion about coitus interrupt us?" The Prophet said, "Do you really do that? It is better for you not to do it. No soul that which Allah has destined to exist, but will surely come into existence.
Volume 3, Book 46, Number 718:
Narrated Ibn Muhairiz:
I saw Abu Said and asked him about coitus interruptus. Abu Said said, "We went with Allah's Apostle, in the Ghazwa of Barli Al-Mustaliq and we captured some of the 'Arabs as captives, and the long separation from our wives was pressing us hard and we wanted to practice coitus interruptus. We asked Allah's Apostle (whether it was permissible). He said, "It is better for you not to do so. No soul, (that which Allah has) destined to exist, up to the Day of Resurrection, but will definitely come, into existence." 
 Volume 7, Book 62, Number 137:
Narrated Abu Said Al-Khudri:
We got female captives in the war booty and we used to do coitus interruptus with them. So we asked Allah's Apostle about it and he said, "Do you really do that?" repeating the question thrice, "There is no soul that is destined to exist but will come into existence, till the Day of Resurrection." 
 Volume 8, Book 77, Number 600:
Narrated Abu Said Al-Khudri:
That while he was sitting with the Prophet a man from the Ansar came and said, "O Allah's Apostle! We get slave girls from the war captives and we love property; what do you think about coitus interruptus?" Allah's Apostle said, "Do you do that? It is better for you not to do it, for there is no soul which Allah has ordained to come into existence but will be created."
Volume 9, Book 93, Number 506:
Narrated Abu Said Al-Khudri:
That during the battle with Bani Al-Mustaliq they (Muslims) captured some females and intended to have sexual relation with them without impregnating them. So they asked the Prophet about coitus interrupt us. The Prophet said, "It is better that you should not do it, for Allah has written whom He is going to create till the Day of Resurrection." Qaza'a said, "I heard Abu Sa'id saying that the Prophet said, 'No soul is ordained to be created but Allah will create it." 
Book 008, Number 3383:
Jabir (Allah be pleased with him) reported that a man came to Allah's Messenger (may peace be upon him) and said: I have a slave-girl who is our servant and she carries water for us and I have intercourse with her, but I do not want her to conceive. He said: Practise 'azl, if you so like, but what is decreed for her will come to her. The person stayed back (for some time) and then came and said: The girl has become pregnant, whereupon he said: I told you what was decreed for her would come to her.
Book 008, Number 3388:
Jabir (Allah be pleased with him) reported: We used to practise 'azl during the lifetime of Allah's Messenger (may peace be upon him). This (the news of this practise) reached Allah's Apostle (may peace be upon him), and he did not forbid us. 
Book 008, Number 3376:
Abu Sa'id al-Khudri (Allah be pleased with him) reported that Allah's Apostle (may peace be upon him) was asked about 'azl, whereupon he said: There is no harm if you do not do that, for it (the birth of the child) is something ordained. Muhammad (one of the narrators) said: (The words) La 'alaykum (there is no harm) implies its Prohibition.
Book 008, Number 3377:
Abu Sa'id al-Khudri (Allah be pleased with him) reported that mention was made of 'azl in the presence of Allah's Apostle (may peace be upon him) whereupon he said: Why do you practise it? They said: There is a man whose wife has to suckle the child, and if that person has a sexual intercourse with her (she may conceive) which he does not like, and there is another person who has a slave-girl and he has a sexual intercourse with her, but he does not like her to have conception so that she may not become Umm Walad, whereupon he (the Holy Prophet) said: There is no harm if you do not do that, for that (the birth of the child) is something pre- ordained. Ibn 'Aun said: I made a mention of this hadith to Hasan, and he said: By Allah, (it seems) as if there is upbraiding in it (for 'azl).
Referências [13]

Volume 3, Book 46, Number 717:
Narrated Ibn Aun:
I wrote a letter to Nafi and Nafi wrote in reply to my letter that the Prophet had suddenly attacked Bani Mustaliq without warning while they were heedless and their cattle were being watered at the places of water. Their fighting men were killed and their women and children were taken as captives; the Prophet got Juwairiya on that day. Nafi said that Ibn 'Umar had told him the above narration and that Ibn 'Umar was in that army. 
 Book 019, Number 4292:
Ibn 'Aun reported: I wrote to Nafi' inquiring from him whether it was necessary to extend (to the disbelievers) an invitation to accept (Islam) before m". ing them in fight. He wrote (in reply) to me that it was necessary in the early days of Islam. The Messenger of Allah (may peace be upon him) made a raid upon Banu Mustaliq while they were unaware and their cattle were having a drink at the water. He killed those who fought and imprisoned others. On that very day, he captured Juwairiya bint al-Harith. Nafi' said that this tradition was related to him by Abdullah b. Umar who (himself) was among the raiding troops.