domingo, 24 de abril de 2011

Coro dos Escravos Hebreus

Feliz Páscoa!

    A ópera Nabucco, de Verdi, narra a destruição do Primeiro Templo e a escravidão dos judeus na Babilônia. O coral “va pensiero” é conhecido como o "Coro dos Escravos Hebreus," no qual os escravos Hebreus lamentam a sua situação e sentem saudades da sua pátria natal, Israel.
    Na época que Verdi compôs esta ópera, o norte da Itália era ocupado pela Áustria, e esta música acabou  tornando-se música-símbolo do nacionalismo italiano da época.
    Riccardo Muti, regente do La Scala da Milão, conduziu um concerto na Casa da Opera em Roma, apresentando o coral “va pensiero.” A final, durante os aplausos, o maestro Muti respondeu a um grito de Viva a Itália, lamentando da falta de apoio à cultura italiana. Ele diz que se as coisas não mudarem, a Itália vai perder a sua grande vida cultural. E aí, ele convida o público a cantar a música com o coral. Emocionante. Parece que os escravos de Roma estão preocupados com o futuro do seu país.

Coro dos Escravos Hebreus

Vai, pensamento, em asas douradas,
vai, pousa sobre as colinas e montes
onde sopram as doces brisas,
a quente e leve fragrância da nossa terra natal.
Do Jordão, das saúdas margens
e das desoladas torres de Sião.
Oh pátria minha tão bela e perdida.
Oh lembrança tão querida e fatal.
Harpas de ouro dos fatídicos lamentos
porque pendem mudas nos salgueiros?
A memória no peito revive
a qual fala de um tempo que se foi.
Cada um como Sodoma nos fados
lança um som de profundo lamento,
que o Senhor te inspire uma canção
que insufle coragem no padecer.
.

domingo, 17 de abril de 2011

Lei da Blasfêmia no Paquistão


José Atento

Segundo a Lei Islâmica (Sharia) é crime capital criticar o Islão, o seu profeta ou mesmo a própria Sharia. Seguindo esta lógica, é comum a existência de Lei da Balsfêmia em países de maioria muçulmana. Vamos discutir aqui a situação no Paquistão.


Em primeiro lugar é preciso compreender que o Paquistão é um país que herdou da Grã-Bretanha um sistema palamentarista de governo, onde os 3 poderes (judiciário, legislativo e executivo) co-existem, com seus altos e baixos, mesmo durante os períodos onde houve ditadura militar. Deste modo, o Paquisão não é uma teocracia, como o Irã, e nem um regime fechado como a Arábia Saudita. As leis do Paquistão vêm de um parlamento cujos membros são eleitos em eleições livres, deste modo representando a vontade popular. Pode-se considerar o Paquistão como tendo um sistema de governo "moderno." Deste modo, a existência de uma Lei da Blasfêmia é algo que representa a vontade da maioria da população, e não o desejo de alguns clérigos que detenham o poder, ou de algum ditador de plantão. O governo paquistanes aplica a Lei da Blasfêmia com o apoio da vasta maioria da população, que requer a pena de morte para os apóstatas (aqueles de deixam de ser muçulmanos) e para o blasfemadores (aqueles que criticam o Islão) (PewResearch).


A lei da blasfêmia em vigor foi decretada em 1986 pelo ditador paquistanes Muhammad Zia-ul-Haq, alterando uma lei anterior com o intuito de proteger o Islão, introduzindo pena de morte e retirando requerimentos anteriores de "intenção de blasfemar" (ou seja, se alguém "blasfemar sem intenção" sofre os rigores da lei). Esta lei substitui uma anterior decretada em 1860, no período da Índia Britanica, que estipulava até 2 anos de prisão para quem depredasse templos ou símbolos religiosos de qualquer religião (Reuters).
  • De acordo com um relatório recente, "As leis de blasfêmia no Paquistão", publicado pelo Centro de Investigação e Estudos de Segurança, 247 casos de blasfêmia foram registrados entre 1987 e 2012; 52 das pessoas envolvidas foram mortas extrajudicialmente. 
  • Mais do que mil casos de "blasfêmia" foram registrados desde 1986, desproporcialmente desfavorável às minorias (cristãos e ahmadias). (GND
  • Muito embora ninguém tenha sido oficialmente executado pelo Paquistão por blafêmia, pelo menos 37 foram assassinados por "vigilantes", existindo outros -- por exemplo Qamar David -- que morreu na prisão em circunstâncias suspeitas. 
  • Última da novela da Lei da Blafêmia no Paquistão: Onda de manifestações a favor da manutenção da Lei da Blasfemia varrem o Paquistão, uma delas demonstrando apoio ao assassino do governador Província do Punjab (que era contra esta lei). Outras manifestações foram contra o Papa Benedito, que fez um apelo em favor da cristã Asia Bibi, condenada a morte por ter sido acusada de blasfemar contra o Islão. Neste apelo o Papa diz que a lei da blasfemia deve ser repelida por ser usada como pretexto para violencia contra não-muçulmanos. A reação dos manifestantes era de que as declarações do Papa são um "ataque ao coração dos muçulmanos." (JW)
  • A saga da Lei da Blasfêmia no Paquistão continua. Até O Globo Online noticiou desta vez. Ministro é morto a tiros no Paquistão: O governador da Província do Punjab, no Paquistão, Salman Taseer, considerado como um muçulmano "moderado" foi morto por um membro da sua guarda, por se posicionar contra a Lei da Blasfemia e por pedir clemencia para Asia Bibi, a cristã condenada a morte por blasfemia. Ele foi morto por que é crime criticar a lei islamica, e é dever de todo bom muçulmano executar a punição. O governador deu azar de ter um guarda "religioso" o protegendo. (NRO).
  • Março 2011: o ministro paquistanês das minorias, Shahbaz Bhatti, um cristão, foi morto a tiros no Paquistão devido a sua declarada oposição a lei da blasfêmia. Sua morte não foi surpresa para ele, considerando que o Ministro Bhatti deliberadamente escolheu não se casar e constituir família porque ele "sabia que cedo ou tarde as balas de algum assassino vão me achar; seria injusto para a mulher e nossos filhos." Ele inclusive deixou um video para a eventualidade de sua morte.  
  • Político britânico de descendência paquistanesa sofre ameaças de morte durante visita ao Paquistão em 2010 pedindo a libertação de Asia Bibi.  
  • Pakistão, Dez/2010: autoridades paquistanesas prenderam um médico sob suspeita de violar a Lei de Blafemia do país ao jogar fora um cartão de visitas de um homem que se chama Maomé, o mesmo nome que o profeta do Islão, informou a polícia no domingo (SFC). 
  • O presidente do Paquistão, Asif Ali Zardari, que tinha inicialmente anunciado sua intenção de perdoar Asia Bibi (AsiaNews), passou a adotar uma posição mais ambígua depois de manifestações de rua pedindo pela morte de Bibi (NYT).
  • Pakistão, Nov/2010: Asia Bibi — uma cristã mãe de cinco filhos — foi condenada à morte por uma corte municipal por blasfemar contra o Islão. Ela insiste estar sendo acusada devido a uma disputa pessoal: trabalhando no campo, ela ofereceu água para outras mulheres, todas muçulmanas. Algumas se recusaram por que a água era impura já que tinha sido trazida por uma cristã. Um bate-boca seguiu. Mais tarde, um clérigo a acusou de blasfemar contra Maomé. Bibi está presa a mais de um ano no setor feminimo da prisão do estado do Punjab aguardando pelo seu apelo para a Corte Suprema de Lahore  (Telegraph). Um Iman (clérigo islamico) oferece 500.000 rupee (o equaivalente a  5.800 dólares) pela cabeça de Asia Bibi. 
  • Um menino muçulmano foi preso por ter escrito algo considerado como blafemia contra o profeta Maomé em um exame (Dawn). 
  • Um Iman e seu filho foram condenados a prisão perpétua p[or terem pisado em um poster anunciando o aniversário de Maomé. Esta condenação veio como resultado de diferenças religiosas com outros muçulmanos. (BBC). 
Esse é o Islã autentico e fundamental. É crime criticar Maomé, a Lei Islamica e o Islã. Esse regulamento vem de Maomé que durante a sua vida assassinou aqueles que o criticaram. Por exemplo Asma bint Marwan, morta por que criticou Maomé após ele ter roubado uma caravana e matado dois dos seus componentes.
"Maomé é um bom apóstolo.  Aqueles que o seguem são cruéis com os não-muçulmanos mas gentis entre sí"  Alcorão 48:29

Leia mais sobre este assunto em Liberdade de Expressão e Blasfêmia - Exemplos



sexta-feira, 15 de abril de 2011

O Assassino de Realengo

Alcorão 9:111 "Alá adquiriu os crentes, suas vidas e seus bens. Para eles (em retorno) é o Jardim (do Paraíso). Eles lutam na Causa de Alá, e eles assassinam e são assassinados; eles matam e são mortos."
No dia 7 de abril de 2011 um crime chocou o Brasil: o assassinato em massa em uma escola no bairro carioca do Realengo. Além da brutalidade do crime, dois fatos chamaram a atenção. O primeiro, foi uma declaração da irmã adotiva do assassino dizendo, em entrevista a Rádio Band News, que "o atirador estava muito ligado ao Islamismo, não saía muito de casa e ficava o tempo inteiro no computador." Ela também disse que a última vez que ela tinha-o visto ele estava com uma longa barba e ficou "falando destas coisas esquisitas de muçulmano." O segundo fato foi a carta que ele deixou, dando intruções específicas para o seu funeral, incluindo a lavagem do corpo e seu envolvimento em um lenço branco, detalhes que fazem parte do ritual fúnebre do Islão.  [UOL; UOL; UOL; O Globo].

Alguns fatos alarmantes.
1. O caso se encaixa dentro do processo de radicalização muito comum no Islão. O que aconteceu no Rio chama-se "Síndrome da Jihad Súbita" como descrito por Daniel Pipes.

2. As reações são das mais diferentes, incluindo aí a de pessoas que simplesmente não querem ter o trabalho de aprender sobre o Islão, pensado que todas as religiões, ou culturas, são iguais. Por exemplo, em um blog foi dito que:
... nem Aids, nem fé muçulmana ou internet fabricam este tipo de loucura.
O que eu tenho estudado contradiz com a afirmação do autor deste artigo. Me parece que ele está "projetando o que ele deseja ser realidade" como solução final. Ao invés, ele deveria estar perguntando como este rapaz foi levado a cometer este crime? Que sites o levaram a se corromper deste modo? Ele deveria estar se perguntando "será que a fé muçulmana é capaz de levar pessoas a fazerem coisas deste tipo?" Ele deveria se instruir antes de emitir opinião. Se ele fizer uma busca, ele vai descobrir que todas as 8 escolas de jurisprudencia islamica tem prescrições que tratam da subjugação e controle dos Kafirs (não-muçulmanos) e imposição da Sharia, com prescrições de como fazer isso, inclusive de modo violento. Mas ler toma tempo e dá dor de cabeça... é mais cômodo enterra-la na areia.

Porque as pessoas não se informam sobre o Islão? Hoje mais do que nunca é fácil se intruir. Se eles tomassem um mínimo de tempo na internet eles teriam aprendido que o padrão de “radicalização” que o assassino de Realengo sofreu é consistente com o processo de “grande Jihad,” processo pelo qual o comportamento do muçulmano torna-se o mais próximo de Maomé (quando uma pessoa pacífica torna-se um assassino). Eles também teriam percebido que o modo que o assasino de Realengo pede para ser enterrado é consistente com o ritual de enterro islâmico.

Se a investigação do crime levar a cheiro de pólvora islâmica eu aposto que vai aparecer um clérigo islâmico dizendo que o que ele fez não tem nada a ver com o Islão e a imprensa, intelectuais e autoridades vão engulir isso sem fazer perguntas ou se informarem. Esse é script que vem acontencendo na Europa, EUA e Canadá.

Existem várias fontes de mal no mundo e o Islã não é a única. Mas ela é atuante e consistente. E é relativamente fácil de derrotar: basta que ele seja exposto! O Islão não é uma religião, mas sim uma ideologia completa. Quem nos ensina isso são os próprios textos islamicos, os discursos e sermões dos cléricos (a maioria em árabe, mas muitos em inglês) e o testemunho dos muçulmanos que tiveram a boa-fortuna de deixarem o Islão sem serem mortos.

Vejam o exemplo de Anwar Shaikh, um paquistês da região do Punjab. Ele nasceu em 1928 de uma família do Islão Sunita e a sua mãe era capaz de recitar o Alcorão de memória. Como jovem, Shaikh era um ardoroso crente. Durante os tumultuados dias da partilha da Índia, em 1947, Shaikh, tomado de fervor islamista, matou em um dia dois hindus Sikhs, pai e filho. Mais tarde ele matou outro sikh. Mas quando ele alcançou os 25 anos de idade, ele começou a duvidar do Islão, tornando-se anos mais tarde um crítico ardente. A memória dos seus crimes o atormentou pelo resto da sua vida. Ele imigrou para a Grã-Bretanha onde abriu um comércio e se tornou escritor, tendo escrito vários livros sobre o Islão. Por isso, foram editadas 10 fatwas (éditos religiosos islamicos) pedindo pela sua morte (ou seja, pedindo que os muçulmanos mais ardorosos perto dele o matasse). Ele acabou morrendo (mas de morte natural).

Um dos livros de Shaikh, ele discute sobre o Islão não como sendo uma religião. Quando o véu que cobre o Islão é retirado, o Islão se desmascara no que é, se apresentando nas suas cores verdadeiras de Imperialismo Árabe. Do ponto de vista dos árabes, Maomé pode ser considerado com um grande patriota que formou a eficiente estratégia de domínio do imperialismo árabe sob a vestimenta do Islão. Os princípios mais atraentes oferecidos para seus seguidores para continuar a propagação deste imperialismo são colocados na cabeça dos crentes como virtudes religiosas. Eles podem mentir, matar, saquear, estuprar, fazer as mulheres e crianças de seus inimigos como escravas, tudo isso com as benções da religião. Essas virtudes os levam para o paraíso onde lhes esperam mulheres maravilhosas, meninos bonitos, e onde a performance sexual dos crentes cresce em ritmo exponencial, como recompensa. Mesmo com tudo isso, se o mundo continua considerando o Islão como uma grande religião e o seu profeta como um grande santo e humanista, que seja. O profeta foi certamente um homem muito sábio. Mas se os sábios do mundo se tornam tolos ao considerar o Islão como uma religião, sem enxergar as suas verdadeiras cores, eles fazem isso correndo risco e estão destinados a sofrer. Estão convidando desastre para sí e para os outros.

ISLAM: The Arab Imperialism.

Leia mais exemplos da islamização do Brasil aqui.



segunda-feira, 4 de abril de 2011

Liberdade de Expressão?

Segundo a Lei Islâmica (Sharia) é crime capital criticar o Islão, o seu profeta ou mesmo a própria Sharia.
O mundo islâmico, que se sente livre para depreciar as outras religiões, e cujo livro sagrado denegri os judeus como macacos, exige que nenhuma crítica seja feita ao seu profeta pelos não-muçulmanos.Este padrão profundamente egoísta e injusto não deve ser tolerado pelo resto do mundo. Judaísmo, cristianismo, budismo, hinduismo, e todas as outras maiores crenças sobrevivem a crítica oriunda de descrentes. É chegada a hore para o Islão amadurecer, e para muçulmanos ao redor do mundo anunciarem que a sua crença é forte o bastante para resistir a críticas. É um ataque de fraqueza de uma crença atacar seus críticos. 
Ameaças de morte são lugar-comum. Mas um fenomeno recente tem emergido: instituições no mundo ocidental (governos, o judiciário, editores de livros, revistas e jornais, universidades) aceitam e até mesmo impõem normas que paracem vir diretamente da Lei Islâmica para silenciar aqueles que criticam o Islão. É como dizer: "não nos mate; nós iremos silenciá-los por voces." É como se a civilização ocidental se auto-censurasse.

Quem não se lembra das Charges Dinarmaquesas, as 12 charges publicados no Jyllands-Posten em 2005? Muçulmanos desejando matar o chargista Kurt Westergaard. Uma onda de protestos varrendo o mundo islâmico, incluindo manifestações violentas e assassinatos de pessoas que não tinham nada a ver com a história, mortas apenas por serem identificadas pela multidão como "não-muçulmanos" (Kafirs). O desejo de matar o cartonista ainda existe. Por exemplo, a polícia dinarmaquesa atirou na perna de um cidadão da Somália que tinha entrado na casa do cartonista empunhando um machado.  Ele quebrou a janela e o barulho permitiu que a filha do cartonista chamasse a polícia. Ela se escondeu em um "quarto secreto" construído devido às ameaças que ele recebe desde 2005. 

Outro fato relacionado a "silenciar aqueles que criticam o Islão, Maomé ou a Sharia" está ligado à Lei da Blasfêmia, muitas vezes usadas para "acerto de contas", perseguição de minorias, e excitar fanatismo religioso (por exemplo, no Paquistão -- ver link específico).

Existe ainda o esforço da Organização da Conferência Islâmica para tornar crime internacional qualquer crítica ao Islão, a Maomé e a Sharia (ver link específico).
"Maomé é um bom apóstolo.  Aqueles que o seguem são cruéis com os não-muçulmanos mas gentis entre sí"  Alcorão 48:29

sábado, 2 de abril de 2011

A verdade sobre Maomé: Conquistador e Primeiro Soberano da Arábia – Parte 1: A Ideologia do Islã


Série em 3 Partes. Para ler a Parte 2 clique aqui; para ler a Parte 3 clique aqui.

Downloads do PDF: Parte 1, Parte 2 e Parte 3.

Parte 1 de 3 A Ideologia do Islã



Conteúdo
Neste documento, em 3 partes, veremos que Maomé foi um:
 senhor da guerra e terrorista, ladrão, assassino, mandante de assassinatos, pervertido sexual, pedófilo, mercador de escravos e pirata.
Veremos também que Maomé forjou uma ideologia, o islamismo, que, se seguida em sua totalidade, leva seus seguidores a se comportarem como ele.
Maomé
Nasceu em Meca, século 7, na Arábia.
Membro da tribo dos Quraysh, guardiões da Kabbah de Meca (uma tenda contendo deuses de pedra, um deles era Alá. A Kabbah era o centro de peregrinações pagãs – outras Kabbahs existiam na Arábia).
Meca era um lugarejo composto por casas de barro – sem teto.
Principal atividade economica de Meca: comércio via caravanas de camelo e hospedagem dos peregrinos que visitavam a Kabbah.
Órfão ainda pequeno, Maomé foi criado por parentes, sofrendo de abuso e desenvolvendo características de um narcisista.
Tornou-se rico ao se casar com Khadija, 40 anos, viúva de um mercador. Maomé tinha 25.
Muçulmanos irão te dizer que Maomé foi uma pessoa muito boa, mas ao se ler os livros sagrados do Islã, o Alcorão, a Sira e os Hadith, verifica-se que a história foi diferente.



Como o Islã considera Maomé?
Maomé é o modelo que todos os muçulmanos devem seguir:
Vocês tem em (Maomé), o Mensageiro de Alá, um belo padrão de conduta para todos seguirem [Alcorão 33:21].
O problema é que Maomé é um péssimo modelo!










Maomé é um péssimo modelo
Durante a sua vida, e até sua morte, Maomé foi um:
Ladrão
Assassino
Mandante de assassinatos
Pervertido sexual
Pedófilo
Mercador de escravos e pirata
Senhor da guerra e terrorista
Qualquer um que seguir Maomé, fundamentalmente, se tornará uma péssima pessoa!


O “bom” Maomé está na escala de tempo “negativa” do Islã
Maomé começou a pregar em Meca, por 13 anos, sem sucesso.
Conseguiu arregimentar menos que 50 seguidores.
Ele foi sistemáticamente ridicularizado pela sua própria tribo devido a suas idéias que:
- O deus-guerra-lua Alá era o maior dentre todas as demais pedras da Kabbah (o grito de guerra Allahu Akbar significa: Alá é o maior, e;
- Ele visitou o paraíso montado em um burro alado.
- (sem mencionar os vexaminosos “Versos Satânicos”, quando Maomé confessou estar sob a inspiração do demônio.)

Em Meca, havia o receio que a pregação de Maomé iria arruinar os negócios (pereginação à Kabbah).
O relacionamento de Maomé com seus parentes deteriorou.
Ele decidiu se mudar para Medina, ação que define o ‘zero’ na escala de tempo do Islã
Ao sair de Meca, ele prometeu que voltaria!

Yathrib, atual Medina
Medina era uma rival de Meca.
Antes de entrar em Medina, Maomé se reuniu com os 15 senhores de Medina.
Eles concordaram em oferecer refúgio a Maomé pois Maomé, alguém de Meca, seria agressivo frente à sua cidade natal:
- A agressão seria de Maomé, não de Medina.
Eles pensaram que:
- “o inimigo do meu inimigo é meu amigo.”
Eles estavam errados:
- Em poucos anos, Maomé seria o único senhor de Medina!
Ao contrário de Meca, Medina era uma comunidade agricultural, onde viviam árabes e 5 auto-sustentáveis tribos judáicas – próximo a 30 mil pessoas.
Maomé e seus seguidores poderiam ter encontrado trabalho e terem vivido uma vida pacífica.
Ao invés disto, em Medina, Maomé tornou a sua pregação em política e guerra.
Ele organizou seus seguidores como uma milícia, roubando, pilhando, vendendo escravos e atraindo mais seguidores com promessa de participar nos lucros da pilhagem.
Ao mesmo tempo, ele e seus seguidores criaram um ambiente de medo, matando todos os que se opuseram a Maomé.


O “mau” Maomé marca o lado positivo da escala de tempo do Islã
Em Medina, Maomé tornou sua pregação em política e guerra.
Ele foi tão bem sucedido nesta sua nova abordagem que em 10 anos ele se tornou o primeiro Senhor da Arábia, fazendo, em média, um evento de violência a cada 7 semanas, por 9 anos (incluindo o extermínio das 5 tribos judáicas e a conquista de Meca).
O seu sucesso não veio como um líder religioso, mas como líder político e militar.


Existindo liberdade de escolha, eu creio que a maioria das pessoas preferiria obter inspiração espiritual de alguém que não fosse um senhor da guerra.





Maomé forja uma ideologia que impõe total lealdade de seus seguidores
Declaração de fé do Islã:
“Eu professo que Alá é o único deus e que Maomé é o seu mensageiro.”
“Alá é o único deus” porque Alá era uma das 300 pedras à mostra na Kabbah.
“Maomé é o seu mensageiro” porque ele era o único que recebia mensagens de Alá, via um ‘anjo’: o que Maomé dizia vinha do divino e era um mandato de deus.
Veja quanto poder Maomé tem!

Maomé tem controle total

Aquele que obedece o mensageiro, obedece Alá [Alcorão 4:80].
É Maomé quem comanda o que é justo e proíbe o que é mal; ele permite o que é ‘halal’ (bom e puro) e proíbe o que é ‘haram’ (mal e impuro) [Alcorão 7:157].

Islã significa submissão
Muçulmanos são aqueles que se submetem à vontade de Alá.
(nós já sabemos que Alá tem um único porta-voz: Maomé.)
O que Alá manda deve ser seguido sem hesitação, sem questionamentos.
- Não pergunte sobre coisas que são feitas simples para voce, pode causar problemas [Alcorão, 5:101].
- Alá o odeia por fazer perguntas [Bukari, 2:555].

O futuro é pré-definido
O Islã é uma doutrina construída sobre predestinação ao invés de escolha.
- Não é adequando para um muçulmano, homem ou mulher, ter qualquer escolha nas situações, quando a questão já foi decida para eles por Alá e pelo seu Mensageiro. Não existe opção. Quem desobedece Alá e o seu Mensageiro está de fato no caminho errado [Alcorão 33:36] .
Neste verso, “Alá” reconfirma que o Islã é puramente um cânone de submissão.

Islã exige fidelidade completa dos seus seguidores
Uma vez muçulmano, muçulmano para sempre.
Qualquer criança cujo pai seja muçulmano, é muçulmana.
Muçulmanos que deixem o Islã (por perderem a fé ou por conversão a outra religião) cometem o crime de apostasia, punível com a morte.
Maomé disse: Matem todos aqueles que deixarem a religião [Bukhari, 9:84:57].
(Isto é excelente para os tiranos: qualquer um que se opor políticamente é acusado como apóstata e encarcerado ou morto – por isso, apostasia é um crime em todos os 57 países islâmicos.)

Apostasia: crime contra a Ummah
Muçulmanos pertencem a Ummah, a nação do Islã.
A nacionalidade islâmica é religiosa, não é política, não pertence um país.
(É por isso que os muçulmanos não têm lealdade ao país que eles vivem, se este país não for islâmico.)
Deste modo, quem deixa a fé islâmica está traindo toda a nação islâmica.
(O Islã é compulsão total!)

“Se um Muçulmano deixar o Islã, mate-o!”
Na Arábia Saudita, Irã, Sudão, Afeganistão, partes do Paquistão, … apostasia leva à pena de morte.
Em países “moderados”, Egito, Malásia, Indonésia, Turquia, se alguém deseja mudar a religião (na sua carteira de identidade) para o Islã pode; para mudar saindo do Islã, ele é levado ao tribunal.
Se um ex-muçulmano vive em um país livre (não-islâmico) ele pode estar longe de um governo islâmico, mas ele é caça para outros muçulmanos, muitas vezes perseguido pela sua própria família.

“Se um Muçulmano deixar o Islã, mate-o!” alguns exemplos
Na Grã-Bretanha, enquanto que os cristãos que mudam para o Islã são celebrados, os 200.000 muçulmanos que deixaram o Islã encontram abuso, violência e até mesmo assassinatos.
Cristão Somali assassinado. Hussein, ex-muçulmano, foi morto por extremistas depois de ter dito que não é preciso rezar virado para Mecca pois Deus é onipresente.
Os Baha’i (no Irã) e os Ahmadiyya (na Indonésia) tem sido perseguidos porque são considerados apóstatas. Os primeiros acreditam que Maomé não é o último profeta; os últimos rejeitam violencia.
Muitos outros exemplos existem na internet. Busque Leaving Islam

A tortuosa lógica da apostasia
Em um simpósio, um estudioso islâmico reafirma a pena de morte para apostasia:
“Qualquer um que abraça o Islã o faz por sua própria vontade, fazendo um contrato com Alá e com o grupo, não tendo o direito de revogá-lo. Deve sofrer a responsabilidade da sua decisão.”

Mas, eles pensam mesmo deste modo?
“As quatro principais escolas de jurisprudencia (Hanafi, Maliki, Shafi`i, and Hanbali) bem como as outras (as quatro escolas Shiítas da Az-Zaidiyyah, Al-Ithna-`ashriyyah, Al-Ja`fariyyah, e Az-Zaheriyyah) concordam que apóstatas devem ser executados.”
- Sheikh Yusuf Al-Qaradawi
- head of the European Council for Fatwa and Research (ECFR) and president of the International Union for Muslim Scholars (IUMS)

Um fiel proteje o outro
Considera-se como uma coisa boa esconder as falhas de um outro muçulmano, pois como dito por Maomé:
- O servo que esconde as falhas dos outros, neste mundo, Alá irá esconder as suas falhas no Dia da Ressureição. [Hadice de Muslim 32.6267].
- Alá não gosta que o mal seja expressso em público, exceto quando ele for feito contra muçulmanos [Alcorão 4:148].
Maomé disse:
- Um fiel não deve matar outro fiel em prol de um infiel, nem deve ajudar um infiel em detrimento de um fiel [Ishaq’s Sirat].

É por isso que os muçulmanos nunca condenam terrorismo de modo direto, por exemplo, mencionando Al-Qaeda or Hamas, mas condenam terrorismo em termos gerais de modo a incluir contra-terrorismo como terrorismo contra os muçulmanos.

É por isso que quando os subúrbios muçulmanos crescem, com eles crescem os incidentes de crime de ódio (exemplo, contra judeus), estupro (de não-muçulmanas), e crimes de honra (contra mulheres muçulmanas) sem que os muçulmanos denunciem estes crimes.

Maomé ordena os fiéis para serem duros contra os não-muçulmanos
Alá (ou seja Maomé) ordena os muçulmanos a lutarem contra os kuffar (non-muçulmanos) para sempre, até o fim dos tempos! (e.g.):
- Mate-os! [Alcorão 9:5]
- Lute contra eles! [Alcorão 2:193; 8:39]
- Mate-os violentamente [Alcorão 9:5]
- Assasine-os [Alcorão 9:123]
- Roube-os! [Alcorão 8:69]
- Estupre-os! [Alcorão 33:5; 33:50]
- Venda-os em escravidão! [Alcorão 9:5; 47:4]
- E existe mais no Alcorão ...

Maomé deseja os fiéis prontos para ação
‘Rezar’ 5 vezes por dia
no centro de comando do terror, chamado de Mesquita,
espalhando o seu veneno e ódio contra os não-muçulmanos.
Lá, eles esposam e enculcam a intolerância, o ódio e os preceitos violentos descritos no Alcorão e em outros textos do Islã,
contra os não-muçulmanos.
5 vezes por dia? Verdadeira ‘lavagem cerebral’.

Que orações amorosas …
       - Não-muçulmanos são os mais vís dos animais [Alcorão 8:55]
- Sejam misericordiosos uns com os outros, mas sejam sem perdão com os não-muçulmanos [Alcorão 48:29]
- Quão perversos são judeus e cristãos! [Alcorão 9:30]
- Corte fora as cabeças dos não-muçulmanos, bem como a ponta dos seus dedos [Alcorão 9:30]
- Lute contra os não-muçulmanos que estejam perto de vocês [Alcorão 9:123]
- Não-muçulmanos criadores de problemas devem ser assassinados ou crucificados [Alcorão 5:33]
Elimine os infiéis, até o último [Alcorão 8:7]

Porque tantos muçulmanos hoje?
A maioria dos muçulmanos de hoje tiveram antepassados
- Que viviam pacificamente em alguma vila
- Quando um grupo de homens com espadas marcharam na vila
- E declararam que eles ou se tornavam muçulmanos imediatamente ou morreriam horívelmente.
- Possívelmente, eles se tornaram um dos homens com espadas,
- Levando para casa parte do lucro do roubo além de escravos.

O Islã e Maomé estão acima de qualquer pensamento critica

Maomé assassinou todos aqueles que o criticaram.
Alá (ou seja, Maomé) ordena os fiéis a matarem todos os que criticarem o Islã ou seu profeta.
É por isso que os muçulmanos tornam-se violentamente alucinados ao primeiro sinal de pensamento crítico sobre Maomé ou o Islã.

Difamação
Nosso entendimento de difamação: envolve fazer acusações falsas contra outra pessoa.
Difamação no Islã: “mencionar qualquer coisa sobre alguém que um outro disaprove.”
Não interessa se o que foi dito é verdade ou não – apenas que o outro não gostou.
É por isso que os muçulmanos nos países Ocidentais rapidamente caracterizam discurso sobre jihad e sobre o supremacismo islâmico como difamatório e insulto ao Islã, mesmo que o que esteja sendo dito seja demonstradamente correto.

Geert Wilders, parlamentar holandes, revelou um filme que mostra Imans conclamando a morte dos não-muçulmanos.
Reação dos países e organizações muçulmanas foi pedir ao governo holandes pela prisão de Wilders se não produtos holandeses seriam boicotados.
Nenhum comentário foi feito sobre os Imans pegos em flagrante no filme.
Ao dizer a verdade, o Sr. Wilders “difamou o Islã.”
















































Islã sempre age em auto-defesa
O Islã está sempre sob ataque!
Não-muçulmanos são culpados por rejeitarem Alá e o seu mensageiro.
Fazendo assim, não-muçulmanos espalham fitna (conflito, discórdia) sobre a terra.
Muçulmanos são enculcados que qualquer ação tomada por muçulmanos é para defender a sua fé e sempre em auto-defesa!
É por isso que eles correm para negar atos de violência ou para justifica-los, começando pelos cometidos por Maomé, como auto-defesa.


Jihad é a mais importante obrigação religiosa!

O Islã se baseia em 6 pilares: oração, peregrinação, caridade, repartir a pilhagem, substituido por jejum, e Jihad.
Mas Jihad é a mais importante obrigação religiosa. Nada é mais importante do que Jihad:
Um homem se aproximou do apóstolo de Alá e disse, “Instrua-me sobre qual outro feito se iguala a Jihad em recompensa.” Maomé respondeu, “Eu não acho nenhum outro feito” [Bukari, 4:42:44]. 
- Se um muçulmano não for à guerra, Alá irá matá-lo [Alcorão 9:38-39].
Se a melhor coisa que um muçulmano pode fazer é lutar na Jihad na causa de Alá, então o Islã é o oposto de pacífico. É um chamado à guerra!

O engodo da frase: “Jihad é luta interna”

Muçulmanos irão te dizer que Jihad significa uma luta interna para se tornar uma pessoa melhor. De fato, este é outro significado de jihad.
Mas eles dizem isso para te confundir.
Jihad significa qualquer luta que avance a “fé”, seja por meios violentos ou não (por exemplo, exigindo tratamento especialusando o sistema legal do Ocidente contra liberdade de expressão, etc.)

A Jihad irá parar algum dia?

Infelizmente, não.
Os ensinamentos tradicionais do Islã sobre a Jihad ofensiva regem sobre:
A necessidade de promover guerra para o estabelecimento da hegemonia do Islã.
Ou seja, até que a Lei Islamica (Sharia) seja a regra.
Jihad pelo amor de Alá inclui a propagação do Islã, a sobrevivencia do Islã, o extermínio de todos os empecilhos que impedem o progresso e a expansão do Islã (explicação do verso 2:190 do Alcorão).

A Jihad Demográfica

A prática da poligamia, a proibição de mulheres muçulmanas se casarem com homens não-muçulmanos, e as leis islâmicas que regem matrimônio e família, foram projetadas tendo como objetivo aumentar o número dos muçulmanos, e por conseguinte, a sua dominação política.
O crescimento populacional dos muçulmanos é o maior da Europa e, segundo projeções demográficas, serão maioria em algumas décadas
Vão ter poder político para impor a lei islâmica sobre os nativos europeus!

 Informe-se!


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