terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Guerra sem fim: uma breve história das conquistas muçulmanas


David Curp
Professor Assistente de História na Ohio University, onde leciona História contemporânea da Europa Oriental e dos Bálcãs. Atualmente está terminando um livro sobre faxina étnica na Polônia pós-guerra.

Artigo publicado em Crisis Magazine, 1 de novembro de 2005 e republicado em 10 denovembro de 2009.


            Tendemos a superestimar a atual superioridade militar, econômica e tecnológica do Ocidente relativamente ao mundo islâmico e projetá-la a séculos passados. Com o luxo de ter o conhecimento da História depois que ela já aconteceu, muitos historiadores ocidentais olham para o passado em direção à expansão do Islã no contexto de um Império Bizantino decadente, colocando as Cruzadas medievais como uma prequela ao moderno imperialismo ocidental e como paroxismos de fanatismo religioso cristão.

            Os ideais cruzadistas no Ocidente foram uma resposta à enorme ameaça da jihad (N.T.: luta ou esforço para implantação do Islã). Elas foram deflagradas por medo e por necessidade, num conflito desesperado contra o Islã, conflito este que os cristãos vinham perdendo ao longo de vários séculos - e eles estavam cientes de que estavam perdendo. A extensão das vitórias do Islã pode ser vista no desaparecimento quase total das comunidades cristãs outrora prósperas na África setentrional, Oriente Médio e Ásia Ocidental, bem como nos Bálcãs, onde o Islã ainda tem raízes profundas. Os Balcãs constituem-se em região cujo próprio nome foi imposto pelo imperialismo turco bem sucedido, do final da Idade Méda.

          O Islã é uma religião notavelmente bem sucedida, a qual inspirou seus seguidores a gerar criativamente as precondições frequentemente conflituosas da guerra, política imperialista e zelo missionário, durante a maior parte de sua existência. Projetar a atual liberdade de ação dos países ocidentais ao passado (N.T.: por parte do Ocidente) distorce seriamente a história e o drama da fraqueza ocidental contínua, que levou a quase destruição da Cristandade. O apelo emocional dos protestos do Islã radical contemporâneo contra o Ocidente não é nutrido primariamente por um vitimismo enlutado, mas sim por uma lembrança muito forte de como a vitória final do Islã sobre a Cristandade tem permanecido como uma possibilidade real por um tempo tão longo. Os triunfos muçulmanos nos primeiros séculos do islamismo formaram os alicerces que embasam os temores da Cristandade bem como da confiança do Islã em si mesmo.

A ASCENÇÃO DO DAR AL-ISLAM

            Diferentemente do Cristianismo, que começou à margem da vida política e social do mundo romano e lá permaneceu por séculos, o Islã rapidamente atingiu sucesso mundial. No espaço de um século da morte do profeta Maomé, seus seguidores já haviam conquistado a maior parte da metade meridional do mundo mediterrâneo. Os exércitos muçulmanos avançaram a partir da Península Arábica até a França meridional, a oeste; ao norte dos distritos fronteiriços de Constantinopla, a maior cidade da Cristandade. E mais além ao Oriente, às antigas civilizações da Pérsia, Índia e fronteiras mais orientais da China.

            Nos primeiros séculos do Islã, os estudiosos e juristas muçulmanos compreenderam que o mundo se dividia do ponto de vista religioso e político entre Dar al-Islam, ou Casa da Paz, e Dar al-Harb, a Casa da Guerra (N.T.: as traduções dos termos Islã e Harb não devem ser tomadas literalmente; o termo Islã pode ser interpretado como 'paz através da submissão', enquanto que o termo Harb pode ser interpretado como 'lugar onde deve prevalecer a guerra até o estabelecimento do Islã'). Enquanto que tréguas entre sociedades islâmicas e não-islâmicas eram aceitáveis, o Alcorão ensinava que estas deveriam ser limitadas em duração. Ao final, nenhuma paz permanente entre muçulmanos e não-muçulmanos era possível até que todos os não-muçulmanos se submetessem ao domínio muçulmano e o Dar al-Islam abrangesse todo o mundo. Jihad, seja na forma da 'jihad maior' (a luta que todos os muçulmanos devem travar contra o pecado) ou a 'jihad menor' (a luta armada contra não-muçulmanos), deveria ser integral para trazer a plenitude e a unidade a um mundo dividido.

            As conquistas iniciais do Islã foram aterrorizantes pelo seu poder e velocidade. Elas golpearam o mundo mediterrâneo em uma época na qual guerra e rixas domésticas tornavam impossível compor uma frente comum contra a expansão árabe muçulmana. Ferrenhas disputas doutrinárias entre cristãos e uma guerra demasiadamente exaustiva contra os persas, deixaram a única real potência cristã - Bizâncio - despreparada para enfrentar uma jihad assustadoramente efetiva. Os vários pequenos principados cristãos e pagãos na África setentrional e na Espanha - tal como o dos enfraquecidos persas zoroastristas - estavam menos aptos ainda para enfrentar os exércitos muçulmanos.

            A fraqueza cristã e persa, bem como o sucesso do Islã em conquistar militarmente grandes extensões territoriais e colocá-las sob seu controle, produziram uma gama de reações entre cristãos e muçulmanos. No Ocidente, particularmente na Espanha, a presença da religião muçulmana deixou surpreendentemente poucos traços nos esparsos documentos cristãos referentes ao primeiro século após a conquista. Parece que a maioria dos cristãos aceitou seus novos senhores muçulmanos com equanimidade. De fato, muitos descobriram que o colaboracionismo com os governantes ligados ao 'mercado comum' Dar al-Islam, estendendo-se da Espanha até a cordilheira do Hindu Kush na Índia (atual fronteira entre Afeganistão e Paquistão) era mais lucrativo do que resistir à nova classe governante, cujas demandas inicialmente não eram onerosas e cujo poder militar era invencível.

            Os documentos espanhóis mais antigos que tratam da presença muçulmana como um problema religioso correspondem aos trabalhos de São Eulógio, escritos mais de um século após a conquista, isto é, em 850. O seu Liber Apologeticus Martyrum, escrito para outros cristãos da Espanha, defendia a santidade dos mártires cristãos ('os 40 mártires de Córdoba'), os quais haviam sido recentemente executados por denuciar publicamente o Islã e o seu profeta. Eulógio, que em breve seria ele mesmo morto pelas autoridades muçulmanas por defender os mártires, respondia a objeções cristãs de que aqueles que os muçulmanos tinham executado não eram mártires porque haviam "sofrido nas mãos de homens que veneravam a Deus e à lei". Isto ilustra o quão profundamente os cristãos espanhóis estavam submetidos ao domínio islâmico. Eles definiam tanto os muçulmanos quanto suas relações com o Islã, inteiramente em termos islâmicos.

            A resistência franca (N.T.: nação de origem germânica, precursora da atual França) derrotou uma grande invasão árabe em Tours em 732 DC. Porém foi tanto sua pobreza quanto suas armas, bem como as crescentes divisões dentro do próprio Dar al Islam, que defenderam os cristãos ao norte dos Pirineus (cadeia de montanhas entre a França e a Espanha) da incorporação ao mundo muçulmano.

            Para a maior parte dos cristãos no Oriente, entretanto, a expansão e estabilização iniciais do Islã foram um desastre não-mitigado - agravado pela agressão muçulmana contínua ao longo do século VIII. Começando no século VII, os bizantinos asseguraram sua fronteira terrestre oriental, consideravelmente reduzida, através de uma série de drásticas reformas militarizantes, que tornaram uma grande parte do império em um estado-guarnição. Apesar do fato de que seus vizinhos muçulmanos carecessem de unidade para promover ataques de porte, a pressão constante de invasores muçulmanos buscando escravos e butim - bem como a ameaça igualmente permanente da pirataria árabe pelo Mediterrâneo - impeliram Bizâncio a permanecer em permanente estado de guerra.

            Bizâncio perdurou através destes séculos de conflito e promoveu um marcável florescimento de sua cultura, tanto domesticamente quanto no exterior. Os missionários, artistas, professores e soldados de Bizâncio expandiram a influência cultural, religiosa e política de seu império nos Bálcãs e na Ucrânia meridional. Fato ainda mais notável, considerando que este reavivamento aconteceu à sombra das três espadas cada vez mais pesadas de Damocles (N.T. figura de linguagem que expressa um perigo constante). As duas primeiras correspondiam à criação propriamente dita de Bizâncio, forjada pelo peso de uma guerra de sobrevivência: sua própria política interna despótica e fraturada, bem como suas relações torturadas e por vezes hostis com outros cristãos - tanto igrejas cristãs mais antigas ao Oriente e Ocidente como povos recentemente cristianizados, evangelizados pelos seus missionários ao norte. Seu credo na missão de seu império não só levou os bizantinos a considerar o seu estado como o centro político da Cristandade, porém também produziu uma arrogância imperial que minou a habilidade do império em cooperar efetivamente com outros cristãos. Estes dois fatores tiveram seu perigo aumentado pela terceira e mais imprevisível das ameaças: o comprometimento permanente dos muçulmanos com a jihad.

A CALMARIA ANTES DA TEMPESTADE

            No Dar al-Islam os bizantinos enfrentavam um inimigo que constante, mesmo que às vezes de modo esporádico, renovava seu compromisso com a jihad. O mundo muçulmano se fortalecia com os povos da Ásia, bem como com o seu amplo acesso à mão-de-obra escrava na Ásia e África, mais rápidamente do que Bizâncio era capaz através de suas relações com seus correligionários. A expansão original e vasto alcance do Dar al-Islam provia o Islã com o poder necessário para se recuperar do período de fraqueza e divisão que sobreveio após sua fundação. Bizâncio, por outro lado, não possuía alianças tão consolidadas.

            O século X é frequentemente considerado um ponto baixo na expansão islâmica e no entusiasmo jihadista, bem como uma época de reavivamento bizantino ao mesmo tempo em que o império se recuperava de um século de ataques constantes e se engajava em uma modesta reconquista de alguns de seus territórios. Ainda assim, mesmo este 'ponto baixo na expansão islâmica' viu o desenvolvimento de um corpo inteiro de teologia e literatura litúrgica jihadista compatíveis com iniciativas de mesma natureza. Ghazis, ou guerreiros muçulmanos sagrados, promoveram numerosos ataques em território bizantino naquele século. Também internacionalizaram de forma bem sucedida sua luta anti-bizantina, cooptando outras pessoas no seu esforço 'defensivo' em promover conquistas muçulmanas preemptivas e em manter Bizâncio limitado a fronteiras facilmente atacáveis.

            O século começou com um espetacular sucesso muçulmano: o saque árabe da segunda maior cidade de Bizâncio, Tessalônica, em 29 de julho de 903, quando foram escravizados 30.000 cristãos. Em 931, grupos de assalto muçulmanos alcançaram Ankuriya (a moderna Ankara), avançando profundamente em território bizantino, tomando cativos outros milhares de cristãos. Ribats, estabelecimentos muçulmanos que eram em parte mosteiro e em parte fortaleza, floresciam ao longo de toda a fronteira da Síria setentrional e Anatólia meridional. Estes lugares serviam como bases de onde ghazis, que vinham de diversos lugares, até tão distantes quanto a Ásia central, viajavam para juntarem-se aos grupos de assalto contra os cristãos, considerados pelos muçulmanos como 'politeístas'.

            Escritores muçulmanos utilizavam os contra-ataques bizantinos para inflamar a opinião muçulmana e procuravam trazer um reavivamento religioso e maior comprometimento muçulmano com a jihad. O maior pregador muçulmano, Ibn Nubata al-Fariqi, desenvolveu um ciclo inteiro de sermões que se tornaram o modelo para este tipo de literatura por séculos e que mais tarde inspiraria Saladino. Em sermões que antecipavam a terna garantia de proteção divina com a qual o Papa Urbano impregnaria os cruzados um século mais tarde, Ibn Nubata constantemente exortava os ghazis a assumirem a causa da jihad. Veja esta passagem, por exemplo, citada no livro 'Os Cruzados: Perpectivas Islâmicas' de Carole Hillenbrand (Routledge, 2000):

Você acha que Ele o desprezará enquanto você O ajuda, ou você imagina que ele o deserdará enquanto você está firme no caminho Dele? Certamente não!... Então vista - que Deus tenha misericórdia de você - pela jihad, a cota de malha do crente e equipe-se com a armadura daqueles que confiam [em Deus].

            Se, como alguns estudiosos (como Hillenbrand) argumentaram, este foi o ponto baixo dos ideais jihadistas entre os muçulmanos, mesmo tal declínio foi suficiente para estirar as defesas de  Bizâncio a forçá-la a manter uma guerra permanente. Também lançou sementes que floresceram nos séculos 11 e 12 no Dar al-Islam. A jihad provou ser uma enorme árvore no jardim do Islã.

O FIM DO COMEÇO

            No Dia da Ortodoxia (N.T.: um dia festivo no calendário da Igreja Ortodoxa) - 13 de março de 1071 - o imperador bizantino Romano IV liderou um dos maiores exércitos que Bizâncio havia reunido em séculos para fora de Constantinopla. O objetivo de Romano era terminar os ataques turcos contínuos que lentamente fustigavam as defesas no coração do Império Bizantino e de um dos centros mais antigos e ricos da vida cristã: a Anatólia. Apesar de conhecermos esta região atualmente como Turquia, no século 11, a Anatólia era um território proeminentemente cristão. O triste destino da campanha de Romano era o da recriação e renomeação de Anatólia.

            Desde o início da Antiguidade, a posição da Anatólia, de encruzilhada ente a Europa e a Ásia, a tornou uma das partes mais ricas e mais intensamente urbanizadas do mundo mediterrâneo. Era uma região diversificada, contendo grandes comunidades gregas bem como frígias, capadocianas, celtas na região de Galácia, armênios e judeus, entre outros. Neste cadinho urbanizado de povos - que incluía Tarso, a cidade natal de São Paulo - o Cristianismo se disseminou rapidamente.

            Os nomes de um número de cidades na região, se não suas histórias subsequentes, são especialmente famiiares àqueles conhecedores do livro de Revelações: Éfeso, Esmirna, Pérgamo, Tiatira, Sárdis, Filadélfia e Laodicéia. Parece que o chamado de arrependimento registrado pelas revelações de São João se provaram bem sucedidas no início da metade do século 2, porque estas bem como outras igrejas, experimentaram um Cristianismo urbano intenso e vibrante, bem como promoveram iniciativas missionárias frutíferas. Na Anatólia, a transição do Paganismo para o Cristianismo foi mais branda do que em outros lugares do mundo romano. A riqueza, bem como as profundas raízes cristãs da região, indicavam Constantinopla como o lugar de refundação do Império Romano do Leste. À altura dos séculos 10 e 11, Anatólia era o lar de oito a dez milhões de pessoas, incluindo dezenas de milhares de refugiados do Dar al-Islam - a maior parte deles cristãos, porém alguns muçulmanos.

            Ironicamente, o povo que conquistou esta região em nome do Islã, os turcos seljúcidas, converteram-se pacificamente a esta religião apesar de não terem experimentado os milênios da cultura elevada que os separava dos povos de Anatólia. A conversão ao Islã dos povos turcos nômades e beligerantes da Ásia Central começou nos séculos 8 e 9. Eles começaram a migrar ao Oriente Médio nos séculos 10 e 11. Foram estes povos que esmagaram o poder militar bizantino em 1071 e que portanto deflagraram as Cruzadas. Eventualmente liderados pela casa de Osman - isto é, otomanos - os povos turcos completaram a conquista de Constantinopla e criaram um império e um califado sobre as ruínas de Bizâncio que durou até 1924. Os seljúcidas e os otomanos portaram os estandartes do Islã mais profundamente dentro da Cristandade do que qualquer outro já houvera alcançado anteriormente.

            Os turcos, tal como os primeiros muçulmanos árabes, combinavam a devoção de convertidos entusiastas com sua determinação de lançar guerra pelo Profeta e por lucro. Convertidos por missionários sunitas, estes imigrantes turcos foram arrebatados pelo poder (e tentados pela riqueza) da heterodoxa e eclética Shia (xiítas) que dominava muito da vida política do Oriente Médio à época. Aos olhos dos tribalistas turcos, dentre muitas das falhas da sociedade islâmica de sua época, havia a tolerância relativamente maior em relação a cristãos e judeus que viviam entre muçulmanos ou que vinham como peregrinos aos lugares santos - bem como uma jihad menos comprometida contra os bizantinos.

            Os turcos objetivaram então acabar com este problema de três formas:

1.      Lutar contra a Shia heterodoxa dentro do Dar-al-Islam
2.      Ampliar a perseguição contra cristãos, especialmente peregrinos vindos aos Lugares Sagrados localizados dentro do Dar-al-Islam
3.      Jihad vigorosa contra Bizâncio

            Os constantes sangramentos ao qual o império turco foi submetido, tanto por parte de muçulmanos quanto de seus inimigos cristãos bizantinos, bem como o fato de estes últimos terem buscado e conseguido este objetivo quase simultaneamente, são testemunhos da pujança bélica turca.

            As disciplinas da vida nômade, com sua ênfase em cavalaria e arco e flecha de montaria, tornaram os turcos esmagadoramente eficazes em ataques de assalto e na guerra. Os ataques de assalto dos seljúcidas na Armênia, que começaram na década de 1020, devastaram este país e iniciaram especulações entre os príncipes e sacerdotes armênios de que o fim do mundo estaria próximo. O que tornou estes ataques de assalto especialmente difíceis de rechaçar era o seu caráter constante, muito embora avulso. As tropas de ataques de assalto operavam frequentemente de forma independente. Mesmo os tratados que os bizantinos negociaram com os príncipes turcos ou com o califa não eram capazes de conter estes militares de assalto que se consideravam ghazis e que, frequentemente, obtinham a aprovação verbal de seus senhores para promover seus ataques.

            Estes ataques avulsos escravizavam milhares de cristãos anualmente, ameaçavam o comércio e a agricultura ao longo das fronteiras, além de fustigar as defesas armênias e bizantinas. Porém o pior ainda estava por vir. Alp Arslan ('o Leão Valente'), príncipe turco que unificou os seljúcidas em 1063 e que eventualmente alcançou a grande vitória na batalha de Mantzikert (contra os bizantinos), promoveu ataques de assalto de tal brutalidade e escopo que os cronistas cristãos referiam-se a ele como o 'bebedor de sangue' e uma das forças do Anticristo.

            Ele bem fez por merecer esta reputação. Mateus de Edessa, um historiador armênio, descreve o saque de Alp Arslan à cidade de Ani, a capital da Armênia em 1064 (próxima à atual Arpaçay), a qual as crônicas seljúcidas descrevem como 'grande cidade florescente com 500 igrejas':

O exército entrou na cidade, massacrou seus habitantes, pilhou e queimou-a à ruína, tornando prisioneiros todos os que escaparam do massacre e tomando posse dela. [O número de mortos era tamanho] que eles bloqueavam todas as ruas e não se podia passar sem andar sobre eles. O número de prisioneiros não foi menor do que 30.000 almas.

Eu queria entrar na cidade e vê-la com meus próprios olhos. Tentei encontrar uma rua através da qual não precisasse andar sobre corpos. Mas isso era impossível.

As ruínas da cidade armênia de Ani, situada dentro do território hoje ocupado pela Turquia, como visto da Armênia (Creative Commons)

            Os Anais dos Turcos Seljúcidas (N.T.: coleção de crônicas muçulmanas de autoria de Ibn al-Athir) que descreve uma série inteira de campanhas que Arp Arslan promoveu na Armênia naqueles anos - incluindo a destruição de numerosas cidades e monastérios - corrobora a história de Mateus de Edessa. Em palavras que expressam tão pouco remorso pelos custos da jihad quanto os cronistas (muçulmanos) das Cruzadas mostraram quando descrevendo a queda de Jerusalém, os Anais relatam:

Eles entraram na cidade e mataram mais habitantes do que se podia contar. Tantos que muitos muçulmanos não podiam entrar na cidade porque tantos corpos havia. Eles levaram cativos tantos quantos eles mataram.

As boas novas destas conquistas viajaram por estas terras e os muçulmanos se alegraram. O relato... foi lido em voz alta em Bagdá no palácio do califado e o califa publicou um édito louvando e abençoando Arp Arslan.


            O saque de Ani provou ser a chave para Anatólia. Pelos próximos vários anos, Arp Arslan e outros militares turcos seljúcidas tornaram-se mais ousados em seus ataques, saqueando santuários importantes tais como o de São Basílio de Capadócia, e, em 1070, capturando Colossas, um local famoso por seu santuário do arcanjo (Miguel) (o qual os turcos prontamente transformaram em um estábulo).
           
            E então, no ano seguinte, o Imperador Romanus liderou seu exército bizantino à batalha. Não correu bem para ele.

            A batalha de Mantzikert foi uma das batalhas mais decisivas, e não obstante desconhecidas, do início da Idade Média. As forças de Arp Arslan destruíram o exército de Romanus, tomando o imperador ele próprio como prisioneiro. O pânico que tomou Bizâncio foi tão completo quanto a alegria no Dar-al-Islam, cujos exércitos haviam lutado contra Bizâncio por séculos sem terem alcançado tamanho sucesso. A derrota de Bizâncio tornou-se ainda mais terrível pelos esforços bem sucedidos dos rivais de Romanus em tomar o trono durante seu cativeiro. A curta porém terrível guerra civil que se seguiu após o retorno de Romanus, que reclamou o seu trono e queria pagar o resgate que ele havia negociado com Arp Arslan, fez com que os militares se concentrassem em Constantinopla. Como resultado, as defesas orientais de Bizâncio foram estilhaçadas e o império dividiu-se. Os turcos tiveram pouco trabalho em recolher os restos.

            As guerras que se seguiram não foram uma conquista no sentido tradicional. Os turcos eram muito poucos em números para subjugar completamente esta região, um pouco menor do que o Texas e contendo milhões de cristãos. Ao invés disto, seus ataques contínuos por toda a Anatólia permitiram-lhes expulsar, escravizar ou empobrecer os habitantes da região, ao longo do tempo. Pelos 300 anos seguintes, a população decaiu a quase a metade, a despeito da contínua imigração muçulmana à região. A maior parte destes territórios, anteriormente férteis, tornou-se terra de pasto para os turcos ainda nômades, enquanto que muitas cidades tornaram-se em ruínas. Da mesma forma que a Espanha meridional seria devastada 500 anos mais tarde pela expulsão de sua população muçulmana, Anatólia tornou-se um deserto sob o jugo de seus novos senhores estrangeiros e religiosamente intolerantes. Além disto, a perda de Anatólia combaliu permanentemente Bizâncio. O despedaçado escudo oriental da Cristandade provou-se um alvo fácil para os ghazis do Dar-al-Islam contornarem e eventualmente despedaçarem nos séculos seguintes à batalha de Mantzikert.

            Uma vez tendo os turcos terminaram com a Cristandade oriental, o portal para a conquista do restante da Europa estava aberto.

NOSSOS INIMIGOS, NOSSOS PROFESSORES

            É lugar-comum alegar que os cruzados causaram cicatrizes no imaginário do mundo muçulmano por séculos. Nacionalistas e islamistas árabes modernos têm por vezes apontado para os cruzados como a fonte de visões anti-ocidentais no Oriente Médio, porém isto é simplesmente incorreto. Bernard Lewis, um dos mais destacados estudiosos ocidentais do Islã, demonstrou que a Cristandade ocidental permaneceu após as Cruzadas como um tema de relativamente pouco interesse para muçulmanos por séculos. Apesar das campanhas duramente promovidas pelos cruzados, a ignorância árabe e posteriormente turca acerca dos aspectos da geografia e cultura da Europa durante e após esta luta, mesmo os mais básicos, poderia fazer um moderno estudante de graduação enrusbescer. Por séculos, a Cristandade Ocidental permaneceu como uma área de fronteira para os muçulmanos, contra a qual eles continuaram a promover a guerra de forma bem sucedida, até quase o começo da era moderna. Além disto, a Europa despertou pouco interesse nestes últimos.

            Desde o início, a Cristandade pagou um preço alto para se manter frente às jihads do Dar-al-Islam. As guerras que o Islã promoveu contra a Cristandade - e os contra-ataques desta - degeneraram em guerras notavalmente sujas que frequentemente conferiram poder aos piores impulsos em ambas as fés. Para os cristãos, estas lutas abriram uma caixa de Pandora de males: elas proporcionaram um ímpeto renovado ao anti-semitismo popular na Idade Média, bem como ajudaram a reforçar a participação cristã no comércio de escravos durante os séculos 15 a 16. Uma radicalização que tenebrosamente precedeu as discussões atuais nos Estados Unidos acerca do uso da tourtura como um meio legítimo de combater a ameaça jihadista.

            De toda forma, os frutos da vitória do Islã frequentemente se estragavam. A tolerância intermitente, porém relativamente maior, que caracterizava as relações do Islã com outros 'povos do livro' do Oriente Médio, Espanha muçulmana e Bálcãs, não era a tolerância característica dos vitoriosos em seu triunfo. Mesmo em meio ao triunfo, entretanto, esta tolerância era misturada com desprezo. As pressões da jihad que deflagraram as Cruzadas ocidentais levaram os muçulmanos a abusarem de seu poder sobre seus súditos cristãos e judeus sob o Dar-al-Islam, em campanhas de conversão forçada, pogroms (N.T.: espécie de 'arrastão' saqueador e assassino) e outas brutalidades. Na era moderna, à medida em que o passo do avanço islâmico desacelerou e a maré começou a virar à favor do Ocidente, a tradição de tolerância do Dar-al-Islam também colapsou. A magnanimidade da vitória demonstrou ter sido uma experiência limitada demais para os muçulmanos estabelecerem a tolerância como parte chave de sua cultura religiosa.

            Da mesma forma que a História natural mostra que Deus é particularmente fã de insetos, a História humana demonstra Seu deleite por paradoxos e por dialética. O terror da jihad deu origem ao zelo cruzadista no século 11, o qual ajudou a retardar o posterior avanço do Islã em direção ao ocidente. Em face às jihads cada vez mais bem sucedidas nos séculos 15 e 16, o Cristianismo por sua vez tornou-se mais agressivo e expansivo do que jamais fora. A Cristandade tornou-se bem sucedida em acumular poder e recursos através da colonização do hemisfério ocidental, comprometendo o status do Dar-al-Islam como intermediário no comércio com a Ásia e eventualmente quebrando o poder hegemônico do Islã na Eurásia. Entretanto, ao mesmo tempo em que a Cristandade experimentava seus maiores triunfos através da descoberta e colonização do Novo Mundo, os cristãos direcionaram suas próprias forças militarizadas domesticamente, em nome da segurança religiosa, ameaçada pela Reforma. Desta forma terminaram, não intencionalmente, minando esta mesma Cristandade, deixando uma Europa Ocidental secularizante como sequela.

            Ironicamente, então, os sucessos das jihads islâmicas em última instância fortaleceram e construíram um Dar al-Harb mais resistente do que nunca ao avanço do Islã, à medida em que aliviaram os cristãos ocidentais do peso da continuidade de suas batalhas sob a forma de guerras. Enquanto que a jihad não é menos aterrorizante agora do que tem sido por séculos, diferentemente do passado, seu terror contínuo contém uma ansiedade e uma futilidade subjacentes, aos olhos de seus devotos. Esta impressão se assenta tanto na constatação acerca da inaptidão dos candidatos a ghazis modernos de utilizar qualquer coisa que seja, exceto o medo, para alcançar seus objetivos, bem como na subversão da unidade religiosa, social e política das fechadas sociedades muçulmanas, promovida pelo Ocidente secular.


            Esperemos que o nihilismo e o isolamento da militância jihadista pressagiem a renúncia da violência sacralizada pelos fiéis muçulmanos. Tal desdobramento libertaria do bem-merecido estigma de brutalidade religiosa, todos aqueles que clamam pelo nome do Deus Único.


sábado, 13 de janeiro de 2018

Lista de Referências sobre as Cruzadas (para um estudo sério sobre o assunto)


O grupo de historiadores do grupo Real Crusades History elaborou uma lista de leituras recomendadas sobre as cruzadas. Esta lista é o resultado de um esforço colaborativo entre os fundadores do grupo Real Crusades History e diversos colaboradores, profissionais acadêmicos. A lista criada é ampla e serve como guia para aqueles que desejam mergulhar em estudo sério das cruzadas. Esta lista não é uma lista final no sentido que a ela pode ser atualizada com o tempo. Deus vult!

Nível introdutório: 

- The New Concise History of the Crusades, Thomas Madden

- What were the Crusades? Jonathan Riley-Smith

- God’s Battalions: The Case for the Crusades, Rodney Stark

- The Crusaders: The Struggle for the Holy Land, Regine Pernoud

- The Crusades: The Authoritative History of the War for the Holy Land, Thomas Asbridge

- The Crusades, third edition, Jonathan Riley-Smith

- God’s War: A New History of the Crusades, Christopher Tyerman

- Seven Myths of the Crusades, ed. Andrew Holt and Alfred Andrea

Tópicos específicos e avançados:  

Fontes primárias: em inglês 

- The First Crusade: The Chronicle of Fulcher of Chartres and Other Source Materials, (ed. Edward Peters)

- The Deeds of the Franks and Other Jerusalem-Bound Pilgrims: The Earliest Chronicles of the First Crusades, (ed. and trans. Nirmal Dass)

- Chronicles of the Crusades: Eye-witness accounts of the wars between Christianity and Islam, (ed. Elizabeth Hallam)

- Chronicle of the Third Crusade: A Translation of the Itinerarium Peregrinorum et Gesta Regis Ricardi, Anonymous (trans. Helen Nicholson)

- The Rare and Excellent History of Saladin, Baha al-Din Shaddad (trans. D.S. Richards)

- A History of Deeds Done Beyond the Sea, Archbishop William of Tyre (A translation of Historia rerum in parties trasmarinis gestarum). Morningside Heights Columbia University Press, 1943

- The Conquest of Jerusalem and the Third Crusade: Sources in Translation, Peter W. Edbury (Continuations of William of Tyre, including the Chronicles of Ernoul)

- In Praise of the New Knighthood: a Treatise on the Knights Templar and the Holy Places of
Jerusalem, Bernard of Clairvaux (trans. Conrad Greenia)

- A Knight's Own Book of Chivalry, Geoffroi de Charny (trans. Ellspeth Kennedy)

- Joinville and Villehardouin: Chronicles of the Crusades (trans. Caroline Smith)

História islâmica, conquistas, teologia e fontes  

- The Crusades, Christianity, and Islam, Jonathan Riley-Smith

- Arab Historians of the Crusades, Francesco Gabrieli

- Sea of Faith: Islam and Christianity in the Medieval Mediterranean World, Stephen O’Shea

- The Truth about Muhammad, Robert Spencer

- The Crusades: Islamic Perspectives, Carole Hildebrand

- The Great Islamic Conquests, David Nicolle

- The Great Arab Conquests, Hugh N. Kennedy

- The Crusades through Arab Eyes, Amin Maalouf

- Saracens: Islam in the Medieval European Imagination, John V. Tolan

A Primeira Cruzada

- The First Crusade: A New History, Thomas Asbridge

- The First Crusaders 1195-1131, Jonathan Riley-Smith

- Victory in the East: A military history of the First Crusade, John France

- The First Crusade: The Call from the East, Peter Frankopan

- Knightly Piety and the Lay Response to the First Crusade: The Limousin and Gascony c.970 - c.1130, Marcus Bull

A Terceira Cruzada 

- Richard I, John Gillingham

- Richard the Lionheart: The Mighty Crusader, David Miller

- Saladin, Andrew S. Ehrenkreutz

- Hattin 1187: Saladin's Greatest Victory, David Nicolle

- Downfall of the Crusader Kingdom: The Battle of Hattin and the Loss of Jerusalem, W. B. Bartlett

O Império Romano do Oriente durante as Cruzadas (Estudos Bizantinos) 

- The Alexiad, Anna Comnena (trans. Elizabeth Dawes)

- Fourteen Byzantine Rulers: The Chronographica of Michael Psellus, trans. E. R. A Sewter

- Strenuitas: The Life and Times of Robert Guiscard and Bohemond of Taranto, Danny Chaplin

- Warfare, State, and Society in the Byzantine World 560-1204, John Haldon

Espanha Islâmica e a Reconquista 

- The Myth of the Andalusian Paradise: Muslims, Christians, and Jews under Islamic Rule in Medieval Spain, Dario Fernandez-Mendoza

- Medieval Iberia: Readings from Christian, Muslim, and Jewish Sources, ed. Olivia Remie Constable

- A History of Medieval Spain, Joseph F. O’Callaghan

As cruzadas nórdicas  

- The Northern Crusades, Eric Christiansen

- The Popes and the Baltic Crusades 1147-1254, Iben Fonnesberg-Schmidt

As cruzadas algingenses  

- The Cathars: Dualist Heretics in Languedoc in the High Middle Ages, Malcolm Barber

- A Most Holy War: The Albigensian Crusade and the Battle for Christendom, Mark Pegg*

Pregando as Cruzadas 

- How to Plan a Crusade, Christopher Tyerman

Monasticismo 

- Medieval Monasticism: Forms of Religious Life in Europe in the Middle Ages, C.H. Lawrence

Os Estados Cruzados  

- William of Tyre:Historian of the Latin East, Peter W. Edbury and John Gordon Rowe

- The Chronicle of Ernoul and the Continuations of William of Tyre, M.R. Morgan

- The Crusader States, Malcolm Barber

- Crusading and the Crusader States, Andrew Jotischky

- The Latin Kingdom of Jerusalem 1099 to 1291 AD, Claude Reignier Conder

- Feudal Monarchy in the Latin Kingdom of Jerusalem, John L. La Monte

- Kings and Lords in the Latin Kingdom of Jerusalem, Hans Eberhard Mayer

- Women in the Crusader States: The Queens of Jerusalem 1100 - 90, Bernard Hamilton in Medieval Women (Studies in Church History, Subsidia I), (ed. Derek Baker)

- The Leper King and His Heirs: Baldwin IV and the Crusader Kingdom of Jerusalem, Bernard Hamilton

- John of Ibelin and the Kingdom of Jerusalem, Peter Edbury

- The Kingdom of Cyprus and the Crusades, 1191-1374, Peter Edbury

Aspectos militares das Cruzadas  

- Western warfare in the Age of the Crusades, 1000-1300, John France

- Victory in the East: A military history of the First Crusade, John France

- Theorizing Medieval Geopolitics: War and World Order in the Age of the Crusades (Routledge Research in Medieval Studies), Andrew Latham

Cavaleiros e cavalherismo

- The Knight and Chivalry, Richard Barber

-  Knights: The Complete Story of the Age of Chivalry, from Historical Fact to Tales of Romance and Poetry, Andrea Hopkins

- A Knight's Own Book of Chivalry, Geoffroi de Charny (trans. Ellspeth Kennedy)

- Arms and Armour of the Medieval Knight, David Edge and John Miles Paddock

- The Sword in the Age of Chivalry, Ewart Oakeshott

- Records of the Medieval Sword, Ewart Oakeshott

As ordens militares  

- The Templars, Regine Pernoud

- The New Knighthood: A History of the Orders of the Temple, Malcolm Barber

- The Trial of the Templars (2nd.ed.), Malcolm Barber

- The Real History behind the Templars, Sharan Newman

- The Templars and the Assassins: The Militia of Heaven, James Wasserman

- Dungeon, Fire, and Sword: The Knights Templar in the Crusades, John J. Robinson

- Knights of Jerusalem: The Crusading Order of Hospitallers 1100 - 1565, David Nicolle

- The Sword and the Green Cross: The Saga of the Knights of Saint Lazarus from the Crusades to the 21st Century, Max J. Ellul*

- Leper Knights: The Order of St. Lazarus of Jerusalem in England, 1150 - 1544, David Marcombe

- The Teutonic Knights: A Military History, William Urban

- The Teutonic Knights in the Holy Land, 1190-1291, Nicholas Morton

Mulheres na Idade Média e nas Cruzadas 

- Medieval Women (Studies in Church History, Subsidia I), (ed. Derek Baker)

O mundo das Cruzadas  

- The Crusader World, Adrian Boas

- The Origin of the Idea of the Crusade, Carl Erdmann

- The Crusades and the Expansion of Catholic Christendom, 1000-1714, John France

- Contesting the Crusades, Norman Housley

- Fighting for the Cross: Crusading to the Holy Land, Norman Housley

- Theorizing Medieval Geopolitics: War and World Order in the Age of the Crusades (Routledge Research in Medieval Studies), Andrew Latham

- The Crusades: The Essential Readings (ed. Thomas Madden)

- The Atlas of the Crusades, (ed. Jonathan Riley-Smith)

- Walking Corpses: Leprosy in Byzantium and the Medieval West, Timothy S. miller and John W. Nesbitt

Arte, arquitetura e artifatos  

- Crusader Archaeology: The Material Culture of the Latin East, Adrian J. Boas

- Crusader Art: The Art of the Crusaders in the Holy Land, Jaroslave Folda

- Secular Buildings in the Crusader Kingdom of Jerusalem: An Archaeological Gazetteer, Denys Pringle

- The Archaeology of Weapons, Ewart Oakeshott

- The Sword in the Age of Chivalry, Ewart Oakeshott

- Records of the Medieval Sword, Ewart Oakeshott



sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

Primeiro ano do governo Trump foi positivo


Para quem se lembra, a imprensa tradicional, os artistas de Hollywood, os setores mais "progressistas" das universidades americanas, o Partido Democrata (claro) e até mesmo uma grande parte do Partido Republicano, garantiam que o governo de Donald Trump seria uma tragédia. As predições eram tão pessimistas e o fim do mundo era algo certo. Pois bem, após um ano, com toda a oposição da maioria da grande imprensa dos EUA (incluindo as redes de TV CNN, NBC e ABC que falam mal de Trump 24 horas por dia) Trump fechou o ano sendo considerado por muitos como o melhor primeiro ano de governo desde Ronald Reagan.

No contexto deste blog, eu destacaria os seguintes pontos, todos eles positivos, que deveria servir de exemplo para o mundo livre:

Outras ações feitas, que merecem destaque estão listadas abaixo. 
(lista compilada a partir de artigo de John Nolte)

Assista o vídeo abaixo sobre o primeiro ano de Donald Trump - retrospectiva 2017.




quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

Atualizações em dezembro de 2017

Veja o que entrou de novo no blog em dezembro de 2018, exemplificando a aplicação da lei islâmica Sharia ao redor do mundo, seja por governos de países com maioria muçulmana, grupos islâmicos ou mesmo ações individuais.


Direitos das Mulheres sob o Islão: Parte 3Parte 2Parte 1
A imigração muçulmana aliada ao políticamente correto do Ocidente estão tornando as mulheres ocidentais igualmente sem defesa frente ao avanço implacável da Sharia.
Jordânia: exemplo do valor da mulher no mundo islâmico


Alemanha: muçulmano tenta afogar namorada alemã em um rio gelado, mas ele é quem acaba afogado
O "refugiado" afegão (19 anos) tentou afogar sua namorada (17 anos) durante uma "disputa de relacionamento." Ela escapou e ele teve que ser reanimado pela polícia, sendo levado para um hopsital em estado grave. O crime ocorreu no Rio Havel, em Spandau, na grande Berlin (10News).

Finlândia: menina estuprada e queimada viva por "namorado afegão" quando tentava desmanchar o namoro
A garota tem 17 anos. O caso aconteceu em Pori. O rapaz, Ramin Azimi, foi preso e condenado a prisão perpétua (10News).

Campeã de xadrez não vai ao Mundial por se negar a se submeter às regras impostas pelo anfitrião, Arábia Saudita
"Uma questão de princípio." Foi assim que Anna Muzychuk se recusa sujeitar-se às regras impostas às competidores do Campeonato Mundial Feminino pelo país organizador, a Arábia Saudita. Ela criticou as leis que obrigam as mulheres a se cobrirem e não poderem andar desacompanhadas em público. Anna Muzychuk é campeã mundial em duas modalidades, rápido e blitz. Ela prefere perder seus títulos. Segundo ela "o triste é que ninguém realmente se importa com o que acontece." Para sediar o evento, a Arábia Saudita pagou 1.5 milhões de dólares para a Federação Internacional de Xadrez (Daily Mail).

Suécia: adolescente estuprada, depois, estupradores "refugiados" jogaram gasolina na sua vagina e tacaram fogo
Polícia alerta mulheres para não andarem desacompanhadas pelas ruas de Malmö (Speisa). Segundo a lei islâmica, Sharia, as mulheres precisam da companhia de um guardião.

Líbano: motorista do Uber estuprou e matou diplomata britânica por usar mini-saia ("carne exposta")
Rebecca Dykes saiu de um bar tarde da noite, e pegou um taxi Uber dirigido por Tarek Hawchieh. Ele viu as pernas da mulher e achou que era "carne exposta." Dentro da mentalidade torta que maometanos são inculcados, isso significa que a mulher quer ser estuprada. "Rebecca foi estuprada pelo menos uma vez — a hipótese mais provável é que, depois do abuso sexual, ela tenha tentado fugir, foi perseguida, arrastada de novo para o carro e então estrangulada. O corpo foi achado com uma corda amarrada ao redor da garganta e as roupas rasgadas." (O Globo)



"A Morte é Doce", diz a TV "palestina" à juventude
Lavagem cerebral da juventude para cometerem o mal achando que estão fazendo o bem.
http://amigodeisrael.blogspot.co.at/2017/12/a-morte-e-doce-diz-tv-palestina.html

EUA: FBI invade casa de convertido muçulmano, simpatizante do Estado Islâmico 
Sterling, Virgínia. O FBI invadiu a casa de um convertido muçulmano, Sean Andrew Duncan, que, de acordo com uma declaração jurada do FBI arquivada no caso, declarou que tentou se juntar ao ISIS na Síria e compartilhar instruções de fabricação de bombas com uma mulher atualmente em custódia internacional. (PJMedia)

Holanda: relatório, mulheres jihadistas tornando-se "Mais Ativas e Violentas"
O relatório "Mulheres Jihadistas: uma ameaça que não deve ser subestimada", do Serviço Geral de Inteligência e Segurança (AIVD) da Holanda afirma que colapso do califado tem empurrado as mulheres muçulmanas para um papel mais violento na jihad. Aumenta-se o risco com as mulheres radicalizadas que estão retornando aos seus países de origem, após terem recebido treinamento na Síria ou no Iraque. (PJMedia)



Líbia: surgem evidências que o Estado Islâmico está sendo financiado pela escravidão negra
A declaração foi feita pelo Vice-Secretário de Estado John Sullivan em depoimento ao Congresso dos EUA. O Estado Islâmico está instalado nas áreas sem governo na Líbia e vem escravizando os negros, a maioria da Nigéria, que atravessam a Líbia com destino à Europa. Ele disse "O estado Islâmico é como um balão. Você o expreme de um lado e ele cresce do outro." (PJ Media)


O profeta (a paz esteja com ele) disse: "Se encontrardes alguém fazendo como o povo de Lot fez, matai aquele que faz e aquele a quem a coisa é feita." (Hadice Abu Dawood 38:4447) -- PS. O "povo de Lot" são os homens que aparecem na Bíblia querendo fazer sexo com os homens que se hospedaram na casa de Lot (Gênese 19:4-5)
Holanda: gay diz que islamização levou Amsterdã a retroceder 50 anos no tocante a segurança dos homossexuais
Ele diz que "sendo um gay jovem, ele podia andar nas ruas de mãos dadas com o seu namorado. Mas atualmente isso é um convite ao assédio." Mesmo no centro de Amsterdã, ver homossexuais de mãos dadas se tornou raro. (Voice of Europe)

Brasileiras são processadas por serem travestis em Dubai
(G1) http://www.nlucon.com/2014/02/apos-julgamento-em-dubai-travestis.html?m=1


Halal - Boicote Halal 

Leia este artigo "Boicote Produtos Halal" para saber o que é "comida halal" e o porquê de boicotá-la. E visite os demais links.

Boicotem a FINI, Balas de Gelatina
Fini aumenta produção halal em 5%, presidente diz que a dificuldade é remover gelatinas de origem animal, implementação de análises periódicas de DNA e procedimentos de limpeza que "garantem a ausência de contaminação cruzada". (website)




Vergonha: TV Cultura dá voz a ativista pró-islâmica (pró-palestina) para vomitar uma versão distorcida da história recente no Oriente Médio
As mentiras da "professora" da USP, Arlene Clemesha.

Lula (e PT) recebeu entre 1 e 35 milhões de dólares do líder líbio Khadafi em 2002
A esquerda brasileira (PT) e seu romance com os islamofascistas.
Lula recebeu dinheiro do ditador sanguinário islamofascista e pedófilo Muammar Kadafi para financiar sua campanha para presidente do Brasil. A contra-partida nós já sabemos qual seria...por isso Lula e Dilma defendiam o "diálogo" com os terroristas islâmicos, como o ISIS..."dialogar" para aumentarem a doação de campanha.
Esse não foi o primeiro presente que Lula recebeu de um líder islâmico. Em 2016, Lula ganhor carro ômega de R$ 170 mil de Federação Muçulmana Lula aceitou doação da Central Islâmica Brasileira de Alimentos Halal. (VEJA, O Antagonista)

Vídeo de humor que retrata bem como um dos pilares do multiculturalismo degringolou por completo: todas as culturas são iguais, menos a nossa


EUA: ex-presidente Obama bloqueou investigação sobre atuação do Hezbollah com o tráfico de drogas, inclusive na América Latina
Uma reportagem extensa da revista Politico, em 3 partes, mostra evidências da colaboração entre Obama e o Irã.  Seria ótimo que a Polícia Federal estudasse esta reportagem com atenção.
Leia o artigo no blog.



Ameaças de 'Jihad contra o Natal 2017' amedronta a Alemanha, França e o Reino Unido
Estes países começam a colher os frutos da sua insensatez, ao acolher milhões de muçulmanos que se recusam a aceitar os valores ocidentais e desejarem a lei islâmica (Sharia) onde vivem. Artigo do blog.

EUA: homem que vandalizou mesquita na Flórida foi condenado a 15 anos de prisão
Mas o que foi o tal ato de vandalismo? Deixar um pedacinho de bacon na porta da mesquita. Mas se vandalizassem uma igreja, estaria "ok". (Daily Mail)

Grã-Bretanha: exposição sobre "robôs sexuais" cancelada devido a ameaças de terrorismo por muçulmanos ofendidos
O Terceiro Congresso internacional sobre amor e sexo com robôs foi transferido para um local secreto depois que os organizadores receberam ameaças: "sexo com robôs é contra a religião islâmica. É equivalente a homossexualismo." (Daily Star).

Alemanha: governo oferece dinheiro para refugiados voltarem para casa
Existe até website do governo alemão sobre isso (Bundesamt für Migration und Flüchtlinge)

Alemanha: Canal de TV pública ignora esfaqueamento de garota adolescente por refugiado afegão
O canal ARD, bem como alguns outros canais de notícias alemãs, tentaram ignorar o crime por ele ter sido cometido por um refugiado. (RT)

União Européia pede aos jornalistas para não publicarem crimes cometidos por imigrantes muçulmanos
Novo código de conduta da União Européia pede aos jornalistas para não publicarem conteúdo falando da crise migratória de forma negativa, não conectar o Islã ao terrorismo e evitar falar sobre crimes cometidos por muçulmanos. (Renova Mídia; link para o relatório em inglês) . O que já se desconfiava está se tornando público.

França: prefeitos de sete cidades, em pânico, frente ao tsunami de imigrantes ilegais, pedem ajuda ao presidente Macron
Prefeitos de Estrasburgo, Grenoble, Rennes, Nantes, Toulouse, Lille e Bordeaux. Na carta, os prefeitos dizem que são obrigados a acomodar vários milhares de refugiados todos os meses. Este tsunami está criando problemas sociais maciços. Eles sentem que estão "encurralados contra a parede" e "completamente saturados." (PJ Media)

Rússia: muçulmana se candidata para ser a presidente da Rússia em 2018
"Aina Gamzatova, jornalista bem-sucedida e chefe da maior participação de mídia muçulmana da Rússia, enviou seus documentos de registro ao Comitê Eleitoral Central na segunda-feira. Ela foi nomeada candidata presidencial por um grupo de iniciativa local na República Russa do Daguestão, no final de dezembro, e atua como independente." (Sputnik)

Áustria: Aqui estão as principais políticas do novo governo centro-direita da Áustria
Leia tudo neste artigo no blog.



Europa: a islamização do Natal
"Uma submissão inaceitável e involuntária ao Islã" (Gatestone)
A reinvenção da teologia do Natal se baseia na falsa premissa de que o Jesus da Bíblia é o Jesus (Isa) do Alcorão. Esta fusão religiosa, por vezes chamada de "Chrislão", está ganhando terreno em um Ocidente ignorante no que diz respeito à Bíblia.
Uma escola em Lüneburg adiou uma festa de Natal porque um estudante muçulmano reclamou que as canções de Natal cantadas na escola eram incompatíveis com o Islã. Alexander Gauland, líder do partido anti-imigração Alternativa para a Alemanha (AfD), ressaltou que a atitude da escola representava "uma submissão inaceitável e involuntária ao Islã" e nada mais era do que uma "covarde injustiça" para as crianças não muçulmanas.
"O termo 'Natal', símbolo da nossa fé e cultura, não discrimina ninguém. A remoção dos símbolos natalinos não garante o respeito de ninguém, não produz uma escola e uma sociedade acolhedora e inclusiva, ao contrário, fomenta a intolerância contra a nossa cultura, nossos costumes, nossas leis e nossas tradições. Temos plena convicção que as nossas tradições devem ser respeitadas". -- Samuele Piscina, político de Milão.
Grã-Bretanha: igreja celebra nascimento do "Profeta Maomé" e de Jesus
Esta celebração conjunta aconteceu na Igreja de Todos os Santos em Kingston-upon-Thyne. Note como este evento está "marcando o aniversário do profeta Maomé", mas não está esperando o aniversário do Senhor Jesus Cristo, o Filho de Deus. Maomé é reconhecido como profeta, enquanto Jesus não obtém sua profecia nem seu sacerdócio; nem o seu reinado nem o papel messiânico. É o exaltado Profeta Maomé, juntamente com um Jesus sem atributos. Isso acontece porque, na cabeça dos cristãos envolvidos em "diálogo inter-religioso",  mencionar a divindade de Jesus iria, naturalmente, alienar muitos muçulmanos (Achibishop Craymer).

Grã-Bretanha: coral muçulmano celebra Alá na Catedral de São Paulo (anglicana) em Londres
Em um culto, com a presença de membros da família real britânica, o coral muçulmano cantou:
Não se desespere e não perca a esperança
Porque Allah está sempre ao seu lado
Querendo Allah, querendo Allah,
Você encontrará o seu caminho
Retorne para Allah
Ele nunca está longe
Coloque sua confiança Nele
Levante suas mãos e ore
Ohhh  Allah
Guie meus passos, por onde eu não devo andar
Você é o único que pode me mostrar o caminho
Me mostre o caminho
Ou seja, na igreja anglicana não é mais Jesus que mostra o caminho, mas sim Alá. (Gospel Prime)

https://noticias.gospelprime.com.br/igreja-quer-remover-bancos-para-atrair-muculmanos-cultos-ecumenicos/


EUA: Simpatizante do Estado Islâmico detona bomba no metrô de Nova York
O jihadista, original do Bangladesh (nome: Akayed Ullah), falhou, pois a bomba detonou de modo prematuro, ferindo 4 outras pessoas. Esta explosão ocorreu no terminal do metro da estação de ônibus Port Autority, perto do Times Square. Ou seja, este jihadista buscava um lugar para causar o maior número de casualidades possíveis. Ele seria um homem-bomba suicida. (CNN)
Multiculturalismo não é possível com aqueles que advogam o MONO-culturalismo.
Não existe diversidade com aqueles que querem que TODOS sigam um único padrão, estabelecido pela lei islâmica Sharia.

EUA: o candidato a mártir islâmico que explodiu uma bomba no metrô de Nova York (notícia acima), declarou que escolheu o metrô por causa dos cartazes sobre o Natal
Segundo a lei islâmica é proibido aos não muçulmanos tornarem públicas suas festas religiosas. (SMH)


Austrália: afegão sai atropelando infiéis no centro de Melbourne
Novo ataque a pessoas que celebravam o Natal. Um muçulmano afegão imigrante, Said Noori, dirige uma SUV sobre uma multidão em Melbourne na Austrália ferindo 19 pessoas, sendo que 2 delas correm risco de morte. O jihadista disse que fez isso por Alá e para se vingar do mal tratamento que muçulmanos recebem na Austrália (Breitbart).

Grã-Bretanha: atentado jihadista descoberto, sendo planejado para a noite de Natal
A polícia descobriu à tempo e prendeu vários deles em diversas cidades (BBC)

Rússia: Estado Islâmico planejava atentados em S. Petersburgo, no noite de Natal e no Ano Novo
Polícia prendeu mais de 10 em diversos lugares. Os jihadistas tinham bombas e metralhadoras (Mirror).



União Européia pede aos jornalistas para não publicarem crimes cometidos por imigrantes muçulmanos
Novo código de conduta da União Européia pede aos jornalistas para não publicarem conteúdo falando da crise migratória de forma negativa, não conectar o Islã ao terrorismo e evitar falar sobre crimes cometidos por muçulmanos. (Renova Mídia; link para o relatório em inglês) . O que já se desconfiava está se tornando público.


Perseguição Cristãos: Parte 1Parte 2
"Lute contra aqueles que não acreditam em Alá ou no Último Dia, que não proíbem o que foi proibido por Alá e Seu Mensageiro, e  que não reconhecem a Religião da Verdade (islão), mesmo que sejam do Povo do Livro (cristãos e judeus), até que paguem o imposto tributo jizyah em submissão, sentindo-se subjugados e humilhados. "[Outra tradução diz:] "paguem o imposto em reconhecimento da nossa superioridade e do seu estado de sujeição". (Alcorão 9:29)
O que a Al-Qaeda disse? O mesmo que o Estado Islâmico, a Irmandade Muçulmana, etc, ... 
“O nosso inimigo número um”, informa a edição, “são Judeus e Cristãos, e devemos nos libertar para investir todos os nossos esforços até que possamos aniquilá-los — e somos capazes de fazê-lo, se Alá nos permitir — porque eles são o principal obstáculo para o estabelecimento do estado Islâmico”. (Tião Cazeiro

Paquistão: igreja atacada por jihadistas deixa 9 mortos e 56 feridos
Dois homens-bomba do Estado Islâmico se explodiram dentro de uma igreja metodista em Queta, capital do Baluchistão. (Reuters)

https://www.bitchute.com/video/oKISjsz8Mj9e/

Egito: 230 mil agentes de segurança para proteger as igrejas cristãs durante o Natal
Eles irão proteger as 2626 igrejas durante as celebrações natalinas. Centenas de cristãos morreram este ano em ataques de jihadistas islâmicos contra igrejas. No Egito, a maior celebração natalina é no dia 7 de janeiro para os cristãos do rito copta, contudo, a minoria que não é ortodoxa celebra no dia 25 de dezembro.  (Christian Post)

Egito: muçulmanos atacam igreja em Giza
O incidente ocorreu após os muçulmanos deixarem as orações de sexta feira (teriam eles sido incitados durante as "orações"?). Os muçulmanos gritavam para que a igreja fosse demolida enquanto destruíam seu interior. Os cristãos feridos foram levados para hospitais próximos. (AP News)

Egito: 10 mortos após ataque jihadista contra igreja de St. Mina, em Helwan, ao sul do Cairo
Os jihadistas atiraram contra os policiais que protegiam a igreja, matando dois deles. Outros mortos são cristãos que estavam na igreja. Um dos jihadistas foi morto, e o outro preso. Eles fazem parte da Irmandade Muçulmana e se declaram simpatizantes do Estado Islâmico. O ataque deixou outros 10 feridos. (PJ Media)


"Lute contra aqueles que não acreditam em Alá ou no Último Dia, que não proíbem o que foi proibido por Alá e Seu Mensageiro, e  que não reconhecem a Religião da Verdade (islão), mesmo que sejam do Povo do Livro (cristãos e judeus), até que paguem o imposto tributo jizyah em submissão, sentindo-se subjugados e humilhados. "[Outra tradução diz:] "paguem o imposto em reconhecimento da nossa superioridade e do seu estado de sujeição". (Alcorão 9:29)
Argentina: juiz pede prisão de Cristina Kirchner por acordo com Irã
Isso tem a ver com o atentado à bomba no centro judáico AMIA em Buenos Aires, feito à mando do Irã. O juiz que investigava o caso foi morto de modo suspeito durante a presidência de Cristina Kirchener. (Exame)

EUA reconhecem Jerusalém como capital de Israel; muçulmanos respondem com chamadas à Jihad
Leia o artigo no blog.

Que países estão seguindo os EUA no tocante a Jerusalém? Hungria, Filipinas, República Tcheca. Alemanha? (PJ Meida)

Trump acerta e reconhece Jerusalém como capital de Israel
Eu sei que existem pessoas que têm arrepio só de ouvir o nome 'Joice' ... mas o que ele fala neste vídeo está 100% correto e baseado em fatos.


A verdade sobre Jerusalém
"O Islã é a religião da paz. Qualquer violência que acontece a culpa é do Trump."



EUA: Sandra Sarsour diz "ninguém tem o direito de dizer aos palestinos que eles não devem matar os judeus"
Ela afirmou isso em postagem de Facebook datada do dia 9 de Dezembro (Frontpage)

Jornalista árabe Abdallah El Delek: Israel é uma relidade e um exemplo a ser seguido
Jornalista do Kuweit Abdallah El Delek afirma, em entrevista na TV árabe, que Israel é legítimo e reconhecido por todos os países que não sejam ditaduras (citando a Coréia do Norte, que não reconhece Israel ... mas o mesmo ocorre com a maioria dos países com maioria populacional muçulmana. Ele inclusive afirma que os árabes deveriam se aliar a Israel e aos EUA contra o Irã e o Hezbollah.
OK

União Européia promete pressionar para que Jerusalém se torne também a capital dos Palestinos
Por que a União Européia não pressiona as autoridades palestinas a reconhecerem Israel como condição para qualquer tipo de acordo de paz? (Tião Cazeiro)

Maior distribuidor de filmes na Palestina proíbe "Liga da Justiça" porque artista que faz o papel de Mulher Maravilha é israelense
A artista Gal Gadot é israelense. O filme Mulher Maravilha também foi proibido em vários países muçulmanos sob a alegação que uma artista israelense é um tapa na cara das mulheres palestinas. No entanto, os homens muçulmanos baterem nas mulheres muçulmanas é permitido pelo islamismo. Ó ironia. (PJ Media)

França: O aumento da imigraçao islâmica tem implicado em um aumento do anti-semitismo
Os judeus vem deixando a França em cada vez maior número, e isso é um fenômeno que vem ocorrendo a vários anos (Amigo de Israel).

Suécia: vinte homens jogam bombas incendiárias em sinagoga
Isso aconteceu em Gotemburgo. Os judeus dentro da sinagoga tiveram que se refugiar no porão para garantir sua segurança. Antes da imigração maciça de muçulmanos para a Suécia, isso não ocorria (PJ Media).

Suécia: muçulmanos queimam bandeira de Israel em Estocolmo
Antes da imigração maciça de muçulmanos para a Suécia, isso não ocorria (The Local).

Suécia: "Matem os judeus", gritam manifestantes em Malmö
(The Local) Eles se referem a Kaibar, o oásis judáico escravizado por Maomé.


Iraque: família da Miss Iraque foge do país devido a selfie junto com Miss Israel
Foto da Miss Iraque Sarah Idan junto com a Miss Israel Adar Gandeslman, além de uma foto de biquini, resultou em ameaças de vida aos membros da família da Miss Iraque, o que os levou a fugir do Iraque (Times of Israel).


Mas quando os meses sagrados tiverem transcorrido, mate os idólatras onde quer que você os encontre, e capturai-os, e cerque-os, e arme ciladas para eles usando de todos os estratagemas (da guerra); mas caso eles se arrependam, observem a oração e paguem o zakat [ou seja, se tornem muçulmanos], abra o caminho para eles. Sabei que Alá é Indulgente, Misericordiosíssimo. (Alcorão 9:5)
Grã-Bretanha: Hindus britânicos protestam contra a construção de um centro muçulmano em área predominantemente hindú
O projeto é converter um armazém vazio, na área de Belgrave, em Leicester, em instalações para muçulmanos. Mais de 1.435 cartas de objeção foram enviadas e 3.569 pessoas assinaram uma petição contra o plano. (Breitbart)



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